terça-feira, 7 de junho de 2011
Equilíbrio!
" Nada se deve exigir dos outros neste mundo terrestre porque senão exigir-se-á de vós no mundo celeste. Vós sois incontestavelmente donos de vosso próprio mundo criando a causa que produzirá efeito, mas não tendes nenhum direito de produzir um efeito no mundo alheio.
Eis porque o efeito produzir-se-á irremediavelmente em vossa própria vida, em vosso próprio mundo, sobretudo se o outro indivíduo colocou seus tubos em torno de si e estabeleceu sua guarda.
Trabalhai sobre vós, meus filhos, e vossa própria perfeição acabará por transbordar de vós e atingir outrem.
Mas a crítica e a vontade de transformar os outros acarretam para vossa aura aquilo que neles reprovais. Isso é justiça porque o que sai de vós volta tendo reunido no trajeto tudo o que é semelhante como forma e vibração. Qualificai em bem a energia que vos atravessa, deixai-a pura como Deus vo-la dá e assim ela será para vós a causa divina que produzirá efeitos divinos e a perfeição sobre vosso caminho.
Consumi tudo o que contaminastes, não acrediteis que isso partiu para outra pessoa. Não, isto fica em torno de vós. Consumi, consumi. Restabelecei assim o equilíbrio em vossa vida, de outra maneira vós cortais ligações que não se deveria cortar e em compensação criais outras que algum dia tereis que desfazer. Pedi ao Arcanjo Miguel seccionar o que criastes. Ele o fará. Pedi a mim meu amor, minha sabedoria e minha bênção.
Eu Sou AYAM
Kuan Yin, a Mãe do Mundo"
Texto extraído do livro Meditações Vahali-Brasil
Apelo 675
Ó! Mãe Divina (3 vezes).
Ilumina meu cérebro e enche-o de sabedoria. Que eu seja AYAM, a Vitória da Obediência à minha Presença.
Eu te agradeço, ó! Mãe Divina tu atendeste ao meu apelo.
AYAM AYAM AYAM
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Kwan Yin e Arcanjo Miguel Equilíbrio
Vigiai !
Vigiai!
"Prestai atenção a cada palavra que pronunciais. Prestai atenção a cada julgamento que sustentais. Prestais atenção a cada sentimento que emitis."
"Vós deveis tender para a perfeição de vossos pensamentos, de vossos sentimentos e de vossas palavras, porque as palavras, ainda que ditas para fazer rir, têm as mesmas vibrações. Deveis prestar atenção a cada vibração que sai de vós. Deveis vos controlar a todo instante."
Kuan Yin
"Não escuteis a discórdia, não entreis na discórdia e fechai vosso plexo a discórdia. Aplicai sobre vosso plexo uma cruz de fogo branco e pedi ao vosso mental superior que a proteja com suas mãos. Então, ele se colocará exato atrás de vós e pousará suas mãos sobre vosso plexo solar. Esta cruz vos isolará e vos protegerá. Fazei-a, meus filhos."
Maitreya
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Kwan Yin e Maitreya Vigiaia
Diz Kwan Yin:Catástrofes!
" Eu vos peço que me invoqueis para aliviar todos os humanos de suas misérias.Que seu karma seja consumido! Fazei,fazei para eles apelos de Chama Violeta, fazei apelos de Chama Azul, fazei, fazei Astrea para eles. Eu vos conjuro a fazê-lo. O tempo urge, o karma dos povos faz com que aconteçam catástrofes. Todas as inundações, os tremores de terra, os acidentes de caminho de ferro, as guerras, as agitações e as revoluções são resultados de causas passadas. São efeitos, e esses efeitos irritam muitas vezes os povos e produzem assim outras causas. Se vós não reagirdes ao mal que vos faz, fazei parar a roda do karma. Fazei muitos apelos para manter vossas reações na inércia, freai vossa energia em vossas mãos a fim de que ela seja calma como um lago. Então, o mal não tornará a saltar e a cadeia será interrompida. Mas para chegar a manter essa calma em vós, é preciso consumir vossos desejos e todas as pequenas raízes maléficas que poderiam estar ainda em vós. Porque à menor raizinha pode se pendurar um ataque do exterior e se prender. Então toda a discórdia do mundo desaba sobre vós. É a mesma vibração que funciona e que vos atrai a onda cósmica desse defeito em vós. É a mesma coisa para as qualidades. Se quereis ser inundados de felicidade, subi vossa taxa vibratória até esse mesmo nível. É tão simples, meus filhos, é muito simples. Compreendei-me, escutai-me! Fazei serviços, fazei apelos, cada vez vossa taxa vibratória sobe mais. Mas, atenção, não vos encolerizeis, não vos lastimeis, porque então tudo degringola. E é tão difícil ressubir a ladeira! Atenção, pousai delicadamente vossos pés sobre a senda! Eu vos abençôo, eu pouso minha mãozinha sobre vossas frontes.
Kuan Yin, a Mãe do Mundo"
Apelo 487
Misericórdia, misericórdia, misericórdia dos Senhores do karma(3 vezes a frase) sobre os humanos desce; desce, desce, desce.
3 vezes o todo e terminar com:Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central.
Apelo 128
Ó! Deus Todo-Poderoso, presente em meu coração, passa a Chama Violeta em meu corpo, em torno de mim, em cada célula, que ela consuma toda substância discordante tão depressa como um relâmpago, neste instante mesmo e por toda a eternidade.
Fazer o mesmo apelo para a Terra e a Natureza.
Apelo 526
Ondas e ondas e ondas de luz violeta (3 vezes) descei sobre a Terra.
Ondas e ondas e ondas de luz violeta (3 vezes) tomai-a em vossos raios.
Ondas e ondas e ondas de luz violeta (3 vezes) atravessai-a por toda parte.
Envolvei-a, envolvei-a, purificai-a.
AYAM AYAM AYAM
Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central.
Apelo 895
Divina Chama Azul (3 vezes) nas situações difíceis descei e consumi a discórdia.
3 vezes o todo e terminar com:Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central.
Apelo 896
Chama Azul, Chama Azul, Chama Azul sobre a humanidade desce; desce, desce, desce.
3 vezes o todo e terminar com:Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central.
Apelo 900
Astrea,ó! Mestra Astrea, derrama tua Luz azul em toda discórdia criada e consome-a neste instante mesmo. 3 vezes o todo.
AYAM AYAM AYAM
Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central.
Apelo 984
Proteção, proteção, proteção dos Mestres Ascencionados sobre a humanidade desce; desce, desce, desce.
3 vezes o todo e terminar com:Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central.
Apelo 1044
Proteção, proteção, proteção de Saint Germain, de Jesus e de Maria sobre nossas famílias desce; desce, desce, desce.
3 vezes o todo e terminar com:Eu peço e comando que este apelo seja atendido com a rapidez do relâmpago, pela Luz do Grande Sol Central.
fonte: Texto extraído do livro Meditações Vahali Brasil
Apelos extraídos dos livros Livro de Apelos e Apelos de Vahali II
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Diz Kwan Yin Catástrofes
domingo, 29 de maio de 2011
ORAÇÃO DE PROTEÇÃO PARA TODOS DEVOTOS DE KWAN YIN
(De: Deva Sathya-Vera Alves)
Doce e Amada Kwan Yin
Na leveza da energia de teu imenso Amor misericordioso.
Abrimos nossos corações como se um lótus fosse.
Pedimos que na luz do Raio Violeta, possamos receber a transmutação de todas as energias contrárias a luz.
Protegei Bem Amada Kwan Yin, todos dessa comunidade que se sustentam sob Vossa proteção.
Crie em torno de todos nós, uma mandala de luz e dentro desse círculo, possamos curar nosso mundo de pensamentos e sentimentos.
Que no curso desse dia possamos nutrir nossa alma com o nécta de seu Divino Amor, Abundância e misericórdia.
NAMO KUAN SHIH YIN PUSA (3X)
Nós nos refugiamos na Tua luz
OM MANE PADME HUM.
Comunidade criada pelas Deusas da Luz, grupo de mulheres que através do auto conhecimento e despertar da Deusa possuem grande devoção a Amada Deusa da Misericórdia e compaixão.
Essa foi uma maneira simples e amorosa de expressar nossa gratidão e Amor a Kuan Yin.
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Oração de proteção
domingo, 22 de maio de 2011
Kuan Yin (Kwan Yin, Guan Yin ou Guanyin)
Kuan Yin (Kwan Yin, Guan Yin ou Guanyin) é uma divindade chinesa vinda da Índia que representa a misericórdia e a compaixão, que se reflete em todos os Budas.
Acredita-se que ela era filha de um rei que a obrigou a se casar com um príncipe por poder. Mas Kuan Yin decidiu ir para um convento, onde aperfeiçoaria as práticas espirituais. Inconformado com a decisão da filha, o rei pediu às monjas que fossem duras com ela para ver se Kuan Yin desistiria do intento. A jovem percorreu o mundo e viu muita dor, mas manteve suas convicções. E o rei jamais a perdoou. Já velho e doente, mandou chamá-la. Generosa, curou-o com um toque de mão. Além disso, Kuan Yin fez o voto de não ingressar no Nirvana ("paraíso") enquanto um só ser do universo precisasse de sua ajuda. Ela vive, então, na ilha P'u T'o Shan, onde ouve todas as preces. Todos sabem o quanto ela é doce, sutil e poderosa. Somente a menção de seu nome alivia o sofrimento e as dificuldades e, por isso, é adorada em centros de cura (algumas imagens da deusa possuem a mão removível para que esta seja colocada sobre os enfermos).
Conta-se que a jovem segunda esposa de um comerciante chinês maltratou e humilhou a primeira mulher de seu marido, uma devota de Kuan Yin. O desgaste foi tanto que a esposa morreu. Revoltado, seu filho jurou vingança e, anos mais tarde, viu-se diante da situação ideal para matar sua madrasta. Quando se lançou sobre a mulher, esta murmurou o mantra de Kuan Yin, que tantas vezes escutou a primeira esposa proferir. Imediatamente, o filho foi imobilizado por uma força invisível. Sob o impacto do poder da deusa, o jovem saiu correndo e desistiu para sempre da idéia. E a madrasta, consciente de que não merecia ajuda, teve uma mudança radical de atitude, procurando reparar antigos erros e reconhecendo a grande generosidade da deidade.
Algumas vezes é chamada de "Capitã do Barco da Salvação", guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, a Terra Pura, a terra das bençãos, onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação e a perfeição. Por essa razão, também é a padroeira dos viajantes.
Por mais que suas primeiras representações taoístas tenham sido masculinas, Kuan Yin é associada às características femininas de maternidade e proteção (seu nome significaria "a mulher que houve os lamentos do mundo"), e é também adorada por casais sem filhos que desejam conceber. Protege mulheres e crianças, e sua simplicidade gera clemência e fraternidade universal aos seus devotos e ao seu redor.
Kuan Yin é representada com um dragão em uma flor de lótus, os mais antigos símbolos de espiritualidade, sabedoria, força e poderes divinos de transformação. Algumas vezes, é representada como uma figura muito armada, tendo em cada mão um símbolo cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica (mudras). Frequentemente, suas mãos formam o Yoni Mudra, que simboliza o útero (princípio feminino universal) como a porta de entrada para este mundo. Os símbolos mais associados a deusa são, portanto, o lótus branco, o vaso de néctar da longa vida e da felicidade (ou orvalho doce), um pássaro branco, o mar e os peixes, o salgueiro e a pedra (ou pérola) que realiza todos os desejos.
O coreógrafo chinês Zhang Jigang criou uma apresentação de dança para permitir ao público contemplar a "Kuan Yin de Mil Braços" em comemoração ao Ano Novo Chinês. A dança foi apresentada por 21 dançarinas surdas integrantes da "Companhia de Arte Performática Chinesa de Deficientes Físicos." Posicionadas numa longa fila, as bailarinas conseguem dar aos espectadores a ilusão de que os movimentos de seus múltiplos braços e pernas pertencem à figura de uma única deusa.
No Vietnã, é conhecida como Quan'Am; no Japão, é Kannon; no Tibete,Tara; e em Bali, Kanin. Na mitologia grega, é associada a Ártemis e, no Catolicismo, é associada a Virgem Maria.
Acredita-se que ela era filha de um rei que a obrigou a se casar com um príncipe por poder. Mas Kuan Yin decidiu ir para um convento, onde aperfeiçoaria as práticas espirituais. Inconformado com a decisão da filha, o rei pediu às monjas que fossem duras com ela para ver se Kuan Yin desistiria do intento. A jovem percorreu o mundo e viu muita dor, mas manteve suas convicções. E o rei jamais a perdoou. Já velho e doente, mandou chamá-la. Generosa, curou-o com um toque de mão. Além disso, Kuan Yin fez o voto de não ingressar no Nirvana ("paraíso") enquanto um só ser do universo precisasse de sua ajuda. Ela vive, então, na ilha P'u T'o Shan, onde ouve todas as preces. Todos sabem o quanto ela é doce, sutil e poderosa. Somente a menção de seu nome alivia o sofrimento e as dificuldades e, por isso, é adorada em centros de cura (algumas imagens da deusa possuem a mão removível para que esta seja colocada sobre os enfermos).
Conta-se que a jovem segunda esposa de um comerciante chinês maltratou e humilhou a primeira mulher de seu marido, uma devota de Kuan Yin. O desgaste foi tanto que a esposa morreu. Revoltado, seu filho jurou vingança e, anos mais tarde, viu-se diante da situação ideal para matar sua madrasta. Quando se lançou sobre a mulher, esta murmurou o mantra de Kuan Yin, que tantas vezes escutou a primeira esposa proferir. Imediatamente, o filho foi imobilizado por uma força invisível. Sob o impacto do poder da deusa, o jovem saiu correndo e desistiu para sempre da idéia. E a madrasta, consciente de que não merecia ajuda, teve uma mudança radical de atitude, procurando reparar antigos erros e reconhecendo a grande generosidade da deidade.
Algumas vezes é chamada de "Capitã do Barco da Salvação", guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, a Terra Pura, a terra das bençãos, onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação e a perfeição. Por essa razão, também é a padroeira dos viajantes.
Por mais que suas primeiras representações taoístas tenham sido masculinas, Kuan Yin é associada às características femininas de maternidade e proteção (seu nome significaria "a mulher que houve os lamentos do mundo"), e é também adorada por casais sem filhos que desejam conceber. Protege mulheres e crianças, e sua simplicidade gera clemência e fraternidade universal aos seus devotos e ao seu redor.
Kuan Yin é representada com um dragão em uma flor de lótus, os mais antigos símbolos de espiritualidade, sabedoria, força e poderes divinos de transformação. Algumas vezes, é representada como uma figura muito armada, tendo em cada mão um símbolo cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica (mudras). Frequentemente, suas mãos formam o Yoni Mudra, que simboliza o útero (princípio feminino universal) como a porta de entrada para este mundo. Os símbolos mais associados a deusa são, portanto, o lótus branco, o vaso de néctar da longa vida e da felicidade (ou orvalho doce), um pássaro branco, o mar e os peixes, o salgueiro e a pedra (ou pérola) que realiza todos os desejos.
O coreógrafo chinês Zhang Jigang criou uma apresentação de dança para permitir ao público contemplar a "Kuan Yin de Mil Braços" em comemoração ao Ano Novo Chinês. A dança foi apresentada por 21 dançarinas surdas integrantes da "Companhia de Arte Performática Chinesa de Deficientes Físicos." Posicionadas numa longa fila, as bailarinas conseguem dar aos espectadores a ilusão de que os movimentos de seus múltiplos braços e pernas pertencem à figura de uma única deusa.
No Vietnã, é conhecida como Quan'Am; no Japão, é Kannon; no Tibete,Tara; e em Bali, Kanin. Na mitologia grega, é associada a Ártemis e, no Catolicismo, é associada a Virgem Maria.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Rosário um dos Simbolos de Kwan Yin
Um dos simbolos de Kwan Yin era um Rosário de Cristal que adornava seu pescoço no qual Miao Shan, recitava constantemente clamando aos Budas por socorro.
Outros símbolos característicos associados a Kuan Yin são um galho de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida; um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista) .
Imagens de Avalokitesvara freqüentemente mostram-na segurando um rosário; descrições de seu nascimento afirmam ter ela nascido com um rosário cristalino branco em sua mão direita e uma flor branca de lótus na esquerda.
As contas do Rosário representam todos os seres vivos e o manuseio delas simboliza que Avalokitesvara os está conduzindo para fora de seu estado de miséria e da roda de repetidos renascimentos para o nirvana.
Como Avalokitesvara, ela também é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão, e é chamada "bodhisattva de mil braços, de mil olhos". Nessa forma ela representa a mãe onipresente, olhando simultaneamente em todas as direções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia.
Kuan Yin sobre o Dragão - Kuan Yin também é conhecida como a bodhisattva protetora de P'u-t'o Shan, senhora do Mar do Sul e protetora dos pescadores. Como tal, ela é mostrada cruzando o mar sentada ou em pé sobre um lótus ou com seus pés na cabeça de um dragão.
Às vezes estão à sua direita e à sua esquerda dois auxiliares, Shan-ts'ai Tung-tsi, o "homem jovem de capacidades excelentes", e Lung-wang Nu, a "filha do Dragão-rei .
Outros símbolos característicos associados a Kuan Yin são um galho de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida; um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista) .
Imagens de Avalokitesvara freqüentemente mostram-na segurando um rosário; descrições de seu nascimento afirmam ter ela nascido com um rosário cristalino branco em sua mão direita e uma flor branca de lótus na esquerda.
As contas do Rosário representam todos os seres vivos e o manuseio delas simboliza que Avalokitesvara os está conduzindo para fora de seu estado de miséria e da roda de repetidos renascimentos para o nirvana.
Como Avalokitesvara, ela também é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão, e é chamada "bodhisattva de mil braços, de mil olhos". Nessa forma ela representa a mãe onipresente, olhando simultaneamente em todas as direções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia.
Kuan Yin sobre o Dragão - Kuan Yin também é conhecida como a bodhisattva protetora de P'u-t'o Shan, senhora do Mar do Sul e protetora dos pescadores. Como tal, ela é mostrada cruzando o mar sentada ou em pé sobre um lótus ou com seus pés na cabeça de um dragão.
Às vezes estão à sua direita e à sua esquerda dois auxiliares, Shan-ts'ai Tung-tsi, o "homem jovem de capacidades excelentes", e Lung-wang Nu, a "filha do Dragão-rei .
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Rosário um dos Simbolos de Kwan Yin
MESTRA KUAN YIN TORNOU-SE A INCORPORAÇÃO DA COMPAIXÃO
Ela existiu como pessoa, igual a todos nós e somente depois que deixou de viver foi transformada
em Deusa. Também conhecida como Quan'Am (no Vietnã), Kannon (no Japão), Kanin (em Bali).
Ela cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China.
E é venerada em todo o mundo por milhões de pessoas, que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual.
Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe.
MESTRA KUAN YIN
TORNOU-SE A INCORPORAÇÃO DA COMPAIXÃO.
Kuan Yin cujo nome significa "aquela que ouve os lamentos do mundo" é boddhisatva da Compaixão no budismo chinês.
Ela vive em uma ilha paradisíaca de P'u T'o Shan, onde ouve todas nossas preces.
Todos que trabalham com sua energia, sabem o quanto ela é doce e sutil, mas também o quanto é poderosa.
Somente a menção de Seu Nome alivia o sofrimento e as dificuldades.
Mesmo tendo alcançado a iluminação, Ela optou por permanecer no mundo dos homens.
Kuan Yin é representada com um dragão, pois ele é o símbolo mais antigo da alta espiritualidade,
a sabedoria, a força e os poderes divinos de transformação.
Algumas vezes, Kuan Yin é representada como uma figura muito armada, tendo em cada mão um símbolo
cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica (mudras).
Isto caracteriza a Deusa como a fonte e alimento de todas as coisas.
As mãos dela formam freqüentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero
como a porta para entrada para este mundo pelo princípio feminino universal.
Kuan Yin é representada sentada sobre uma flor de lótus.
Nas pinturas dos artistas tibetanos, linhagens de Budas e homens santos também aparecem
flutuando sobre flores de lótus uma representação dos tronos da suprema espiritualidade.
Nas escrituras budistas do Tibet, conta-se que o pequeno Buda já podia andar ao nascer
e que, a cada passo, brotavam flores de lótus de suas pegadas um sinal de sua origem divina.
Hoje, muitos monges e fiéis dessa religião visualizam essa mesma cena enquanto caminham,
imaginando que flores de lótus surgem debaixo de seus pés.
Com essa prática meditativa, creditam eles, estariam espalhando o amor e a compaixão de Buda
simbolizados pela flor.
Na teologia Budista Kuan Yin é algumas vezes representada como capitã do "Barco da Salvação",
guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, Terra Pura, Terra das Bençãos, onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação e a perfeição.
Ela é também uma das quatro Bodhisattvas (P'u-sa em chinês), junto com Samantabhadra, Kshitigorha
(Di-cang) Manjushiri, (Wen-shu) Seu aspecto masculino se identifica com o Bodhisattva Avalokiteshvara,
a quem em Tibetano se chama Chenresi:
"Quem ouve e chora o mundo".
Exatamente igual a Ártemis, Kuan Yin é uma deusa virgem que protege
todas as mulheres e crianças.
A simplicidade que esta Deusa da Clemência gera ao seu redor e entre seus devotos,
é de um forte sentimento de fraternidade universal.
Seus padrões morais e humanos tendem a nos conduzir para nos tornarmos
mais compassivos e misericordiosos.
Kuan Yin aparece nas nossas vidas para dizer que está na hora de alimentarmos
nossos corações com a compaixão.
Compaixão pelos outros também por nós mesmos.
Você se importa pelos sentimentos dos outros? Ou não se interessa?
O que lhe afasta da compaixão? Você é daquelas pessoas que feri antes de ser ferida?
Tem medo de abrir seu coração?
Compreende-se por compaixão a capacidade de ouvir, de dar aos outros a si mesma
um espaço para experimentar tudo que deve ser experimentado e sentido.
Não fuja de seus sentimentos, a jornada da vida nos presenteia com inúmeras vivências,
que devem ser degustadas nos fazendo desenvolver a compaixão por nós mesmos,
assim como pelos outros.
De tal modo, esta maneira, fácil e confortável de pensar, levará o mundo lentamente,
mas inevitavelmente, a se tornar um lugar melhor.
fonte: http://angelgarden.webnode.com/
em Deusa. Também conhecida como Quan'Am (no Vietnã), Kannon (no Japão), Kanin (em Bali).
Ela cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China.
E é venerada em todo o mundo por milhões de pessoas, que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual.
Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe.
MESTRA KUAN YIN
TORNOU-SE A INCORPORAÇÃO DA COMPAIXÃO.
Kuan Yin cujo nome significa "aquela que ouve os lamentos do mundo" é boddhisatva da Compaixão no budismo chinês.
Ela vive em uma ilha paradisíaca de P'u T'o Shan, onde ouve todas nossas preces.
Todos que trabalham com sua energia, sabem o quanto ela é doce e sutil, mas também o quanto é poderosa.
Somente a menção de Seu Nome alivia o sofrimento e as dificuldades.
Mesmo tendo alcançado a iluminação, Ela optou por permanecer no mundo dos homens.
Kuan Yin é representada com um dragão, pois ele é o símbolo mais antigo da alta espiritualidade,
a sabedoria, a força e os poderes divinos de transformação.
Algumas vezes, Kuan Yin é representada como uma figura muito armada, tendo em cada mão um símbolo
cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica (mudras).
Isto caracteriza a Deusa como a fonte e alimento de todas as coisas.
As mãos dela formam freqüentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero
como a porta para entrada para este mundo pelo princípio feminino universal.
Kuan Yin é representada sentada sobre uma flor de lótus.
Nas pinturas dos artistas tibetanos, linhagens de Budas e homens santos também aparecem
flutuando sobre flores de lótus uma representação dos tronos da suprema espiritualidade.
Nas escrituras budistas do Tibet, conta-se que o pequeno Buda já podia andar ao nascer
e que, a cada passo, brotavam flores de lótus de suas pegadas um sinal de sua origem divina.
Hoje, muitos monges e fiéis dessa religião visualizam essa mesma cena enquanto caminham,
imaginando que flores de lótus surgem debaixo de seus pés.
Com essa prática meditativa, creditam eles, estariam espalhando o amor e a compaixão de Buda
simbolizados pela flor.
Na teologia Budista Kuan Yin é algumas vezes representada como capitã do "Barco da Salvação",
guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, Terra Pura, Terra das Bençãos, onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação e a perfeição.
Ela é também uma das quatro Bodhisattvas (P'u-sa em chinês), junto com Samantabhadra, Kshitigorha
(Di-cang) Manjushiri, (Wen-shu) Seu aspecto masculino se identifica com o Bodhisattva Avalokiteshvara,
a quem em Tibetano se chama Chenresi:
"Quem ouve e chora o mundo".
Exatamente igual a Ártemis, Kuan Yin é uma deusa virgem que protege
todas as mulheres e crianças.
A simplicidade que esta Deusa da Clemência gera ao seu redor e entre seus devotos,
é de um forte sentimento de fraternidade universal.
Seus padrões morais e humanos tendem a nos conduzir para nos tornarmos
mais compassivos e misericordiosos.
Kuan Yin aparece nas nossas vidas para dizer que está na hora de alimentarmos
nossos corações com a compaixão.
Compaixão pelos outros também por nós mesmos.
Você se importa pelos sentimentos dos outros? Ou não se interessa?
O que lhe afasta da compaixão? Você é daquelas pessoas que feri antes de ser ferida?
Tem medo de abrir seu coração?
Compreende-se por compaixão a capacidade de ouvir, de dar aos outros a si mesma
um espaço para experimentar tudo que deve ser experimentado e sentido.
Não fuja de seus sentimentos, a jornada da vida nos presenteia com inúmeras vivências,
que devem ser degustadas nos fazendo desenvolver a compaixão por nós mesmos,
assim como pelos outros.
De tal modo, esta maneira, fácil e confortável de pensar, levará o mundo lentamente,
mas inevitavelmente, a se tornar um lugar melhor.
fonte: http://angelgarden.webnode.com/
Os muitos Nomes de KWAN YIN
Yim Guan, Guan Yin, Yim Kuan, Kuan Yin
Guan Yin (em chinês: pinyin Guanyin 观音,; nome completo: 观世音 Guan Shi Yin, em tailandês: กวน อิ ม)
Chinês Bodhisattva / Deusa da Compaixão, Misericórdia e Bondade é considerada uma deusa-mãe e padroeira dos marinheiros.
O nome Guan Yim também soletrado Guan Yin, Kuan Yim, Kwan Im, ou Kuan Yin, é uma forma abreviada de Kuan Yin-shi, que significa "Observando os sons (ou gritos) do mundo (humano)".
Altamente respeitado em culturas asiáticas, Guan Yim assume diferentes nomes como segue:
Hong Kong: Kwun Yum
Japão: Kannon ou Kanzeon mais formalmente, a ortografia Kwannon, com base em uma pronúncia pré-moderna, às vezes é visto
Coreia: eum Gwan ou eum Gwanse-
Tailândia: Eim Kuan (กวน อิ ม) ou Eim Kuan Prah Mae
Vietnã: sou Quan
No budismo chinês, Guan Yim / Guan Yin / Kuan Yim / Kuan Yin é sinônimo de Bodhisattva Avalokiteshvara, o pináculo da misericórdia, compaixão, bondade e amor.
(Bodhisattva ser de bodhi, ou iluminação, que ganhou a deixar o mundo do sofrimento e está destinado a se tornar um buda, mas renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.
Avalojkitesvara: 'avalokita "A palavra significa" ver ou olhar para baixo "e" Êvara "significa" senhor ", em sânscrito).
Entre os chineses, Avalokitesvara é quase exclusivamente chamado Guan Shi Yin Pu Sa. A tradução chinesa de muitos sutras budistas, na realidade, substituiu a transliteração chinesa de Avalokitesvara com Guan Shi Yin. Alguns taoístas escrituras dão-lhe o título de Guan Yin Da Shi, e às vezes informalmente como Guan Yin Para Zu.
fonte: http://angelgarden.webnode.com/
Guan Yin (em chinês: pinyin Guanyin 观音,; nome completo: 观世音 Guan Shi Yin, em tailandês: กวน อิ ม)
Chinês Bodhisattva / Deusa da Compaixão, Misericórdia e Bondade é considerada uma deusa-mãe e padroeira dos marinheiros.
O nome Guan Yim também soletrado Guan Yin, Kuan Yim, Kwan Im, ou Kuan Yin, é uma forma abreviada de Kuan Yin-shi, que significa "Observando os sons (ou gritos) do mundo (humano)".
Altamente respeitado em culturas asiáticas, Guan Yim assume diferentes nomes como segue:
Hong Kong: Kwun Yum
Japão: Kannon ou Kanzeon mais formalmente, a ortografia Kwannon, com base em uma pronúncia pré-moderna, às vezes é visto
Coreia: eum Gwan ou eum Gwanse-
Tailândia: Eim Kuan (กวน อิ ม) ou Eim Kuan Prah Mae
Vietnã: sou Quan
No budismo chinês, Guan Yim / Guan Yin / Kuan Yim / Kuan Yin é sinônimo de Bodhisattva Avalokiteshvara, o pináculo da misericórdia, compaixão, bondade e amor.
(Bodhisattva ser de bodhi, ou iluminação, que ganhou a deixar o mundo do sofrimento e está destinado a se tornar um buda, mas renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.
Avalojkitesvara: 'avalokita "A palavra significa" ver ou olhar para baixo "e" Êvara "significa" senhor ", em sânscrito).
Entre os chineses, Avalokitesvara é quase exclusivamente chamado Guan Shi Yin Pu Sa. A tradução chinesa de muitos sutras budistas, na realidade, substituiu a transliteração chinesa de Avalokitesvara com Guan Shi Yin. Alguns taoístas escrituras dão-lhe o título de Guan Yin Da Shi, e às vezes informalmente como Guan Yin Para Zu.
fonte: http://angelgarden.webnode.com/
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Os muitos Nomes de KWAN YIN
Rosário de Cristal de Kuan Yin / Kannon Deusa da Misericórdia
Rosário de 108 contas de Cristal Tcheco boreal legítimo com pingente de seda
Rosário de Cristal de 108 contas tcheco boreal com pingente coração swarovisk boreal legítimo
Rosário da Mestra Kuan Yin Deusa da Misericórdia
Façam este Rosário com fé, verão os milagres acontecerem na vossa vida se confiarem na querida mestra Kuan Yin.
Início do Rosário
Bem-Amada Kuan Yin,Deusa da Misericórdia.
Na quietude de meu coração,dou-lhe boas-vindas.
Chamo agora por vós,para que venha em meu auxílio.
Cubra-me e proteja-mecom vosso manto misericordioso.
Amada Kuan Yin,que vosso poderrestabeleça em meu coraçãoVossa flor de Lótus.
Olhai por mim,pela minha família,por todos os meus entes queridose abençoai-nos com Vossa Misericórdia infindável.
Protegei o meu lar,protegei a minha família,protegei a nossa união,protegei, protegei, protegei sempre!
Protegei a nossa saúde,protegei as nossas boas amizades,protegei a nossa paz,protegei, protegei, protegei sempre!
Protegei os nossos negócios,protegei os nossos empreendimentos,protegei nossas finanças,protegei, protegei, protegei sempre!
Protegei nossos caminhos,protegei-nos em nossas escolhas,protegei as nossas boas companhias,protegei, protegei, protegei sempre!
Protegei-nos contra todos os males,protegei-nos contra todos os perigos,protegei-nos contra todas as tentações,protegei, protegei, protegei sempre!
Protegei-nos contra as invejas,protegei-nos contra as fofocas,protegei-nos contra as más influências,protegei, protegei, protegei sempre!
Protegei todos os lares,protegei todas as famílias,protegei todas as crianças,protegei os nossos jovens,protegei os idosos,protegei os enfermos,protegei, protegei, protegei sempre!
Protegei todas as religiões,que nos levam a Deus.
Protegei a nossa cidade,protegei o nosso país,protegei, protegei, protegei sempre!
OM OM OM
Bem-Amada Kuan Yin, venha trazer alívio ao meu coração.
Bem-Amada Kuan Yin, venha me conceder a tão desejada bênção ... (diz o que deseja).
Bem-Amada Kuan Yin, venha transformar o meu desespero em esperança.
Bem-Amada Kuan Yin, venha transformar o meu pranto em riso.
Bem-Amada Kuan Yin, querida e abençoada em toda Terra, eu Vos peço ... (repita seu pedido pessoal).
Faça 108 vezes o mantra: OM MANE PADME HUM
Agora visualize Kuan Yin chegando e derramando de seu jarro o seu sagrado néctar sobre você, e diga:"Bem-Amada Kuan Yin, faço o Vosso rosário neste momento para que vossa energia amorosa preencha o meu coração, todo o meu ser, toda a minha vida.Eu Vos peço que Vossa misericórdia desça sobre ... (diga o que ou quem).Em nome da minha Poderosa Presença Divina EU SOU, peço-Vos que ... (repita os seus pedidos)".
Repita 3 vezes: NAMO KUAN SHIH YIN PUSA
Agora diga:"Em nome da minha Poderosa Presença Divina EU SOU, eu aceito um milagre neste dia.Em nome da milagrosa Kuan Yin, eu aceito um milagre neste dia!"
Repita, novamente, 108 vezes: OM MANE PADME HUM
Reforce o seu pedido, dizendo: "No Imaculado Coração de Kuan Yin eu confio ... (diga o que você está entregando nas mãos dela).Repita 3 vezes: Na Luz de Kuan Yin eu me refugio!
Agora repita 1000 vezes o mantra: NAMO Y JU KUAN YIN, no término reforce o seu pedido.
Finalize entoando 3 vezes: OM OM OMO
observação: Faça o rosário durante 33 dias, de preferência no mesmo horário.
rosário foi extraído do livro: KUAN YIN A DEUSA DOS MILAGRES, ASCEND EDITORA
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Bodhisattva Ksitigabha
Pra Om Ma Ni Ni Da Então Ha
Esta é Ksitigabha Bodhisattva Mantra tibetano
de Erradicação do Karma Fixo.
Que todos os seres vivos vir a conhecer,
práticas e benefício do Dharma sublime.
Que todas as partes do mérito do presente e dar-Dharma
atingir a sabedoria que pode libertar de todo sofrimento.
Sobre o Bodhisattva Ksitigabha ...
Kshitigarbha Bodhisattva é um dos quatro bodhisattvas principal no Oriental Budismo Mahayana. Os outros são Bodhisattva Samantabhadra, Manjusri Bodhisattva, e Avalokitesvara Bodhisattva.
Entre os Shakyamuni Buddhai Maha Paranirvana e com a chegada do Buda Maitreya, o mundo Saha existiria sem um Buda. Preocupado que os seres celestiais não terão a quem recorrer, o Buda Sakyamuni pediu Ksitigabha Bodhisattva para usar seus poderes para ï ferry overï os devas que caem nos infernos. Kshitigarbha Bodhisattva não deseja se tornar um Buda, e este é um das mais comovente história do Budismo.
Kshitigarbha Bodhisattva, durante suas vidas passadas nasceu diversas como o filho dos idosos, senhora Brahman, rei, etc Segundo Longevetiy Sutra Pranidhana Kshitigarbha, em todas essas vidas como cidadãos comuns, que sempre se dedicou a ajudar os vivos e todos os seres vivos dos infernos. Assim, teve grande compaixão como um voto, que foi chamado de Vowï Grande.
No Japão, Kshitigarbha Bodhisattva, conhecido como Jizo, ou-sama Ojizo como é respeitosamente chamado, é um dos mais queridos de todas as divindades japonesas. Suas estátuas são uma visão comum, especialmente por estradas e nos cemitérios. Tradicionalmente, ele é visto como o guardião das crianças, especialmente as crianças que morreram antes de seus pais. Desde 1980, a tendência desenvolvida na qual ele era venerado como o guardião das almas dos Mizuko, as almas dos mortos, abortou ou fetos abortados.
Na mitologia japonesa, é dito que as almas das crianças que morrem antes que seus pais não são capazes de atravessar o mítico Sanzu rio em seu caminho para a vida após a morte, porque eles não tiveram a chance de acumular boas ações suficientes e porque fizeram os pais sofrer. Acredita-se que Jizo salva essas almas de ter de empilhar pedras eternamente na margem do rio, como penitência, escondendo-os de demônios em sua capa, e deixá-los ouvir mantras.
estátuas de Jizo são geralmente acompanhadas de um pequeno monte de pedras e seixos, colocado ali pelo povo, na esperança de que iria encurtar o tempo da criança para sofrer no submundo (o ato é derivada da tradição dos stupas edifício como um ato de mérito de decisões). As estátuas podem às vezes ser visto vestindo roupas de crianças pequenas ou babadores, ou com brinquedos, colocados lá por luto dos pais para ajudar seus entes perdidos e esperando que Jizo seria especialmente protegê-los. Às vezes, as oferendas são colocadas pelos pais para agradecer Jizo para salvar seus filhos de uma doença grave. de recursos Jizo também são comumente feitas mais babylike, a fim de se parecer com os filhos ele protege.
Como ele é visto como o salvador de almas que têm de sofrer no submundo, suas estátuas são comuns em cemitérios. Ele também acredita ser a divindade protetora dos viajantes, e as estátuas de Jizo na estrada são uma visão comum no Japão. Os bombeiros também são consideradas sob a proteção de Jizo.
Na China, Jiuhua Montanha em Anhui é considerado como a sede Ksitigabha. É um dos quatro grandes montanhas budistas da China, e ao mesmo tempo abrigou mais de 300 templos. Hoje, 95 destes são abertas ao público. A montanha é um destino popular para os peregrinos que oferece dedicatórias para Ksitigabha.
Em algumas áreas, a mistura de religiões tradicionais levou a Kshitigarbha sendo também considerado uma divindade taoísta. Por exemplo, em Taiwan, os seguidores do budismo, o taoísmo ou religião popular pode ser encontrado venerando Kshitigarbha, onde ele é muitas vezes apelou para a proteção contra terremotos. Lá, e em Hong Kong e entre as comunidades chinesas no exterior, suas imagens são normalmente encontrados nos salões de memorial e taoísta templos budistas.
Alguns equívocos ...
Muitos budistas desinformados, taoístas, e aqueles que acreditam na religião popular chinesa, consulte Kshitigarbha idêntico com Yama, o juiz do inferno, mas isso é um equívoco.
Kshitigarbha Bodhisattva também tem sido freqüentemente confundido por muitos budistas desinformados ser Xuanzang, o mestre Tripitaka famoso da dinastia Tang, que fez a viagem perigosa para o ocidente para procurar as escrituras budistas, e base para o personagem fictício do romance chinês Jornada ao o Ocidente. Isto é principalmente devido ao manto ea coroa Cinco Buda que ambos são vistos ao desgaste.
Akasagarbha Bodhisattva
Kshitigarbha Bodhisattva tem uma dupla conhecida como Akasagarbha Bodhisattva, o "vazio Store". Akasagarbha Bodhisattva é um dos oito grandes bodhisattvas. Seu nome pode ser traduzido como "tesouro espaço infinito" ou "loja vazia" como a sua sabedoria é dito ser ilimitada como o espaço em si. No Japão ele é conhecido como Kokuzo.
Significado do Bodhisattva ...
No pensamento budista, bodhisattva (Pali: Bodhisatta; tailandês: phothisat) literalmente significa "O Iluminado (bodhi) existência (sattva)" em sânscrito.
Aqueles que chamam a si mesmos bodhisattvas são motivadas pelo desejo de outros benefícios "vivências" e levá-los à iluminação.
O Mahayana incentiva todos a se tornar bodhisattvas e tomar os votos do bodhisattva. Com estes votos, um faz a promessa de trabalhar para o esclarecimento completo de todos os seres sencientes.
Segundo a tradição Theravada no entanto, sendo um Bodhisattva e se tornar um Buda completamente iluminado (em sânscrito: Samyaksambuddha) não é possível para a grande maioria dos seres, e assim seu caminho comum a seguir é a de se esforçar para se tornar um Arhat (liberado dos sofrimentos do o ciclo de renascimentos).
Os 10 Motivos Bodhisattva
1. Grande Alegria
o Diz-se que estar perto de iluminação e de ver o benefício para todos os seres sencientes, se alcança uma grande alegria, daí o nome. Neste bodhisattvas a prática bhumi todas as virtudes (paramita), mas enfatizando a generosidade, especialmente (dana).
2. Inoxidável
o Ao realizar a segunda bhumi, o bodhisattva está livre da mancha da imoralidade, portanto, esta bhumi é chamado 'Aço'. A virtude enfatizado é a disciplina moral (sila).
3. Radiante
o O bhumi terceiro é chamado "Radiante", porque, por um bodhisattva que realiza esta bhumi, a luz do Dharma diz-se irradiar a partir do bodhisattva para os outros. A virtude enfatizado é a paciência (ksanti)
4. Luminoso
o Este bhumi é chamado de 'luminoso', porque ele é considerado como uma luz radiante que queima totalmente o que se opõe a iluminação. A virtude é enfatizado vigor (virya).
5. Muito difícil para treinar
o Bodhisattvas que atingir este bhumi trabalhamos para ajudar os seres sencientes alcançar a maturidade, e não se envolver emocionalmente quando tais seres responder negativamente, sendo que ambos são difíceis de fazer. A virtude é enfatizado concentração meditativa (dhyana).
6. Obviamente Transcendente
o "Ao depender a perfeição da consciência sabedoria, ele [o bodhisattva] não quer permanecer em samsara ou nirvana, por isso é" obviamente transcendente ". A virtude enfatizado é a sabedoria (prajna).
7. Longe longe
o Particular ênfase é sobre a perfeição dos meios hábeis, ou upaya-Kaushalya, para ajudar os outros.
8. Imóveis
o A virtude enfatizado é a aspiração.
o Este, o imóvel »bhumi ', é o bhumi em que a pessoa se torna capaz de escolher o seu local de renascimento.
9. Sabedoria Discriminativa Boa
o A virtude é poder enfatizou.
10. Nuvem de dharma
o A virtude é enfatizado a prática da sabedoria primordial.
Referências:
http://buddha.goodweb.cn/music/music1.htm
http://www.dizang.org/tu/index.htm
http://www.btrts.org.sg/Eng_Content/Building_Info/Mezza9_Ancestral_Hall.html
http://www.wikipedia.org
Oração Budista Beads
Recommended Sites:
• Verdadeira Escola Buda , fundada pelo Grão Mestre Lu Sheng-Yen. Verdadeiro Buda Dharma ensina o Budismo Vajrayana escapar Samsara e usa Tao para ajudar os seres sencientes das necessidades mundanas.
• Kshitigarbha Bodhisattva é muitas vezes referida como o Bodhisattva dos seres inferno por causa de sua promessa de não atingir o estado de Buda, até que "todos os infernos estão vazios". No entanto, seu voto realmente engloba todos os seres sencientes, sendo semelhante ao de Buda Vivo Lien-Shen.
Sinta-se livre para espalhar as palavras de Kshitigarbha Bodhisattva.
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Sobre o Bodhisattva Ksitigabha
Kshitigarbha Bodhisattva
Kshitigarbha Bodhisattva
Kshitigarbha Bodhisattva é muitas vezes referida como o Bodhisattva dos seres inferno por causa de sua promessa de não atingir o estado de Buda, até que "todos os infernos estão vazios". No entanto, seu voto realmente engloba todos os seres sencientes, sendo semelhante ao de Buda Vivo Lien-Shen , que promete revelar todos os segredos, mesmo dos ensinamentos ocultos, a fim de salvar os seres sencientes, mesmo que ele tem de sofrer represálias e a pulverização de seus ossos e carne. Sua popularidade entre os japoneses e budistas chineses é apenas a segunda Kuan Shih Yin P'usa como ele toma sobre si a terrível e difícil tarefa de trazer alívio e consolo para o sofrimento dos seres do inferno.
O aniversário do Kshitigarbha Bodhisattva cai no dia 30 da Lua 7 do calendário lunar chinês. Em todo o mundo os templos budistas oferecem orações a Ti Tsang P'usa durante o sétimo mês lunar para o benefício dos mortos.
Ti Tsang é às vezes retratado acompanhado por um cão, que também tem um significado importante. Com a morte de sua mãe, o Bodhisattva, e não como "Sacred Girl ', apressou-se para o submundo com o fim de consolá-la e buscar tratamento favorável para ela. No entanto, ele não poderia encontrá-la, mas depois descobri que ela já tinha tomado renascimento como uma cadela. Após o seu regresso à terra Ti Tsang logo traçou e aprovou o animal, que depois se tornou seu companheiro em suas peregrinações.
Pra Om Ma Ni Ni Da Então Ha
Ksitigabha Bodhisattva Mantra tibetano
de Erradicação do Karma Fixo.
Pra Om Ma Ni Ni Da Então Ha
Ksitigabha Bodhisattva Mantra tibetano
de Erradicação do Karma Fixo.
Clique a foto acima para ouvir o mantra
Ksitigabha de Bodhisattva
Kshitigarbha Bodhisattva é encontrado em muitos lares e templos budistas e ele é visto sentado sobre um trono de lótus. Vestindo o manto de um monge budista do Norte e sobre a sua cabeça é a de cinco sair da coroa ", onde a representação de um Dhyani-Buda pode ser visto em cada uma das folhas. Ele sempre tem um olhar benevolente e tipo carrega um ou ambos , seus símbolos do Cintamani ou "Wish-cumprimento Jewel" e "Ringed-Pessoal", que também é chamado de Khakkhara. Esse pessoal rodeado freqüentemente é realizado por monges budistas em suas viagens para que os sons provocados pelos anéis tilintando pode avisar pequenos animais e insetos de sua abordagem para não serem mortos e pisou em cima. Também é chamado às vezes o alarme pessoal.
O bodhisattva Kshitigarbha tem uma profunda relação com os seres da Terra - humanos e, especialmente, com os fantasmas famintos e seres do inferno. Isso ocorre principalmente porque esses fantasmas e seres do inferno são os mais difíceis de levantar em uma condição mais afortunados, devido à sua anterior ações danosas. Assim Kshitigarbha tem sido conhecido como o Mestre das Regiões escuras por causa do seu voto passado para salvá-los todos. A famosa declaração "se eu não ir para o inferno para ajudá-los, quem irá?" é popularmente atribuída a Kshitigarbha. Ele está disposto a ter uma conexão com qualquer ser, não importa qual seja o crime ou o carma e sua intenção é ajudar a libertá-los do sofrimento. Ele tem muitas emanações e ele se manifestou em inúmeras formas para salvar os seres em diferentes tempos e lugares. No seu panteão budista chinês é a única figura na forma de um monge. Isto é para indicar que o Budismo Mahayana é adequado tanto para os monges e os leigos.
O Sutra é fundamentalmente um ensinamento sobre karma, descrever graficamente as consequências uma cria por cometer ações indesejáveis. Isto é especialmente para o benefício dos seres no futuro-Ending Idade Dharma a fim de ajudar estes seres evitar cometer os erros que irá levá-los a renascer em uma condição de baixa. Com esta motivação, o Sutra é um discurso proferido pelo Buda em louvor do Kshitigarbha Bodhisattva e seu voto heróico, e os benefícios que podem receber de adorar Kshitigarbha e lendo o sutra.
O bodhisattva aparece em diferentes transformações, dependendo de qual reino ele está dentro No entanto, a representação mais popular deste bodhisattva em templos chineses é como um monge com ou sem uma coroa de cinco lados. Este aspecto é absolutamente extraordinário porque os bodhisattvas outros tendem a ser retratados como pessoas leigas com jóias e adereços em torno de seus corpos e cabeças. A diferença é que Kshitigarbha quer que todas as pessoas a respeitar os Três Tesouros - Buda, o Dharma eo Sangha - e acreditar na lei de causa e efeito.
Kshitigarbha Bodhisattva era diferente de outros bodhisattvas em que ele nunca foi um Buda Iluminado, em qualquer de suas encarnações anteriores. O Sutra Kshitigarbha Bodhisattva descreve existências anteriores do bodhisattva e explica o que causou as suas encarnações anteriores de voto para realizar o caminho dos Bodhisattvas.
Na primeira encarnação, o bodhisattva jovem viu um buda, um dia, e ele ficou impressionado com a majestosa aparência do Buda. Seu aparecimento decorre de seu abundantes bênçãos, que por sua vez, originou a sua compaixão. Ele perguntou ao Buda como ele poderia obter tal exaltado uma aparência e temperamento, eo Buda respondeu: "Você tem que ajudar todos os seres sofrimento para as gerações vindouras." O jovem então prometeu fazê-lo.
Apresentado sob a forma de um diálogo entre o Buda e Kshitigarbha, o ensino tem lugar em um paraíso chamado Trayastrimsa determinados, onde o Buda foi para que ele possa retribuir a bondade de sua mãe, que morava lá, falando o Dharma em seu nome. Assim, o sutra também trata da responsabilidade filial - não só entre si e os seus pais, mas também em um sentido último de um código universal de direitos ou responsabilidade por todos os seres vivos, todos os quais um Bodhisattva relação com o mesmo carinho, a consideração e respeito que se deve conceder aos próprios pais.
Buda Sakyamuni confiada Kshitigarbha Bodhisattva da responsabilidade de continuar a salvar as pessoas depois de o próprio Buda faleceu. Durante este período os seres humanos e outros seres vivos não têm buda para orientá-los sobre o caminho para a iluminação até o próximo Buda, Maitreya, que vai aparecer na Terra milhares de anos a partir de agora. Assim, o Buda Sakyamuni confiar Kshitigarbha para assumir a responsabilidade de aliviar as pessoas de suas preocupações e orientando-os para a iluminação.
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A LENDA DE WESAK
O Festival de Wesak é uma celebração anual, que acontece no momento do Plenilúnio de Touro, quando a bênção de Deus é transmitida à Terra, por intermédio de Buda e de Seu Irmão, o Cristo. Paralelamente ao acontecimento espiritual interno, tem lugar a cerimônia física externa, num pequeno vale do Tibet, no Himalaia.
A LENDA DE WESAK
(Tradução do texto: “versión libre de varios autores: Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater” encontrado no site www.sabiduriarcana.org )
O sonho, lenda ou acontecimento pode ser descrito da seguinte forma:
Existe um vale, situado ao pé do Himalaia tibetano, numa altitude bem elevada, rodeado por montanhas, exceto na face nordeste, onde existe uma abertura estreita. Esse vale tem a forma de uma garrafa, com o gargalo voltado para nordeste, abrindo-se para o sul. No extremo norte, perto da abertura, há uma grande rocha plana. As encostas das montanhas estão cobertas de árvores, mas no vale não há árvores nem arbustos – ele está coberto por um tapete de pasto duro.
No momento do Plenilúnio de Touro, começam a chegar peregrinos, homens santos e lamas, que vão ocupando a parte sul e central, deixando o extremo nordeste relativamente livre. Ali, segundo diz a lenda, se congrega um grupo de Grandes Seres que são os custódios, na Terra, do Plano de Deus para o nosso planeta e para a humanidade. Com sua sabedoria, amor e conhecimento, formam uma muralha protetora para a nossa raça, tratando de guiar-nos da escuridão para a luz, do irreal para o real, e da morte para a imortalidade. Este grupo de conhecedores da divindade se coloca nos limites do vale, em círculos concêntricos, de acordo com o grau de desenvolvimento iniciático, preparando-se para um grande Ato de Serviço.
Diante da rocha e voltados para nordeste, se encontram – em níveis etéricos – os Seres chamados “Os Três Grandes Senhores”: o Cristo, que se situa no centro; o Senhor das formas viventes, o Manú, que se situa à direita; e o Senhor da Civilização, o Mestre Rakoczi, que se encontra à esquerda. Sobre a rocha descansa um vaso de cristal cheio de água.
Atrás do grupo de Mestres, Adeptos, iniciados e trabalhadores adiantados no Plano de Deus, se situam os discípulos e aspirantes do mundo, em seus diversos graus e grupos – aqueles que, nesta época, constituem o Novo Grupo de Servidores do Mundo. Alguns estão presentes em corpo físico e chegam por meios comuns; outros estão presentes em seus corpos espirituais e em estado de sonho.
Ao se aproximar o momento da Lua Cheia, produz-se uma grande quietude entre a multidão e todos voltam o olhar para o nordeste. A um sinal dado, os Grandes Seres formam três círculos concêntricos e começam a cantar. Quando o cântico se aprofunda e ganha mais ritmo, os Visitantes etéricos se materializam e uma figura gloriosa se torna visível no centro dos círculos, a qual é chamada por vários nomes: Senhor Maitreya, Bodhisattva, Cristo, Senhor da Paz e do Amor. É o Mestre de todos os Mestres que formam a Hierarquia planetária para levar a cabo o propósito divino deste planeta.
O Cristo aparece vestido com um manto branco puro, Seu cabelo caindo em ondas sobre seus ombros. Ele tem o Cetro de Poder em Sua mão, o qual lhe foi dado pelo Ancião dos Dias para esta ocasião. Nenhum Mestre pode tocá-lo, salvo o Cristo, o Mestre de todos os Mestres. Em cada extremo deste Cetro de Poder, há uma grande empunhadura de diamante, que irradia uma aura azul e alaranjada de grande beleza. Os Iniciados que estão nos três círculos focalizam-no no centro e, quando Ele se torna mais visível, todos Eles se inclinam e cantam um mantra de saudação e afirmação.
Em seguida, estes círculos transformam-se num só círculo e uma cruz, em cujo centro está o Cristo. Aqui novamente o cântico comove os corações e as almas dos presentes, e descem mais alegria, paz e bênçãos sobre a multidão.
O próximo movimento é o triângulo dentro do círculo, em cujo ápice está o Cristo. Ele está de pé perto da pedra e coloca o Cetro de Poder sobre ela. Na rocha, se vê o vaso de cristal com ornamentações douradas e grinaldas de flores de loto que cobrem a rocha e pendem de todos os cantos.
Depois Eles realizam outro movimento, que é um triângulo com três ovais que se entrelaçam no centro do mesmo, onde está o Cristo. O movimento seguinte é una estrela de seis pontas e, depois a estrela do Cristo: o pentagrama ou estrela de cinco pontas. Aqui o Cristo está no ápice, perto da pedra; à sua direita, o Manú; à sua esquerda, o Mestre Rakoczi; um Grande Ser no centro e outros dois Grandes nas pontas inferiores da estrela.
Estão presentes os regentes de todos os tipos de energia: os Mestres Morya, Koot Humi, Veneziano, Serapis, Hilarion, Jesus, e Iniciados, discípulos e aspirantes espirituais; e então o cântico cria uma grande tensão na multidão e Cristo, tomando o Cetro de Poder que estava na pedra, levanta-o e diz: - “ -- Pronto, Senhor, venha..."
Em seguida, coloca novamente seu Cetro de Poder sobre a pedra durante uns poucos momentos antes da Lua Cheia, e os olhos de todos os presentes se voltam para a pedra. A expectativa da multidão aumenta e a tensão torna-se maior e continua crescendo. Através da multidão, parece sentir-se um estímulo ou vibração potente, que tem o efeito de despertar as almas dos presentes, fundindo e unificando o grupo, elevando a todos e realizando-se uma grande ação de demanda, ânsia e expectativa espiritual. É a culminação da aspiração do mundo que se acha enfocada neste grupo expectante.
Poucos minutos antes da hora exata, em que tem lugar o Plenilúnio, se divisa ao longe um pequeno ponto de luz no céu, que ao se aproximar, vai se transformando numa silhueta nítida, que adquire a forma do Buda sentado em sua clássica posição de loto, envolto em Seu manto cor de açafrão, banhado em luz e cor, e com sua mão direita levantada, abençoando a todos. Quando Ele chega num ponto sobre a rocha, Cristo entoa A Grande Invocação e todos os presentes caem prostrados tocando a Terra com suas frontes.
Esta Grande Invocação cria uma corrente estupenda de energia que inunda os corações dos aspirantes, discípulos e Iniciados, e chega... a Deus. Este é o momento mais sagrado do ano, o momento em que a humanidade e a divindade tomam contato. No momento exato da Lua Cheia, o Buda passa a Cristo a energia do primeiro raio – Vontade – que Cristo recebe e transforma em Vontade ao Bem.
Cristo é o grande celebrante, estende Suas mãos, pega o vaso, levanta-o sobre Sua cabeça e logo coloca-o de novo sobre a pedra. Então, os Mestres cantam hinos sagrados e o Buda, o Grande Iluminado, depois de abençoar a multidão, desaparece lentamente no espaço. Toda a cerimônia da bênção, desde que Buda aparece ao longe, até o momento em que desaparece, dura apenas 8 minutos. O sacrifício anual que Buda realiza pela humanidade se conclui, quando Ele retornar a esse lugar no alto, onde trabalha e espera.
O Senhor Buda possui sua modalidade especial de energia, que Ele derrama sobre nós, ao abençoar o mundo. Esta bênção é maravilhosamente excepcional, por sua autoridade e categoria, pois Buda tem acesso a planos da natureza que não estão ao alcance da humanidade; e portanto, pode transmutar e transferir ao nosso plano a energia de planos superiores. Sem a mediação de Buda, esta energia não seria aproveitável, pois sua vibração é muito elevada e nos é impossível percebe-la nos planos físico, emocional e mental. Assim, a energia que Buda difunde, através da sua bênção, encontra canais por onde circular, levando alento e paz àqueles que são capazes de recebê-la.
Ano após ano, Buda regressa para distribuir Sua bênção e a mesma cerimônia se repete. Cada ano, Ele e Seu Irmão, o Cristo, trabalham em íntima colaboração para beneficio espiritual da humanidade. Nestes dois Grandes Filhos de Deus concentraram-se dois aspectos da Vida Divina. Através do Buda, flui a Sabedoria de Deus; através do Cristo, o Amor de Deus se manifesta à humanidade, derramando-se sobre ela na Lua Cheia de Touro.
Nesse momento são possíveis grandes expansões de consciência. Os discípulos e iniciados de todas as partes podem ser ajudados e estimulados espiritualmente, a fim de que possam penetrar conscientemente nos mistérios do Reino de Deus.
Continuando a lenda, quando o Buda desaparece, a multidão se põe em pé e Cristo distribui a água bendita aos Iniciados e a todos que estão presentes no vale. Esta linda “cerimônia da comunhão da água” nos insinua simbolicamente, que a Nova Era já está sobre nós, a Era de Aquário, a do “Portador da Água”. A água magnetizada pela presença de Buda e Cristo contém certas propriedades curativas. Depois da bênção, a multidão se dispersa silenciosamente, encaminhando-se para seus lugares de serviço.
Tal é a lenda por trás deste Festival, e também, tal é a realidade, se nos atrevermos a acreditar nela e se nossas mentes estiverem suficientemente abertas e nossos corações suficientemente expectantes, para reconhecermos sua possibilidade. Esta idéia requer que ajustemos algumas de nossas crenças mais caras. Mas, se puder ser captada e compreendida, surgirá em nossa consciência a possibilidade de a raça humana se conscientizar de sua própria divindade, podendo desenvolver uma Ciência de Aproximação às Forças da Vida e a verdades mais profundas, que ainda estão ocultas.
Homens e mulheres do mundo, guiados em uníssono por Buda, que trouxe a Luz ao Oriente, e por Cristo, que revelou a Luz ao Ocidente, podem pedir e evocar uma bênção e revelação espiritual tão intensas, que num futuro imediato poderá se manifestar aquilo a que a humanidade tanto aspira: “paz na Terra e boa vontade entre os homens”. Desta maneira, podemos introduzir uma Era de fraternidade e compreensão que permitirá ao homem dispor de mais tempo para se dedicar a buscar Deus por si mesmo.
Podemos participar do Festival de Wesak através do jejum, da oração ou da meditação grupal. Recitar tanto quanto possível a Grande Invocação nos dois dias que antecedem o Festival e nos dois dias posteriores. O ideal é recitá-la ao amanhecer, ao meio-dia, às cinco da tarde, ao anoitecer e no momento exato do Plenilúnio. Manter-se em estado de permanente atenção e serena expectativa.
A LENDA DE WESAK
(Tradução do texto: “versión libre de varios autores: Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater” encontrado no site www.sabiduriarcana.org )
O sonho, lenda ou acontecimento pode ser descrito da seguinte forma:
Existe um vale, situado ao pé do Himalaia tibetano, numa altitude bem elevada, rodeado por montanhas, exceto na face nordeste, onde existe uma abertura estreita. Esse vale tem a forma de uma garrafa, com o gargalo voltado para nordeste, abrindo-se para o sul. No extremo norte, perto da abertura, há uma grande rocha plana. As encostas das montanhas estão cobertas de árvores, mas no vale não há árvores nem arbustos – ele está coberto por um tapete de pasto duro.
No momento do Plenilúnio de Touro, começam a chegar peregrinos, homens santos e lamas, que vão ocupando a parte sul e central, deixando o extremo nordeste relativamente livre. Ali, segundo diz a lenda, se congrega um grupo de Grandes Seres que são os custódios, na Terra, do Plano de Deus para o nosso planeta e para a humanidade. Com sua sabedoria, amor e conhecimento, formam uma muralha protetora para a nossa raça, tratando de guiar-nos da escuridão para a luz, do irreal para o real, e da morte para a imortalidade. Este grupo de conhecedores da divindade se coloca nos limites do vale, em círculos concêntricos, de acordo com o grau de desenvolvimento iniciático, preparando-se para um grande Ato de Serviço.
Diante da rocha e voltados para nordeste, se encontram – em níveis etéricos – os Seres chamados “Os Três Grandes Senhores”: o Cristo, que se situa no centro; o Senhor das formas viventes, o Manú, que se situa à direita; e o Senhor da Civilização, o Mestre Rakoczi, que se encontra à esquerda. Sobre a rocha descansa um vaso de cristal cheio de água.
Atrás do grupo de Mestres, Adeptos, iniciados e trabalhadores adiantados no Plano de Deus, se situam os discípulos e aspirantes do mundo, em seus diversos graus e grupos – aqueles que, nesta época, constituem o Novo Grupo de Servidores do Mundo. Alguns estão presentes em corpo físico e chegam por meios comuns; outros estão presentes em seus corpos espirituais e em estado de sonho.
Ao se aproximar o momento da Lua Cheia, produz-se uma grande quietude entre a multidão e todos voltam o olhar para o nordeste. A um sinal dado, os Grandes Seres formam três círculos concêntricos e começam a cantar. Quando o cântico se aprofunda e ganha mais ritmo, os Visitantes etéricos se materializam e uma figura gloriosa se torna visível no centro dos círculos, a qual é chamada por vários nomes: Senhor Maitreya, Bodhisattva, Cristo, Senhor da Paz e do Amor. É o Mestre de todos os Mestres que formam a Hierarquia planetária para levar a cabo o propósito divino deste planeta.
O Cristo aparece vestido com um manto branco puro, Seu cabelo caindo em ondas sobre seus ombros. Ele tem o Cetro de Poder em Sua mão, o qual lhe foi dado pelo Ancião dos Dias para esta ocasião. Nenhum Mestre pode tocá-lo, salvo o Cristo, o Mestre de todos os Mestres. Em cada extremo deste Cetro de Poder, há uma grande empunhadura de diamante, que irradia uma aura azul e alaranjada de grande beleza. Os Iniciados que estão nos três círculos focalizam-no no centro e, quando Ele se torna mais visível, todos Eles se inclinam e cantam um mantra de saudação e afirmação.
Em seguida, estes círculos transformam-se num só círculo e uma cruz, em cujo centro está o Cristo. Aqui novamente o cântico comove os corações e as almas dos presentes, e descem mais alegria, paz e bênçãos sobre a multidão.
O próximo movimento é o triângulo dentro do círculo, em cujo ápice está o Cristo. Ele está de pé perto da pedra e coloca o Cetro de Poder sobre ela. Na rocha, se vê o vaso de cristal com ornamentações douradas e grinaldas de flores de loto que cobrem a rocha e pendem de todos os cantos.
Depois Eles realizam outro movimento, que é um triângulo com três ovais que se entrelaçam no centro do mesmo, onde está o Cristo. O movimento seguinte é una estrela de seis pontas e, depois a estrela do Cristo: o pentagrama ou estrela de cinco pontas. Aqui o Cristo está no ápice, perto da pedra; à sua direita, o Manú; à sua esquerda, o Mestre Rakoczi; um Grande Ser no centro e outros dois Grandes nas pontas inferiores da estrela.
Estão presentes os regentes de todos os tipos de energia: os Mestres Morya, Koot Humi, Veneziano, Serapis, Hilarion, Jesus, e Iniciados, discípulos e aspirantes espirituais; e então o cântico cria uma grande tensão na multidão e Cristo, tomando o Cetro de Poder que estava na pedra, levanta-o e diz: - “ -- Pronto, Senhor, venha..."
Em seguida, coloca novamente seu Cetro de Poder sobre a pedra durante uns poucos momentos antes da Lua Cheia, e os olhos de todos os presentes se voltam para a pedra. A expectativa da multidão aumenta e a tensão torna-se maior e continua crescendo. Através da multidão, parece sentir-se um estímulo ou vibração potente, que tem o efeito de despertar as almas dos presentes, fundindo e unificando o grupo, elevando a todos e realizando-se uma grande ação de demanda, ânsia e expectativa espiritual. É a culminação da aspiração do mundo que se acha enfocada neste grupo expectante.
Poucos minutos antes da hora exata, em que tem lugar o Plenilúnio, se divisa ao longe um pequeno ponto de luz no céu, que ao se aproximar, vai se transformando numa silhueta nítida, que adquire a forma do Buda sentado em sua clássica posição de loto, envolto em Seu manto cor de açafrão, banhado em luz e cor, e com sua mão direita levantada, abençoando a todos. Quando Ele chega num ponto sobre a rocha, Cristo entoa A Grande Invocação e todos os presentes caem prostrados tocando a Terra com suas frontes.
Esta Grande Invocação cria uma corrente estupenda de energia que inunda os corações dos aspirantes, discípulos e Iniciados, e chega... a Deus. Este é o momento mais sagrado do ano, o momento em que a humanidade e a divindade tomam contato. No momento exato da Lua Cheia, o Buda passa a Cristo a energia do primeiro raio – Vontade – que Cristo recebe e transforma em Vontade ao Bem.
Cristo é o grande celebrante, estende Suas mãos, pega o vaso, levanta-o sobre Sua cabeça e logo coloca-o de novo sobre a pedra. Então, os Mestres cantam hinos sagrados e o Buda, o Grande Iluminado, depois de abençoar a multidão, desaparece lentamente no espaço. Toda a cerimônia da bênção, desde que Buda aparece ao longe, até o momento em que desaparece, dura apenas 8 minutos. O sacrifício anual que Buda realiza pela humanidade se conclui, quando Ele retornar a esse lugar no alto, onde trabalha e espera.
O Senhor Buda possui sua modalidade especial de energia, que Ele derrama sobre nós, ao abençoar o mundo. Esta bênção é maravilhosamente excepcional, por sua autoridade e categoria, pois Buda tem acesso a planos da natureza que não estão ao alcance da humanidade; e portanto, pode transmutar e transferir ao nosso plano a energia de planos superiores. Sem a mediação de Buda, esta energia não seria aproveitável, pois sua vibração é muito elevada e nos é impossível percebe-la nos planos físico, emocional e mental. Assim, a energia que Buda difunde, através da sua bênção, encontra canais por onde circular, levando alento e paz àqueles que são capazes de recebê-la.
Ano após ano, Buda regressa para distribuir Sua bênção e a mesma cerimônia se repete. Cada ano, Ele e Seu Irmão, o Cristo, trabalham em íntima colaboração para beneficio espiritual da humanidade. Nestes dois Grandes Filhos de Deus concentraram-se dois aspectos da Vida Divina. Através do Buda, flui a Sabedoria de Deus; através do Cristo, o Amor de Deus se manifesta à humanidade, derramando-se sobre ela na Lua Cheia de Touro.
Nesse momento são possíveis grandes expansões de consciência. Os discípulos e iniciados de todas as partes podem ser ajudados e estimulados espiritualmente, a fim de que possam penetrar conscientemente nos mistérios do Reino de Deus.
Continuando a lenda, quando o Buda desaparece, a multidão se põe em pé e Cristo distribui a água bendita aos Iniciados e a todos que estão presentes no vale. Esta linda “cerimônia da comunhão da água” nos insinua simbolicamente, que a Nova Era já está sobre nós, a Era de Aquário, a do “Portador da Água”. A água magnetizada pela presença de Buda e Cristo contém certas propriedades curativas. Depois da bênção, a multidão se dispersa silenciosamente, encaminhando-se para seus lugares de serviço.
Tal é a lenda por trás deste Festival, e também, tal é a realidade, se nos atrevermos a acreditar nela e se nossas mentes estiverem suficientemente abertas e nossos corações suficientemente expectantes, para reconhecermos sua possibilidade. Esta idéia requer que ajustemos algumas de nossas crenças mais caras. Mas, se puder ser captada e compreendida, surgirá em nossa consciência a possibilidade de a raça humana se conscientizar de sua própria divindade, podendo desenvolver uma Ciência de Aproximação às Forças da Vida e a verdades mais profundas, que ainda estão ocultas.
Homens e mulheres do mundo, guiados em uníssono por Buda, que trouxe a Luz ao Oriente, e por Cristo, que revelou a Luz ao Ocidente, podem pedir e evocar uma bênção e revelação espiritual tão intensas, que num futuro imediato poderá se manifestar aquilo a que a humanidade tanto aspira: “paz na Terra e boa vontade entre os homens”. Desta maneira, podemos introduzir uma Era de fraternidade e compreensão que permitirá ao homem dispor de mais tempo para se dedicar a buscar Deus por si mesmo.
Podemos participar do Festival de Wesak através do jejum, da oração ou da meditação grupal. Recitar tanto quanto possível a Grande Invocação nos dois dias que antecedem o Festival e nos dois dias posteriores. O ideal é recitá-la ao amanhecer, ao meio-dia, às cinco da tarde, ao anoitecer e no momento exato do Plenilúnio. Manter-se em estado de permanente atenção e serena expectativa.
A GRANDE INVOCAÇÃO
Do ponto de Luz na Mente de Deus,
Flui luz às mentes dos homens;
A Luz desce à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus,
Flui amor aos corações dos homens;
O Cristo está na Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guia o Propósito as pequenas vontades dos homens,
O Propósito que os Mestres conhecem e servem
Do centro a que chamamos raça dos homens
Realiza-se o Plano de Amor e de Luz
E sela-se para sempre a porta onde habita o mal.
A Luz, o Amor e o Poder restabelecem o Plano na Terra.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
COMPASSIVA ATO DE AMOR
"Mãe Kuan Yin, eu chamo de lótus do seu coração, dá-me a compaixão e do perdão neste momento, resgatar meus erros, alisando o meu caminho e envie seus anjos de puro amor Violeta para cobrir eu não sinto tristeza e desânimo.
Agora transformado em luz e sombra, dá-me o teu perfume de essência de purificar meu coração resgatado e da radiação do seu amor.
Eu sou a infinita compaixão em seu coração!
Amen Amém NAMASCAR--
Ushá
fonte:http://lucesdesanacion.blogspot.com/
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Oração de Kanzeon Bosatsu, presente na Sutra em 30 Capítulos
Oração de Kanzeon Bosatsu, presente na Sutra em 30 Capítulos para Oração Diária, pgs. 19-22:
"Neste momento, contemplo este mundo em que vivo como sendo manifestação da admirável sabedoria de Kannon, a Deusa da Misericórdia.
As estrelas que cintilam no céu são os olhos da Deusa da Misericórida, que zela por mim.
O vento que sussurra entre as copas das árvores, o murmúrio das águas dos riachos, esses e outros sons da Natureza são palavras que a Deusa da Misericórdia usa para se comunicar comigo.
Todas as forças da Natureza manifestam-se para me vivificar. O mundo em que vivo não é um mundo desconhecido para mim.
Eu compreendo este mundo e ele me compreende. Por isso, nada tenho a temer.
Neste momento, abasteço-me na fonte da força imanente no Universo. Estou em perfeita sintonia com todas as forças do Universo, e sigo por caminhos tranquilos, orientado pelo amor e pela sabedoria do próprio Universo. Na Sutra Kannon está assim escrito:
'Mesmo quando fores cercado por malfeitores prestes a te atacar brandindo as espadas, se mentalizares os poderes da Deusa da Misericórdia, brotará misericórdia no coração deles; mesmo que alguém tente envenenar-te, se mentalizares os poderes da Deusa da Misericórdia, o veneno se voltará contra essa pessoa; mesmo que sejas acuado por uma fera e te vires na iminência de ser atacado por suas terríveis garras, se mentalizares os poderes da Deusa da Misericórdia, a fera se afastará e rapidamente tomará outro rumo'. Deusa da Misericórida é a sabedoria que purifica o Universo, e é a grande Misericórdia que protege todas as coisas do Universo. Como sigo ao lado dela, não deparo com nenhuma força que se oponha a mim. Com sua grande Misericórdia, ela me ama, me orienta e me preenche com nova força vital.
A sua admirável sabedoria está presente em todos os seres e em todas as coisas. Por isso, tudo e todos neste mundo estão em perfeita harmonia. Agradeço à Deusa da Misericórdia."
do blog do querido amigo leo: http://leojisso.blogspot.com/
"Neste momento, contemplo este mundo em que vivo como sendo manifestação da admirável sabedoria de Kannon, a Deusa da Misericórdia.
As estrelas que cintilam no céu são os olhos da Deusa da Misericórida, que zela por mim.
O vento que sussurra entre as copas das árvores, o murmúrio das águas dos riachos, esses e outros sons da Natureza são palavras que a Deusa da Misericórdia usa para se comunicar comigo.
Todas as forças da Natureza manifestam-se para me vivificar. O mundo em que vivo não é um mundo desconhecido para mim.
Eu compreendo este mundo e ele me compreende. Por isso, nada tenho a temer.
Neste momento, abasteço-me na fonte da força imanente no Universo. Estou em perfeita sintonia com todas as forças do Universo, e sigo por caminhos tranquilos, orientado pelo amor e pela sabedoria do próprio Universo. Na Sutra Kannon está assim escrito:
'Mesmo quando fores cercado por malfeitores prestes a te atacar brandindo as espadas, se mentalizares os poderes da Deusa da Misericórdia, brotará misericórdia no coração deles; mesmo que alguém tente envenenar-te, se mentalizares os poderes da Deusa da Misericórdia, o veneno se voltará contra essa pessoa; mesmo que sejas acuado por uma fera e te vires na iminência de ser atacado por suas terríveis garras, se mentalizares os poderes da Deusa da Misericórdia, a fera se afastará e rapidamente tomará outro rumo'. Deusa da Misericórida é a sabedoria que purifica o Universo, e é a grande Misericórdia que protege todas as coisas do Universo. Como sigo ao lado dela, não deparo com nenhuma força que se oponha a mim. Com sua grande Misericórdia, ela me ama, me orienta e me preenche com nova força vital.
A sua admirável sabedoria está presente em todos os seres e em todas as coisas. Por isso, tudo e todos neste mundo estão em perfeita harmonia. Agradeço à Deusa da Misericórdia."
do blog do querido amigo leo: http://leojisso.blogspot.com/
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