segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Nu-Kua ou Kuan yin






Há cerca de seis ou sete mil anos havia um mito universal de que todos os seres eram provenientes do útero de uma Mãe Cósmica [3]; tal mito da criação universal teve lugar durante uma fase informe do mundo, aonde nada podia ainda ser identificado. Inicialmente cultuada naÍndia, como Kali, a Mãe Informe, recebeu depois o nome de Tiamat (Babilônia), Nu Kua (China), Temut (Egito), Têmis (Grécia pré-helênica) e Tehom (Síria e Canaã) --este último foi o termo usado mais tarde pelos escritores bíblicos para Abismo. As mais antigas noções de criação se originavam da idéia básica do nascimento, que consistia na única origem possível das coisas e esta condição prévia do caos primordial foi extraída diretamente da teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole.


Acreditava-se que a partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este sangue, surgissem os "frutos", a própria maternidade. Essa é uma das razões pelas quais as danças das mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais. Muitas tradições referiram o princípio do coração materno que detém todo o poder da criação. Este coração materno, "uma energia capaz de coagular o caos espumoso" [4] organizou, separou e definou os elementos que compõem e produzem o cosmos; a esta energia organizadora os gregos deram o nome de Diakosmos, a Determinação da Deusa. Os egípcios, nos hieroglifos, chamaram este coração de ab e os hebreus foram os primeiros a chamar de pai (ainda que masculinizassem, a idéia fundamental de família e continuidade da vida não era patriarcal).



O coração e o sangue definem um elo imanente a todos os seres que dele nasceram e uma idéia de coração oculto do universo que pulsa e mantém o ritmo de ciclos das estações, dos nascimentos, mortes, destinos. Este é o significado que está no Livro dos Mortos ou dasMutações. No mesmo sentido o livro chinês é denominado Livro das Mutações.


O nome chinês dado à Mãe Primordial e informe é Nu Kua, nome referido também entre os egípcios, gregos, mesopotâmicos e hindus. As referências a ela remontam há 2.500 a.C. e a imagem permanece venerada nas regiões setentrionais. Kuan Yin ou A Mulher é uma deusa dos casamentos e das mulheres em geral. O corpo original do I Ching chama-se (Oito Trigramas) e os sessenta e quatro hexagramas são denominados por kua, derivado linguísitico de Mãe Primordial ou Nu Kua.

encontrado na net sem créditos.

O que é meditação?















A Meditação é um sistema milenar de purificação mental, praticado por várias tradições, em várias épocas e lugares. A Meditação Ch'an, praticada e ensinada pelo Buda Shakyamuni, tem suas raízes na Índia. Bodhidharma, monge budista, ao deixar a Índia em direção à China, no séc. VI d.C., para ensinar o Dharma, tornou-se o primeiro patriarca Ch'an nesse país e levou com ele a prática da Meditação.










A Meditação Ch'an nos permite afrontar todas as tensões e problemas da vida de maneira calma e equilibrada. A prática contínua da Meditação é capaz de eliminar as tensões que vão se desenvolvendo na vida diária, desfazendo os nós que foram atados por nosso velho hábito de reagir de forma desequilibrada tanto às situações negativas, quanto às positivas.





Abaixo, as perguntas mais freqüentes sobre Meditação:

Meditar é uma maneira de fugir da pressão do dia-a-dia?



A Meditação é uma experiência de viver a vida na sua plenitude, não importando se é dolorosa ou prazerosa.


É abraçar a realidade e mergulhar tão profundamente no ato de viver, rompendo a barreira dos desejos materialistas.


A Meditação Ch'an é um treinamento com a finalidade de absorver a realidade, as dificuldades e o estresse do dia-a-dia, vivenciando plenamente a vida, tentando resolver seus problemas.




Ch'an não é uma tentativa de fuga da pressão do cotidiano, nem de disfarçar as dificuldades que surgem, é um aprendizado, um ShiouHsing, de observar como nosso comportamento reage a obstáculos e como somos, aceitando-nos para fazermos a transformação definitiva.

Meditar é só para religiosos? Meditar é religião?




Meditação não é religião, nem é só para religiosos, mas a figura do Mestre no Oriente é muito comum entre os monges ou sábios e eles são muito reverenciados por serem representantes de instituições, templos ou escolas de artes marciais, de pintura, escultura e de filosofia.


Sobretudo no costume oriental a imagem de Mestre, Shi Fu, é de alguém que indica o caminho que você deve seguir e não na figura de pai bondoso que te dá conforto e proteção.



E se eu descobrir que minha vida está errada? A Meditação é perigosa? Pode mudar a nossa vida? O que faço com o medo?


Tudo na vida é perigoso e cheio de riscos.

 Viver é perigoso.


Dirigir na rua, voar de avião, viajar no mar é arriscado. Mesmo em casa você pode tropeçar e cair.


Tudo na vida envolve riscos, de sincronicidade condicional e causa e efeito, o YingUen.


Muitas vezes emoções encobertas por muitos anos podem provocar o medo de perder o controle, incapacidade de se defender, a mudança drástica do rumo de nossa vida.


O Ch'an é um processo suave e gradual que corrige devagar o rumo da nossa vida, que traz conscientização sobre nossa verdadeira natureza e realidade.


Entretanto, se quiser acelerar o processo de transformação, é conveniente buscar orientação individual.



Meditação é uma técnica de relaxamento?



Uma das conseqüências da Meditação Ch'an é um estado de relaxamento e tranqüilidade da Mente.


O relaxamento das tensões do cotidiano, a dissolução do stress e das mágoas do nosso coração são resultados perceptíveis.


Mas a proposta do Ch'an vai mais além.


Ch'an é Iluminação, a compreensão da vacuidade, a libertação do Ego.


É caminho de interiorização, da atentividade.


Na realidade, há procedimentos de relaxamento que enfocam a concentração da Mente, e a conduzem a repousar num objeto, numa imagem ou num tipo de pensamento.


Se a prática for adequada, o Meditante consegue tranqüilidade e paz interior muito grande, podendo atingir o êxtase


É por aqui que a maioria dos outros sistema ou técnicas estacionam e não avançam mais.


Meditação é entrar em transe?

Talvez em outros tipos de Meditação, mas não se aplica à Meditação Ch'an, ao treinamento Ch'an, ao ShiouHsing.


É uma interiorização, uma focalização para dentro do nosso Self, por isso não é hipnose, nem obliteração da Mente, muito menos, dispersão dos sentidos.


No ShiouHsing, nossa consciência se torna mais nítida e límpida, temos maior controle sobre as alterações emocionais do dia-a-dia, nos tornamos mais precisos e perspicazes.


Na auto-sugestão ou hipnose, a pessoa está sobre controle do outro, e como no Ch'an ocorre uma profunda observação de si, a pessoa fica sobre seu próprio controle, em estado de Kuang (atentividade).


Entretanto, se durante a Meditação você perder o controle ou sentidos, é porque não está treinando de acordo com a definição do sistema Ch'an.


Ch'an é o cultivo da atentividade e da observação da própria interiorização.

Meditação significa isolamento, afastar-se do mundo materialista?


Aparentemente, o Meditante está isolado, passando horas sozinho, ele e a sua almofadinha, fugindo da realidade.


Será que ele não deveria estar fazendo obras de caridade, ajudando vítimas da guerra, vítimas da fome e vítimas do capitalismo selvagem, não deveria estar cuidando dos velhos e das crianças abandonadas?


O Meditante não está isolado e nem quer fugir do mundo materialista.


Ele está motivado pelo ShiouHsing, que significa purificar-se e harmonizar-se; sua vontade é Mahayana, o grande Veículo de travessia do sofrimento humano.


Mas antes de partir para obras sociais ou ajudar o próximo, o Meditante precisa controlar seu Ego, assim suas atitudes não se transformarão em ampliação do próprio prestígio e poder do Objeto Referência em ação.


O propósito do Meditante é dissolver da sua Mente sentimentos difíceis como desejo, rancor, impulso, preconceito, mágoa, lassidão.


Trabalhar duro na Meditação para conseguir abandonar a cobiça, a insensibilidade e o medo.


Enquanto não se desprender desses sentimentos primitivos, os empreendimentos feitos para os outros, muitas vezes, se transforma em negócio próprio.


Meditação favorece nobreza de pensamento e atitude sublime?


Não, a Meditação Ch'an não traz nenhum tipo de pensamento nobre ou sublime, Ch'an é a própria nobreza.


Existem alguns sistemas de Meditação de contemplação que focalizam a nobreza de atitude e nobreza de espírito como objetivo.


Na linhagem Ch'an, a nobreza de espírito e atitude são apenas um meio, não são finalidade.


Não podemos evitar que esses pensamentos apareçam, mas também não podemos nos apegar a eles.


Ch'an é prática, é ShiouHsing, apenas isso, nada mais.


http://lohankungfu.blogspot.com/

Chame por Kuan yin

Montanha Qingcheng, lugar sagrado do taoísmo na província de Sichuan



Chame por Kuan yin


Por José Joacir dos Santos



Conhecido como o Buda da Infinita Luz e das Vidas Infinitas, Amitabha é um dos seres celestiais que optou, há milênios, por não renascer no corpo físito. Ele, como milhares deles, vive eternamente na “Morada do Pai”, a qual Jesus tanto fala, dedicado ao trabalho com os seres do nosso planeta. Sua imagem está gravada em montanhas e cavernas de toda a Ásia, especialmente, Coréia, China e Japão. Algumas delas ainda estão intactas e datadas até de mil anos antes de Cristo. Muitas foram destuídas pelo regime comunista da China, dentro do Tibete. Um dos livros raros que traz fotografias de museus asiáticos com imagens pintadas é “Buddhist Paintings of Tun Huang”, editado por Lokesh Chandra e Nirmala Sharma. Algumas dessas imagens pintadas estão no museu de Nova Delhi.


Já no século II, da nossa era, o culto a Amitabha era popular na Ásia Central, e foi registrado por anônimos monges no sutra chamado “Sukhãvati-vyuha-sutra”, copiado de mão em mão e de século em século, o qual descreve o “paraíso de Amitabha” (a “Morada do Pai”, de Jesus). A primeira tradução desse texto para o idioma chinês foi feita entre 147-170 Antes de Cristo. O que mais impressiona na pesquisa é ver imagens perfeitamente sincronizadas de Amitabha pintadas no antes de Cristo na China, no Século VII na Coréia e no Século XII no Japão. Isto significa perfeita sintonia entre os seguidores de Amitabha e essa sincronia faz com que as imagens se perpetuem no tempo em quem com ele sintonizar. É como lembrar de alguém que a gente ama.


Como bom administrador, Amitabha criou em torno de si um séquito de oito Bodhisattvas (A expressão significa, em tradução literal em sânscrito “ser (sattva) de sabedoria (bodhi)”. Esses seres de elevada espiritualidade, completamente desatados dos conceitos humanos da sexualidade (já se livraram completamente do genero sexual, porque a sexualidade é apenas relacionada com o corpo físico, isto é, não tem nada a ver com a espiritualidade), estão ativos nos dias atuais. São: Sarva-Nívarana-Viskambhin, Vajrapãni, Ksitigarbha, Maitreya, Samantabhadra, Mañjusri, Mahasthama-Prapta e Avalokitesvara (Kuan Yin). Os mais conhecidos e festejados em toda a Ásia não- muçulmana são Maitreya (chamado o Buda do Futuro), e Avalokitesvara (Kuan Yin/Kannon)).


Esses oito Seres de Sabedoria são tão elevados e atuantes nos dias de hoje que se manifestam de acordo com a necessidade de quem os invoca. É fantástico ver as pinturas centenárias e compreender o grau elevado de compaixão de todos eles. Por exemplo, Kuan Yin (feminina em no resto da Ásia e hoje na Europa e Américas; Kannon, no Japão, masculino). Nas pinturas de mil anos para cá, de acordo com a fé do monge-pintor ela/ele se manifestou de uma forma. Quando o monge japonês, coreano ou tibetano pensou de forma masculina, a imagem que ela/ele lançou a sua mente para projetar na tela foi masculina e incluiu bigode e costeleta (Kannon). Quando o monge pensou na compaixão e no perdão, Kuan Yin se manifestou de forma feminina e doce. Ainda é assim hoje em dia, de forma que Kuan Yin não faz distinção alguma sobre a sexualidade de quem invoca a sua presença e o seu amparo. Os seres espirituais ocidentais estão no mesmo caminho.


Maria, Mãe de Jesus, ignora completamente a sexualidade de quem lhe roga. Apenas a Igreja Católica ainda não descobriu isso. Todos eles, orientais e ocidentais, também ignoram as religiões porque o que interessa mesmo é a fé e o coração de cada um. Maria, assim como Kuan Yin, aparece e conversa diretamente com aqueles que se aproximam de coração puro, em várias partes do mundo, mesmo para não-católicos. Quando ela se manifestou em Fátima, Portugal, escolheu pastores de ovelhas, pobres, longe da Igreja. Uma característica da presença de ambas é um choro que não é triste, mas, sim, de emoção, consolador.


De acordo com antigas professias, está programada a vinda de Maitreya, em todo o seu esplendor, na chamada Era de Ouro, a qual coincide com as histórias do Calendário Maia. Mas, não há previsão de fim de mundo. Muito pelo contrário, será uma época de muita luz, compaixão, felicidade, onde os conceitos arcaicos de “castigos de Deus” serão sepultados. Esse tempo já bate na nossa porta.

Mestra Kwan Yin no Taoísmo



Atualmente Kwan Yin é reverenciada por taoístas e também pelos budistas Mahayana - especialmente em Taiwan, Japão e Coréia, e novamente em sua pátria, a China, onde a prática do Budismo havia sido suprimida durante a Revolução Cultural comunista (1966-69). Ela é a protetora das mulheres, dos marinheiros, dos comerciantes, dos artesãos e daqueles que se encontram sob perseguição criminal, e é invocada particularmente por aqueles que desejam progênie. Amada como a figura da Mãe e mediadora divina que está muito próxima dos negócios diários de seu devotos, o papel de Kwan Yin como madona budista tem sido comparado ao de Maria, a mãe de Jesus, no Ocidente.







Há uma confiança implícita na graça salvadora e poderes curadores de Kwan Yin. Muitos acreditam que até mesmo a mera invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado. Um dos mais famosos textos associados à bodhisattva, o antigo Sutra do Lótus, cujo vigésimo quinto capítulo, dedicado a Kwan Yin, e conhecido como o "Sutra de Kwan Yin" descreve treze casos de desastres iminentes - de naufrágios a incêndios, prisões, ladrões, demônios, venenos fatais e aflições cármicas - nas quais o devoto é salvo quando se entrega ao poder de Kwan Yin.






O texto é recitado muitas vezes, diariamente, por aqueles que desejam receber os benefícios prometidos. Os devotos invocam o poder e a misericordiosa intercessão da Bodhisattva com o mantra OM MANI PADME HUM - "salve a jóia no lótus", ou, como também tem sido traduzido, "salve Avalokitesvara, que é a jóia no coração do lótus no coração dos devotos". Através do Tibete e Ladakh, budistas têm inscrito OM MANI PADME HUM em pedras lisas de oração, chamadas "pedras mani", como ofertas votivas a Avalokitesvara. Milhares dessas pedras têm sido usadas para construir muretas-mani que ladeiam as estradas que dão ingresso a aldeias e monastérios.
 
fonte: consciencia-estelar.blogspot.com

Xin nian kuai le (Feliz AnoNovo Chines)







horóscopo chinês é baseado no calendário lunar e na filosofia budista, foram os 12 animais que atenderam o chamado do Buda e se tornaram signos. Cada ciclo dura 60 anos e a cada 12 anos os signos se repetem, porém acompanhado de um elemento mítico diferente (metal, madeira, água, fogo e terra).
Entre os dia 03 de fevereiro de 2011 até o dia 22 de janeiro de 2012 pelo horóscopo chinês estamos vivendo o ano do Coelho-Metal.
A partir do dia 23 de janeiro de 2012 entraremos no Ano do Dragão. O Dragão é o mais forte dos signos chinesesmais especificamente 2012 (4710 no calendário budista) será o Ano do Dragão-Água (27/01/1952 a 13/02/1953; 23/02/2012 a 09/02/2013).
Características daqueles do signo do Dragão-Água: Poderosos, cheios de vitalidade, líderes proeminentes, amáveis, protetores, ambiciosos, aguentam pressão e adoram desafios.



fonte: http://kiai-doo.blogspot.com/

domingo, 8 de janeiro de 2012

Sutra do Coração da Grande Sabedoria Completa - (Maka Hannya Haramita Shingyô)

Maka Hannya Haramita Shingyô



abril 17, 2008 — Monja Isshin


Maka Hannya Haramita Shingyô


(Sutra do Coração da Grande Sabedoria Completa)










Ο Kan-ji Zai Bo-satsu gyo


Jin Han-nya Ha-ra-mi-ta ji.


Sho ken Ο go on kai ku.


Do is-sai ku yaku.






Sha-ri-shi. Shiki fu i ku. Ku fu i shiki.


Shiki soku ze ku. Ku soku ze shiki


Ju so gyo shiki. Yaku bu nyo ze.










Sha-ri-shi. Ze sho ho ku so.


Fu-sho fu-metsu. Fu-ku fu-jo.


Fu-zo fu-gen. Ze-ko ku chu.


Mu-shiki mu ju so gyo shiki.


Mu-gen ni bi zes-shin ni.


Mu-shiki sho ko mi soku ho.


Mu-gen kai nai shi mu-i-shiki-kai.


Mu mu-myo yaku mu mu-myo jin.


Nai-shi mu-ro-shi. Yaku mu-ro-shi jin.


Mu-ku shu metsu do. Mu-chi yaku mu-toku.


I mu-sho-tok-ko.


Bo-dai Sat-ta.


E Han-nya Ha-ra-mi-ta Ο ko.


Shin mu kei-ge. Mu-kei-ge ko.


Mu u ku-fu. On-ri is-sai ten-do mu-so.


Ku-gyo ne-han. San-ze-sho-butsu.


E Han-nya Ha-ra-mi-ta Ο ko.


Toku a-noku ta-ra-san-myaku-san-bo-dai.


Ko chi Han-nya Ha-ra-mi-ta.


Ze dai-jin-shu. Ze dai-myo-shu.


Ze mu jo-shu. Ze mu to-do-shu.


No-jo is-sai-ku. Shin-jitsu fu-ko.


Ko setsu Han-nya Ha-ra-mi-ta shu.


Soku setsu shu watsu.


Gya-tei gya-tei. • Ha-ra gya-tei.


Hara so gya-tei. • Bo-ji sowa-ka.


Han-nya shin-gyo.









Sutra do Coração da Grande Sabedoria Completa


(Maka Hannya Haramita Shingyô)




Ο Quando Kanzeon Bodisatva praticava em profunda Sabedoria Completa


claramente observou Ο o vazio dos cinco agregados


assim se libertando de todas as tristezas e sofrimentos.


Oh! Sharishi! Forma não é mais que vazio. Vazio não é mais que forma.


Forma é exatamente vazio. Vazio é exatamente forma.


Sensação, conceituação, diferenciação, conhecimento assim também o são.


Óh! Sharishi! Todos os fenômenos são vazio-forma,


não nascidos, não mortos, não puros, não impuros,


não perdidos, não encontrados. Assim é tudo dentro do vazio.


Sem forma, sem sensação, conceituação, diferenciação, conhecimento;


sem olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo, mente,


sem cor, som, cheiro, sabor, tato, fenômeno.


sem mundo de visão, sem mundo de consciência,


sem ignorância e sem fim à ignorância,


sem velhice e morte e sem fim à velhice e morte,


sem sofrimento, sem causa, sem extinção e sem caminho,


sem sabedoria e sem ganho, sem nenhum ganho.


Bodisatva devido à Sabedoria Completa. Ο


Coração-Mente sem obstáculos,


sem obstáculos , logo, sem medo,


distante de todas as delusões, isto é Nirvana.


Todos os Budas dos Três Mundos devido à Sabedoria Completa Ο


obtém ANOKUTARA SAN MYAKU SAN BODAI.


Saiba que Sabedoria Completa


é expressão de grande divindade, expressão de grande claridade,


expressão insuperável, expressão inigualável,


com capacidade de remover todo o sofrimento.


Isto é verdade não é mentira!


Assim, invoque e expresse a Sabedoria Completa,


invoque e repita:


Gya-tei, gya-tei • ha-ra gya-tei


Hara-so gya-tei • bo-ji sowa-ka


Sutra do Coração da Grande Sabedoria Completa.

fonte:http://aguasdacompaixao.wordpress.com/2008/04/17/maka-hannya-haramita-shingyo/

O Rei Dragão e A Face Irada de Kannon

1. O Rei Dragão







Um dia um violento rei dragão encontrou um bodhisattva no caminho. O bodhisattva disse, “não mate, meu filho! Se você mantiver os cinco preceitos e cuidar de todas as vidas você será feliz”. Ao ouvir somente estas poucas palavras, o dragão se tornou totalmente não-violento.






As crianças que cuidavam de animais no sopé das montanhas do Himalaia tinham muito medo do dragão. Mas quando ele se tornou manso, elas perderam seu medo e começaram a pular em cima dele, puxar a sua cauda e jogar pedras em sua boca. Depois de um tempo, o dragão já não podia comer e ficou muito doente.






Quando o rei dragão se encontrou de novo com o bodhisattva, ele gritou: “Você me disse que se eu observasse os cinco preceitos e tivesse compaixão, eu seria feliz. Mas agora eu sofro e de modo algum estou feliz”.






O Bodhisattva respondeu: “Meu filho, se você tem compaixão, moralidade e virtude, deve ter também sabedoria e inteligência – este é o modo de você se proteger. Da próxima vez que as crianças fizerem você sofrer, mostre a elas o seu fogo. Depois disso, elas não mais o incomodarão”.


De: As Mais Belas Histórias Budistas – Internet






2. A Face Irada de Kannon


Ao observar uma imagem da Kannon de Mil Braços, vejamos que, na maioria destas imagens, uma das faces – lá em cima, logo embaixo da face de Buda – é uma face irada, mostrando os dentes, os olhos “esbugalhados”. Como explicar isto?






Gente, nem sempre as pessoas querem se corrigir, nem sempre querem se perceber.






Quantas vezes, continuar do jeito que estamos – com os mesmos comportamentos – é muito confortável e não temos motivo para mudar! Não acreditamos que possamos realmente estar prejudicando alguém, não queremos aceitar responsabilidade pelas nossas ações, nós nos achamos justificados em nossas atitudes – temos mil desculpas para não mudar.






Parecemos crianças birrentas. Não queremos ir para a cama, não queremos ir para a escola, não queremos ir ao dentista, não queremos fazer lição de casa. Só queremos continuar brincando, assistindo televisão, comendo doces, jogando videogame, falando ao telefone.






Na hora de estar lidando com uma criança birrenta assim, será que funciona fazer cafuné na cabeça dela e dizer “vamos lá, queridinha” ou será que nós nos vejamos obrigadas a usar firmeza e nos impor?






Esta firmeza – pode ser baseada na raiva? Não, não pode. Não devemos estar simplesmente numa “briga de poder”. Devemos, como pais, estar numa posição de compaixão, fazendo aquilo que é melhor para a nossa criança – nos impondo quando necessário – para que ela não coma doces demais, que vá para cama num horário razoável, que vá ao dentista quando necessário – uma lista interminável.






E é assim na vida. Por mais que a gente gostaria de sempre ficar sorridente e pacífica – “bonzinho”, há momentos em que precisamos mostrar as nossas “garras” para impedir uma invasão de nosso espaço, uma violação de nossos direitos, para impor limites e “respeito”. Mas, novamente, isto não pode ser feito a partir de uma posição raivosa ou de “briga pelo poder”. Precisa ser feito a partir de um Coração de Compaixão.






E como podemos fazer isto?






Zazen, zazen e mais zazen – corretamente sentado. Estudo dos ensinamentos budistas com um Professor de Darma. Convivência com uma Sanga de praticantes, praticando os Preceitos Budistas. Abrir o Coração de Compaixão. Abrir o Olho de Sabedoria. Libertar-se dos condicionamentos. Transcender a pequena mente condicionada e despertar a Mente Buda. Aprender a reconhecer as nossas emoções e paixões e não ser mais controlados ou levados por elas. Perceber que temos todos os seres dentro de nós mesmos – que somos também a criança birrenta, o agressor, a vítima – e somos, acima de tudo, Natureza Buda. Descobrir as nossas motivações mais secretas – tão comuns a todo e qualquer ser humano. Aceitar o fato de que somos seres humanos, com toda a glória de sua “imperfeição”. Ter compaixão para conosco mesmos – igualmente para com os outros.






Que maravilha que temos esta prática budista para nos guiar! Que benção ter este caminho de auto-transformação! Então, vamos lá, mergulhando na essência do Ser – manifestando cada vez mais esta Paz e Tranqüilidade que é a nossa herança – até mesmo quando precisamos mostrar o rosto irado de Kannon!






Que possamos cada vez mais praticar o Caminho para o bem de todos!






Retorno e me abrigo em Buda. Retorno e me abrigo no Darma. Retorno e me abrigo na Sanga.






Gassho



fonte: http://monjaisshin.wordpress.com/

sábado, 7 de janeiro de 2012

108 LUZES DE KUAN YIN



Kuan Yin é a luz da abundância


Kuan Yin é a luz do aqui


Kuan Yin é a luz do agora


Kuan Yin é a luz do amor


Kuan Yin é a luz da alegria


Kuan Yin é a luz da bondade


Kuan Yin é a luz da beleza


Kuan Yin é a luz da benevolência


Kuan Yin é a luz do caminho


Kuan Yin é a luz da caridade


Kuan Yin é a luz do centro


Kuan Yin é a luz da compaixão


Kuan Yin é a luz da concentração


Kuan Yin é a luz da consciência


Kuan Yin é a luz da dignidade


Kuan Yin é a luz da delicadeza


Kuan Yin é a luz doadora


Kuan Yin é a luz da esperança


Kuan Yin é a luz da energia


Kuan Yin é a luz do entendimento


Kuan Yin é a luz do equilíbrio


Kuan Yin é a luz do esplendor


Kuan Yin é a luz da exaltação


Kuan Yin é a luz da fé


Kuan Yin é a luz da forma


Kuan Yin é a luz do fogo


Kuan Yin é a luz da fonte


Kuan Yin é a luz da força


Kuan Yin é a luz do fulgor


Kuan Yin é a luz da fraternidade


Kuan Yin é a luz da graça


Kuan Yin é a luz guardiã


Kuan Yin é a luz da glória


Kuan Yin é a luz do infinito


Kuan Yin é a luz da justiça


Kuan Yin é a luz da inspiração


Kuan Yin é a luz da liberdade


Kuan Yin é a luz da luz


Kuan Yin é a luz da misericórdia


Kuan Yin é a luz do mundo


Kuan Yin é a luz do mistério


Kuan Yin é a luz onipotente


Kuan Yin é a luz onisciente


Kuan Yin é a luz onipresente


Kuan Yin é a luz da paz


Kuan Yin é a luz do perdão


Kuan Yin é a luz da perfeição


Kuan Yin é a luz do poder


Kuan Yin é a luz da prosperidade


Kuan Yin é a luz da pureza suprema


Kuan Yin é a luz do reino divino


Kuan Yin é a luz da renovação


Kuan Yin é a luz da reconstrução


Kuan Yin é a luz da riqueza


Kuan Yin é a luz da sabedoria


Kuan Yin é a luz sagrada


Kuan Yin é a luz da saúde


Kuan Yin é a luz do silêncio


Kuan Yin é a luz da transformação


Kuan Yin é a luz Que Tudo Ouve


Kuan Yin é a luz Que Tudo Sabe


Kuan Yin é a luz Que Tudo Vê


Kuan Yin é a luz da unidade


Kuan Yin é a luz da verdade


Kuan Yin é a luz da vida


Kuan Yin é a luz da vitória


Kuan Yin é a luz da vontade


Kuan Yin é a luz da semente


Kuan Yin é a luz da raiz


Kuan Yin é a luz da folha


Kuan Yin é a luz da flor


Kuan Yin é a luz de Mani


Kuan Yin é a luz de Padme


Kuan Yin é a luz de Hum


Kuan Yin é a luz do sol


Kuan Yin é a luz da lua crescente


Kuan Yin é a luz da estrela guia


Kuan Yin é a luz da água viva


Kuan Yin é a luz do perfume


Kuan Yin é a luz dos mestres


Kuan Yin é a luz do som puro e sagrado


Kuan Yin é a luz do dharma


Kuan Yin é a luz do bodisatva


Kuan Yin é a luz do sanga


Kuan Yin é a luz da fala correta


Kuan Yin é a luz da mente correta


Kuan Yin é a luz da canção pura


Kuan Yin é a luz do sutra da devoção


Kuan Yin é a luz do lótus


Kuan Yin é a luz vencedora


Kuan Yin é a luz do alimento


Kuan Yin é a luz da oração


Kuan Yin é a luz cheia de piedade


Kuan Yin é a luz do escudo de proteção


Kuan Yin é a luz da nuvem magnífica


Kuan Yin é a luz da atividade consagrada


Kuan Yin é a luz da dharani


Kuan Yin é a luz do Maha Karuna


Kuan Yin é a luz da substância viva


Kuan Yin é a luz do ser


Kuan Yin é a luz da vacuidade


Kuan Yin é a luz do Om Maha Suka Hum


Kuan Yin é a luz da porta de Shamballa


Kuan Yin é a luz da conexão de Shamballa


Kuan Yin é a luz do Mantra Vajra


Kuan Yin é a luz dos sutras


Kuan Yin é a luz das contas do rosário


Namo Kuan Shih Yin Pu Sa






Autoria: Sandra Meirelles

Mãezinha de Amor



Mãezinha de Amor



Que neste início de noite, quando descansarei meu


corpo,peço que sua essência proteja-me e vê-le meu


sono,para que enquanto a noite transcorre, eu possa


... ter o merecimento de sua presença divina e amiga


em meu repouso.


Que sua Luz,proteja meu espírito para que eu tenha


em sonho,lembranças de um caminho correto para a


iluminação e ao despertar reinicie meu caminho de


devoção a Ti que é a razão de meu viver e meu porto


seguro.


Namo Kwan Shi Yih Pu sa


autoria Silvia Montone

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Poesia à Kwan yin



Voz suave



Enfeitando minha vida


Sabedoria por trás de seu sorriso gentil,


Me conhecer verdadeiramente dentro de seus olhos amorosos.


Você me escolheu para despertar a minha compaixão.


Tirei minha armadura


Tornando-se finalmente me,


Por causa de, com e para você.






por Wren

Ritual Grande Compaixão de Kuan Yin , por Isis Wonder





Cada ano, em 15 de abril, é a tradição de realizar o Ritual  Grande Compaixão de Kuan Yin . 

O  ritual:

- Este ritual é tradicionalmente é feito com um altar baixo e um  sentado sobre os calcanhares


 Configure o seu altar com uma imagem ou estátua de Kuan Yin,


a Mandala da Compaixão (acima), uma flor de Lotus ou incenso Ambar.






Faça 3 prostrações para Kuan Yin






Ofereça um (ou mais) de copos ou frascos de vidro de água que Kuan Yin abençoará.






convide Kuan Yin a vir até você e aparecer.






Traga as palmas das mãos juntas em oração mudra.




Recite o seguinte:




"Que a Paz de Kuan Yin seja sobre esta casa


Que a Luz de Kuan Yin a minha alma

Que a Sabedoria de Kuan Yin ser em minha mente


Que a virtude e pureza de Kuan Yin estar entre os membros da minha família

Que a Saúde e Bem-Estar de Kuan Yin se manifestar através de meu corpo,


E irradiar através da roupa que eu uso.


Que a graça de Kuan Yin seja a minha adoração

Que o Talentos de Kuan Yin se manifestem através de meus sentidos

Que a Paz de Kuan Yin estar acima de mim! "


Recitar este mantra 10 vezes






"Na Mo Bodhisattva Kuan Yin".






Finalmente beba a água abençoada por Kuan Yin.

Esta água agora tem poderes curativos.


Dedicar essa prática do mantra da Compaixão Kuan Yin Grande para o benefício e


iluminação de todos os seres.


Feche os santuário.

Dias Especiais Kuan Yin




Aniversário Kuan Yin é realizada 09 de fevereiro. O santo nome de Kuan Yin é a maior proteção que temos contra ameaças. Reconhecimento de sua luz que brilha através Deusa fora a criação, é a nossa maior fonte de força. A Deusa da Misericórdia é mais ativo na primavera, pois é quando as pessoas se sentem Seu suas perdas mais pungente. Na tradição chinesa, simplesmente proferindo Seu nome é o suficiente para alcançar a salvação, pois Ela é tão misericordioso que nenhum pedido passa despercebido, nenhuma oração sem resposta.






Suas esculturas mostram frequentemente Seu carregando um vaso que contém ramos do salgueiro-chorão. Ela usa essas sagrada salgueiro varinhas para chuveiro gotas de misericórdia e de água de cura preciosas sobre a terra. Nós nem mesmo necessidade de articular nossas necessidades específicas, para apenas mencionar seu nome chama-a a nós.










12 de julho é apenas um dos seus dias de festa. Embora as mulheres em nossa sociedade são e têm sido encorajados a ser "auto-sacrifício", vemos o conceito de sacrifício levantado a um plano muito maior. Kuan Yin sabe seu próprio poder, e escolheu, devido à sua bondade, para permanecer deste lado do céu para ajudar os outros em direção em direção a uma meta espiritual. Quando ajudamos a outros fora de nossa própria força, nós emular Kuan Yin. Quando deixamos de reconhecer a nossa própria força e escape nos para os outros, que ainda não conhecemos os desafios espirituais da vida de uma mulher.






14 de outubro é comemorado o aniversário da trans - mutação de Miao Shan, manifestação humana Kuan Yin. Ela era trans - mutado no bodhisattva gentilmente (alguém que cai entre ser um santo e uma divindade). Kuan Yin é a única mulher chamada de bodhisattva, e é o mais amado de todos eles.






Coração Kuan Yin, o verdadeiro centro do ser, é tão profunda que apenas a qualidade não se pode descrevê-lo, portanto, Kuan Yin fala de dez corações e para cada um existe um mantra. Mantra é a chave para convidar coração Kuan Yin em nosso, por isso é considerado um som sagrado. Budistas escrituras declaram que ela ganhou o esclarecimento através de seu sentido sagrado da audição.

Mantras para Kuan yin

Kuan Yin Oração Fertilidade





Grande Bodhisattva, Madre Kuan Yin,


Peço-vos, me ajude a ser fértil,


Peço-vos, me ajude a ser fecundo,


Peço-vos, me ajudar a conceber uma criança saudável,


Peço isso com todo o meu coração,


Peço isso com meu corpo e alma,


Peço isso em seu santo nome,


Que assim seja! Abençoado seja!
 
fonte: isis to  wonder

Oração a Kwan yin pelos mortos




Divina Mãe Kuan Yin,

Por favor, tome a alma da minha querida (o) ______________, falecida (o),

para o doce canto da sua mente,

O lugar mais terno em seu coração,


Que ela (ele) e eu possamos ser consolados.






Por agora ela (ele) se foi, e eu oro,


Amada Mãe Kuan Yin, para a força para se lembrar que ela não tenha ido longe.






Pois ela (ele) está com você e deve permanecer assim para sempre.


Ela (Ele) permanece dentro de mim, pois estamos todos juntos.






A corda que nos une uns aos outros não pode ser cortada, certamente não pela morte.


Para você querida Kuan Yin, mantenhamos juntos, e nós permanecemos em ligação eterna.






Não há poder maior do que o seu amor.


A morte não é o seu mestre, nem o meu.


Essas coisas que eu acredito e peço a meu coração para registrar em minha mente.






Entrego-te Amada Mãe Kuan Yin, a minha dor.


Entrego-te Amada Mãe Kuan Yin, a minha dor.


Por favor, cuide do teu (tua) servo (serva)______________, meu querido (minha querida) que já passou.


E, por favor Divina Mãe Kuan Yin, cuida de mim.





fonte:isisdownunder1

tradução do ingles:silvia montone

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tara, o Aspeto Feminino de Buda





Tara (em sânscrito Tārā, provavelmente "estrela", e, para os tibetanos, Drol Ma ou Jetsün Dólmã, "Salvadora"), é uma deidade feminina do budismo Vajrayana ("Caminho Diamantino", que simboliza a sabedoria que discerne agudamente como um raio). O Vajrayāna foi introduzido no Tibete por Padmasambhava (em tibetano Guru Rinpoche), no século VIII, durante o reinado de Trisong Detsen.




Tara é a mãe da compaixão, o aspecto feminino do Buda, indissociável do estado desperto iluminado. Todas as deidades budistas femininas são aspectos seus.


É a divindade nacional do Tibete.




A princesa Yeshe Dawa: origem do mito






Conta-se que a princesa Yeshe Dawa, "Lua de Sabedoria", que recebeu ensinamentos de um Buda, acumulou méritos e sabedoria, tendo sido aconselhada a rezar por um renascimento masculino, pois, como homem, alcançaria a iluminação espiritual. Reconhecendo nisso a ignorância de que a dualidade é relativa, fez o compromisso de sempre renascer em forma feminina, como mulher. Por esse gesto de sabedoria e compaixão, Yeshe Dawa/Tara é considerada manifestação de Avalokiteshvara, sânscrito Avalokiteśvara, "Aquela que enxerga os clamores do mundo", ou "Senhora dos Mil Olhos", em tibetano Chenrezig, e também sua consorte.


Tara pode ser representada também como consorte de Amoghasiddhi, considerado a emanação do despertar plenamente realizado de Buddha.




Nomes de Tara


De acordo com as várias linhagens do Budismo tibetano, a lista dos nomes de Tara pode apresentar variações. Dos 108 nomes e 21 formas e inúmeras cores de Tara, duas são mais populares:




Tara (em sânscrito Tārā, provavelmente "estrela", e, para os tibetanos, Drol Ma ou Jetsün Dólmã, "Salvadora"), é uma deidade feminina do budismo Vajrayana ("Caminho Diamantino", que simboliza a sabedoria que discerne agudamente como um raio). O Vajrayāna foi introduzido no Tibete por Padmasambhava (em tibetano Guru Rinpoche), no século VIII, durante o reinado de Trisong Detsen.


Tara é a mãe da compaixão, o aspecto feminino do Buda, indissociável do estado desperto iluminado. Todas as deidades budistas femininas são aspectos seus.


É a divindade nacional do Tibete.




A princesa Yeshe Dawa: origem do mito


Conta-se que a princesa Yeshe Dawa, "Lua de Sabedoria", que recebeu ensinamentos de um Buda, acumulou méritos e sabedoria, tendo sido aconselhada a rezar por um renascimento masculino, pois, como homem, alcançaria a iluminação espiritual. Reconhecendo nisso a ignorância de que a dualidade é relativa, fez o compromisso de sempre renascer em forma feminina, como mulher. Por esse gesto de sabedoria e compaixão, Yeshe Dawa/Tara é considerada manifestação de Avalokiteshvara, sânscrito Avalokiteśvara, "Aquela que enxerga os clamores do mundo", ou "Senhora dos Mil Olhos", em tibetano Chenrezig, e também sua consorte.


Tara pode ser representada também como consorte de Amoghasiddhi, considerado a emanação do despertar plenamente realizado de Buddha.




Nomes de Tara


De acordo com as várias linhagens do Budismo tibetano, a lista dos nomes de Tara pode apresentar variações. Dos 108 nomes e 21 formas e inúmeras cores de Tara, duas são mais populares:


A Tara Branca, sânscrito Sitatāra, identificada com a Princesa da China, esposa do primeiro rei budista do Tibete, Songtsen Gampo, séc. VII. Em geral associada a Kuan Yin, que também é representada na cor branca.




 
A Tara Verde, sânscrito Syamatāra, identificada com a Princesa do Nepal, segunda esposa deste mesmo rei.




A Tara Vermelha, Rigdjed Lamo em tibetano, que evoca nosso estado desperto natural, denominado rigpa, também torna-se conhecida no Brasil, por influência de Chagdud Tulku Rinpoche..




O culto a Tara no Tibete espraia-se sob influência do ardoroso devoto indiano Atisha,sânscrito Atiśa, que chega ao país em 1042.


As 21 formas de Tara correspondem ao texto litúrgico indiano "Homenagem às 21 Taras", levado ao Tibete por Dharmadra, também no séc. XI e dizem respeito a funções e características específicas e associadas a gestos propiciatórios, ou mudras e sílabas sagradas, ou mantras.






O Mantra de Tara


Sânscrito: Oṃ Tāre Tuttāre Ture Svāhā, ou, aproximadamente "Glória a Tara. Salve!"


Mantra de Tara Vermelha: "Om Tare Tam Soha"


http://pt.wikipedia.org/wiki/Tara_(budismo)

Declaração de Sua Santidade sobre a questão de sua reencarnação





























Declaração de Sua Santidade o Décimo Quarto Dalai Lama, Tenzin Gyatso, sobre a questão de sua reencarnação
Introdução
Meu companheiro tibetanos, tanto dentro como fora do Tibete, todos aqueles que seguem a tradição budista tibetana, e todos que tem uma conexão com o Tibete e os tibetanos: devido à previsão de nossos antigos reis, ministros e escolares-adeptos, o ensino completo do Buda, que compreende os ensinos bíblicos e experiencial dos Três Veículos e os quatro conjuntos de Tantra e seus assuntos e disciplinas relacionadas floresceu amplamente na Terra da Neve. Tibet tem servido como fonte de budistas e tradições culturais relacionados para o mundo. Em particular, tem contribuído significativamente para a felicidade dos seres incontáveis ​​na Ásia, inclusive na China, Tibete e Mongólia.
No curso de defesa da tradição budista no Tibete, nós evoluímos uma tradição tibetana única de reconhecer as reencarnações de escolares-adeptos que tem sido de grande ajuda para ambos os seres sencientes e Dharma, particularmente para a comunidade monástica.
Desde o onisciente Gedun Gyatso foi reconhecido e confirmado como a reencarnação de Gedun Drub no século XV e os Gaden Phodrang Labrang (instituição do Dalai Lama) foi criada, reencarnações sucessivas têm sido reconhecidos. O terceiro na linha, Sonam Gyatso, recebeu o título de Dalai Lama. O quinto Dalai Lama, Ngawang Lobsang Gyatso, estabeleceu o Governo Gaden Phodrang em 1642, tornando-se o líder espiritual e político do Tibete. Para mais de 600 anos desde Gedun Drub, uma série de reencarnações inequívoco foi reconhecido na linhagem do Dalai Lama.
Os Dalai Lamas têm funcionado como ambos os líderes políticos e espirituais do Tibete para 369 anos desde 1642. Eu já trouxe essa voluntariamente ao fim, orgulhoso e satisfeito que possamos prosseguir o tipo de sistema democrático de governo florescendo no resto do mundo. Na verdade, já em 1969, deixei claro que as pessoas em questão devem decidir se reencarnações do Dalai Lama deve continuar no futuro. No entanto, na ausência de diretrizes claras, o público interessado deve expressar um desejo forte para os Dalai Lamas para continuar, há um risco óbvio de interesses políticos abusar do sistema de reencarnação para cumprir sua própria agenda política. Portanto, enquanto eu permanecer física e mentalmente apto, ele me parece importante que elaborar orientações claras para reconhecer o próximo Dalai Lama, de modo que não há espaço para a dúvida ou engano. Para estas diretrizes a serem plenamente compreensível, é essencial para compreender o sistema de Tulku reconhecimento e os conceitos básicos por trás dele. Portanto, vou explicar brevemente as abaixo.
Vidas passadas e futuras
Para aceitar a reencarnação ou a realidade da tulkus, precisamos aceitar a existência de vidas passadas e futuras. Seres sencientes vir a esta vida presente de suas vidas anteriores e renascer de novo após a morte. Este tipo de contínuo renascimento é aceite por todas as antigas tradições espirituais indígenas e escolas de filosofia, exceto o Charvakas, que eram um movimento materialista. Alguns pensadores modernos negam vidas passadas e futuras na premissa de que não podemos vê-los. Outros não chegar a conclusões tão clara sobre esta base.
Apesar de muitas tradições religiosas aceitar renascimento, eles diferem em suas opiniões do que é que renasce, como renasce, e como ela passa através do período de transição entre duas vidas. Algumas tradições religiosas aceitar a perspectiva de vida futura, mas rejeitam a idéia de vidas passadas.
Geralmente, os budistas acreditam que não há começo ao nascimento e que uma vez que alcançar a libertação do ciclo de existência, superando nosso carma e as emoções destrutivas, não vamos renascer sob a influência dessas condições. Portanto, os budistas acreditam que há um fim para renascer como resultado de emoções karma e destrutivo, mas a maioria das escolas filosóficas budistas não aceitam que o fluxo mental chega ao fim. Para rejeitar o renascimento passado e futuro estaria em contradição com o conceito budista de chão caminho, eo resultado, que deve ser explicado com base a mente disciplinada ou indisciplinada. Se aceitarmos este argumento, logicamente, também teríamos de aceitar que o mundo e seus habitantes acontecer sem causas e condições. Portanto, enquanto você é um budista, é necessário aceitar renascimento passado e futuro.
Para quem se lembra de suas vidas passadas, o renascimento é uma experiência clara. No entanto, a maioria dos seres normais esqueça suas vidas passadas como eles passam pelo processo de morte, estado intermediário e renascimento. Renascimentos como passado e futuro são um pouco obscuros para eles, precisamos usar a lógica baseada em evidências para provar renascimentos passado e futuro para eles. Existem muitos argumentos lógicos dada nas palavras de Buda e comentários posteriores a provar a existência do passado e vidas futuras. Em resumo, eles descem a quatro pontos: a lógica de que as coisas são precedidas por coisas de um tipo semelhante, a lógica de que as coisas são precedidas por uma causa substancial, a lógica de que a mente tem ganhado familiaridade com as coisas no passado, e os lógica de ter experiência de coisas no passado.

Em última análise, todos esses argumentos são baseados na idéia de que a natureza da mente, sua clareza e consciência, deve ter clareza e consciência como sua causa substancial. Ele não pode ter qualquer outra entidade, como um objeto inanimado como sua causa substancial. Isso é auto-evidente. Através da análise lógica inferimos que um novo fluxo de clareza e consciência não pode acontecer sem causas ou de causas não relacionadas. Enquanto observamos que a mente não pode ser produzido em um laboratório, também inferir que nada pode eliminar a continuidade de clareza e consciência sutil.
Tanto quanto sei, nenhum psicólogo moderno, o físico, ou neurocientista foi capaz de observar ou predizer a produção de espírito ou da matéria ou sem justa causa.
Há pessoas que me lembro a sua vida imediata passado ou mesmo de muitas vidas passadas, bem como ser capaz de reconhecer lugares e parentes daquelas vidas. Este não é apenas algo que aconteceu no passado. Ainda hoje existem muitas pessoas no Leste e Oeste, que pode recordar os incidentes e experiências de vidas passadas. Negar isso não é uma forma honesta e imparcial de fazer pesquisa, porque vai contra essa evidência. O sistema tibetano de reencarnações reconhecendo é um modo autêntico de investigação com base na lembrança das pessoas sobre suas vidas passadas.
Como renascimento ocorre
Há duas maneiras pelas quais alguém pode renascer após a morte: o renascimento sob a influência do karma e destrutivas emoções e renascimento através do poder da compaixão e da oração. Em relação ao karma, primeiro devido à ignorância negativos e positivos são criados e suas marcas permanecem na consciência. Estes são reativados através do desejo e apego, impulsionando-nos para a próxima vida. Em seguida, renascer involuntariamente em reinos superiores ou inferiores. Este é o modo como os seres comuns círculo incessantemente através da existência como o virar de uma roda. Mesmo sob tais circunstâncias, seres comuns podem se engajar de forma diligente com uma aspiração positiva nas práticas virtuosas no seu dia-a-dia. Eles se familiarizar com a virtude que, no momento da morte pode ser reativado fornecendo os meios para eles tomarem renascimento em um plano superior de existência. Por outro lado, Bodhisattvas superior, que alcançaram o caminho da visão, não renascem pela força de seu carma e as emoções destrutivas, mas devido ao poder de sua compaixão pelos seres sencientes e com base em suas orações para beneficiar os outros.Eles são capazes de escolher o seu lugar e hora do nascimento, bem como os seus futuros pais. Como um novo nascimento, que é exclusivamente para o benefício dos outros, é o renascimento através da força da compaixão e da oração.
O significado de Tulku
Parece que o costume tibetano de aplicar "Tulku" o epíteto (Corpo de Buda Emanação) para reencarnações reconhecido começou quando os devotos usaram-na como um título honorífico, mas desde então se tornou uma expressão comum. Em geral, o termo se refere a Tulku um aspecto particular do Buda, um dos três ou quatro veículos descritos no Sutra. De acordo com essa explicação destes aspectos do Buddha, uma pessoa que está totalmente vinculado a emoções destrutivas e karma tem o potencial para alcançar o corpo-verdade (Dharmakaya), compreendendo o Corpo Verdade Sabedoria eo Corpo Natureza Verdade. O primeiro refere-se à mente iluminada de um Buda, que vê tudo diretamente e com precisão, como ele é, em um instante. Ele foi inocentado de todas as emoções destrutivas, bem como suas marcas, através da acumulação de mérito e sabedoria durante um longo período de tempo. Este último, o Corpo Verdade Nature, refere-se a natureza vazia de que a mente onisciente iluminado. Esses dois juntos são aspectos dos Budas para si mesmos. No entanto, como eles não são diretamente acessíveis a outros, mas só entre os Budas-se, é imperativo que o manifesto Budas em formas físicas que são acessíveis para os seres sencientes, a fim de ajudá-los. Assim, o aspecto último físico de um Buda é o Corpo de Prazer completa (Sambhogakaya), que é acessível a Bodhisattvas superior, e tem cinco títulos definitivos, como residente no Céu Akanishta. E do Corpo de felicidade completa se manifestam os Órgãos Emanação miríade ou tulkus (Nirmanakaya), dos Budas, que aparecem como deuses ou seres humanos e são acessíveis mesmo aos seres comuns. Estes dois aspectos físicos do Buda são chamados de corpos Form, que são voltados para os outros.
Corpo da Emanação é três vezes: a) o Corpo emanação supremo como o Buda Sakyamuni, o Buda histórico, que manifestou as doze obras de um Buda, como nascendo no lugar que ele escolheu e assim por diante; b) do Corpo Artístico Emanação que serve os outros, aparecendo como artesãos, artistas e assim por diante, e c) do Corpo Emanação encarnado, segundo a qual os Budas aparecem em várias formas, tais como seres humanos, divindades, rios, pontes, plantas medicinais e árvores para ajudar os seres sencientes. Destes três tipos de Corpo da Emanação, as reencarnações de mestres espirituais reconhecido e conhecido como "tulkus" no Tibete estão sob a terceira categoria. Entre esses tulkus pode haver muitos que são realmente qualificados Órgãos encarnado Emanação dos Budas, mas isso não necessariamente se aplicam a todos eles. Entre os tulkus do Tibete pode haver aqueles que são reencarnações de Bodhisattvas superior, Bodhisattvas sobre os caminhos da acumulação e preparação, bem como mestres que são, evidentemente, ainda não começou a estes caminhos Bodhisattva. Portanto, o título de Tulku é dado a reencarnar Lamas, quer em razão de seus semelhantes seres iluminados ou através da sua ligação a certas qualidades de seres iluminados.
Como Jamyang Khyentse Wangpo disse:
"A reencarnação é o que acontece quando alguém toma renascimento após o seu antecessor passando;. Emanação é quando manifestações ocorrem sem a fonte do falecimento"
Reconhecimento de Reencarnações
A prática de reconhecer quem é quem, identificando vida anterior de alguém ocorreu mesmo quando o próprio Buda Sakyamuni estava vivo. Muitos relatos são encontrados nas quatro Seções Agama do Vinaya Pitaka, o Jataka Stories, o Sutra da Wise e Foolish, Sutra de Cem Karmas e assim por diante, no qual o Tathagata revelou o funcionamento do karma, contando inúmeras histórias sobre como os efeitos de certos karmas criado em uma vida passada são experimentados por uma pessoa em sua vida presente. Além disso, nas histórias de vida de mestres indianos, que viveu após o Buddha, muitos revelam seus lugares de nascimento anterior. Existem muitas dessas histórias, mas o sistema de reconhecimento de suas reencarnações e numeração não ocorreu na Índia.
O sistema de reconhecer reencarnações no Tibete
Vidas passadas e futuras foram afirmou na tradição Bon tibetana indígenas antes da chegada do budismo. E uma vez que a propagação do budismo no Tibete, praticamente todos os tibetanos têm acreditado em vidas passadas e futuras. Investigando a reencarnação de muitos mestres espirituais que confirmou a Dharma, bem como o costume de rezar com devoção a eles, floresceu em todo o Tibete. Muitas escrituras autênticas, livros indígenas tibetanos como o Mani Kabum e os Ensinamentos Quíntuplo Kathang e outros como os livros dos discípulos Kadam eo Garland Jewel: respostas a consultas, que foram relatados pelo glorioso, incomparável mestre indiano Atisha Dipankara no 11 º século no Tibete, contam histórias das reencarnações de Arya Avalokiteshvara, o Bodhisattva da compaixão. No entanto, a tradição atual de reconhecer formalmente o reencarnações de mestres começou no início do século 13 com o reconhecimento do Karmapa Pagshi como a reencarnação do Karmapa Dusum Khyenpa por seus discípulos de acordo com sua previsão. Desde então, tem dezessete anos encarnações Karmapa longo de mais de 900 anos. Da mesma forma, desde o reconhecimento de Kunga Sangmo como a reencarnação de Khandro Choekyi Dronme no século 15, houve mais de dez encarnações de Samding Dorje Phagmo. Assim, entre os tulkus reconhecido no Tibet há monges e praticantes leigos tântrico, masculino e feminino. Este sistema de reconhecimento das reencarnações gradualmente se espalhou para outras tradições budistas tibetanas e Bon, no Tibete. Hoje, há reconhecido tulkus em todas as tradições do budismo tibetano, o Sakya, Geluk, Kagyu e Nyingma, bem como Jonang e Bodong, que servem ao Dharma. Também é evidente que entre estes tulkus alguns são uma desgraça.
O onisciente Gedun Drub, que era um discípulo direto de Je Tsongkhapa, fundada Tashi Lhunpo em Tsang e cuidou de seus alunos. Ele faleceu em 1474 na idade de 84. Embora inicialmente não foram feitos esforços para identificar sua reencarnação, as pessoas eram obrigadas a reconhecer um filho chamado Sangye Chophel, que havia nascido no Tanak, Tsang (1476), por causa do que ele tinha a dizer sobre suas lembranças incríveis e sem falhas de seu passado a vida. Desde então, começou uma tradição de buscar e reconhecer as reencarnações sucessivas dos Dalai Lamas pela Phodrang Gaden Labrang e mais tarde o Governo Gaden Phodrang.
As maneiras de reconhecer reencarnações
Depois que o sistema de reconhecimento de tulkus surgiu, vários procedimentos para realizar isso começou a se desenvolver e crescer. Entre estes alguns dos mais importantes envolvem carta de previsão do seu antecessor e outras instruções e indicações que possam ocorrer, a reencarnação é confiável contando sua vida anterior e falar sobre isso, identificar os bens pertencentes ao antecessor e reconhecer pessoas que tinham sido perto dele. Além destes, métodos adicionais incluem pedindo confiável para seus mestres espirituais adivinhação, bem como procurar as previsões dos oráculos mundano, que aparecem através de médiuns em transe, e observando as visões que se manifestam em lagos sagrados de protetores como Lhamoi Latso, um lago sagrado sul de Lhasa.
Quando não passa a ser mais de um candidato em potencial para o reconhecimento como Tulku, e torna-se difícil decidir, há uma prática de fazer a decisão final por adivinhação empregam o método massa-ball (zen tak) antes de uma imagem sagrada ao chamar sobre o poder da verdade.
Emanação antes do falecimento do antecessor (ma-dhey tulku)
Normalmente, uma reencarnação tem que ser tomada renascimento de alguém como um ser humano depois de previamente falecimento. Ordinária seres sencientes em geral, não podem manifestar uma emanação antes da morte (ma-dhey tulku), mas Bodhisattvas superior, que podem manifestar-se em centenas ou milhares de corpos ao mesmo tempo, pode manifestar uma emanação antes da morte. Dentro do sistema tibetano de tulkus reconhecendo que há são emanações que pertencem ao mesmo fluxo mental como o predecessor, emanações que estão ligados a outros através do poder do karma e orações, e emanações que vêm como resultado de bênçãos e nomeação.
O principal objectivo do aparecimento de uma reencarnação é para continuar o trabalho inacabado do seu antecessor para servir Dharma e seres. No caso de um Lama, que é um ser comum, em vez de ter uma reencarnação pertencentes ao mesmo fluxo mental, alguém com ligações ao Dalai através de ações puras e orações pode ser reconhecido como sua emanação. Alternativamente, é possível que o Dalai nomear um sucessor que seja seu discípulo ou alguém jovem que está a ser reconhecido como sua emanação. Uma vez que estas opções são possíveis no caso de um ser comum, uma emanação antes da morte que não é o mesmo fluxo mental é viável. Em alguns casos, uma alta Lama pode ter várias reencarnações, simultaneamente, como encarnações do corpo, fala e mente e assim por diante. Nos últimos tempos, tem havido emanações bem conhecido antes da morte, como Dudjom Yeshe Dorje Jigdral e Trichen Chogye Ngawang Khyenrab.
Usando o Baú Dourado
Como a idade degenerada fica pior, e como mais reencarnações de Lamas elevados estão sendo reconhecidos, alguns deles por motivos políticos, um número crescente tem sido reconhecido através de meios inadequados e questionáveis, como resultado do enorme prejuízo que tem sido feito para a Dharma.
Durante o conflito entre o Tibete e os Gurkhas (1791-1793) do governo tibetano teve que chamar a Manchu apoio militar. Consequentemente, o militar Gurkha foi expulso do Tibete, mas depois Manchu funcionários fez uma proposta de 29 pontos sobre o pretexto de fazer a administração do governo tibetano é mais eficiente. Esta proposta incluía a sugestão de escolher os lotes a partir de uma urna de ouro para decidir sobre o reconhecimento das reencarnações dos Dalai Lamas, Lamas e Panchen Hutuktus, um título dado a Lamas da Mongólia alta. Portanto, esse procedimento foi seguido no caso de reconhecer algumas reencarnações do Dalai Lama, Panchen Lama e outros Lamas elevados. O ritual a ser seguido foi escrito pelo oitavo Dalai Lama Jampel Gyatso. Mesmo depois de um tal sistema foi introduzido, este procedimento foi dispensada para o décimo terceiro, nono e eu mesmo, o XIV Dalai Lama.
Mesmo no caso da Décima Dalai Lama, a reencarnação autêntica já haviam sido encontrados e, na realidade, esse procedimento não foi seguido, mas para o humor Manchus era apenas anunciou que este procedimento tinha sido observado.
O sistema Baú Dourado foi realmente utilizado apenas nos casos do Lamas XI e XII Lama. No entanto, o Décimo Segundo Dalai Lama já havia sido reconhecido antes do procedimento foi utilizado. Portanto, houve apenas uma ocasião, quando o Dalai Lama foi reconhecido por meio desse método. Da mesma forma, entre as reencarnações do Panchen Lama, além do oitavo e do nono lugar, não há instâncias desse método que está sendo empregado. Este sistema foi imposta pela Manchus, mas tibetanos não tinham fé nele porque ele não tinha nenhuma qualidade espiritual. No entanto, se fosse para ser usado honestamente, parece que poderíamos considerá-lo como semelhante à forma de adivinhação empregando o método de massa de pão-ball (zen tak).
Em 1880, durante o reconhecimento do XIII Dalai Lama como a reencarnação do Décimo Segundo, os traços da relação Priest Patron entre Tibete e os manchus ainda existia. Ele foi reconhecido como a reencarnação inequívoco pelo Oitavo Panchen Lama, as previsões dos oráculos Nechung e Samye e pela observação de visões que apareceu em Lhamoi Latso, portanto, o procedimento Baú Dourado não foi seguido. Isso pode ser claramente entendida a partir testamento final o décimo terceiro Dalai Lama do Ano da Água Macaco (1933) em que ele afirma:
"Como todos sabem, fui escolhido não da forma habitual de escolher os lotes a partir da urna de ouro, mas a minha escolha foi anunciada e adivinhava. Em conformidade com essas adivinhações e profecias que foi reconhecido como a reencarnação do Dalai Lama e entronizado. "
Quando eu era reconhecido como a encarnação do Décimo Quarto Dalai Lama, em 1939, a relação patrono-Priest entre o Tibete ea China já havia chegado ao fim. Portanto, não havia dúvidas de qualquer necessidade de confirmar a reencarnação através da utilização do Baú Dourado. É bem conhecido que o então regente do Tibete e os tibetanos da Assembleia Nacional tinha seguido o procedimento para reconhecer a reencarnação do Dalai Lama, tendo em conta as previsões de Lamas elevados, os oráculos e as visões visto na Lhamoi Latso; os chineses não tinham envolvimento em ele quer que seja. No entanto, alguns funcionários em causa do Guomintang depois astuciosamente espalham mentiras em jornais, alegando que eles haviam concordado em renunciar ao uso da urna de Ouro e que Wu Chung-tsin presidida minha entronização, e assim por diante. Esta mentira foi exposta por Ngabo Ngawang Jigme, o Vice-Presidente do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional, que a República Popular da China considera ser uma pessoa mais progressista, na Segunda Sessão da Quinta da Assembleia Popular da Região Autónoma do Tibete região (31 de julho de 1989). Isso fica claro quando, no final de seu discurso, no qual ele deu uma explicação detalhada de eventos e apresentou provas documentais, ele insistiu:
"Que necessidade há para o Partido Comunista a seguir o exemplo e continuar as mentiras do Guomintang?"
Estratégia enganosa e falsas esperanças
No passado recente, tem havido casos de gestores irresponsáveis ​​de ricos-Lama propriedades que se entregavam a métodos impróprios de reconhecer reencarnações, que minaram o Dharma, a comunidade monástica e nossa sociedade. Além disso, desde a era Manchu chinês autoridades políticas repetidamente envolvido em vários meios fraudulentos utilizando mestres do budismo, budistas e tulkus como ferramentas para cumprir os seus fins políticos como eles se envolveram em tibetano e assuntos mongol. Hoje, os governantes autoritários da República Popular da China, que, como os comunistas rejeitam a religião, mas ainda envolver-se em assuntos religiosos, impuseram a chamada campanha de re-educação e declarou a Ordem chamados Não. Cinco, em matéria de controlo e reconhecimento de reencarnações, que entrou em vigor em 1 de setembro de 2007. Isso é ultrajante e vergonhoso. A aplicação de vários métodos inadequados para reconhecer reencarnações para erradicar a nossa única tradições tibetanas cultural está fazendo dano que será de difícil reparação.
Além disso, eles dizem que estão esperando a minha morte e vai reconhecer um décimo quinto Dalai Lama de sua escolha. É claro de suas regras e regulamentos e recentes declarações ulteriores, que eles têm uma estratégia detalhada para enganar os tibetanos, os seguidores da tradição budista tibetana e da comunidade mundial. Portanto, como eu tenho a responsabilidade de proteger os seres sencientes e Dharma e contra tais esquemas prejudiciais, faço a seguinte declaração.
A próxima encarnação do Dalai Lama
Como mencionei anteriormente, a reencarnação é um fenômeno que deve ter lugar através da escolha voluntária do interessado, ou pelo menos com a força de seu karma mérito, e orações. Portanto, a pessoa que reencarna tem autoridade legítima exclusivo sobre onde e como ele ou ela toma renascimento e como que a reencarnação é para ser reconhecido. É uma realidade que ninguém pode obrigar a pessoa em causa, ou manipular ele ou ela. É particularmente inadequado para os comunistas chineses, que explicitamente rejeitam até mesmo a idéia de vidas passadas e futuras, e muito menos o conceito de tulkus reencarnar, para interferir no sistema de reencarnação e, especialmente, as reencarnações dos Dalai Lamas e Panchen Lamas. Intromissão descarada como contradiz sua própria ideologia política e revela seus padrões duplos. Caso esta situação continue no futuro, será impossível para os tibetanos e aqueles que seguem a tradição budista tibetana para confirmar ou aceitá-lo.
Quando estou cerca de noventa vou consultar o Lamas alta das tradições do budismo tibetano, o povo tibetano, e outras pessoas envolvidas que seguem o budismo tibetano, e re-avaliar se a instituição do Dalai Lama deve continuar ou não. Com base nisso, vamos tomar uma decisão. Se for decidido que a reencarnação do Dalai Lama deve continuar e há uma necessidade de o Dalai Lama XV para ser reconhecido, a responsabilidade de fazê-lo terá como principal descansar sobre os oficiais em causa, de Gaden do Dalai Lama Phodrang Trust. Eles devem consultar as várias cabeças das tradições budistas tibetanos e os confiável juramentos Protetores do Darma que estão inseparavelmente ligados à linhagem dos Dalai Lamas. Eles devem procurar aconselhamento e direção destes seres em causa e executar os procedimentos de busca e reconhecimento de acordo com a tradição do passado. Vou deixar instruções claras sobre isso. Tenha em mente que, além da reencarnação reconhecida através de tais métodos legítimos, sem reconhecimento ou aceitação deve ser dado a um candidato escolhido para fins políticos por qualquer pessoa, incluindo aqueles na República Popular da China.
O Dalai Lama
Dharamsala
tradução livre do ingles