Yim Guan, Guan Yin, Yim Kuan, Kuan Yin
Guan Yin (em chinês: pinyin Guanyin 观音,; nome completo: 观世音 Guan Shi Yin, em tailandês: กวน อิ ม) Chinês Bodhisattva / Deusa da Compaixão, Misericórdia e Bondade é considerada uma deusa-mãe e padroeira dos marinheiros.
NOME
O nome Guan Yim também soletrado Guan Yin, Kuan Yim, Kwan Im, ou Kuan Yin, é uma forma abreviada de Kuan Yin-shi, que significa "Observando os sons (ou gritos) do mundo (humano)".
Altamente respeitado em culturas asiáticas, Guan Yim assume diferentes nomes como segue:
Hong Kong: Kwun Yum
Japão: Kannon ou Kanzeon mais formalmente, a ortografia Kwannon, com base em uma pronúncia pré-moderna, às vezes é visto
Coreia: eum Gwan ou eum Gwanse-
Tailândia: Eim Kuan (กวน อิ ม) ou Eim Kuan Prah Mae
Vietnã: sou Quan
No budismo chinês, Guan Yim / Guan Yin / Kuan Yim / Kuan Yin é sinônimo de Bodhisattva Avalokiteshvara, o pináculo da misericórdia, compaixão, bondade e amor.
(Bodhisattva ser de bodhi, ou iluminação, que ganhou a deixar o mundo do sofrimento e está destinado a se tornar um buda, mas renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.
Avalojkitesvara: 'avalokita "A palavra significa" ver ou olhar para baixo "e" Êvara "significa" senhor ", em sânscrito).
Entre os chineses, Avalokitesvara é quase exclusivamente chamado Guan Shi Yin Pu Sa. A tradução chinesa de muitos sutras budistas, na realidade, substituiu a transliteração chinesa de Avalokitesvara com Guan Shi Yin. Alguns taoístas escrituras dão-lhe o título de Guan Yin Da Shi, e às vezes informalmente como Guan Yin Para Zu.
ORIGEM
Junto com o budismo, a veneração Guan Yim foi introduzido na China como no século 1 dC e chegou ao Japão através da Coréia logo após o budismo foi introduzido pela primeira vez no país a partir de meados do século 7.
Representações do bodhisattva na China antes da dinastia Song (960-1279 dC, no Norte - e Dinastia Song do Sul) eram masculinos na aparência.
É geralmente aceite que Guan Yim originou-se como o sânscrito Avalokitesvara, que é a sua forma masculina, uma vez que todas as representações do Bodhisattva eram masculinos.
Mais tarde, as imagens podem mostrar os atributos femininos e masculinos, uma vez que um Bodhisattva, de acordo com o Sutra de Lótus, tem o poder mágico de transformar o corpo em qualquer forma necessária para aliviar o sofrimento, para que Guan Yim é nem mulher nem homem. No Budismo Mahayana, ao qual pertence budismo chinês, o sexo não é obstáculo para a iluminação.
Como o Sutra do Lótus, a bodhisattva Kuan Shih Yin, "pelo recurso a uma variedade de formas, viaja pelo mundo, conclamando os seres à salvação".
A representação na China foi interpretada em um formulário só de mulheres ao redor do século 12, durante a Dinastia Ming (1368 - 1644 dC).
A lenda do século XII, do santo budista Miao Shan (veja abaixo), a princesa chinesa que viveu em aproximadamente 700 aC, que largamente se acredita tenha sido Kuan Yin, reforça a imagem da bodhisattva feminina.
No período moderno, Guan Yim é freqüentemente representada como uma mulher bonita, vestida de branco, uma representação que deriva da forma Pandaravasini anterior.
http://www.nationsonline.org/oneworld tradução livre silvia montone
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
DECRETO DO AMOR COMPASSIVO
Mãe Kuan Yin, Invoco teu coração de lotus, dá-me a compaixão e o perdão nesta hora,
redime minhas faltas de , suavisa meu caminho e envia a teus anjos de puro amor violeta
para que não sinta que me cobre a tristeza e o desalento.
Transforma agora toda sombra em Luz e dá-me o perfume de Tua essência para purificar
meu coraçao redimido na radiaçao de teu amor.
Eu sou a Compaixão infinita de teu próprio coração.
que assim seja
fonte: CentroKheper
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DECRETO DO AMOR COMPASSIVO
Warashibe Choja /Uma lenda de Kannon
Kwan yin no Japão é conhecida como Kannon
Warashibe Choja
Texto: Claudio Seto
Há muitos e muitos anos atrás, na região de Yamato (hoje Nara), viveu um jovem de nome Yosaku. Ele era um lavrador sem-terra, por isso peregrinava de vila em vila ajudando outros agricultores e sobrevivia comendo vegetais que ganhava em troca de seu trabalho. Como era um trabalhador sem-teto, dormia em templos budistas dedicados a Kannon, a Deusa da Misericórdia.
- Deusa Kannon hoje trabalhei bastante e estou exausto. Como não tenho casa própria onde dormir, permita-me pernoitar mais uma vez em seu templo. Amanhã, por favor ajude-me a encontrar trabalho.
Após a oração, Yosaku estirou-se na varanda do templo e adormeceu cansado. Nessa noite ele teve um sonho fascinante. Irradiando uma luz dourada, a Deusa Kannon, apareceu ao seu lado e disse:
-Yosaku, você é rapaz admirável. Mesmo sendo pobre jamais queixou de sua condição e está sempre disposto a ajudar ou outros, sem se importar com pagamentos. Vou lhe conceder a graça de uma vida feliz. Amanhã vai cair casualmente em suas mãos algo que trará uma grande fortuna para você. Dizendo isso a deusa desapareceu.
No dia seguinte o rapaz saiu para procurar trabalho, tropeçou numa pedra no meio da estrada e foi de cara ao chão. Na queda sua mão caiu sobre algo.Era um pedaço de palha de arroz, Yosaku ia jogar fora, mas lembrou do sonho e guardou a palha e continuou caminhando pensativo:
-Não consigo entender como um pedaço de palha de arroz pode me deixar rico. Será que foi a essa palha que a misericordiosa Deusa Kannon se referiu?
Assim continuou caminhando pensativo. De repente um besouro veio voando aos zumbido perto de seu rosto. Yosaku tentou afastar o inseto com um galhinho de árvore, mas o besouro persistia em voar em sua volta. O jovem então apanhou o inseto e amarrou-o na extremidade de um pedaço de pau, com uma tira da palha que havia guardado no bolso. Assim espetou o pauzinho no chão e ficou vendo o inseto se debatendo para fugir. Então foi desfiando a palha de arroz e fez um círculo em torno de onde o bichinho estava amarrado. Curiosamente o besouro começou andar em círculo, contornando a palha, e tornou-se um passatempo divertido para os transeuntes daquela estrada.
Nesse momento ia passando um carro de boi muito rico e um menino, filho de nobre que estava nesse carro, disse ao velho conselheiro do palácio que acompanhava o cortejo.
-Quero aquele brinquedo para mim.
Yosaku que ouviu tudo, ofereceu o besouro amarrado ao garoto. Como retribuição, a dama de companhia do nobre garoto, deu a Yosaku três laranjas.
-Nossa, três laranjas deliciosas por um besouro e tiras de palha.
O jovem então amarrou as laranjas com a palha que sobrou num galho, botou no ombro e saiu andando. Pouco depois encontrou uma senhora distinta acompanhada por um criado. Ela estava lastimando sentada a beira da estrada.
-Ai que sede! Quero beber água, não agüento mais essa garganta seca. Vou desmaiar, água por favor.
O criado que a acompanhava disse que já havia percorrido toda redondeza e não encontrou nenhum poço ou riacho.
22:55(8 minutos atrás) Yosaku estendeu as laranjas para a senhora dizendo:
-Tenho essas laranjas, se servir para amenizar sua sede, sirva-se por favor.
A dama chupou avidamente as laranjas e sua palidez foi passando. Assim que estava totalmente recuperada, a senhora lhe agradeceu:
-Se o senhor não passasse por aqui com essas laranjas, a esta hora eu já estaria morta. Gostaria de recompensá-lo condignamente, mas aqui nada tenho além dessas peças de pano, por favor aceite como prova de minha gratidão.
Yosaku que nunca tinha visto peças de seda pura, ficou maravilhado.
-Nossa, três peças de seda por três laranjas, hoje é meu dia de sorte. Só pode ser obra da Deusa Kannon.
23:11(0 minutos atrás) O rapaz continuou a caminhada e cruzou com um samurai montado num garboso cavalo branco. Yasaku percebeu que o cavalo estava muito cansado, mesmo assim era um belo animal. De repente o cavalo dobrou as pernas e caiu exausto.
Os criados do samurai correram em socorro do animal, dando-lhe água e massageando seu pescoço, porém o cavalo não se mexia, ficando estirado como quem estava morrendo.
-Cavalo inútil, sacrifiquem esse animal perfurando seu coração com a lança - disse o samurai aos seus vassalos.
Yosaku que de perto assistia a cena, ficou penalizado com o destino do cavalo e pediu ao samurai.
-Honorável senhor, desculpe-me do atrevimento, mas peço que poupe a vida do cavalo, um animal tão bonito não merece uma morte sacrificada. Ofereço uma peça de seda em troca da vida dele.
-Ao contrário do que está imaginando, mandei sacrificar o cavalo para ele não ter uma morte lenta e agonizante. Apenas pretendia abreviar o sofrimento do animal. Mas se você faz questão de trocar a vida dele por uma peça de seda, aceito de bom grado. O animal fica sendo de sua responsabilidade.
Assim o samurai apanhou a peça de seda e seguiu em frente. Yosaku pacientemente deu água ao cavalo e ficou horas ao lado dele. Aos poucos o cavalo foi melhorando de aspecto e finalmente se levantou.
Yosaku montou no cavalo e seguiu sua andança rumo a capital. Quando passou perto de uma casa de agricultor trocou a segunda peça de seda por sela e rédea. Quando chegou a periferia de Heian-kyo (hoje Kyoto), então capital do Japão, trocou a terceira peça de seda por pousada, comida e roupa lavada.
No dia seguinte quando se preparava para entrar na capital, passou diante de um casebre e um homem estava se preparando sua mudança, colocando utensílios da casa em um grande carrinho puxado a mão.
-Que belo cavalo! Se eu tivesse um, minha mudança seria facilmente realizável. Disse o homem da casa.
-Quer comprar o cavalo? Perguntou Yosaku.
-Gostaria muito de adquiri-lo, mas, o pouco dinheiro que tenho, não posso gastar agora. Devo guardar para começar nova vida, bem distante daqui, com uma pessoa que está me esperando. Será que você aceita trocar o cavalo por essa modesta casa e esse terreno para plantar?
-Um terreno para plantar é tudo que sempre desejei!
Assim Yosaku tornou-se proprietário de terra na entrada da capital. Sua plantação de arroz cresceu maravilhosamente e ganhou fama. Quando era feito a colheita os nobres corriam para comprar o arroz da plantação de Yosaku. O moço trabalhou bastante e depois de alguns outonos, havia se tornado um fazendeiro abastado. Os andarilhos que rumavam a capital paravam para descansar em sua casa e sempre recebiam uma pelota de arroz e uma xícara de chá. Yosaku sentia prazer em ajudar as pessoas e fazia questão de contar sua história, para transmitir sua fé na Deusa Kannon.
Por causa de sua bondade passou a ser chamado carinhosamente de Warachibe Choja (Milionário da Palha de Arroz) pelas pessoas que passavam por sua casa.
Claudio Seto, 60 anos, foi ao Japão quando tinha nove anos para estudar no Templo Myoshinji, da seita Zen, em Quioto. Após três anos, prosseguiu seus estudos religiosos e de cultura japonesa em Kyushu, no monte Ehiko-san, no templo de mesmo nome, pertencente à seita Shugêndô. No período em que ficou no Japão, Seto mergulhou na história do Japão e aprendeu muitas artes como: haiku, tanka, shodô, kadô, kendô, ninjutsu, mangá, kyudô e bonsai. Ao voltar ao Brasil, com 17 anos, Seto trabalhou como argumentista e desenhista de história em quadrinhos em São Paulo, editor de revistas em Curitiba, chargista, ilustrador e editor. Atualmente trabalha também nos jornais Tribuna do Paraná e O Estado do Paraná. É editor do Jornal Garça da Sorte e da revista Planeta Zen.
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Warashibe Choja /Uma lenda de Kannon
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Mensagem de Kwan Yin através de Marlene Swetlishoff
08 de Julho de 2009
Amados,
Eu lhes falo hoje com respeito aos grandes Seres radiantes que vocês se tornaram. Vocês são Faróis de Luz ambulantes por onde passam, e a Terra e todos nela são abençoados pelas suas Presenças. Saibam disto, Queridos, tenham fé em si mesmos, que vocês são o que eu digo, ainda que não possam se perceber ou se reconhecer deste modo, vocês verdadeiramente são assim. Mais e mais de suas Luzes radiantes estão iluminando a Terra, e isto é visto por nós, dos Reinos Mais Elevados, e se tornou uma alegria para nós observarmos as suas Luzes, observá-los em suas disciplinas, observarmos e participarmos com vocês de suas meditações, de seus esforços de ancorar a Luz Cósmica na Terra, e sobre a Terra, abençoando a todos. Isto está ocorrendo, Queridos, e saibam, que quando vocês abençoam a Terra e tudo Nela deste modo, cada um de vocês é também abençoado.
Sua vida se tornará cheia de graça, de tranqüilidade, e de sincronicidades maravilhosas e mágicas. Abram-se para toda a magnificência e possibilidades. Tudo está aberto para aqueles que estejam abertos para receber. Peçam isto a cada dia, afirmem a sua intenção, que vocês pretendem se tornar um Mestre da Vida na Terra, que vocês agreguem as atitudes da alegria e da gratidão, da paz e da harmonia, em sua vida diária, e isto então se irradiará a todos a sua volta.
Há muitos acontecimentos e eventos celestiais ocorrendo durante este mês e eu estou aconselhando a cada um de vocês que sejam persistentes em suas atividades diárias. É muito, muito importante que vocês elevem as suas freqüências de energia, os seus níveis vibracionais para incorporar as energias da Luz Cósmica que estão vertendo na Terra neste momento, de modo que vocês integrem estas energias com facilidade e graça, alegria e felicidade. Saibam que o que vocês se empenham em incorporar é concedido aos seus Irmãos e Irmãs na Terra, e é por isto que eu os aconselho a estarem em sua alegria e gratidão tanto quanto possível pelo resto deste mês de Julho.
Grandes mudanças e transformações estão ocorrendo em tudo e todos no Planeta, saibam disto, Queridos. SINTAM isto. Comecem a se conectar com o lado do sentimento de vocês, assim vocês poderão se tornar Unos com a Terra, de modo que fiquem harmonizados com todas as mudanças que estão ocorrendo, e possam se tornar um Co-Criador, trabalhando com a Terra, equiparando as freqüências que ajudarão a Terra e todos sobre Ela, enquanto estes dias prosseguem.
Nós vemos que aqueles que vêm a este web site buscam conhecimento e informação das mudanças e transformações em seus eus externos, em seu Mundo externo, e eu lhes digo, Amados, as mudanças que estão acontecendo, as mudanças e transformações são intensas, mas elas são mudanças que vêm de dentro de cada um de vocês. Estas são as maiores mudanças que estão, e continuarão a ocorrer. A transformação está nos níveis internos, na consciência, de cada Ser Humano na Terra, e enquanto isto continua, a vida sobre a Terra, como vocês a têm conhecido, mudará. Haverá uma aparente graça e tranqüilidade, onde uma vez havia debate e conflito, porque cada Alma na Terra quer paz e harmonia, quer viver em cooperação com os seus Irmãos e Irmãs, quer viver como Um com o outro – pois no fundo de seus corações e de suas Almas, vocês se lembram, VOCÊS SE LEMBRAM, de Eras do Ouro anteriores, onde vocês viveram na Terra. Vocês se lembram da glória e da beleza dela, e é para isto que todos vocês estão trabalhando agora.
Este ano será muito desafiador, em termos de deixar ir todos os velhos conceitos, todos os velhos pensamentos, todos os velhos programas, todo o pensamento no velho paradigma, mas se vocês fizerem este trabalho de liberação, Queridos, enquanto abençoam aqueles a sua volta, e substituírem todas as energias que liberaram com a Iluminação Crística, com a Consciência Crística e com o amor Crístico, o Mundo que vocês desejam, dentro de suas almas tão intensamente, de novamente experienciar este tipo de Mundo novamente, acontecerá.
Animem-se, Amados Trabalhadores da Luz, persistam, pois o Mundo está mudando a cada momento, e é o que vocês, os Co-Criadores com Deus Pai-Mãe, o Criador Superior, e toda a Companhia do Céu, o que vocês pensarem e pretenderem é o que SERÁ. Eu falo por toda a Companhia do Céu e todos os Seres Cósmicos de Luz que foram atraídos para a Terra, que estão auxiliando neste grande momento histórico para trazer aquilo que vocês desejam, declaro assim, que cada um de vocês, e toda a Humanidade e tudo sobre a Terra e a própria Terra, são verdadeira e desmedidamente amados.
EU SOU Kwan Yin
©2009 Marlene Swetlishoff
08 de Julho de 2009
Amados,
Eu lhes falo hoje com respeito aos grandes Seres radiantes que vocês se tornaram. Vocês são Faróis de Luz ambulantes por onde passam, e a Terra e todos nela são abençoados pelas suas Presenças. Saibam disto, Queridos, tenham fé em si mesmos, que vocês são o que eu digo, ainda que não possam se perceber ou se reconhecer deste modo, vocês verdadeiramente são assim. Mais e mais de suas Luzes radiantes estão iluminando a Terra, e isto é visto por nós, dos Reinos Mais Elevados, e se tornou uma alegria para nós observarmos as suas Luzes, observá-los em suas disciplinas, observarmos e participarmos com vocês de suas meditações, de seus esforços de ancorar a Luz Cósmica na Terra, e sobre a Terra, abençoando a todos. Isto está ocorrendo, Queridos, e saibam, que quando vocês abençoam a Terra e tudo Nela deste modo, cada um de vocês é também abençoado.
Sua vida se tornará cheia de graça, de tranqüilidade, e de sincronicidades maravilhosas e mágicas. Abram-se para toda a magnificência e possibilidades. Tudo está aberto para aqueles que estejam abertos para receber. Peçam isto a cada dia, afirmem a sua intenção, que vocês pretendem se tornar um Mestre da Vida na Terra, que vocês agreguem as atitudes da alegria e da gratidão, da paz e da harmonia, em sua vida diária, e isto então se irradiará a todos a sua volta.
Há muitos acontecimentos e eventos celestiais ocorrendo durante este mês e eu estou aconselhando a cada um de vocês que sejam persistentes em suas atividades diárias. É muito, muito importante que vocês elevem as suas freqüências de energia, os seus níveis vibracionais para incorporar as energias da Luz Cósmica que estão vertendo na Terra neste momento, de modo que vocês integrem estas energias com facilidade e graça, alegria e felicidade. Saibam que o que vocês se empenham em incorporar é concedido aos seus Irmãos e Irmãs na Terra, e é por isto que eu os aconselho a estarem em sua alegria e gratidão tanto quanto possível pelo resto deste mês de Julho.
Grandes mudanças e transformações estão ocorrendo em tudo e todos no Planeta, saibam disto, Queridos. SINTAM isto. Comecem a se conectar com o lado do sentimento de vocês, assim vocês poderão se tornar Unos com a Terra, de modo que fiquem harmonizados com todas as mudanças que estão ocorrendo, e possam se tornar um Co-Criador, trabalhando com a Terra, equiparando as freqüências que ajudarão a Terra e todos sobre Ela, enquanto estes dias prosseguem.
Nós vemos que aqueles que vêm a este web site buscam conhecimento e informação das mudanças e transformações em seus eus externos, em seu Mundo externo, e eu lhes digo, Amados, as mudanças que estão acontecendo, as mudanças e transformações são intensas, mas elas são mudanças que vêm de dentro de cada um de vocês. Estas são as maiores mudanças que estão, e continuarão a ocorrer. A transformação está nos níveis internos, na consciência, de cada Ser Humano na Terra, e enquanto isto continua, a vida sobre a Terra, como vocês a têm conhecido, mudará. Haverá uma aparente graça e tranqüilidade, onde uma vez havia debate e conflito, porque cada Alma na Terra quer paz e harmonia, quer viver em cooperação com os seus Irmãos e Irmãs, quer viver como Um com o outro – pois no fundo de seus corações e de suas Almas, vocês se lembram, VOCÊS SE LEMBRAM, de Eras do Ouro anteriores, onde vocês viveram na Terra. Vocês se lembram da glória e da beleza dela, e é para isto que todos vocês estão trabalhando agora.
Este ano será muito desafiador, em termos de deixar ir todos os velhos conceitos, todos os velhos pensamentos, todos os velhos programas, todo o pensamento no velho paradigma, mas se vocês fizerem este trabalho de liberação, Queridos, enquanto abençoam aqueles a sua volta, e substituírem todas as energias que liberaram com a Iluminação Crística, com a Consciência Crística e com o amor Crístico, o Mundo que vocês desejam, dentro de suas almas tão intensamente, de novamente experienciar este tipo de Mundo novamente, acontecerá.
Animem-se, Amados Trabalhadores da Luz, persistam, pois o Mundo está mudando a cada momento, e é o que vocês, os Co-Criadores com Deus Pai-Mãe, o Criador Superior, e toda a Companhia do Céu, o que vocês pensarem e pretenderem é o que SERÁ. Eu falo por toda a Companhia do Céu e todos os Seres Cósmicos de Luz que foram atraídos para a Terra, que estão auxiliando neste grande momento histórico para trazer aquilo que vocês desejam, declaro assim, que cada um de vocês, e toda a Humanidade e tudo sobre a Terra e a própria Terra, são verdadeira e desmedidamente amados.
EU SOU Kwan Yin
©2009 Marlene Swetlishoff
Quan Yin- A Deusa da Compaixão e da Misericórdia
Quan Yin - Kuan Yin - é uma encarnação de Maria Sophia, e outros ícones femininos. Todos eles são mesmo a alma - dada a frequência Yin.
Durante séculos, Kuan Yin simbolizou o grande ideal do Budismo Mahayana em seu papel de bodhisattva (chinês "p'u-sa), literalmente" um ser de bodhi, ou iluminação ", que está destinado a se tornar um Buda, mas que prescindiu a felicidade do Nirvana com um voto para salvar todas as crianças de Deus.
Quan Yin exerce a Deusa Mãe e Divina aspecto do budismo. A Deusa do mesmo e da energia divina realizada pela Virgem Maria no Cristianismo. Nos mistérios egípcios, é realizada por Isis. No hinduísmo, é realizada por Shakti, a esposa de Vishnu, por Parvarti, esposa de Shiva, por Radha, a esposa de Krishna, e pela Sita, esposa de Rama.
Quan Yin nome é uma tradução do nome em sânscrito de seu progenitor chefe que é Avalokitesvara, também conhecido como Avalokita. Na sua forma correcta é Kuanshih Yin, que significa "Aquela que ouve aos clamores do mundo."
Na Coréia, Japão e China, ela é chamada de Quan Yin. Ela é um bodhisattva celestes e um mestre ascendido. Um de seus trabalhos nas esferas celestes é sentar na mesa do Senhor do Karma.
Mitologia budista fala de Avalokiteshvara está sendo carregado a partir de um raio de luz que surgiu a partir do olho direito de Amitabha Buda. Ele disse imediatamente, "Om Mane Padme Hum". Este é um dos mantras pelo qual ele pode ser invocado na tradição budista.
Avalokitesvara passou a ser conhecido pela maioria dos tibetanos como a representação terrena de Buda e como guardião chefe do dharma (doutrina) até o advento do Buda Maitreya.
Avalokitesvara e Kuan Yin são encarnações de compaixão.
Ela é equivalente a Tara Verde no budismo tibetano.
No budismo tibetano Quan Yin é visto em sua forma masculina como Avalokitesvara. Alguns acham que o atual Dali Lama é uma encarnação de Avalokitesvara. Acredita-se que a forma feminina de Avalokitesvara, Quan Yin, com origem no século XII ou XIII na China e no Japão.
O Sutra Saddharma Pundarika afirma que Avalokitesvara tinha 357 encarnações.
Quan Yin é um dos mais universalmente uma das divindades mais amada da tradição budista. Também conhecida como Kuan Yin, Quan'Am (Vietnã), Kannon (Japão), e Kanin (Bali), Ela é a personificação da bondade compassiva. Como o Bodhisattva da Compaixão, Ela ouve os gritos de todos os seres. Quan Yin tem uma forte conotação com a Maria Cristã, a Mãe de Jesus, e da deusa tibetana Tara.
Em muitas imagens Ela é descrita usando as pérolas de iluminação. Muitas vezes Quan Yin é mostrada um fluxo de água de cura, a "Água da Vida", a partir de um pequeno vaso. Com esta água devotos e todos os seres vivos são abençoados com a paz física e espiritual.
Ela tem uma gamela de arroz cozido ou uma tigela de semente de arroz como uma metáfora para fertilidade e alimento.
O dragão, um símbolo antigo para alta espiritualidade, sabedoria, força e poderes divinos de transformação, é um motivo comum encontrada em associação com a Deusa da Misericórdia.
Às vezes, Kuan Yin é representada como uma figura muito armada, com cada mão um símbolo cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica, ou mudra.
Isto caracteriza a Deusa como a fonte e alimento de todas as coisas. As mãos dela formam freqüentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero como a porta de entrada para este mundo através do sexo feminino princípio universal.
Quan Yin, como uma verdadeira Iluminada, ou Bodhisattva, jurou permanecer nos reinos terrestres e não entre os mundos divinos até que todos os outros seres vivos tenham concluído a sua própria iluminação e, assim, se libertar do ciclo dor-cheia de nascimento, morte, e do renascimento.
Existem numerosas lendas que contam os milagres que Kuan Yin faz para ajudar aqueles que chamam por Ela. Como Ártemis, Ela é uma deusa virgem que protege as mulheres, oferece-lhes uma vida religiosa como uma alternativa ao casamento, e crianças subsídios para aqueles que desejam.
A Deusa da Misericórdia é única entre a hierarquia celeste em que ela é tão completamente livre de orgulho ou vingança que Ela permanece relutante, mesmo para punir aqueles a quem uma lição severa pode ser apropriada.
Indivíduos que poderiam ser condenados a penitências terríveis em outros sistemas podem atingir renascimento e renovação, simplesmente convidando suas graças e com absoluta sinceridade absoluta.
Diz-se que, mesmo para um rebaixamento sob a espada do carrasco já levantou a greve, um único grito sincero ao Bodhisattva Kwan Yin, a lâmina de cair e quebrou no chão.
As muitas histórias e lendas que têm esta Deusa servem para transmitir a idéia de um ser iluminado que encarna os atributos de um penetrante, consumindo tudo, pela compaixão amorosa e que é acessível a todos.
Quan Yin nos aconselha por suas ações para cultivar dentro de nós mesmos as qualidades refinado especial, que todos os seres se diz que possuem naturalmente em alguma forma vestigial.
Contemplando a Deusa da Misericórdia envolve dogma ou ritual. A simplicidade deste ser gentil e Seus padrões tende a levar seus devotos para se tornar mais compassivo e amoroso si.
Um profundo sentido de serviço para todos os seres naturalmente segue a devoção à deusa.
O nome Kuan Shih Yin, como é freqüentemente chamada, significa literalmente "aquela que considera, vigia e ouve os sons do mundo." Segundo a lenda, Kuan Yin estava prestes a entrar no céu, porém parou no limiar quando os gritos do mundo chegou a seus ouvidos.
Estudiosos acreditam que o monge budista e tradutor Kumarajiva foi o primeiro a se referir à forma feminina de Kuan Yin, em sua tradução chinesa do Sutra de Lótus, em 406 aC Dos trinta e três aparecimentos do bodhisattva mencionados em sua tradução, sete são do sexo feminino . (Devotos chineses e budistas japoneses desde então associaram o número trinta e três a Kuan Yin.)
Embora Kuan Yin tenha sido retratada como um homem tão tarde quanto no século X, com a introdução do Budismo Tântrico na China no século oitavo, durante a dinastia T'ang, a imagem da celestial bodhisattva como uma deusa vestida de branco era bonita predominante eo culto devocional a ela tornou-se cada vez mais popular. Por volta do século nono havia uma estátua de Kuan Yin em cada monastério budista na China.
Apesar da controvérsia acerca das origens de Kuan Yin como um ser feminino, a representação de um bodhisattva, ora como deus e deusa, não é incompatível com a doutrina budista.
As escrituras explicam que um bodhisattva tem o poder de encarnar em qualquer forma masculina, infantil, feminino, até mesmo animal, dependendo do tipo de ser que ele procura salvar.
Como o Sutra do Lótus, a bodhisattva Kuan Shih Yin, "pelo recurso a uma variedade de formas, viaja pelo mundo, conclamando os seres à salvação".
A lenda do século duodécimo do santo budista Miao Shan, a princesa chinesa que viveu em aproximadamente 700 aC e que largamente se acredita tenha sido Kuan Yin, reforça a imagem da bodhisattva feminina. Durante o século monges budistas décimo segundo liquidada em P'ut'o Shan-a ilha-montanha sagrada no Arquipélago Chusan ao largo da costa de Chekiang onde Miao Shan, dizia-se que viveu por nove anos, curando e salvando marinheiros do naufrágio e a devoção Kuan Yin espalhou para todo o norte da China.
Essa ilha pitoresca tornou-se o principal centro de adoração à Salvadora misericordiosa; multidões de peregrinos viajavam dos mais remotos cantos da China e até mesmo da Manchúria, Mongólia e Tibet para assistir aos serviços imponente lá.
Ao mesmo tempo, havia mais de cem templos na ilha e mais de mil monges.
O folclore em torno ilha P'ut'o narra inúmeras aparições e milagres de Kuan Yin, que, acredita-se, revela-se aos fiéis em uma certa gruta na ilha.
Na seita "Terra Pura" do Budismo, Kuan Yin faz parte de uma tríade governante que é representada freqüentemente em templos e é um tema popular na arte budista. No centro está o Buda da Luz Ilimitada, Amitabha (chinês A-mi-t'o Para; japonês Amida). À sua direita está o Bodhisattva da força ou poder, Mahasthamaprapta, e à sua esquerda está Kuan Yin, personificando a misericórdia infinita.
Na teologia Budista Kuan Yin é às vezes representada como comandante do "barco da salvação", guiando almas para o Paraíso de Amitabha, ou Terra Pura, a terra do êxtase onde almas podem renascer para receber instruções contínuas no sentido de alcançar a iluminação e a perfeição .
A jornada à Terra Pura é freqüentemente representada em xilogravuras mostrando barcos cheios de seguidores de Amitabha sob o comando de Kuan Yin.
Amitabha, uma figura querida aos olhos dos budistas que desejam renascer em seu paraíso oriental e libertar-se da roda do renascimento, está a ser dito, em um sentido místico ou espiritual, o pai de Kuan Yin.
Lendas da escola Mahayana relatam que Avalokitesvara nasceu de um raio de luz branca que Amitabha emitiu do seu olho direito, como ele estava perdido em êxtase.
Assim, Avalokitesvara, ou Kuan Yin, é considerada como o "reflexo" de-mais emanação Amitabha ou incorporação de "maha karuna" (grande misericórdia), a qualidade que Amitabha personifica em seu mais elevado sentido.
Muitas figuras de Kuan Yin podem ser identificadas pela presença de uma pequena imagem de Amitabha em sua coroa. Acredita-se que a misericordiosa redentora Kuan Yin expressa a compaixão de Amitabha de uma forma mais direta e pessoal e orações a ela dirigidas são atendidas mais rapidamente.
A iconografia de Kuan Yin a descreve de muitas formas, cada uma revelando um aspecto único de sua misericordiosa presença.
Como a sublime Deusa da Misericórdia, cuja beleza, graça e compaixão vieram a representar o ideal de feminilidade do Oriente, ela é freqüentemente retratada como uma mulher esbelta em um esvoaçante manto branco, carregando em sua mão esquerda um lótus branco, símbolo de pureza. Ornamentos podem enfeitar sua forma, simbolizando suas realizações como bodhisattva, ou ela pode ser retratado sem eles como um sinal de sua grande virtude.
Kuan Yin presença é disseminada através de suas imagens como "doadora de crianças" que são encontradas em casas e templos.
Um grande véu branco cobre sua forma inteira e ela pode estar sentada em um lótus. Ela é frequentemente representada com uma criança nos braços, próxima a seus pés, ou sobre seus joelhos, ou com vários filhos com ela.
Neste papel, ela também é referido como o "honrado vestido de branco " Às vezes, à sua direita e à sua esquerda dois auxiliares, Shan-ts'ai Tung-tsi, o "homem jovem de capacidades excelentes", e Lung -wang Nu, a "filha do Dragão-rei".
Kuan Yin também é conhecida como a bodhisattva protetora de P'ut'o Shan, senhora do Mar do Sul e protetora dos pescadores.
Como tal, ela é mostrada cruzando o mar sentada ou em pé sobre um lótus ou com seus pés sobre a cabeça de um dragão.
Como Avalokitesvara, ela também é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão, e é comumente chamado de "mil braços, de mil olhos" bodhisattva.
Nessa forma ela representa a mãe onipresente, olhando simultaneamente em todas as direções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia.
Os símbolos característicos associados a Kuan Yin são um ramo de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida, um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista) o qual Miao Shan, dizia-se, recitava constantemente; e um rosário de cristal adornando seu pescoço, com o qual ela clamava aos Budas por socorro.
Imagens de Avalokitesvara freqüentemente mostram-na segurando um rosário; descrições de seu nascimento diz que ele nasceu com um rosário cristalino branco em sua mão direita e uma flor de lótus branco na esquerda. É ensinado que as contas representam todos os seres vivos e o giro das esferas simboliza que Avalokitesvara os está levando para fora do seu estado de miséria e da roda de repetidos renascimentos para o nirvana.
Hoje Kuan Yin é reverenciada por taoístas e também pelos budistas Mahayana, especialmente em Taiwan, Japão, Coréia, e novamente em sua terra natal, a China, onde a prática do Budismo havia sido suprimida pelos comunistas durante a Revolução Cultural (1966-1969). Ela é a protetora das mulheres, dos marinheiros, mercadores, artesãos e daqueles que se encontram sob perseguição criminal, e é invocada particularmente por aqueles que desejam progênie.
Amada como a figura da Mãe e mediadora divina que está muito próxima dos negócios diários de seu devotos, o papel de Kuan Yin como madona budista tem sido comparado ao de Maria, mãe de Jesus, no Ocidente.
Fonte: http://www.peacockpoverty.org
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a bodhisattva Kuan Shih Yin
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
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Aos filhos e filhas de kwanyin
Meditação do Amor
Sente-se ou deite confortavelmente, se desejar coloque uma musica para relaxar.
Sinta as emanações de amor, você não precisa sentir o amor
como uma emoção forte com excitação, apenas sinta calmamente.
O amor é calmo como o agradecimento e a compaixão.
Ao fazer a meditação do amor é bom sorrir sempre.
Use a sua imaginação visualize o amor como uma luz branca brilhando.
Imagine que essa luz do amor sai do seu peito e se expande para todo seu corpo.
Agora imagine que toda célula do seu corpo esta brilhando com a luz forte do amor.
Sinta e aproveite este sentimento de amor no seu corpo.
É normal que seu corpo vibre ao fazer a meditação do amor.
Não se assuste, relaxe apenas.
Agora, imagine que de cada célula do seu corpo esta radiando essa luz branca do amor ao seu redor enchendo todo o ambiente.
Imagine que essa luz branca esta se espalhando ainda mais, e esta espalhando por toda a cidade.
Imagine que todas as pessoas, plantas, e animais se sentem contentes quando são expostos a essa luz branca de puro amor.
Agora imagine que essa luz branca esta enchendo todo o planeta.
Imagine que todos os seres viventes estão cheios com essa luz branca do amor.
Faça isso por 15 a 30 minutos todo dia.
Você também pode mandar amor a quem quer que seja simplesmente imaginando essa luz branca do amor sendo enviada e envolvendo essa pessoa.
Benefícios que nos temos quando fazemos a meditação do amor todo dia.
1. As pessoas em volta a você vão te tratar bem.
.2. Você vai se sentir bem, e poderá reduzir o estresse e emoções negativas, ao fazer a meditação do amor.
3. Você vai se sentir com saúde. 4. Sua vida vai trocar e você terá boa sorte. Onde os outros vejam a luz do novo dia ,logo apos quando nasce o sol , eu vejo a alma de DEUS gritando de alegria
Kwan Yin
Copyright Lisa Scott 2001
pesquisado e traduzido por Silvia Montone/Corujinha do Vale
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Meditação do Amor
OKUDEN - AMIDA SANZON
Segundo Dave King, nas anotações de Hayashi e Tatsumi sobre as origens dos símbolos do Reiki, haviam várias referências a documentos taoístas, como o Tao Tsang (enciclopédia taoísta com mais de 5000 volumes), assim como menções ao Amida Sanzon.
O Amida Sanzon refere-se a uma trindade de deidades veneradas pelo Budismo Tendai (que ocupou o Templo Kurama até 1949). Crê-se que cada uma dessas deidades estejam ligadas aos símbolos do Reiki, pelos seus aspectos divinos e pelas influências que teram exercido sobre Usui, dado que este era (quando jejuou durante 21 dias no Monte Kurama) adepto do Budsmo Tendai.
SEICHI BOBATSU E O 1.º SÍMBOLO
Seishi Bosatsu é a divindade que actua com todo o vigor. Segura uma Flor de Lótus com a mão esquerda e, com a mão direita, envia-lhe a força da energia da sabedoria que a faz desabrochar. É também conhecida pelo nome em sânscrito: Mahasthamaprapta.
Seishi Bosatsu usa o grande poder da sua sabedoria para despertar a natureza e sabedoria búdicas de todos os seres. O seu voto é o de iluminar todos os seres, com o poder da sabedoria, mantendo-os distantes dos reinos inferiores e ajudando-os a alcançar a iluminação.
O Sutra da Meditação para a Vida Eterna explica o seu voto no qual Seishi Bobatsu "iluminará tudo com a Luz da Sabedoria, protegerá as pessoas dos três caminhos do mal da transmigração, e ajudá-los-á a atingir o inexcedível poder". Estes três caminhos são caracterizados pelos mundos do sofrimento e da ilusão, incluindo:
1) O inferno (os seres humanos dominados pela fúria e ódio, exprimidos com ira, frieza emocional, desordens mentais graves e comportamentos auto-destrutivos);
2) Os fantasmas famintos (os seres humanos dominados pela ganância ou pela carência, que se sentem vazios, querendo sempre mais e nunca estando satisfeitos, com uma profunda sensação de empobrecimento, pensando somente neles próprios e em negações);
3) As bestas ou animais (os seres humanos retardados metais, com maus julgamentos, facilmente exploráveis, impulsivos, que têm ganância pelas satisfações terrenas: o corpo, a comida, o sexo, o sono e o calor).
Existe ainda uma ligação de Seichi Bobatsu à energia da Terra.
AMIDA NYORAI E O 2.º SÍMBOLO
Amida Nyorai é uma das principais divindades orientais e simboliza algumas das qualidades espirituais do ser humano, como por exemplo, a sabedoria para chegar à realização da sua própria natureza. É também conhecida pelo nome em sânscrito: Amitabha.
É uma divindade venerada por proporcionar "tranquilidade espiritual" ajudando a atingir a Budidade, a Satori, ou a "tornar-se uno com Deus". Tudo isto vem explicado, no muito lido, Sutra Amida, onde está escrito que "a emanação e luz de Buda é infinita e ilumina todos os países em dez direcções, sem qualquer obstrução". É por isso que é conhecido como o "Buda da Luz Infinita".
Personifica a sabedoria primordial que reconhece a expressão individual de cada um, a sabedoria que transmuta o veneno do desejo e do apego, que vê claramente todos os fenómenos, de forma simultânea e sem qualquer tipo de confusão.
A cor associada a Amida, é o vermelho (como o rubi). O seu símbolo é o Lótus (padma em sânscrito), que representa a compaixão, a pureza, a natureza verdadeira.
Existe ainda uma ligação de Amida Nyorai à energia da Lua.
KANNON BOBATSU (KANNON BOSATSU )E O 3.º SÍMBOLO
Crê-se que o terceiro símbolo do Reiki esteja relacionado com Kannon Bobatsu (ou Kanzeon Bosatsu), o Bodhisattva da Compaixão. É também conhecido pelo nome em sânscrito: Avalokiteshvara.
Kannon é a personificação da Compaixão Divina com poder e perícia ilimitada. Kannon fez o voto de ouvir as vozes das pessoas e os sons do estado do mundo, garantir a salvação de todos aqueles que sofrem e dissipar o mal e as calamidades que nos rodeiam, antes de entrar no Nirvana.
Para tal, Kannon pode adquirir diversas formas (masculinas e femininas), aparecer em locais e tempos diferentes, livremente, sem qualquer restrição (de tempo ou espaço) para salvar as pessoas (trazer equilíbrio ou curar), e por esta razão, é conhecido como o Bodhisattva - Que Compreende Sem Restrições (de passado, presente ou futuro).
Na Índia, é conhecida como Avalokiteshvara, no Tibete como Chenrezig e como Kuan Yin na China. É muitas vezes retratada com mil braços, com um olho em cada mão, simbolizando a observação atenta e a ajuda imediata a todos aqueles que sofrem.
Existe ainda uma ligação de Bobatsu (ou Kanzeon Bosatsu), à energia do Sol.
DAINICHI NYORAI E O 4.º SÍMBOLO
fonte:© Copyright, Sandra Ramos e Jorge A. Ramos
O Amida Sanzon refere-se a uma trindade de deidades veneradas pelo Budismo Tendai (que ocupou o Templo Kurama até 1949). Crê-se que cada uma dessas deidades estejam ligadas aos símbolos do Reiki, pelos seus aspectos divinos e pelas influências que teram exercido sobre Usui, dado que este era (quando jejuou durante 21 dias no Monte Kurama) adepto do Budsmo Tendai.
SEICHI BOBATSU E O 1.º SÍMBOLO
Seishi Bosatsu é a divindade que actua com todo o vigor. Segura uma Flor de Lótus com a mão esquerda e, com a mão direita, envia-lhe a força da energia da sabedoria que a faz desabrochar. É também conhecida pelo nome em sânscrito: Mahasthamaprapta.
Seishi Bosatsu usa o grande poder da sua sabedoria para despertar a natureza e sabedoria búdicas de todos os seres. O seu voto é o de iluminar todos os seres, com o poder da sabedoria, mantendo-os distantes dos reinos inferiores e ajudando-os a alcançar a iluminação.
O Sutra da Meditação para a Vida Eterna explica o seu voto no qual Seishi Bobatsu "iluminará tudo com a Luz da Sabedoria, protegerá as pessoas dos três caminhos do mal da transmigração, e ajudá-los-á a atingir o inexcedível poder". Estes três caminhos são caracterizados pelos mundos do sofrimento e da ilusão, incluindo:
1) O inferno (os seres humanos dominados pela fúria e ódio, exprimidos com ira, frieza emocional, desordens mentais graves e comportamentos auto-destrutivos);
2) Os fantasmas famintos (os seres humanos dominados pela ganância ou pela carência, que se sentem vazios, querendo sempre mais e nunca estando satisfeitos, com uma profunda sensação de empobrecimento, pensando somente neles próprios e em negações);
3) As bestas ou animais (os seres humanos retardados metais, com maus julgamentos, facilmente exploráveis, impulsivos, que têm ganância pelas satisfações terrenas: o corpo, a comida, o sexo, o sono e o calor).
Existe ainda uma ligação de Seichi Bobatsu à energia da Terra.
AMIDA NYORAI E O 2.º SÍMBOLO
Amida Nyorai é uma das principais divindades orientais e simboliza algumas das qualidades espirituais do ser humano, como por exemplo, a sabedoria para chegar à realização da sua própria natureza. É também conhecida pelo nome em sânscrito: Amitabha.
É uma divindade venerada por proporcionar "tranquilidade espiritual" ajudando a atingir a Budidade, a Satori, ou a "tornar-se uno com Deus". Tudo isto vem explicado, no muito lido, Sutra Amida, onde está escrito que "a emanação e luz de Buda é infinita e ilumina todos os países em dez direcções, sem qualquer obstrução". É por isso que é conhecido como o "Buda da Luz Infinita".
Personifica a sabedoria primordial que reconhece a expressão individual de cada um, a sabedoria que transmuta o veneno do desejo e do apego, que vê claramente todos os fenómenos, de forma simultânea e sem qualquer tipo de confusão.
A cor associada a Amida, é o vermelho (como o rubi). O seu símbolo é o Lótus (padma em sânscrito), que representa a compaixão, a pureza, a natureza verdadeira.
Existe ainda uma ligação de Amida Nyorai à energia da Lua.
KANNON BOBATSU (KANNON BOSATSU )E O 3.º SÍMBOLO
Crê-se que o terceiro símbolo do Reiki esteja relacionado com Kannon Bobatsu (ou Kanzeon Bosatsu), o Bodhisattva da Compaixão. É também conhecido pelo nome em sânscrito: Avalokiteshvara.
Kannon é a personificação da Compaixão Divina com poder e perícia ilimitada. Kannon fez o voto de ouvir as vozes das pessoas e os sons do estado do mundo, garantir a salvação de todos aqueles que sofrem e dissipar o mal e as calamidades que nos rodeiam, antes de entrar no Nirvana.
Para tal, Kannon pode adquirir diversas formas (masculinas e femininas), aparecer em locais e tempos diferentes, livremente, sem qualquer restrição (de tempo ou espaço) para salvar as pessoas (trazer equilíbrio ou curar), e por esta razão, é conhecido como o Bodhisattva - Que Compreende Sem Restrições (de passado, presente ou futuro).
Na Índia, é conhecida como Avalokiteshvara, no Tibete como Chenrezig e como Kuan Yin na China. É muitas vezes retratada com mil braços, com um olho em cada mão, simbolizando a observação atenta e a ajuda imediata a todos aqueles que sofrem.
Existe ainda uma ligação de Bobatsu (ou Kanzeon Bosatsu), à energia do Sol.
DAINICHI NYORAI E O 4.º SÍMBOLO
fonte:© Copyright, Sandra Ramos e Jorge A. Ramos
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Kuan Yin ..sua história
Kuan Yin é uma deidade universalmente amada e conhecida como protetora pela tradição budista. É também conhecida como Quan’Am (no Vietnã), Kannon (no Japão), Kanin (em Bali), Tara (no budismo tibetano), Chenrezig (Tibet), Kwan Seum Bosal (Korea). Seu nome encontramos de outras formas como Quan Yin, Kuan Shih Yin e Guan Yin.
A figura da Virgem Maria lembra muito a da Bodhisattva Kuan Yin, não somente porque ambas simbolizam – cada qual na sua tradição – a pureza, a coragem, e a fé, mas principalmente porque representam o amor feminino (essencialmente materno), a compaixão e a misericórdia, ou seja, aquela que tudo perdoa.
Kuan Yin, um dos cinco bodhisattvas mais conhecidos, é o Avalokitesvara Indo-Tibetano, a divindade que atende ao grito da angústia, e se volta para o sofredor. Esta figura, pouco a pouco, vem se destacando mais que outros bodhisattvas para significar o espírito, o misericordioso e bondoso espírito que acende em todas as criaturas o desejo de uma renovação do coração, e que os protege contra toda dor e tristeza.
Kuan Yin, como os outros bodhisattvas, fez grandes votos. Ela irá se encarnar nas mais variadas formas, para salvar a humanidade. Por isso ela se deixa nascer ora nesse grupo, ora naquele: entre ladrões, entre criminosos na prisão, entre angustiados marinheiros e viajantes.
Sua História
Conta-se, na tradição popular, que ela foi uma princesa na antiga Índia, era a mais bela e piedosa entre todas; não gostava de vestidos luxuosos, nem de pratos finos feitos com carnes de animais, embora tudo isso lhe fosse oferecido como direito. Alimentava-se de verduras, porque não suportava ver animais sendo mortos; vestia-se de panos grossos porque gostava de ser simples; e era a mais piedosa entre as filhas. Mas quando chegou o momento de casar, fugiu do palácio porque queria buscar o seu caminho e se dedicar ao ascetismo, seguir o exemplo de Buda. Ao ser obrigada pelos seus pais a contrair casamento, ajoelhou-se diante do palácio do rei, durante dias e noites, sem nada comer, passando frio e tomando vento e chuva, apenas recitando o “Sutra da Grande Compaixão”. E assim, sua fé venceu todas as barreiras.
Quando alcançou o Nirvana, não teve desprendimento suficiente para deixar o mundo, porque a sua compaixão era tão forte e infinita que lhe deu forças para fazer o maior voto que alguém podia desejar realizar: “enquanto houver almas sofredoras sobre a face da Terra, não abandonarei esse mundo, e ajudarei todos a alcançar a libertação”. E assim, ela é oficialmente chamada a “Grande Misericordiosa e Grande Compassiva Bodhisattva Guan-Shi-Yin” (a propósito, Guan-Shi-Yin, em chinês, significa literalmente: “Aquela que vê e que ouve o Mundo”).
Ela atende todos os apelos. Por mais desesperadas e “perdidas” que as pessoas possam estar, ela é incapaz de abandonar quem quer que seja, budista ou não, pois, na compreensão budista, todos os homens são de natureza búdica (luz que reflete a si mesmo), pouco importa a que religião pertençam; ou seja, seres humanos são budas em potencial.
fonte desconhecida: que souber por favor avisar
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Sinta a presença de kuan Yin
Um exercício bem simples para sentir a presença da Kuan Yin em sua vida: Feche seus olhos e procure um lugar tranqüilo e agradável. Imagine Kuan Yin descansando com o mundo em seus ombros, e seu rosto descansa sobre ele.
Ela vê você, e você é jogado ao amor que irradia do coração dela. Ela mostra a você como segurar o mundo em seus ombros, ela segura as suas mãos e dança alegre e carinhosamente em círculos.
Você vê a água da terra formando ondas, as folhas nas árvores balançando, os pássaros revoando sem esforço. Saiba que isto está acontecendo puramente graças a sua alegria.
Quando você estiver no seu dia a dia, lembre-se da presença de Kuan Yin sempre que ver pássaros revoando, as folhas que sussurram nas árvores, as águas que ondulam. Use esta lembrança como um lembrete para tirar o mundo dos seus ombros, e dançar com abandono, com seu rosto voltado aos céus e seus braços soltos no ar.
Kuan Yin explicou que "pela música e pelo som, tendes o melhor meio para entrardes nas vibrações e compartimentos mais elevados de Deus….”
No próximo dia 15 de agosto, será realizado uma vivência com os 33 principais mantras de Kuan Yin. É um trabalho de cura. Os participantes terão a oportunidade de recita-los e utiliza-los para situações especificas em nosso dia a dia.
fonte: Pilar de Luz Kuan Yin
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
MANTRA DA COMPAIXÃO
MANTRA DA COMPAIXÃO
NAMO RATNA TRAYAYA /
NAMA ARYA GYANA SAGARA /
BEROTSANA BUHA RADZAYA /
TATAGATAYA /
ARHATAY SAMYAK SAMBUDDHYA /
NAMA SARVA TATHAGATAY BAY /
ARHATAY BAY /
SAMYAK SAMBUDDHAY BAY /
NAMA ARYA AVALOKITAY SHORAYA /
BODHISATTOYA /
MAHASATTOYA /
MAHA KARUNIKAYA /
TAYATA /
OM DARA DARA /
DIRI DIRI /
DURU DURU /
ITAY WATAY /
TSALAY TSALAY /
PRATSALAY PRATSALAY /
KUSUMAY KUSUMAY WARAY /
ILI MILI TSITI DZOLA /
APANAYAY SOHA
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Mantra da Compaixão
domingo, 23 de janeiro de 2011
Oito Símbolos Tibetanos Auspiciosos e as Bandeiras de Oração do Tibet
Estes símbolos originaram de um grupo de símbolos indianos utilizados pela realeza e eram apresentados em Cerimônias Especiais (como na coroação de um rei).
Símbolos falam ao nosso nosso coração e sensibilidade. Não pertencem a ninguém e não precisam da interpretação da mente racional.
Concentre-se nestas imagens sempre que precisar de uma "força extra" na luta diária. Sinta quais as mensagens que eles podem trazer para sua vida agora, para que você seja feliz.
Este é um símbolo de proteção e realeza. A sombra protege do calor e do sol e o frescor de sua sombra representa proteção contra o sofrimento, desejo, obstáculos e doenças.
Tradições diferentes desenvolveram muitos tipos de guarda-chuva: a parte de cima simboliza sabedoria e o tecido que protege simboliza a Compaixão.
PEIXES DOURADOS
Simbolizam a Felicidade, devido a sua liberdade na água, fertilidade e abundância; devido a sua habilidade de se multiplicar rapidamente.
O GRANDE VASO-TESOURO
Ele é feito em argila como um bebedouro de água na tradição indiana. Os desenhos Tibetanos trazem pétalas de Flor de Lótus. O tecido é seda; a parte superior é selada com uma árvore de pedidos de boa sorte, com a raiz retendo água da longevidade (não importa quanto possa retirado do vaso, ele sempre permanece cheio). Simboliza Vida Longa e Prosperidade.
O LÓTUS BRANCO
O lótus é o símbolo de pureza expressada em diferentes formas. É capaz de crescer e florescer do lodo, portanto é um símbolo de Geração Divina.
O Lótus no trono implica a Concepção Imaculada, portanto é Divino. As Divindades são sempre representadas segurando um Lótus como símbolo de suas qualidades de Pureza, Compaixão, Renúncia e Perfeição.
A CONCHA
A concha vem das estórias indianas antigas que descrevem os heróis míticos que carregavam grandes conchas.
É um símbolo de Poder e seu som afasta os maus espíritos e previne a aproximação de criaturas, que possam causar danos ou que atraiam desastres naturais.
O NÓ SEM FIM
Este nó não tem começo nem fim, e simboliza a compaixão ilimitadas e a sabedoria.
Indica a continuidade da vida conforme as linhas se sobrepõem na realidade da existência humana.
A FLÂMULA DA VITÓRIA
Originou-se nos estandartes militares de vitória carregados pelos indianos nobres.
Ela simboliza os métodos de ultrapassar problemas; também traz o desenvolvimento do conhecimento, sabedoria, compaixão, meditação e votos éticos.
RODA DO DHARMA
A Roda é um símbolo antigo da criação, nobreza e proteção, que representa movimento e mudança.
É também Dharma-Chacra ou Roda da Lei, que no Tibet significa a Roda da Transformação ou da Mudança Espiritual.
Também representa ultrapassarmos todos os nossos obstáculos e ilusões.
autor desconhecido , fonte net
Na história das bandeiras tibetanas de oração é dito que o Buda recitou uma prece e ela foi impressa nas bandeiras de batalha entre dois povos. A paz foi logo restabelecida entre eles. A tradição de oferecer bandeiras de oração ao vento foi introduzida no Tibet no século oitavo por um discípulo do Buda.
Tradicionalmente, as bandeiras são erguidas ao ar livre para que as preces sejam levadas e "recitadas" pelo vento por longas distâncias.
O costume vem do Tibete e remonta ao século XI. Foi o grande mestre indiano Atisha que ensinou aos seus discípulos como imprimir orações e mantras sobre pedaços de tecido, a partir de blocos de madeira gravados.
Estas bandeiras, fixadas a um mastro ou a um bambu, ou costuradas a cordas esticadas entre dois pontos, ondulavam livremente ao vento. Esta tradição acabou por ser muito difundida no seio do Budismo tibetano. À volta dos mosteiros, nos sítios sagrados, presas aos ramos da árvore de Bodhi, em redor do grande Stupa em Bodhnath e mesmo junto a habitações, são encontradas por toda a parte. Desfraldadas ao vento, a sua presença sonora acompanha a cadência das orações.
Esta prática não é uma superstição; as bandeiras não são talismãs. O Budismo, que Sua Santidade o Dalai Lama diz ser uma «ciência do espírito», debruça-se há muito sobre a natureza e o funcionamento dos fenômenos. Com base na lei do karma, os fenômenos manifestam-se de um modo totalmente interdependente.
Imprimir textos sagrados com uma intenção pura é uma fonte de energia positiva, que produz naturalmente efeitos benéficos. Além disso, o vento que entra em contacto com as bandeiras sobre as quais estão impressos caracteres e símbolos sagrados, entra também em contacto com tudo o resto. É o ar que respiramos, o oxigênio que se dissolve no nosso sangue, o dióxido de carbono que os vegetais utilizam...O vento,em contato com os símbolos sagrados, espalha por toda a parte os nossos votos para o bem e para a felicidade temporal e última de todos os seres, criando assim um vasto campo positivo
As bandeiras de oração são para os seres como uma medicina suave, um apelo silencioso à maravilha que temos dentro de nós desde sempre e para sempre.
As bandeiras são em cinco cores: azul (espaço, céu),branco (ar, nuvens),vermelho (fogo),verde(água, natureza) e amarelo (terra), representa a boa sorte, a energia da vida e a oportunidade de que as iniciativas dêem certo. Os símbolos impressos são variados, o mais comum é o cavalo do vento -LUNG TA - que representa a boa sorte, a energia da vida e a oportunidade para que tudo dê certo! Quando os cavalos de vento tremulam com o vento, suas preces e mantras são carregados na direção do céu, com a intenção de beneficiar a todos os seres.
As bandeiras devem ser colocadas acima de nossas cabeças, em um lugar alto para que possam ser sacudidas pelo vento. Pode ser colocada entre as árvores, no alto da janela, se você mora em um apartamento, etc.
Use as bandeiras de orações também em momentos especiais, por exemplo, na saudar a chegada do novo ano. Suas preces levadas pelo vento enviarão suas intenções de paz em benefício de toda a humanidade.
fonte: anjos de luz
Símbolos falam ao nosso nosso coração e sensibilidade. Não pertencem a ninguém e não precisam da interpretação da mente racional.
Concentre-se nestas imagens sempre que precisar de uma "força extra" na luta diária. Sinta quais as mensagens que eles podem trazer para sua vida agora, para que você seja feliz.
GUARDA CHUVA DE PROTEÇÃO
Este é um símbolo de proteção e realeza. A sombra protege do calor e do sol e o frescor de sua sombra representa proteção contra o sofrimento, desejo, obstáculos e doenças.
Tradições diferentes desenvolveram muitos tipos de guarda-chuva: a parte de cima simboliza sabedoria e o tecido que protege simboliza a Compaixão.
PEIXES DOURADOS
Simbolizam a Felicidade, devido a sua liberdade na água, fertilidade e abundância; devido a sua habilidade de se multiplicar rapidamente.
O GRANDE VASO-TESOURO
Ele é feito em argila como um bebedouro de água na tradição indiana. Os desenhos Tibetanos trazem pétalas de Flor de Lótus. O tecido é seda; a parte superior é selada com uma árvore de pedidos de boa sorte, com a raiz retendo água da longevidade (não importa quanto possa retirado do vaso, ele sempre permanece cheio). Simboliza Vida Longa e Prosperidade.
O LÓTUS BRANCO
O lótus é o símbolo de pureza expressada em diferentes formas. É capaz de crescer e florescer do lodo, portanto é um símbolo de Geração Divina.
O Lótus no trono implica a Concepção Imaculada, portanto é Divino. As Divindades são sempre representadas segurando um Lótus como símbolo de suas qualidades de Pureza, Compaixão, Renúncia e Perfeição.
A CONCHA
A concha vem das estórias indianas antigas que descrevem os heróis míticos que carregavam grandes conchas.
É um símbolo de Poder e seu som afasta os maus espíritos e previne a aproximação de criaturas, que possam causar danos ou que atraiam desastres naturais.
O NÓ SEM FIM
Este nó não tem começo nem fim, e simboliza a compaixão ilimitadas e a sabedoria.
Indica a continuidade da vida conforme as linhas se sobrepõem na realidade da existência humana.
A FLÂMULA DA VITÓRIA
Originou-se nos estandartes militares de vitória carregados pelos indianos nobres.
Ela simboliza os métodos de ultrapassar problemas; também traz o desenvolvimento do conhecimento, sabedoria, compaixão, meditação e votos éticos.
RODA DO DHARMA
A Roda é um símbolo antigo da criação, nobreza e proteção, que representa movimento e mudança.
É também Dharma-Chacra ou Roda da Lei, que no Tibet significa a Roda da Transformação ou da Mudança Espiritual.
Também representa ultrapassarmos todos os nossos obstáculos e ilusões.
autor desconhecido , fonte net
AS BANDEIRAS TIBETANAS DE ORAÇÕES
Na história das bandeiras tibetanas de oração é dito que o Buda recitou uma prece e ela foi impressa nas bandeiras de batalha entre dois povos. A paz foi logo restabelecida entre eles. A tradição de oferecer bandeiras de oração ao vento foi introduzida no Tibet no século oitavo por um discípulo do Buda.
Tradicionalmente, as bandeiras são erguidas ao ar livre para que as preces sejam levadas e "recitadas" pelo vento por longas distâncias.
O costume vem do Tibete e remonta ao século XI. Foi o grande mestre indiano Atisha que ensinou aos seus discípulos como imprimir orações e mantras sobre pedaços de tecido, a partir de blocos de madeira gravados.
Estas bandeiras, fixadas a um mastro ou a um bambu, ou costuradas a cordas esticadas entre dois pontos, ondulavam livremente ao vento. Esta tradição acabou por ser muito difundida no seio do Budismo tibetano. À volta dos mosteiros, nos sítios sagrados, presas aos ramos da árvore de Bodhi, em redor do grande Stupa em Bodhnath e mesmo junto a habitações, são encontradas por toda a parte. Desfraldadas ao vento, a sua presença sonora acompanha a cadência das orações.
Esta prática não é uma superstição; as bandeiras não são talismãs. O Budismo, que Sua Santidade o Dalai Lama diz ser uma «ciência do espírito», debruça-se há muito sobre a natureza e o funcionamento dos fenômenos. Com base na lei do karma, os fenômenos manifestam-se de um modo totalmente interdependente.
Imprimir textos sagrados com uma intenção pura é uma fonte de energia positiva, que produz naturalmente efeitos benéficos. Além disso, o vento que entra em contacto com as bandeiras sobre as quais estão impressos caracteres e símbolos sagrados, entra também em contacto com tudo o resto. É o ar que respiramos, o oxigênio que se dissolve no nosso sangue, o dióxido de carbono que os vegetais utilizam...O vento,em contato com os símbolos sagrados, espalha por toda a parte os nossos votos para o bem e para a felicidade temporal e última de todos os seres, criando assim um vasto campo positivo
As bandeiras de oração são para os seres como uma medicina suave, um apelo silencioso à maravilha que temos dentro de nós desde sempre e para sempre.
As bandeiras são em cinco cores: azul (espaço, céu),branco (ar, nuvens),vermelho (fogo),verde(água, natureza) e amarelo (terra), representa a boa sorte, a energia da vida e a oportunidade de que as iniciativas dêem certo. Os símbolos impressos são variados, o mais comum é o cavalo do vento -LUNG TA - que representa a boa sorte, a energia da vida e a oportunidade para que tudo dê certo! Quando os cavalos de vento tremulam com o vento, suas preces e mantras são carregados na direção do céu, com a intenção de beneficiar a todos os seres.
As bandeiras devem ser colocadas acima de nossas cabeças, em um lugar alto para que possam ser sacudidas pelo vento. Pode ser colocada entre as árvores, no alto da janela, se você mora em um apartamento, etc.
Use as bandeiras de orações também em momentos especiais, por exemplo, na saudar a chegada do novo ano. Suas preces levadas pelo vento enviarão suas intenções de paz em benefício de toda a humanidade.
OM MANI PADME HUNG EM TIBETANO
ॐ मणि पद्मे हूँ em SÂNSCRITO
fonte: anjos de luz
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
DANÇA DE KWAN ZEON BOSAI
LETRA:
Kwan Zeon Bosai
Kwan Zeon Bosai
Kwan Zeon Bosai
Kwan Zeon Bo
E assim sucessivamente. Veja o vídeo
O circulo moverá na direção do sentido horário com os dançarinos indo
Adiante durante todos os movimentos.
Primeira Volta:
1-Andando no sentido horário, com as mãos postas palma a palma acima da
Cabeça.
2-Com as mãos postas palma a palma na testa (terceiro olho).
3-Com as mãos postas palma a palma na altura do coração.
4-As mãos movem vagarosamente para altura da cintura e para fora dos
Lados , em benção.
Segunda Volta:
1-Continue a andar no sentido horário, a mão esquerda é colocada no ombro direito da pessoa a sua frente.O braço direito está estendido e elevado para cima do centro do circulo com a palma virada pra cima.
O olhar é direcionado para as pontas dos dedos da mão direita nesta volta.
2-O braço direito e´ levemente abaixado (na altura da testa).
3-O braço direito é abaixado um pouco mais para que se estenda horizontalmente na altura do coração em direção ao centro do circulo.
4-Vire a palma da mão direita para baixo e vagarosamente abaixe o braço em benção.
Terceira Volta:
1,2,3: Continuando a andar no sentido horário,arrume os braços como se estivesse segurando uma criança. Esta criança pode ser a primeira pessoa
Que vier a sua mente, a criança interna machucada de alguém, uma pessoa
Que você saiba que esta necessitada, a família de alguém ou a comunidade ou o mundo inteiro. Os braços podem expandir-se gradualmente para incluir mais pessoas, para que o movimento final flua deles naturalmente.
4-No ¨BO¨ final, os braços são abaixados com as palmas estendidas para baixo para fora dos dois lados com em benção. A terceira fase da dança é recordativa da caminhada de meditação dos Budistas na qual a pessoa sente que está andando sobre as cabeças de seres sensíveis, com cada passo uma benção.
A dança recomeça e termina ao critério do líder.
fonte:Autoria desconhecida, enviado por meu querido amigo Antonio Sales
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DANÇA SAGRADA DE KWAN ZEON BOSAI
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Poema inédito de Federico García Lorca
Este poema inédito de Federico García Lorca fue escrito cuando tenía 20 años. El manuscrito pertenece a la colección de la Casa-Museo de Fuentevaqueros (casa natal del poeta). De las cuatro cuartillas que compondrían el poema falta la segunda.
El palacio en sombra
Enseña brumoso sus oros bruñidos
La cálida noche derrite sus tules
Entre las estrellas rojizas y azules.
Lloran los chacales en junglas perdidos.
En el estanque lotos sangrientos
Lirios de agua, palmas, umbrías
En los jardines altas palmeras
Se inclinan lánguidas y severas
Acompasando sus melodías
Dulces magnolias majestuosas
Dan su fragancia sobre las cosas.
Noche de luna. Raro consuelo.
Arturo llora su luz de cielo
Flores, divinas... Piedras, preciosas.
(una cuartilla falta aquí)
Abriole la puerta de calma infinita
después esfumose. Siddhartha medita.
Una voz celeste suave musita
"Tú eres Tathagatha, puro, sin igual".
En fondos dorados entre rosas blancas
Lució sus encantos la diosa Verdad
El iluminado quedose hierático
Aspirando triste un perfume enigmático
Que manaba lento de la eternidad.
El cuerpo sin alma subió al aposento
Yashodara y el niño dormían
Siddhartha sintió un agobio violento
Corazones en sombras yacían...
Grave palpitaba el firmamento.
Se arrancó la flecha que le lanzó Mara
Traspasando salió de la estancia
Dulce el corazón se durmió en la fragancia
Que la luz del cielo le dejara.
Y marchó con la Bienaventuranza
Siddhartha solloza. El palacio lejano
Enseña entre ramas sus oros bruñidos
La cálida noche derrite sus tules
Entre las estrellas rojizas y azules.
Lloran los chacales en junglas perdidos.
poema no papel original
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