sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Lago de Fogo Violeta
Amada Mãe Kuan Yin
Peço em nome de minha Presença EU SOU
e de meu Cristo Interno que, por atenção, a Lei da Misericórdia
Leva-me (3 X)
Mergulhe-me (3 X) e mantenha-me imerso
em teu Lago de Fogo Violeta
até que cada imperfeição minha seja transmutada...
Dirijo este pedido para toda a Humanidade.
Graças ti dou, Divina Mãe Kuan Yin
(Extraído de www.luzdearte.blogspot.com
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Lago de Fogo Violeta
Prece Budista
" Que eu seja sadio, feliz e pacífico. Que nenhum mal me fira. Que nenhuma dificuldade me atinja. Que nenhum problema me angustie. Possa eu ter paciência, coragem, compreensão e determinação para enfrentar e superar as inevitáveis dificuldades, problemas e fracassos da vida.
Que meus pais, meus parentes, seres íntimos, amigos e mestres tenham saúde, felicidade e paz. Que nenhum mal os fira. Que nenhuma dificuldade os atinja. Que nenhum problema os angustie.
Possam eles sempre colher êxito. Possam também ter paciência, coragem, compreensão e determinação para enfrentar e superar as inevitáveis dificuldades, problemas e fracassos da vida.
Que todas as pessoas de mim desconhecidas tenham saúde, felicidade e paz. Que nenhum mal as fira. Que nenhuma dificuldade as atinja. Que nenhum problema as angustie. Possam elas sempre colher êxito. Possam também ter paciência, coragem, compreensão e determinação para enfrentar e superar as inevitáveis dificuldades, problemas e fracassos da vida."
A Compaixão não tem nome, forma, religião ou dono. Ela se manifesta quando e como é necessária. Que todos os seres possam ser beneficiados por essa abençoada prece.
desconheço fonte e autoria
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Prece Budista
Purificação do Lago Violeta
Seus devotos afirmam que o templo é rodeado por um lago de cor púrpura, cuja substância é uma espécie de luz líquida que tem a propriedade de dissolver o karma, desconfortos, sofrimento e doenças, penetra, limpa, purifica, cura e dissolve sem molhar qualquer pessoa que pede para ser banhado nele.
Amada Mãe Kuan Yin, mergulha-me em teu Lago de Luz Violeta e me mantenha ali submerso até que tudo em mim esteja manifestando a perfeição Divina, Graças ti dou.
Deusa da piedade, amada Kuan Yin, que nos guia para alcançar a vitória, o perdão de Deus e sua misericórdia. Amor que nunca cessa de fluir para fora de Ti. Sentimos o poder da Chama da Misericórdia. Através da invocação, teu amor pedimos para alcançar este grande Poder de Deus e elevar toda a Terra nesta hora cósmica.
Graças ti dou, Divina Mãe Kuan Yin.
fonte: www.luzdearte.blogspot.com
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Oração a Kwan yin
Eu respiro o amor de Kuan Yin
No templo do meu coração
Eu sinto sua presença
No meu chacra do coração
Eu sinto o seu amor percorrendo através de
Todas as artérias e vasos
Eu sinto a sua compaixão
que flui em meu sangue.
Sou abençoada por sua presença.
Misericórdia e Bondade prevalece.
Shanti!
fonte:: Kuan Yin heart of compassion healing
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Oração a Kwan yin
Deusa da Misericórdia e Compaixão
Oh! bondosa e misericordiosa Kuan Yin, dá-me coragem para seguir firme meu coração, na viagem da minha vida, mesmo quando isso significa desafiar as expectativas dos outros para alcançar o meu verdadeiro destino.
Conceda-me a consciência e a graça para que eu possa reconhecer e aliviar o sofrimento e insegurança das pessoas que encontro pelo caminho.
Namo Kuan Shih Yin Pusa!
fonte: http://www.shenjournei.com/
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
KUAN YIN
Deusa da Misericórdia
Que a paz de Deus paire sobre os vossos lares!
Possa o Amor Divino estar em vossos corações!
Que a luz cósmica flameje em vossas almas
e a sabedoria em vossas mentes!
Possa a força do Altíssimo vitalizar
cada membro de vossos lares!
Que a saúde e o bem-estar divino
se manifestem em vossos corpos,
que são as vestimentas com
que agora vos envolveis!
Que a graça de Deus vos cubra
em vossos atos de adoração!
Possam os dons do Absoluto
expressarem-se através de vossas consciências,
e que a plenitude e a vitória de vosso
Plano Divino sejam realizadas,
e selem a vossa passagem pela Terra!
Muita luz e muita paz!
Sara
http://br.groups.yahoo.com/group/Seitas_Secretas
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Kuan Yin
O Sutra do Coração
O Sutra do Coração
Traduzido para o Portugues por Sérgio Pereira Alves
Quando o Bodhisattva Avalokiteshvara estava praticando o profundo Prajna Paramita, ele iluminou os cinco Skandhas e viu que eles todos eram vazios, e ele atravessou para além do sofrimento e da dificuldade.
Shariputra, forma não difere do vazio: vazio não difere da forma. Forma em si é vazia; vazio em si é forma. Como também são os sentimentos, cognição, finção mental e consciência.
Shariputra. todos os Dharmas são vazios de características. Eles não são produzidos, nem destruídos, nem manchados, nem puros, e eles não são nem acrescimo nem diminuição. Logo, no vazio não há forma, sentimento, cognição, função mental, ou consciência; não [existem] olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo, ou mente; não [existem] aspectos, sons, odores, sabores, contato, ou dharmas; não [existem] nenhum campo de visão, incluindo até, nenhum campo de mente-consciência: e não [existem] ignorância ou fim da ignorância, incluindo até, nenhuma velhice ou morte, ou fim da velhice e morte. Não existe sofrimento, nem sabedoria nem realização.
Pelo fato de nada ser realizado, o Bodhisattva, através de sua fé no Prajna Paramita, é desimpedido em sua mente. Pelo fato de não haver impedimento, ele não é temeroso, e deixa os pensamentos oníricos destorcidos longe para trás.
No fim das contas Ninana! Todos os Budas do passado, presente e futuro realizaram suas Iluminações por meio de suas crenças no Prajn Paramita. Portanto, saiba que o Prajna Paramita é um grande mantra espiritual, um grande mantra de luz, um mantra supremo, um mantra inigualável. Ele pode remover todo sofrimento; é genuíno e não [ é ] falso. Por isso o mantra de Prajna Paramita foi expressado. Recite-o desta forma:
Gate gate paragate parasamgate bodhi svaha!
fonte:http://web.pib.com.br/salves/ensutheart.htm
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O Sutra do Coração
Oração de Perdão
foto:www.kwanyinarteeartesanato.blogspot.com
Amada Mãe, peço-te perdão
Venho humildemente suplicar que as nuvens
se dissipem e a verdade venha a tona.
Querida mãe, como aliviar do coração
a saudade ?
Como pedir perdão sem saber onde errei?
Como perdoar aqueles que fizeram o mal
com intrigas e algo mais que nem sei
quem são ou seus atos.
Mãe, sinto minha vida se esvaindo,
meu coração diminuido,
perdi algo precioso.
Mãe suplico que me ajude neste momento,
a aliviar esta dor.
A seus pés me prosto e peço-te perdão pois
se vós me perdoar serei perdoada por quem
fiz sofrer sem mesmo saber porque.
Namo Kwan Shy Yin Pu Sa
Autoria Corujinha do Vale/Silvia Montone
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Oração de Perdão
Apelo a Mãe Kwan Yin
imagem Luiz Perez Lentini
Apelo a Mãe Kwan Yin
Bem Amada Kwan Yin ,
Mãe Querida de Compaixão e Misericórdia
apelo para sua Luz, que me oriente neste momento de mudanças e aflições.
Que a Lei Divina no interior de meu coração
faça-me agir corretamente
com amor, bondade, paz, compaixão e misericórdia.
Abençoai e protegei os que comigo
vivem no Dharma e que possamos a cada
lágrima que corre em nossa face,
subir em direção a iluminação.
Nos cubra com seu manto
de luz, para que as qualidades divinas
possam manifestar-se em sua plenitude.
Assim seja.
Om Mani Padme Hum
Autoria Corujinha do Vale/Silvia Montone
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Apelo a Mãe Kwan Yin
Mãe de Misericórdia
(imagem do blog http://www.kwanyinarteeartesanato.blogspot.com/)
Mãe de Misericórdia
Que deixou de entrar no Nirvana
para encaminhar e socorrer seus filhos.
Abençoai com seu amor e sua luz
a todos os aflitos e deprimidos Filhos da Terra!
Cubra com seu manto protetor
a quem busca paz interior.
Faça-nos seguir seu exemplo de Compaixão e Misericórdia,
para que um dia se orgulhe de seus filhos
e não tenha deixado de entrar no Nirvana em vão.
Mãe, neste momento em que reuni seus filhos ,
prosto-me diante de sua amorosa presença
e me entrego a servir-te.
Jóia de Lotus,que sua essência,
nasça no coração dos errantes, dos perdidos,
para que possam trilhar o caminho do bem.
Mão que com seu amor, compaixão e misericordia
atende a todos sem distinguir cor, raça , credo
ou se tem merecimentos ou não,
sele o coração dos que não sabem o que fazem.
Que sua Luz Violeta,
transmute toda maldade que habita neste mundo de hoje.
Om Mani Padme Hum
autoria Silvia Montone/Corujinha do Vale
Uma humilde seguidora de Kwan Yin
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Kannon ou Kwan Yin
O terceiro símbolo do reiki e a sintonia divina do karuna estão relacionados com Kannon a Bodhisattva da compaixão. Também conhecida pelo nome sânscrito: Avalokiteshvara. é a personificação da compaixão divina com poder e perícia ilimitada. Kannon fez o voto de ouvir as vozes de todos os seres vivos e os sons do estado do mundo, garantir a salvação de todos e dissipar o mal e as calamidades que nos rodeiam, antes de entrar no nirvana.
Kannon pode adquirir diversas formas (masculinas ou femininas), aparecer em locais e tempos diferentes, sem qualquer restrição de tempo ou espaço, para salvar as pessoas, trazer equilíbrio ou curar. Na Índia é conhecida como Avalokiteshvara, no Tibete como Chenrezig e como Kuan Yin na China. É muitas vezes retratada com mil braços, com um olho em cada mão simbolizando a observação atenta e a ajuda imediata.
Kannon ou Kuan Yin é considerada a “Maria do Oriente” pois representa a divindade feminina e a energia da deusa na religião budista, da mesma forma que maria irradia o amor feminino no cristianismo. Kuan Yin ensina-nos a viver uma vida de inocência orientada para o alívio do sofrimento no mundo.
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UM INSIGHT EM UMA NOVA REALIDADE - Lady Quan Yin
UM INSIGHT EM UMA NOVA REALIDADE - Lady Quan Yin
Canalizado através de Natalie Glasson - 25 de Novembro de 2010
Saudações divinas e sagradas são estendidas a todos, a partir dos recessos da minha alma. Eu trago a energia da alegria e da felicidade para aliviar e alegrar o seu dia e a sua energia. Eu lhe peço que não olhe para o Céu para ver o Criador e a poderosa fonte do amor, mas que envie o foco de todo o seu ser e sentidos aos recessos de sua alma. Quando você tiver coragem, uma mente aberta e clara e o poder da intenção, notará o céu e o refúgio mágico que existem dentro de você. Muitas pessoas estão procurando a beleza e a inspiração em sua realidade física para elevar os seus corações e manifestar a alegria, mas a energia mais bela e iluminada que você poderia encontrar está mantida dentro de você. Esta consciência, vibração e energia percorrem o seu sangue, os seus ossos, a sua pele e os seus músculos. Estão presentes em sua mente e emoções e cantam suavemente para você. Esta energia pode cantar sonoramente para você, mas se você escolher ignorar a sua presença, então poderá nunca ouvir, sentir ou perceber a sua beleza. A energia da qual eu estou falando é a presença de Deus dentro de você.
Se você fosse analisar cada desejo apaixonado que tem, compreenderia que a intenção mais pura desta paixão é intensificar a sua conexão com o Criador. Por exemplo, você pode desejar viver em uma bela casa, cercado de abundância e de esplendor. Não poderia ser um desejo estar envolvido pela beleza e pelo amor do Criador, de sentir a segurança e a proteção que o amor do Criador oferece? É importante compreender que algumas vezes os nossos desejos físicos estão realmente descrevendo muitos desejos e necessidades que temos espiritualmente. Muitos desejos se estendem novamente para querer sentir uma conexão e um alinhamento completos e profundos com o Criador. A humanidade frequentemente realiza os ensinamentos, lições e sabedoria através das suas vidas físicas; quando começamos a despertar para os nossos pensamentos, necessidades e desejos, nós começamos a descobrir mais sobre os nossos hábitos, crenças e entendimentos. Cuidar de nossas necessidades espirituais trará realmente o equilíbrio, a beleza, o amor e a abundância a nossa realidade física com muito pouco esforço. Isto é essencial de se lembrar frequentemente, se você estiver lutando com um problema físico, permitir-se um tempo para contemplar a causa ou necessidade espiritual deste problema. Se você se permitir retificar isto e auxiliar o seu ser espiritual e a sua alma a receber o que desejam, então, na maior parte das vezes o problema físico simplesmente se dissolverá, porque a lição foi compreendida e aprendida. É semelhante a ir até à raiz do problema.
A maior parte das pessoas passa muito do seu tempo e esforços, nutrindo o seu corpo físico e a sua realidade, mas agora é o momento para nutrir o seu ser espiritual e a sua alma, de oferecer ao seu sagrado ser o amor e a luz que ele necessita, de apoiar e amar o seu aspecto sagrado, explorando criativamente as suas energias e habilidades. Fazer isto permitirá que o seu eu espiritual desabroche o que nutrirá e cultivará naturalmente todo o seu ser e realidade. Isto poderia ser comparado a ter um jardim diante de você que precisa de sua atenção. Você tem também um galpão cheio de todas as ferramentas e equipamentos de jardinagem que poderia um dia precisar, mas porque você tem medo de entrar no galpão ou não pode encontrar a força de vontade para descobrir a chave e destrancar a porta do galpão, você perambula pelo jardim, usando qualquer coisa que possa encontrar para ajudá-lo. Naturalmente você poderia fazer muito mais se fosse capaz de usar as ferramentas disponíveis a você. Quando você começa a estimular o seu ser espiritual e a sua alma, é como se você entrasse no galpão e escolhesse a ferramenta mais apropriada e, portanto, permitisse que a beleza do jardim desabrochasse além de sua imaginação. Quando você estava se dirigindo para o jardim com refugos que você tinha encontrado, isto se assemelha a tentar resolver um problema físico sem compreender o seu propósito e significado em sua realidade; por você não estar olhando no lugar correto (dentro de você), poderá nunca encontrar a resposta aos problemas físicos.
Eu posso imaginar que muitas pessoas acham que é difícil para elas acessar as suas habilidades e dons espirituais, pois elas não compreendem como, mas, na verdade, tudo o que eu estou lhe pedindo para fazer é compreender que há um significado espiritual e um propósito por trás de cada experiência física, de cada desejo e necessidade. Abordar o aspecto espiritual permite que a sua vida física adote um novo equilíbrio. Através deste processo, você começa a se conectar com o seu eu espiritual, a nutrir o seu eu espiritual e, portanto, permitir que os seus dons e habilidades espirituais floresçam.
Reconhecer que os nossos desejos e necessidades físicas podem oferecer muitos ensinamentos espirituais também nos permite começar a ver uma separação entre a verdade do Criador e as nossas realidades físicas. Podemos notar que alguns aspectos ou crenças de nossa vida são simplesmente falsos ou irracionais, por causa dos medos que mantemos. Os Humanos colocam completa e absoluta confiança em suas realidades físicas. Eles confiam que o chão em que pisam, a casa em que vivem e o alimento que ingerem é real e sólido; é esta crença que estimula a sua realidade.
Se você começar a compreender que a sua vida e a sua energia são ilimitadas, que você é mais do que atualmente vê, que você tem imensos poderes e habilidades e que há um mundo e realidade além da Terra, então a sua consciência começará a mudar. Você compreenderá que quando acreditar que as energias, experiências e situações físicas podem ser alteradas por você e que você mantém a responsabilidade sobre as suas ações e mente, então a realidade ao seu redor começará a se modificar. Quanto mais pudermos elevar a nossa consciência de nossa realidade física, mais começaremos a ver a verdade, alinhando-nos com a luz e o amor e incorporando isto em nossa realidade, descobrindo assim uma realidade que é tão real, além do mundo físico da Terra, proporcionando-nos mais estímulo e apoio. Começamos a ver uma realidade que é física e espiritual, ou baseada na energia e no sentimento, visualizando-as como realidades separadas. A separação que percebemos nos permite compreender muitos problemas e hábitos, especialmente os medos e a negatividade a que nos apegamos. Muito trabalho pode ser realizado, visualizando a realidade física a partir de um espaço espiritual e vice-versa. Chega um momento em que a separação entre o eu físico e o espiritual não mais serve a um propósito e se devem integrar ambas as realidades. É quando o ser espiritual e a alma entram e se manifestam mais plenamente para incentivar e apoiar novas experiências e jornadas de crescimento. Quando é permitido à alma assumir um papel mais importante, isto é realmente a pessoa permitindo que o Criador tenha uma presença maior em sua realidade e ser, enquanto na Terra. Com a presença do Criador mais plenamente integrada, o ponto de vista da pessoa é drasticamente diferente, a mente é mais tranqüila e o coração mais amoroso, permitindo uma verdadeira percepção da realidade que a Terra tem a oferecer. Isto é algo que eu desejo para todos vocês. A fim de se manifestar como uma presença maior do Criador, você pode começar a perceber os requisitos do seu ser espiritual e de sua alma, ouvindo a sua voz interior, alimentando este aspecto do seu ser. Manter uma crença que cada ação e experiência física têm um significado físico, também permite a mudança da atenção de sua mente da sua realidade física para a espiritualidade de sua realidade.
Isto é algo para contemplar e estar, a fim de permitir que isto repouse em sua consciência e que seja descoberto mais plenamente pela sua mente.
Eu lhes ofereço esta fonte de sabedoria simplesmente como uma dádiva de uma alma para outra,
No amor do Criador,
Lady Quan Yin
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Natalie Glasson, Wisdom of the Light, www.wisdomofthelight.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
SUTRA DAS VESTES SAGRADAS DE KUAN YIN
NA MO I JU KUAN YIN NA MO NA MA SOHA
Quando Teus lábios pronunciaram OM AH HUM (7x)
O Universo se iluminou
Despertaram a cosmologia
Milhares de seres presos na dualidade
Foram libertados.
Portanto ó senhora esta é a única solução agora para minha vida,
Liberta-me dos apegos e das ilusões
Ampara-me no Teu Santo Coração,
Alivia-me dessas aflições,
NA MO I JU KUAN YIN NA MO NA MA SOHA (7x)
Ordena-me, neste momento, a revelar-te em minhas palavras
Na minha vida
Na minha essência
Consciente da Tua Presença Magnificada
Tira-me da matéria desta escuridão,
Tira-me dessas correntes em que me encontro,
Liberta-me (3x)
NA MO I JU KUAN YIN NA MO NA MA SOHA (7x)
Cobre-me com teu Mando Sagrado de átomos vivicantes
Cobre-me com Tuas Vestes brilhantes AGORA!
NA MO NA MA KUAN SHI YIN PU SA
Ortoga-me o poder da Compaixão nas dez direções
Nos cinco elementos
Nos cincos ventos
Nas cinco virtudes
Nos mistérios profundos
Nessa existência e no futuro.
NA MO I JU KUAN YIN NA MO NA MA SOHA (7x)
Primeira Veste
Invoco a Presença do Venerável Buda Mercúrio
E peço permissaõ para adentrar no Templo do Buda Mercúrio
Que alcance todos sidhis nesse Colégio dos Santos Magos
Que Tua Glória, de todos os Budas, de todas as Ordens Virtuosas
Me protejam.
Que meus 777 passos estejam abençoados até a quarta dimensão.
Oferço-lhe meu coração em forma de incensório de jade
Minhas mãos como vasilha para amparar seu lótus
Meus lábios para amparar suas palavras
OM BUDAYA SOHA (7x)
Segunda Veste
Que eu receba todos os mist´rerio de vossas emanações
Qua minhas extensões de almas sejam purificadas
Que em um só Nome eu a invoque ó Mãe Divina
És a Inefável mensageira do Amor
OM SO YA LO SE (7x)
Terceira veste
Envia-me ó Amada Kuan Yin
O Grande e precioso Diamante do OM
Torna-me teu Vajra
Na palavra, na vibração e na freqüência
Unifica-me em teu coração
OM TSÉ (7x)
Quarta veste
Que seus cinco selos me protejam
Que os nove guardiões preservem e trinitizem minha essência
Trazendo-me a consciência do Templo de Cristal.
Ensina-me o traçado dos circúlos mágicos Kiikors
Me erga ao templo de kargyompa
Para que retirem de minha aura e meu campo magnético as terríveis tormas.
OM PADMA PULGO CHO (7X)
Quinta veste
Invoco a presença mágica do punha Purbha
Transmute todas as feitiçarias que por ventura possasm estar atrasando minha evolução
Erguendo-me ao Mosteiro da Sagrada Luz de Buda
O Templo da Calma Profunda.
OM PARADESHA OM (7X)
Sexta veste
Anjos da vida
Anjos da ascensão
Anjos da cura, apela por vós
A\Selados no poderoso amor, sabedoria , poder e consolação
Eu os encontro
Ó Amada Kuan Yin cuja essência unifica e não separa
Apelo por vós
Que suas vestes acima citadas sejam para mim:
minha pele
minha casca
minha essência
meu poder
minha luz
minha cosnciência
NAMO KUAN SHI YIN PU SA (7X)
Sétima veste
Agora encerro, selo e me revisto com o poder de teu mantra
OM MANI PADME HUM (7X)
Declaro que com essa recitação estou liberado de renascer nesses seis reinos
A VA TA AYA!
OM VAJRE!
ARGHAM, PADYAM PULBH-PO DHU PE
A LO KE GANDHE NAI VI DYA
SHAB TA PRADISA YI SOHA (repetir o mantra 33X)
Autoria: Sandra Meirelles
Fonte: Sadana de Kuan Yin®
A sabedoria da lei cósmica - Mensagem de kwan Yin
A sabedoria da lei cósmica previu a misericórdia, a caridade, o perdão, para que todas as velhas sombras não permaneçam para sempre, e vocês queridos amigos, ligaram-se a esta grande lei do perdão.
É muito importante desprender-se de coisas passadas, sendo secundário se a injustiça foi cometida contra vocês ou se vocês cometeram injustiça em relação aos outros.
Libertar-se é o mandamento do momento, para que todas as velhas histórias que estão conectadas possam ser esquecidas, e que possa ser purificado tudo aquilo que já houve entre vocês e outros seres humanos e que fez o carma aumentar - isto é muito importante, estimados amigos da Luz!
Estamos vendo que vocês estão trabalhando nisso, mas também vemos que enfrentam dificuldades em libertarem-se, principalmente quando sofreram injustiça. Libertar-se é muito difícil, nós o sabemos. Muitas vezes essa injustiça os acompanha do passado até a vida atual, e daí fica mais difícil ainda poder perdoar realmente. Mas precisa ser feito, vocês não devem carregar estas coisas antigas na vida atual, elas causam perturbações e distorções, libertem-se!
Libertem-se mesmo, de todo o coração!
Com toda convicção, pois não contribui em nada se vocês não soltarem. Isto é um processo muito importante em suas vidas.
Tenham também a certeza de que aquilo que fizerem aos outros irá continuar a ter influência em suas vidas.
Mas, vocês têm a possibilidade da reparação, da dissolução de todas as cargas que criaram. A lei cósmica do amor previu que vocês possam se libertar dessas coisas!
E da mesma forma como solicitam a libertação, vocês devem aceitar a libertação dos que lhes fizeram mal. Essa força recíproca libertará vocês de muitas cargas.
Essa grande lei da misericórdia, a força poderosa da dissolução pela irradiação do Fogo Violeta, é uma corrente abrangente da misericórdia do Amor Divino, façam uso dela! Permitam que tudo o que ainda levam com vocês, como cargas, se dissolva na corrente do Fogo Violeta!
Essas antigas cargas influenciam negativamente o desenvolvimento de vocês, trazem doenças e indisposições aos seus corpos e problemas para suas vidas, por isso dissolvam tudo aquilo que lhes traz sofrimento.
A Chama Violeta desde sempre foi poderosa na dissolução de tais coisas, e essa grande lei foi disponibilizada para os filhos terrenos, para o período de purificação e de mudanças, e assim libertá-los de suas antigas sombras.
Tudo isto pode pertencer ao passado, se vocês assim o desejarem, se realmente colocarem essas antigas faltas na Chama Violeta. Essa é uma grande possibilidade de libertação de todas as cargas que ainda os impedem de progredir.
Aceitem essa grande oportunidade que lhes é dada, apliquem-na muito mais vezes do que fizeram até agora!
Esse é o meu conselho a vocês, como a irmã que os ama,
Kuan Yin
Ponte para a Luz – Boletim
“Mother Mary comes to me – a radical insegurança da condição humana”
Ho Yeh Chia
(FFLCH-USP)
Empreendi a tarefa da tradução do artigo “Mother Mary comes to me – a radical insegurança da condição humana” para o chinês, porque fiquei impressionada, não só pela beleza mas principalmente, pela relevância do tema: a insegurança humana e a misericórdia divina, configurada em Maria de Nazaré. Esta misericórdia nos é concedida uma vez que tenhamos a humildade de pedi-la...
Sendo eu budista, a figura da Virgem Maria me lembra muito a de Bodhisattva Guan-Yin, não somente porque ambas simbolizam – cada qual na sua tradição – a pureza, a coragem, e a fé, mas principalmente porque representam o amor feminino (essencialmente materno), a compaixão e a misericórdia, ou seja, aquela que tudo perdoa.
No atual budismo chinês, os Bodhisattvas mais populares são a Guan-Yin e o Di Zhang Wang [1] .
Para leitores ocidentais, vale lembrar aqui que Bodhisattvas (em chinês, pu-ti-sa-to, 菩提薩多, ou pu-sa菩薩) são espíritos perfeitos, como explica Karl Ludvig Reichelt, em Truth and Tradition in Chinese Buddhism:
“Eles podem, se quiserem, entrar na plena dignidade búdica na eterna paz e felicidade, mas eles não o fazem no tempo presente, porque como bodhisattvas eles podem mais facilmente buscar aquela parte da criação ainda submetidas a peculiares condições incertas e dolorosas para almas a caminho.
“Kuan-Yin, um dos cinco bodhisattvas mais conhecidos, é o Avalokitesvara Indo-Tibetano, a divindade que atende ao grito da angústia, e se volta para o sofredor. Esta figura, pouco a pouco, vem se destacando mais que outros bodhisattvas para significar o espírito, o misericordioso e bondoso espírito que acende em todas as criaturas o desejo de uma renovação do coração, e que os protege contra toda dor e tristeza. Nos tempos primitivos, Kuan-Yin era geralmente considerado como masculino, e ainda se vê em certos mosteiros na China uma enorme figura com barba e expressão viril, que mostra Kuan-Yin como um homem. Nessa forma, Kuan-Yin é chamado filho de Amitabha. Pouco a pouco, características femininas vão se tornando mais proeminentes. Isto ocorre na medida em que a concepção de espírito torna-se dominante, e tudo que os chineses podem imaginar de ternura materna e graça feminina foi atribuído a ela. Ela se tornou a Senhora compassiva do oriente.
“Kuan-Yin, como os outros bodhisattvas, fez grandes votos. Ela irá se encarnar nas mais variadas formas, para salvar a humanidade. Por isso ela se deixa nascer ora nesse grupo, ora naquele: entre ladrões, entre criminosos na prisão, entre angustiados marinheiros e viajantes. Conhecemos cerca de trinta e duas diferentes formas, “ying”. Seu aniversário é celebrada no décimo nono dia do segundo mês; seu ingresso na Sabedoria Plena é comemorado no décimo nono dia do sexto mês; sua morte, ou melhor, seu ingresso no Nirvana, é dado por ocorrido no décimo nono dia do nono mês. Entre o povo, essas três datas são muitas vezes conhecidas como “aniversário de Kuan-Yin”. A confusão é fácil de entender: Essas festas são ocasiões muito alegres. Todos saem à rua, os templos e as cidades são decorados para a festa, para kuan-Yin, a Divindade da Misericórdia, é extremamente popular”. (p. 179 e pps)
Bodisatwa Guan-Yin foi consagrada, universalmente nas diversas correntes budistas, como principal figura da devoção. Não é necessariamente uma deusa, porque guarda traços humanos. Por exemplo, conta-se, na tradição popular, que ela foi uma princesa na antiga Índia, era a mais bela e piedosa entre todas; não gostava de vestidos luxuosos, nem de pratos finos feitos com carnes de animais, embora tudo isso lhe fosse oferecido como direito. Alimentava-se de verduras, porque não suportava ver animais sendo mortos; vestia-se de panos grossos porque gostava de ser simples; e era a mais piedosa entre as filhas. Mas quando chegou o momento de casar, fugiu do palácio porque queria buscar o seu caminho e se dedicar ao ascetismo, seguir o exemplo de Buda. Ao ser obrigada pelos seus pais a contrair casamento, ajoelhou-se diante do palácio do rei, durante dias e noites, sem nada comer, passando frio e tomando vento e chuva, apenas recitando o “Sutra da Grande Compaixão”. E assim, sua fé venceu todas as barreiras. Quando alcançou o Nirvana, não teve desprendimento suficiente para deixar o mundo, porque a sua compaixão era tão forte e infinita que lhe deu forças para fazer o maior voto que alguém podia desejar realizar: “enquanto houver almas sofredoras sobre a face da Terra, não abandonarei esse mundo, e ajudarei todos a alcançar a libertação”. E assim, ela é oficialmente chamada a “Grande Misericordiosa e Grande Compassiva Bodhisattva Guan-Shi-Yin” (a propósito, Guan-Shi-Yin, em chinês, significa literalmente: “Aquela que vê e que ouve o Mundo”).
Ela atende todos os apelos. Por mais desesperadas e “perdidas” que as pessoas possam estar, ela é incapaz de abandonar quem quer que seja, budista ou não, pois, na compreensão budista, todos os homens são de natureza búdica (luz que reflete a si mesmo), pouco importa a que religião pertençam; ou seja, seres humanos são budas em potencial.
Feitas as considerações acima, vale dizer que o referido artigo é importante e recomendável também para leitores budistas que vivem na atual sociedade consumista e materialista. Torna-se ainda mais relevante uma vez que o quadro internacional que se encontra nesse momento extremamente delicado e crítico; quanto ao mundo chinês (o continental) que há pouco se abriu para o mundo capitalista, e agora ingressa na Organização Mundial de Comércio, uma reflexão profunda é prudente. Cabe a cada um discernir e não deixar que desvie a sua infinitude para desejos superficiais! De qualquer forma, as graças que propiciam a salvação, quer pela Maria Mãe, quer pelo Bodhisattva, nos são oferecidas, de forma aberta e maternal, pacientemente, incondicionalmente e eternamente.
MANTRA DA GRANDE COMPAIXÃO
NAMO RATNA TRAYAYA / NAMA ARYA GYANA SAGARA / BEROTSANA BUHARADZAYA / TATAGATAYA / ARHATAY SAMYAK SAMBUDDHYA / NAMA SARVATATHAGATAY BAY / ARHATAY BAY / SAMYAK SAMBUDDHAY BAY / NAMA ARYAAVALOKITAY SHORAYA / BODHISATTOYA / MAHASATTOYA / MAHA KARUNIKAYA /TAYATA / OM DARA DARA / DIRI DIRI / DURU DURU / ITAY WATAY / TSALAYTSALAY / PRATSALAY PRATSALAY / KUSUMAY KUSUMAY WARAY / ILI MILI TSITIDZOLA / APANAYAY SOHA
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Mantra da Grande Compaixão
domingo, 17 de julho de 2011
Kwan Yin
Kwan Yin ainda em finalização 40 cms) VENDIDA veja no blog este e outros trabalhos dedicados a Mãe Amorosa http://www.kwanyinarteeartesanato.blogspot.com/
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Kwan Yin 40 cms
quinta-feira, 14 de julho de 2011
PADMAPANI - outra personificação de Kwan Yin
Padmapani é uma das divindades mais populares no panteão budista. Ele é conhecido como "o portador do lótus", uma forma de o Bodhisattva Avalokitesvara budista. 'The
"O Senhor da compaixão" é uma emanação dos mais antigos dos Budas cinco cósmica, Amithaba, que simboliza o fluxo da vida e representa o verão.
Padmapani Acredita-se que criou o quarto mundo, que é o universo real e é suposto ter criado todas as coisas animadas.
Seu famoso mantra é: "Om Mani Padme Hum" (o lótus é a jóia da criação). Padmapani é a personificação da um all-piedade eo poder da criação, da qual o padma (flor de lótus) ao lado de seu ombro esquerdo é o símbolo.
Padmapani é retratado em uma tribhanga pé elegante (três vezes dobrados) postura, com o joelho esquerdo ligeiramente dobrado, de pé sobre um trono de lótus de casal.
Ele segura sua mão direita na varada mudra, o gesto de caridade. Seu símbolo, o Padma, é retratado em seu ombro esquerdo; esta planta água simboliza a pureza e elevação espiritual.
Padmapani está vestido como um príncipe indiano, usando uma tiara de altura centrais, representando a roda da lei budista e motivos florais, e um dhoti finamente dobrado pendendo entre e ao lado de suas pernas e cobrindo seus dois joelhos.
O Bodhisattva é decorado com brincos, um colar, braceletes, pulseiras, um cinto e uma jaynopavita (um cordão sagrado).
A dinastia Thakuri é o período de transição na história da arte do Nepal (879-1200 dC), e ocupa um lugar entre a dominação da Lichavi e monarcas Malla, coincidindo com a hegemonia da dinastia Pala indiano (750-1160 dC) .
Os muitos elementos estilísticos deste Padmapani clássicos são típicos para o período Thakuri; os ornamentos saindo acima das orelhas, a forma dos brincos grandes, o estilo do dhoti com linhas gravadas duas vezes, e ornamentos dobrada até os tornozelos, a cobra braceletes em forma posicionadas no alto de braços, o lótus grandes folhas no trono, e as grandes dimensões, com folhas tiara.
Expressa com força interior serena, esta Padmapani tem um movimento tribhanga elegante e bem controlados equilibrada. Volumes bonito e posições marcantes de seus braços e mãos intensificar a estrutura natural e harmonioso deste trabalho muito bem esculpida e bem detalhada de arte, um pedaço de hard rock foi magistralmente transformada em uma forma de beleza suave.
Padmapani, que está continuamente empenhado em ajudar a humanidade, é retratado como um jovem graciosa e elegante, expressando de forma convincente o seu estatuto como um deus budista de sabedoria, compaixão e criação.
Anteriormente na coleção de Peter van der Zalm, Países Baixos.
Anteriormente na coleção de Valter Fabiani, Itália.
fonte: todos os textos, imagens © Marcel Nies
Kuan Yin-Deusa chinesa da Misericórdia. Sentado sobre uma pedra
Kuan Yin-Deusa chinesa da Misericórdia. Sentado sobre uma pedra resistiu a partir da qual derrama águas curativas, esta reprodução de uma escultura chinesa (10 a 11 século) retrata a deusa em real postura , pronta para subir e ajudar aqueles em necessidade. Aqui, Kuan-Yin imagens do equilíbrio a que aspiramos, imerso em nossa rotina diária. Suas feições nitidamente andrógina enfatizar o tao do yin e yang, a dança de opostos em equilíbrio, o que cria a paz interior. Kuan-Yin corresponde à Ártemis, deusa grega do campo e da floresta .
Nota Sobre a Misericórdia de Bodhisattva Guan-Yin:
reflexão a partir do artigo “Mother Mary Comes To Me
– A Radical Insegurança da Condição Humana”
Ho Yeh Chia
(FFLCH-USP)
Empreendi a tarefa da tradução do artigo “Mother Mary comes to me – a radical insegurança da condição humana” para o chinês, porque fiquei impressionada, não só pela beleza mas principalmente, pela relevância do tema: a insegurança humana e a misericórdia divina, configurada em Maria de Nazaré. Esta misericórdia nos é concedida uma vez que tenhamos a humildade de pedi-la...
Sendo eu budista, a figura da Virgem Maria me lembra muito a de Bodhisattva Guan-Yin, não somente porque ambas simbolizam – cada qual na sua tradição – a pureza, a coragem, e a fé, mas principalmente porque representam o amor feminino (essencialmente materno), a compaixão e a misericórdia, ou seja, aquela que tudo perdoa.
No atual budismo chinês, os Bodhisattvas mais populares são a Guan-Yin e o Di Zhang Wang [1] .
Para leitores ocidentais, vale lembrar aqui que Bodhisattvas (em chinês, pu-ti-sa-to, 菩提薩多, ou pu-sa菩薩) são espíritos perfeitos, como explica Karl Ludvig Reichelt, em Truth and Tradition in Chinese Buddhism:
“Eles podem, se quiserem, entrar na plena dignidade búdica na eterna paz e felicidade, mas eles não o fazem no tempo presente, porque como bodhisattvas eles podem mais facilmente buscar aquela parte da criação ainda submetidas a peculiares condições incertas e dolorosas para almas a caminho.
“Kuan-Yin, um dos cinco bodhisattvas mais conhecidos, é o Avalokitesvara Indo-Tibetano, a divindade que atende ao grito da angústia, e se volta para o sofredor. Esta figura, pouco a pouco, vem se destacando mais que outros bodhisattvas para significar o espírito, o misericordioso e bondoso espírito que acende em todas as criaturas o desejo de uma renovação do coração, e que os protege contra toda dor e tristeza. Nos tempos primitivos, Kuan-Yin era geralmente considerado como masculino, e ainda se vê em certos mosteiros na China uma enorme figura com barba e expressão viril, que mostra Kuan-Yin como um homem. Nessa forma, Kuan-Yin é chamado filho de Amitabha. Pouco a pouco, características femininas vão se tornando mais proeminentes. Isto ocorre na medida em que a concepção de espírito torna-se dominante, e tudo que os chineses podem imaginar de ternura materna e graça feminina foi atribuído a ela. Ela se tornou a Senhora compassiva do oriente.
“Kuan-Yin, como os outros bodhisattvas, fez grandes votos. Ela irá se encarnar nas mais variadas formas, para salvar a humanidade. Por isso ela se deixa nascer ora nesse grupo, ora naquele: entre ladrões, entre criminosos na prisão, entre angustiados marinheiros e viajantes. Conhecemos cerca de trinta e duas diferentes formas, “ying”. Seu aniversário é celebrada no décimo nono dia do segundo mês; seu ingresso na Sabedoria Plena é comemorado no décimo nono dia do sexto mês; sua morte, ou melhor, seu ingresso no Nirvana, é dado por ocorrido no décimo nono dia do nono mês. Entre o povo, essas três datas são muitas vezes conhecidas como “aniversário de Kuan-Yin”. A confusão é fácil de entender: Essas festas são ocasiões muito alegres. Todos saem à rua, os templos e as cidades são decorados para a festa, para kuan-Yin, a Divindade da Misericórdia, é extremamente popular”. (p. 179 e pps)
Bodisatwa Guan-Yin foi consagrada, universalmente nas diversas correntes budistas, como principal figura da devoção. Não é necessariamente uma deusa, porque guarda traços humanos. Por exemplo, conta-se, na tradição popular, que ela foi uma princesa na antiga Índia, era a mais bela e piedosa entre todas; não gostava de vestidos luxuosos, nem de pratos finos feitos com carnes de animais, embora tudo isso lhe fosse oferecido como direito. Alimentava-se de verduras, porque não suportava ver animais sendo mortos; vestia-se de panos grossos porque gostava de ser simples; e era a mais piedosa entre as filhas. Mas quando chegou o momento de casar, fugiu do palácio porque queria buscar o seu caminho e se dedicar ao ascetismo, seguir o exemplo de Buda. Ao ser obrigada pelos seus pais a contrair casamento, ajoelhou-se diante do palácio do rei, durante dias e noites, sem nada comer, passando frio e tomando vento e chuva, apenas recitando o “Sutra da Grande Compaixão”. E assim, sua fé venceu todas as barreiras. Quando alcançou o Nirvana, não teve desprendimento suficiente para deixar o mundo, porque a sua compaixão era tão forte e infinita que lhe deu forças para fazer o maior voto que alguém podia desejar realizar: “enquanto houver almas sofredoras sobre a face da Terra, não abandonarei esse mundo, e ajudarei todos a alcançar a libertação”. E assim, ela é oficialmente chamada a “Grande Misericordiosa e Grande Compassiva Bodhisattva Guan-Shi-Yin” (a propósito, Guan-Shi-Yin, em chinês, significa literalmente: “Aquela que vê e que ouve o Mundo”).
Ela atende todos os apelos. Por mais desesperadas e “perdidas” que as pessoas possam estar, ela é incapaz de abandonar quem quer que seja, budista ou não, pois, na compreensão budista, todos os homens são de natureza búdica (luz que reflete a si mesmo), pouco importa a que religião pertençam; ou seja, seres humanos são budas em potencial.
Feitas as considerações acima, vale dizer que o referido artigo é importante e recomendável também para leitores budistas que vivem na atual sociedade consumista e materialista. Torna-se ainda mais relevante uma vez que o quadro internacional que se encontra nesse momento extremamente delicado e crítico; quanto ao mundo chinês (o continental) que há pouco se abriu para o mundo capitalista, e agora ingressa na Organização Mundial de Comércio, uma reflexão profunda é prudente. Cabe a cada um discernir e não deixar que desvie a sua infinitude para desejos superficiais! De qualquer forma, as graças que propiciam a salvação, quer pela Maria Mãe, quer pelo Bodhisattva, nos são oferecidas, de forma aberta e maternal, pacientemente, incondicionalmente e eternamente.
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[1] No caso de Di Zhang Wang, ele foi um homem, que ao alcançar o Nirvana, desejou salvar sua mãe que estava no inferno. Entrou no inferno, e, ao ver as almas sofredoras daquela dimensão, deixou-se levar pela ousadia da sua misericórdia e compaixão, e fez um voto ainda mais grandioso: “enquanto eu não salvar todas as almas do inferno, não me realizarei como Buda”. Lá no inferno, Di Zhang Wang tenta realizar o seu trabalho de salvação, assim como Guan-Yin faz aqui na Terra.
– A Radical Insegurança da Condição Humana”
Ho Yeh Chia
(FFLCH-USP)
Empreendi a tarefa da tradução do artigo “Mother Mary comes to me – a radical insegurança da condição humana” para o chinês, porque fiquei impressionada, não só pela beleza mas principalmente, pela relevância do tema: a insegurança humana e a misericórdia divina, configurada em Maria de Nazaré. Esta misericórdia nos é concedida uma vez que tenhamos a humildade de pedi-la...
Sendo eu budista, a figura da Virgem Maria me lembra muito a de Bodhisattva Guan-Yin, não somente porque ambas simbolizam – cada qual na sua tradição – a pureza, a coragem, e a fé, mas principalmente porque representam o amor feminino (essencialmente materno), a compaixão e a misericórdia, ou seja, aquela que tudo perdoa.
No atual budismo chinês, os Bodhisattvas mais populares são a Guan-Yin e o Di Zhang Wang [1] .
Para leitores ocidentais, vale lembrar aqui que Bodhisattvas (em chinês, pu-ti-sa-to, 菩提薩多, ou pu-sa菩薩) são espíritos perfeitos, como explica Karl Ludvig Reichelt, em Truth and Tradition in Chinese Buddhism:
“Eles podem, se quiserem, entrar na plena dignidade búdica na eterna paz e felicidade, mas eles não o fazem no tempo presente, porque como bodhisattvas eles podem mais facilmente buscar aquela parte da criação ainda submetidas a peculiares condições incertas e dolorosas para almas a caminho.
“Kuan-Yin, um dos cinco bodhisattvas mais conhecidos, é o Avalokitesvara Indo-Tibetano, a divindade que atende ao grito da angústia, e se volta para o sofredor. Esta figura, pouco a pouco, vem se destacando mais que outros bodhisattvas para significar o espírito, o misericordioso e bondoso espírito que acende em todas as criaturas o desejo de uma renovação do coração, e que os protege contra toda dor e tristeza. Nos tempos primitivos, Kuan-Yin era geralmente considerado como masculino, e ainda se vê em certos mosteiros na China uma enorme figura com barba e expressão viril, que mostra Kuan-Yin como um homem. Nessa forma, Kuan-Yin é chamado filho de Amitabha. Pouco a pouco, características femininas vão se tornando mais proeminentes. Isto ocorre na medida em que a concepção de espírito torna-se dominante, e tudo que os chineses podem imaginar de ternura materna e graça feminina foi atribuído a ela. Ela se tornou a Senhora compassiva do oriente.
“Kuan-Yin, como os outros bodhisattvas, fez grandes votos. Ela irá se encarnar nas mais variadas formas, para salvar a humanidade. Por isso ela se deixa nascer ora nesse grupo, ora naquele: entre ladrões, entre criminosos na prisão, entre angustiados marinheiros e viajantes. Conhecemos cerca de trinta e duas diferentes formas, “ying”. Seu aniversário é celebrada no décimo nono dia do segundo mês; seu ingresso na Sabedoria Plena é comemorado no décimo nono dia do sexto mês; sua morte, ou melhor, seu ingresso no Nirvana, é dado por ocorrido no décimo nono dia do nono mês. Entre o povo, essas três datas são muitas vezes conhecidas como “aniversário de Kuan-Yin”. A confusão é fácil de entender: Essas festas são ocasiões muito alegres. Todos saem à rua, os templos e as cidades são decorados para a festa, para kuan-Yin, a Divindade da Misericórdia, é extremamente popular”. (p. 179 e pps)
Bodisatwa Guan-Yin foi consagrada, universalmente nas diversas correntes budistas, como principal figura da devoção. Não é necessariamente uma deusa, porque guarda traços humanos. Por exemplo, conta-se, na tradição popular, que ela foi uma princesa na antiga Índia, era a mais bela e piedosa entre todas; não gostava de vestidos luxuosos, nem de pratos finos feitos com carnes de animais, embora tudo isso lhe fosse oferecido como direito. Alimentava-se de verduras, porque não suportava ver animais sendo mortos; vestia-se de panos grossos porque gostava de ser simples; e era a mais piedosa entre as filhas. Mas quando chegou o momento de casar, fugiu do palácio porque queria buscar o seu caminho e se dedicar ao ascetismo, seguir o exemplo de Buda. Ao ser obrigada pelos seus pais a contrair casamento, ajoelhou-se diante do palácio do rei, durante dias e noites, sem nada comer, passando frio e tomando vento e chuva, apenas recitando o “Sutra da Grande Compaixão”. E assim, sua fé venceu todas as barreiras. Quando alcançou o Nirvana, não teve desprendimento suficiente para deixar o mundo, porque a sua compaixão era tão forte e infinita que lhe deu forças para fazer o maior voto que alguém podia desejar realizar: “enquanto houver almas sofredoras sobre a face da Terra, não abandonarei esse mundo, e ajudarei todos a alcançar a libertação”. E assim, ela é oficialmente chamada a “Grande Misericordiosa e Grande Compassiva Bodhisattva Guan-Shi-Yin” (a propósito, Guan-Shi-Yin, em chinês, significa literalmente: “Aquela que vê e que ouve o Mundo”).
Ela atende todos os apelos. Por mais desesperadas e “perdidas” que as pessoas possam estar, ela é incapaz de abandonar quem quer que seja, budista ou não, pois, na compreensão budista, todos os homens são de natureza búdica (luz que reflete a si mesmo), pouco importa a que religião pertençam; ou seja, seres humanos são budas em potencial.
Feitas as considerações acima, vale dizer que o referido artigo é importante e recomendável também para leitores budistas que vivem na atual sociedade consumista e materialista. Torna-se ainda mais relevante uma vez que o quadro internacional que se encontra nesse momento extremamente delicado e crítico; quanto ao mundo chinês (o continental) que há pouco se abriu para o mundo capitalista, e agora ingressa na Organização Mundial de Comércio, uma reflexão profunda é prudente. Cabe a cada um discernir e não deixar que desvie a sua infinitude para desejos superficiais! De qualquer forma, as graças que propiciam a salvação, quer pela Maria Mãe, quer pelo Bodhisattva, nos são oferecidas, de forma aberta e maternal, pacientemente, incondicionalmente e eternamente.
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[1] No caso de Di Zhang Wang, ele foi um homem, que ao alcançar o Nirvana, desejou salvar sua mãe que estava no inferno. Entrou no inferno, e, ao ver as almas sofredoras daquela dimensão, deixou-se levar pela ousadia da sua misericórdia e compaixão, e fez um voto ainda mais grandioso: “enquanto eu não salvar todas as almas do inferno, não me realizarei como Buda”. Lá no inferno, Di Zhang Wang tenta realizar o seu trabalho de salvação, assim como Guan-Yin faz aqui na Terra.
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