sábado, 28 de abril de 2012

A história do Budismo Shingon





O BUDISMO SHINGON é uma religião que foi estabelecida por Kôbô Daishi (Kûkai) no começo do período Heian (século IX), e seus ensinamentos são conhecidos como o Budismo Esotérico Shingon (Budismo Shingon).

Esta forma de Budismo é também conhecida em japonês como mikkyô, que significa "ensinamento secreto". Mikkyô é uma das várias linhas de práticas dentro da tradição Budista Mahâyana.

Mikkyô engloba muitas doutrinas, filosofias, divindades, rituais religiosos e técnicas de meditação de uma variedade ampla de fontes. A assimilação das divindades locais e Hindus e seus rituais foram especialmente marcantes para o Budismo que tornou-se Mikkyô. Tais elementos diversos foram sendo incorporados ao longo do tempo e, combinando com os ensinamentos filosóficos Mahâyana, formaram um sistema compreensivo de doutrina e práticas Budistas.
Os ensinamentos Shingon são baseados na Sutra Mahâvairocana (Japonês: Dainichi-kyô) e na Sutra Vajrasekhara (Japonês: Kongôchô-kyô), as Sutras fundamentais do Shingon. Estas Sutras foram provavelmente escritas durante a última metade do século VII na Índia. Elas contém a primeira apresentação sistemática da doutrina e práticas Mikkyô.
 
Shingon representa o período médio do desenvolvimento do Budismo esotérico na Índia. O desenvolvimento, que se estendeu desde o século VII até o século VIII, foi o tempo quando a Sutra Mahâvairocana e a Sutra Vajrasekhara foram compiladas. A história do Budismo Esotérico foi praticada desde a Índia até a Ásia Central, Ceilão, China, Coréia, Japão, Mongólia, Nepal, Indonésia, Sudeste da Ásia e Tibete. A tradição Mikkyô continua no Japão dos dias de hoje, mas em outras localidades onde a tradição inicial indiana foi desenvolvida em diversas maneiras, os ensinamentos esotéricos Budistas foram em sua maioria sendo dispersos, alguns até o ponto de extinção total.

Os ensinamentos Shingon
Shingon é uma forma de Budismo Esotérico japonês, por isso é também conhecido por Shingon Mikkyo. Esta escola foi fundada em 804 DC por Kukai (Kobo Daishi) no Japão. Como mencionado acima, os ensinamentos são baseados nas Sutras Mahavairocana Sutra e Vajrasekhara, as sutras fundamentais da Shingon. Através da observação a três segredos - as ações do corpo, fala e mente, nós somos capazer de alcançar iluminação ainda nesta vida. Quando conseguimos manter este estado mental, podemos nos tornar unos/integrados com a força vital do Universo, conhecida como Buda Mahavairocana.
As atividades simbólicas estão presentes em qualquer lugar do Universo. Os fenômenos naturais tais como montanhas, oceanos e até os humanos expressam as verdades descritas nos sutras.
O Universo em si encarna e não pode ser separado do ensinamento. Na tradição Shingon, o praticante usa as mesmas técnicas que foram utilizadas há mais de 1200 anos por Kukai e tem sido transmitidas verbalmente geração pra geração até o momento presente. Como Budistas Shingon, existem três votos a serem observados em nossa vida:
Nós podemos alcançar o estado búdico nesta vida;
Nós podemos nos dedicar ao bem estar das pessoas;
Nós podemos estabelecer o Mundo de Buda neste planeta.

Tornar-se um Buda nesta vida (Sokushin Jobutsu) - a característica deste ensinamento Shingon é que alguém não se torna Buda somente em sua mente nem se torna Buda depois que desencarna. Isso significa que somos capazes de alcançar a perfeição de todas as qualidades de Buda enquanto estamos vivos neste corpo encarnado. Um texto no Bodhicitta (Bodaishin-ron) diz: " Alguém que rapidamente alcançou o grande Despertar em seu corpo nascido de mãe e pai".
De acordo com os ensinamentos Shingon, todas as coisas neste Universo - tanto matéria física, mente ou estados mentais - são feitos de alguns dos seis (6) elementos primários - terra (o princípio da solidez), água (umidade), fogo (energia), vento (movimento), espaço (o estado de ser desobstruído) e consciência (os seis modos de conhecer objetos). Buda assim como os seres humanos comuns são feitos destes seis elementos e, neste sentido, ambos Buda e seres humanos são idênticos basicamente e em essência. Quando compreendemos esta verdade nossas ações, palavras e pensamentos perecerão do modo como são atualmente e uma experiência de fé que criará a vontade de ser correto e purificar tudo ao seu redor. Este corpo físico, ser humano, será capaz de alcançar o estado Búdico.
Salvação e Iluminação -  O Budismo Shingon oferece salvação e iluminação ao ser humano que seria envolvido no ciclo de nascimento e morte das encarnações. Assim que uma pessoa é capaz de entrar o portal de sua fé, ele/ela será capaz de receber a salvação e orientação de muitos Budas e Bodhisattvas. É uma religião em que cada pessoa será afortunada o bastante para recitar os mantras que são as próprias palavras de Buda.
Kobo Daishi ressaltou dois pontos como características especiais:
Alcance de iluminação nesta vida
O presente momento que claramente ensina o conteúdo da iluminação
Ele explicou estes dois aspectos através de suas escrituras, tais como "O significado de tornar-se Buda neste Corpo", "Os 10 estágios no desenvolvimento da Mente", "O significado dos preceitos Samaya secretos de Buda".
Disciplina Shingon
As formas a seguir são as mais praticadas por muitos seguidores: Susokukan (meditação básica para encontrar o próprio ritmo de respiração), Gachirinkan (meditação do Disco da Lua) e Ajikan (meditação de uma sílaba). Estas práticas nos levam ao entendimento da natureza da Realidade. Através destas práticas podemos experimentas muitos estados de consciência e assim como nossos conhecimentos se desenvolvem, começamos a ter um insight real sobre a natureza do estado não matéria. Através destas meditações podemos experimentar o fluxo de energia deste estado até o plano material de existência. Porém tal estado não pode ser experimentado sem correto entendimento de sua doutrina e a orientação de um mestre autêntico.

Kobo Daishi
Kobo Daishi (Kukai), o fundador do Budismo Shingon, nasceu na cidade de Zentsuji na Prefeitura de Kagawa no Japão em 774. Ele se tornou monge quando tinha 19 anos e foi a China para estudar Budismo Esotérico quando tinha 31 anos. Estudou Sânscrito sob orientação de mestres da Índia e se aperfeiçoou em ensinamentos esotéricos sob orientação do mestre chinês Jui-kuo, o 7º patriarca da tradição Budista esotérica. Quando retornou ao Japão, estabeleceu o Budismo Shingon e propagou seus ensinamentos durante sua vida. O imperador Saga garantiu a ele o Koyasan (monte Koya) como o local para fundar o centro monástico em 816.
Kukai escreveu vários ensinamentos e comentários, tais como: A chave secreta do Sutra do Coração, A diferença entre Budismo Exotérico e Budismo Esotérico, Alcançando a iluminação nesta existência e Os 10 estágios de desenvolvimento da Mente. 1200 anos depois, estes textos continuam a iluminar os seguidores ao redor do mundo todo.
Conhecido por muitos como o pai da cultura japonesa, sua contribuição se extendeu além dos campos religiosos para as esferas cultural, acadêmica e engenharia. Ele introduziu o método de fazer e utilizar pincéis de tinta para escrtia, criou o alfabeto fonético de 47 letras conhecido como japonês Kana, símbolos Iroha; inaugurou também uma escola para o público em Kyoto e a chamou de Shugei-shuchiin; dirigiu a construção do dique Mannoike Dam para prevenir inundações em Sanuki na Ilha Shikoku.
Sendo exemplo vivo dos três votos, Kukai entrou para o Samadhi eterno no Monte Koya no dia 21 de março de 835. Mais tarde, o imperador Daigo lhe concedeu o título honorário de Kobo Daishi em 921.
Koyasan (Monte Koya)
Koyasan é localizada na Prefeitura de Wakayama no oeste do Japão. Kobo Daishi iniciou seu monastério budista no topo desta montanha que está a três mil pés de altura acima do nível do mar. Há inúmeros templos, stupas e salas religiosas em Koyasan. O Templo Knogobuji é o prédio matriz da Missão Koyasan Shingon, que é composta de mais de 4000 templos no Japão.


Leia mais: http://budismojapones.webnode.com.br/news/a-historia-do-budismo-shingon/




Kannon Bosatsu
Bodhisattva da Compaixão




Seu corpo é dourado e ele está sentado sobre chamas. Ela usa vestes Bodhisattva com uma roupagem vermelha por baixo. Sua mão direita está na altura do peito e segura uma lótus aberta, que representa o Bodhichitta. Sua mão esquerda está também ao nível do peito e faz o mudra do destemor.


Objetivo e Votos

Dentre as devoções no Budismo, nenhum outro Buda é adorado por tantas pessoas quanto Kanzeon (Avalokitesvara) Bodhisattva. Todas juntas, há uma centena de Avalokitesvaras combinados com as rotas de peregrinação dos Trinta e Três Templos de Shikoku, os Trinta e Quatro Templos de Chichibu e os Trinta e Três Templos de Bando. Além disso, há inúmeras outras Avalokitesvaras consagradas como divindade principal em outros templos.

Como indicado por seu nome, Kanzeon Bodhisattva, a Bodhisattva que percebe os sons do mundo, fez os votos de ouvir as vozes das pessoas e os sons das condições do mundo, imediatamente garante a salvação aos que sofrem e estão aflitos, e dissipa o mal e calamidades que estão ao redor. 

Como resultado, Avalokitesvara pode apresentar-se em muitas formas diferentes, aparecendo em diferentes épocas e lugares livremente sem restrições para salvar as pessoas, assim é conhecido como a Bodhisattva que Percebe tudo Sem Restrições. Há trinta e três formas que Avalokitesvara pode tomar para realizar livremente atos de salvação e esta é a origem dos Trinta e Três estágios de peregrinação.

As formas fundamentais destas muitas manifestações são as Sete Avalokitesvaras, que incluem:
Aryâvalokitesvara (Shô Kannon), o Avalokitesvara Sagrado;
Ekadasamuhka (Jûichimen Kannon), o Avalokitesvara de Onze Faces;
Sahasrabhuja (Senju Kannon), o Avalokitesvara dos Mil Braços;
Cintâmanicakra (Nyoirin Kannon), o Avalokitesvara da Realização dos Desejos;
Hayagrîva (Batô Kannon), o Avalokitesvara com Face de Cavalo;
Cundi (Juntei Kannon), a Avalokitesvara Deusa Mãe;
Amoghapasa (Fukûkenjaku), o Avalokitesvara com uma corda e uma rede
Geralmente tomando uma forma feminina gentil, Avalokitesvara é considerado como protetor dos seres vivos com Amor e Compaixão, mas também pode apresentar-se com aparência austera, enfurecida e zangada tal como podemos notar em Hayagrîva (Batô Kannon), a Avalokitesvara com Face de Cavalo, que orienta e protege o mundo animal. Avalokitesvara pode também dedicar suas energias para atos de salvação sob a aparência de muitos rostos diferentes, como podemos notar no Avalokitesvara de Onze Faces; ou praticar atos de compaixão com muitas mãos, como feito pela Avalokitesvara dos Mil Braços. A Avalokitesvara que se apresenta com uma rede de pesca e uma corda, e a rede é arrastada pelo mundo para estender a mão da salvação às pessoas sem deixar ninguém excluído. A Avalokitesvara Deusa Mãe refere-se a Mãe de Buda e é uma divindade que nutre as pessoas como uma mãe.

Avalokitesvara (Kannon) também é conhecida como Kanzeon Bodhisattva e seu nome indica que este Bodhisattva pode escutar as vozes e preocupações do mundo e para prestar socorro imediato pode transformar-se em muitas formas diferentes para salvar as pessoas livremente que busquem, de acordo com seu tempo e lugar. É por isso que Avalokitesvara é conhecida como Kanjizai Bodhisattva, a Bodhisattva que Vê e Atua Livremente em prol dos que buscam, e é mencionada no Sutra Avalokitesvara como tendo trinta e três formas diferentes. Essa é a origem da peregrinação Avalokitesvara que abrange trinta e três localidades.

Mantra
On arorikya sowaka (japonês)
Om ârolik svâhâ (sânscrito)
Om Senhora Iluminada svâhâ (português)


Leia mais: http://budismojapones.webnode.com.br/news/a08-kannon-bosatsu/

A ESSÊNCIA DO SHIN BUDISMO DA TERRA PURA


A ESSÊNCIA DO SHIN BUDISMO DA TERRA PURA

Buda Amida


Nome do Ensinamento:          Jōdo Shinshū (Shin Budismo da Terra Pura)
Fundador:                             Shinran Shōnin (21/05/1173 – 16/01/1263)
Nome da Escola:                  Jōdo Shinshū Hongwanji-ha (Honpa Hongwanji)
Templo Matriz Mundial:        Ryūkoku-zan Hongwanji (Nishi Hongwanji)
Objeto de Reverência:          Tatāgata Amida (Namo Amida Butsu)




Shinran Shonin (1173 - 1262)



Nome do Ensinamento:          Jōdo Shinshū (Shin Budismo da Terra Pura)
Fundador:                             Shinran Shōnin (21/05/1173 – 16/01/1263)
Nome da Escola:                  Jōdo Shinshū Hongwanji-ha (Honpa Hongwanji)
Templo Matriz Mundial:        Ryūkoku-zan Hongwanji (Nishi Hongwanji)
Objeto de Reverência:          Tatāgata Amida (Namo Amida Butsu)

Escrituras Sagradas:
Tríplice Sutra da Terra Pura pregado pelo Buda Shakyamuni:
Sutra do Buda da Vida Imensurável
Sutra da Contemplação do Buda da Vida Imensurável
Sutra do Buda Amida
Obras principais de Shinran Shōnin:
Shōshin Nembutsugue (Hino ao Nembutsu na Verdadeira Mente Confiante), extraído do capítulo “Prática”, da obra Kyōgyiōshinshō
Jōdo Wassan (Hinos da Terra Pura)
Kōssō Wassan (Hinos dos Patriarcas)
Shōzōmatsu Wassan (Hinos das Três Idades do Darma)
Obra principal de Rennyo Shōnin, O Revitalizador:
Gobunshō (As Cartas do Mestre Rennyo)


Ensinamento:
Pela virtude do Voto Original do Tatāgata Amida, recebo a Mente Confiante (Shinjin) e vivencio o Nembutsu. Quando os elos que me prendem a esta existência se desfazem, se dá o nascimento na Terra Pura, me torno Buda e retorno a este mundo da ilusão para conduzir os seres à iluminação.

Vida Cotidiana:
Guiado pelos ensinamentos de Shinran Shōnin, ouço o chamado compassivo do Tatāgata Amida. Recitando o Nembutsu, sem recorrer a súplicas, reflito sempre sobre minha conduta e, na tristeza dos meus erros e na alegria regozijante, levo uma vida de gratidão e retribuição por todos os benefícios.

Comunidade:
Somos uma Comunidade de irmãos do Darma que segue os ensinamentos de Shinran Shōnin, pratica o Nembutsu e transmite a Sabedoria e a Compaixão do Tatāgata Amida. Contribuímos, assim, para a construção de uma sociedade na qual todos possam viver uma existência plena.

PRECEITOS DO SHIN BUDISMO DA TERRA PURA PARA O COTIDIANO

Na confiança no voto do Buda, recito o Nembutsu e vou viver com firmeza e jovialidade.
Em reverência à luz do Buda, reflito sempre sobre minha conduta e vou me esforçar para viver com gratidão.
Na escuta profunda dos ensinamentos do Buda, escolho o caminho correto e vou contribuir para a propagação do Darma.
Na alegria da compaixão do Buda, no respeito e auxílio mútuos, vou me dedicar ao bem da sociedade.
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 (O CAMINHO QUE EU SIGO)

Nome do Ensinamento:          Jōdo Shinshū (Shin Budismo da Terra Pura)
Fundador:                             Shinran Shōnin (21/05/1173 – 16/01/1263)
Nome da Escola:                  Jōdo Shinshū Hongwanji-ha (Honpa Hongwanji)
Templo Matriz Mundial:        Ryūkoku-zan Hongwanji (Nishi Hongwanji)
Objeto de Reverência:          Tatāgata Amida (Namo Amida Butsu)

Escrituras Sagradas:
Tríplice Sutra da Terra Pura pregado pelo Buda Shakyamuni:
Sutra do Buda da Vida Imensurável
Sutra da Contemplação do Buda da Vida Imensurável
Sutra do Buda Amida
Obras principais de Shinran Shōnin:
Shōshin Nembutsugue (Hino ao Nembutsu na Verdadeira Mente Confiante), extraído do capítulo “Prática”, da obra Kyōgyiōshinshō
Jōdo Wassan (Hinos da Terra Pura)
Kōssō Wassan (Hinos dos Patriarcas)
Shōzōmatsu Wassan (Hinos das Três Idades do Darma)
Obra principal de Rennyo Shōnin, O Revitalizador:
Gobunshō (As Cartas do Mestre Rennyo)
Nembutsu 

Ensinamento:
Pela virtude do Voto Original do Tatāgata Amida, recebo a Mente Confiante (Shinjin) e vivencio o Nembutsu. Quando os elos que me prendem a esta existência se desfazem, se dá o nascimento na Terra Pura, me torno Buda e retorno a este mundo da ilusão para conduzir os seres à iluminação.

Vida Cotidiana:
Guiado pelos ensinamentos de Shinran Shōnin, ouço o chamado compassivo do Tatāgata Amida. Recitando o Nembutsu, sem recorrer a súplicas, reflito sempre sobre minha conduta e, na tristeza dos meus erros e na alegria regozijante, levo uma vida de gratidão e retribuição por todos os benefícios.

Comunidade:
Somos uma Comunidade de irmãos do Darma que segue os ensinamentos de Shinran Shōnin, pratica o Nembutsu e transmite a Sabedoria e a Compaixão do Tatāgata Amida. Contribuímos, assim, para a construção de uma sociedade na qual todos possam viver uma existência plena.






A história do budismo no Japão pode ser dívidida em três períodos, que são o período Nara (até o ano de 784 d.C.), o período Heian (794–1185) e o período pós-Heian (de 1185 em diante). Cada período foi palco para a introdução de novas doutrinas e revoltas nas escolas existentes. Ver Sōhei (monges guerreiros).
Nos tempos modernos, as principais manifestações do budismo são: as escolas da Terra PuraNichiren,Shingon e Zen.
Vamos ver um de cada vez nas próximas postagens.

terça-feira, 17 de abril de 2012

A Canção de Kwan Yin Sakura, sakura (桜桜)






A música "Sakura, sakura". 
É uma melodia tradicional japonesa, muitas vezes envolver Kwan Yin.
É uma canção de crianças conhecidas no Japão, e embora não seja uma música particularmente velho. A melodia foi composta no período Edo (XVII-XIX), e a letra foi adicionado no período Meiji (século XIX). Esta bela canção, por sua simplicidade, foi concebido para crianças a aprender a tocar Koto, um instrumento de cordas tradicional japonesa.
Lê-se:




Kanji:
桜桜
野山も里も
見わたすかぎり
かすみか雲か
に朝日におう
桜桜
花ざかり
桜桜
空のはやよい
見わたす限り
かすみか雲か
匂いぞ出ずる
いざやいざや

見ゆかんにRomaji: sakura sakura mo sato mo noyama miwatasu kagiri kasumi ka kumo ka asahi ou NiouSakura Hana Zakari Sakura Yayoi no sora wa miwatasu kagiri kasumi ka kumo ka zo Nioi Izuru Izaya Izayame ou Yukan 

Tradução: flor de cerejeira, flor de cerejeira, montanhas e Cobertura pessoas, olhar ao redor.é nevoeiro, nuvens? O cheiro de madrugada. flor de cerejeira, flor de cereja, em flor. da flor de cerejeira, flor de cerejeira, Cruzando o céu de primavera, na medida em que você pode ver. são nevoeiro? nuvens? sua fragrância ao vento. Depressa, venha, Vamos olhar!

見ゆかんに
Romaji: sakura sakura mo sato mo noyama miwatasu kagiri kasumi ka kumo ka asahi ou NiouSakura Hana Zakari Sakura Yayoi no sora wa miwatasu kagiri kasumi ka kumo ka zo Nioi Izuru Izaya Izayame ou Yukan 

Tradução: flor de cerejeira, flor de cerejeira, montanhas e Cobertura pessoas, olhar ao redor.é nevoeiro, nuvens? 
O cheiro de madrugada. flor de cerejeira, flor de cereja, em flor.
 da flor de cerejeira, flor de cerejeira, Cruzando o céu de primavera, na medida em que você pode ver. são nevoeiro? nuvens? 
sua fragrância ao vento.
 Depressa, venha, Vamos olhar!

fonte: http://lotolila.blogspot.com.br/


PESSOAL DE BH AJUDEM / VINICIUS MAIA



É importante ressaltar que ele deve estar diferente(com barba) e que o diferencial pode ser a altura (1,90 - magro) e idade:28 anos
Pessoal, a familia de Vinícius recebeu uma ligação hoje, dizendo que ele teria sido visto no Bairro Universitários, aqui em BH ( perto do Jaraguá). O rapaz que ligou disse que ao ver uma foto de Vinícius no caminho para Ipatinga associou a imagem com alguém que estaria circulando por lá, próximo a um sacolão da Vilma, rua Flor de Ameixeira. A família esteve no local mas encontraram um rapaz que pode estar sendo confundido com ele, embora outras pessoas disseram ter sido mesmo Vinícius. Pedimos a quem morar na região ou passar por lá, por favor, deem uma olhada.
essa rua fica abaixo do anel rodoviario na altura do viaduto Sao Francisco. 

Para quem vai de Ipatinga para essa regiao,é só descer a direita antes do viaduto. 
Se nao me engano tem a placa indicando Jaragua.
Nao precisa descer e pegar a Antonio Carlos.Vc passa em frente a Unifenas e é a segunda rua depois.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

NAMO TA-PEI KWAN SHIH YIN P'U-SA




NAMO TA-PEI KWAN SHIH YIN P'U-SA (em Chines)

"Aquela que quer, observa e ouve o som do mundo"NAMO MAHA KARUNA KWAN YIN BODHISATTVA(en Sánscrito)"Quem contempla o (suplicante) som do mundo".

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Izanagi e Izanami

                                           Izanagi and Izanami: Creation of Japan by Pabbit_da_Rabbit



Um casal, que gera todos os outros kamis do mundo, mas quando chega a vez dos kamis do fogo, eles se tornam tão ardentes que matam Izanami. Ela, prometendo retornar, diz que vai para o Submundo e que lá ele não poderia ir, tendo de esperar. Izanagi espera, mas depois de muito tempo resolve quebrar a promessa e vai atrás de Izanami. Chegando no Submundo, vê ela dando luz a vários demônios, enquanto é comida por larvas. Ela, percebendo a audácia de seu marido, manda os demônios o perseguirem. Fugindo dos demônios, Izanagi pega o seu pente de ossos que usa para prender o cabelo e o quebra, jogando seus pedaços no chão. Os demônios, famintos, devoram os brotos de bambu que surgiram do pente. Izanagi foge dos demônios, e rolando uma pedra enorme, os prende no Submundo. Izanagi fica furioso por Izanami lhe trair, que usa os poderes do sol e destroi todos os demonios.


fonte:Mitologia_japonesa

Amaterasu e Susanowo (ou Susano)




                                                                                                                        Susanowo

Susanowo, descontente com o império dos oceanos, faz grandes patifarias à irmã, a ponto de a fazer fugir para uma caverna, deixando o mundo na escuridão. 

Todos os outros kami, reunidos, concebem então um plano para a fazer sair. Com grande alarido, gritos e risos, despertam a curiosidade da deusa solar, que a leva a entreabrir a entrada da caverna. Atraída por um espelho colocado à sua frente, acaba por sair, sendo então fechada a caverna, para a impedir de que entrasse novamente.

Garantida de novo a luz, Susano é condenado a pagar uma multa e a ser desterrado dos céus. Mais tarde, ele arrepende-se e acaba por presentear a irmã com um esplêndido sabre encontrado no corpo de um dragão.

Susano querendo ir ao Ne no Kuni, onde Izanami está, chora e grita causando um grande estrago no universo. Susano sobe então ao Takaamahara com seu dragão kuronaya,Takaamahara é governado por Amaterasu e foi chamar a mesma para ir buscar a mãe. Amaterasu pensando que Susano quer o Takaamahara para si, pega seu arco e flecha e vai ao encontro de Susano.

Susano propõe um uquei para provar que suas intenções são boas. Amaterasu concorda. Primeiro, Amaterasu pega a espada de Susano e a mastiga. Da fumaça expirada por Amaterasu nascem três deusas, as Munakata Sanjojin. 

Então, Susano pega um colar de jóias de Amaterasu e a mastiga. Da fumaça expirada por Susano, nascem cinco deuses, todos homens.


                                                                        Amaterasu


Amaterasu diz que os deuses que nasceram por último (homens) foram feitos a partir de um objeto seu, portanto são filhos dela. Amaterasu afirma também que as deusas que nasceram antes são filhas de Susano.


Todos os deuses dominavam cada um elemento da criação e da destruição, as deusas mulheres uma dominava o ar,outra a luz e a outra a natureza,dos deuses pois o criou usando seu poder e seu rancor mas suas filhas imploram que ele não o destrua então Amaterasu pede que seus filhos purifiquem o dragão, Susano faz o mesmo.


Então o dragão é purificado e deixa de ser kuronaya para se tornar shironaya . Susano prova que seu coração é puro porque suas filhas são gentis deusas.


Assim, Amaterasu perdoa Susano.


fonte:http://pt.wikipedia.org

AMATERASU OMI KAMI A SENHORA DA LUZ CELESTIAL





AMATERASU OMI KAMI

A SENHORA DA LUZ CELESTIAL
SENHORA DO SOL

por: Mirella Faur
.
“O brilho da Deusa do Sol preencheu o Universo
e todas as divindades festejaram alegremente.”
.
Pergaminho japonês do séc VIII


                                                            AMATERASU


Na maioria das culturas e línguas modernas (com exceção do alemão), o Sol é considerado um arquétipo masculino. 
No entanto, nem sempre foi assim. As religiões antigas de várias partes do mundo reverenciavam o Sol como uma Deusa doadora da vida. 
Com o passar do tempo, a perseguição dos arquétipos divinos femininos e o predomínio das religiões e valores patriarcais trouxe uma nova hierarquia cósmica. 
O Sol passou a ser adorado como o Pai Celeste, enquanto a Terra era a Mãe, fertilizada pelos seus raios e calor. 

Somente os japoneses, escandinavos e alguns povos nativos (norte-americanos, esquimós e australianos) preservaram a memória ancestral dos poderes geradores e mantenedores da vida dos raios solares, como sendo atributos de uma deusa, e não de um deus. 
Entre as deusas solares, sobressai-se Amaterasu, considerada a progenitora da família real japonesa e o símbolo da unidade cultural do povo. 
As escrituras xintoístas dos primeiros séculos descrevem Amaterasu como a ancestral divina primordial, a senhora do brilho celeste e do calor solar, padroeira da agricultura e da tecelagem. 
Às margens do rio Ise Wan, encontra-se um templo simples, de madeira, sem imagens, que guarda o sagrado espelho com oito braços da deusa e para onde milhares de peregrinos levam suas orações e oferendas. 
Considerada a responsável pelo cultivo dos campos de arroz, pelos canais de irrigação, artes têxteis e preparo da comida, Amaterasu é reverenciada até hoje no nascer e no pôr-do-sol, nos altares dos templos e das casas, principalmente pelas mulheres mais idosas. 

Em seu mito, Amaterasu é descrita como uma deusa radiante e bondosa, invejada pelo seu irmão Susanowo, o Deus do Tufão, que passou a desrespeitá-la e a destruir suas criações. Após agüentar a destruição das lavouras de arroz e a dessacralização dos seus templos, Amaterasu ficou tão magoada com a morte de algumas mulheres, violentadas pelo seu irmão, que se enclausurou em uma gruta, recusando-se a sair. Alarmados com o fenecimento da vegetação e o frio e a escuridão que se espalharam sobre a Terra, as outras divindades tentaram encontrar um meio para trazer a Deusa de volta. Oito mil deuses reuniram-se na frente da gruta fazendo muito barulho, enquanto Uzume, a deusa xamânica da alegria, fazia todos rirem com suas brincadeiras e os movimentos lascivos dos seu volumoso ventre nu.  
 

Uzume
Curiosa com o motivo da algazarra e das risadas, Amaterasu abriu os véus que cobriam a entrada da gruta e sua figura refletiu-se em um enorme espelho de cobre, ali colocado pelas divindades. Ao se deparar com a linda imagem no espelho, Amaterasu sentiu-se enfeitiçada pela sua própria beleza e permaneceu estática, em contemplação. Rapidamente, o Deus da Montanha fechou com rochas a entrada da gruta, enquanto deuses e mortais cantavam louvores ao esplendor de Amaterasu. Comovida, ela cedeu aos pedidos e deixou-se conduzir de volta ao seu palácio dourado. De lá, Amaterasu continua vigiando a Terra e suas lavouras e atende aos pedidos e orações, principalmente das mulheres que sofreram alguma violência da parte dos homens.
 

Refletindo sobre o significado oculto deste mito, podemos perceber o antagonismo entre as polaridades representadas por Amaterasu (ordem, dignidade, bondade) e Susanowo (rebelião, maldade, violência). O conflito entre o invejoso Deus do Tufão e a ordem celeste, pertencente à sua irmã, seria uma metáfora para o confronto entre duas tradições religiosas ou a descrição dos poderes destruidores da tempestade, prejudicando a abundância das colheitas.
Na visão feminista, as atitudes de desacato de Susanowo são vistas como demonstrações do ressentimento masculino que não aceita nem respeita a ordem e autoridade feminina, seja divina ou humana.
 

                        Susanowo
O afastamento da deusa e a decorrente aridez e escuridão sobre a Terra demonstram a importância vital do princípio feminino, que deve ser reconhecido, respeitado e honrado.
O mito de Amaterasu alerta os homens para nem ofender nem prejudicar as mulheres, enquanto que para elas o incentivo é para estabelecer e defender seus limites, evitando assim abusos e violências. 
Para restabelecer a ordem natural e social, é vital que cesse a destruição da Natureza e a violência masculina contra as mulheres. 
Conscientes do seu valor e da sua força, mulheres de todos os lugares e crenças deverão sair dos seus esconderijos e projetar sua luz e seu amor para apaziguar e iluminar a Terra. 
AMATERASU-O-MI-KAMI: Deusa-Solar japonesa. As cores de sua vela sagrada são o amarelo e o dourado.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Koan



KOAN é uma palavra japonesa que faz referência ao enigma que o Mestre Zen dá ao seu discípulo para o levar à descoberta da verdade transcendental que está além das palavras e das conceitualizações mentais.
 O Koan é geralmente um paradoxo, que o discípulo tem de resolver; pode ser do tipo:

 1- “Qual é o som de uma mão a bater palmas?” 
 2- “Qual era a tua natureza original, antes dos teus pais terem nascido?” 
3- "Qual é o som do silêncio?"
4- "Havia uma velha mulher que vivia no lado leste da cidade em que também morava o Buddha. Ela nascera quando tinha nascido Gautama, e tinha vivido toda sua vida acompanhando a estória de Sua vida, uma vez que era sua contemporânea. Entretanto, ela nunca quis vê-lo, ou falar com ele.Sempre que ouvia que Buddha se aproximava, ela fugia de sua presença, tentando por todos os modos evitar-lhe o olhar, correndo para aqui e para ali, escondendo-se. Mas certo dia, ela estava em um local de onde não podia sair ou se esconder. Buddha se aproximava, e a velha mulher, desesperada em seu terror de encontrar tal homem, já não sabia o que fazer. Então, no último momento, ela fez a única coisa possível para evitar ver o Buddha:ergueu ambas as mãos à frente de seu rosto, tapando assim sua visão.Neste momento, maravilhosamente, o rosto de Buddha apareceu entre cada um de seus dez dedos.

Koan: A condição de Buddha representa a absoluta afirmação (Dharma). Não se pode fugir daVerdade, pois ela vai estar a cada passo de seu caminho. Portanto, quem é esta velha mulher?"

5- "Um homem queria ficar rico e, todos os dias, ia pedir a Deus que lhe atendesse às súplicas. Num dia de inverno, ao voltar da oração, avistou, presa no gelo do caminho, uma polpuda carteira de dinheiro. No mesmo instante, julgou-se atendido. Mas como a carteira resistisse aos seus esforços,
urinou em cima dela a fim de derreter o gelo que a retinha. E foi então. . . 
Que despertou na cama toda molhada. . . "

6- "Um renomado mestre Zen dizia que seu maior ensinamento era este: Buddha é a sua mente. De tão impressionado com a profundidade implicada neste axioma, um monge decidiu deixar o Monastério e retirar-se em um local afastado para meditar nesta peça de sabedoria. Ele viveu 20 anos como um eremita refletindo no grande ensinamento. Um dia ele encontrou outro monge que viajava na através da floresta próxima à sua ermida. Logo o monge eremita soube que o viajante também tinha estuda sob o mesmo mestre Zen. "Por favor, diga-me se você conhece o grande ensinamento do mestre," perguntou ansioso ao outro.
Os olhos do monge viajante brilharam, "Ah! O mestre foi muito claro sobre isto. Ele disse que seu maior ensinamento era: Buddha NÃO é a sua mente."

7- "O Mestre Gutei, sempre que lhe faziam uma pergunta, respondia levantando um dedo sem dizer nada. Um noviço adquiriu o vício de imitá-lo. Certo dia, um visitante perguntou ao noviço: 
"Que sermão o Mestre está pronunciando agora?"
O noviço respondeu levantando o dedo. O visitante, quando se encontrou com o Mestre, contou-lhe que o noviço o imitara. Mais tarde, o Mestre escondeu uma faca nas vestes e chamou o noviço. Quando este se apresentou, Gutei perguntou-lhe: 
"O que é Buddha?"
O rapaz, ansioso para impressionar o mestre, respondeu levantando o dedo. O Mestre então agarrou-lhe a mão e cortou-lhe o dedo com a faca. O discípulo, apavorado e em choque, já ia sair correndo, mas o Mestre o chamou com um grito: 
"NOVIÇO!" 
Quando o rapaz se voltou para o Mestre, este perguntou abruptamente :
"O que é Buddha?" 
O discípulo ia levantar o dedo, mas não tinha mais dedo. Neste instante, ele alcançou o Satori. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

11 Março Nascimento de Kwan yin






Dia 11 do mês lunar marca o segundo aniversário de Guan Yin Pusa


No budismo chinês, Guanyin / Kuan Yin / Kannon / Kwannon é sinônimo de Avalokitesvara Bodhisattva, o auge da misericórdia e compaixão. Entre os chineses, Avalokitesvara é quase exclusivamente chamado Guan Shi Yin Pu Sa (观世音菩萨). A tradução chinesa de sutras budistas muitos tem, de fato substituiu a transliteração chinesa de Avalokitesvara com Guan Shi Yin (观世音) Algumas escrituras taoístas dar-lhe o título de Guan Yin Da Shi, e às vezes informalmente como Guan Yin Zu Fo. 

No budismo chinês, o mito popular e culto de Guan Yin como uma deusa pelo povo geralmente não é visto estar em conflito com a natureza do Avalokitesvara Bodhisattva.

Na verdade, a adoração generalizada de Guan Yin como uma "Deusa da Misericórdia e da Compaixão" é visto como a natureza ilimitada salvífica de bodhisattva Avalokitesvara no trabalho. 

O cânone budista afirma que bodhisattvas podem assumir qualquer gênero e formato é necessário para liberar os seres da ignorância e sofrimento. Com referência específica ao Avalokitesvara, ele é indicado tanto no Sutra de Lótus e do Sutra Surangama ter aparecido antes como uma mulher ou uma deusa para salvar os seres do sofrimento e da ignorância.

Algumas escolas budistas referem-se a Guan Yin ambos alternadamente como masculino ou feminino. Também no Budismo Mahayana, ao qual pertence o budismo chinês, sexo não é obstáculo para a iluminação. 

O conceito budista de não-dualidade se aplica aqui. 
O Sutra Vimalakirti no capítulo Deusa ilustra claramente um ser iluminado que também é do sexo feminino e deidade. 

No Sutra de Lótus uma donzela iluminou-se num período de tempo muito curto. Esse bodhisattva Avalokitesvara é também a deusa Guan Yin não é vista como contraditória. Dado que bodhisattvas são conhecidos para encarnar à vontade como pessoas vivas, de acordo com os sutras, a princesa Miao Shan é geralmente vista como uma encarnação de Avalokitesvara. 

Guanyin é imensamente popular entre os budistas chineses, especialmente aqueles das escolas devocionais. Ela é geralmente vista como uma fonte de amor incondicional e, mais importante como uma salvadora. 
Em seus votos  debodhisattva, Guan Yin promete responder os gritos e apelos de todos os seres e para libertar todos os seres de seus próprios problemas cármicos. 

Com base no Sutra de Lótus e do Sutra Shurangama, Avalokitesvara é geralmente visto como uma salvadora, tanto espiritual quanto fisicamente. O estado sutras que através de sua graça salvadora, mesmo aqueles que não têm chance de ser iluminado pode ser Iluminado, e aqueles no fundo de karma negativo ainda pode encontrar a salvação através de sua compaixão. 

Na Terra Pura, Guan Yin é descrita como o barco "da Salvação ". Junto com Amitabha Buda e a Mahastamaprata bodhisattva, ela liberta os seres temporariamente fora da Roda de Samsara na Terra Pura, onde eles terão a chance de acumular o mérito necessário, de modo a ser um Buda em vida. 
Mesmo entre as escolas budistas chineses que são não-devocional, Guan Yin ainda é muito venerada. 
Em vez de ser visto como uma força externa ativa do amor incondicional e da salvação, Guan Yin é altamente reverenciada como o princípio da misericórdia, compaixão e amor. O ato, pensamento e sentimento de compaixão e amor é visto como Guan Yin. A misericordiosa, individual, compassiva amorosa está a ser dito Guan Yin. 

Um estado meditativo ou contemplativo de estar em paz consigo mesmo e com os outros é visto como Guan Yin. 
No cânone Mahayana, o Sutra do Coração é atribuída inteiramente ao bodhisattva Kuan Yin / Kwannon. Este é único, como a maioria dos Sutras Mahayana são geralmente atribuídas ao Buda Shakyamuni e os ensinamentos, atos ou votos dos bodhisattvas são descritos por Buda Shakyamuni. 
No Sutra do Coração, Guan Yin / Avalokitesvara descreve a Shariputra Arhat a natureza da realidade e da essência dos ensinamentos budistas. O famoso ditado budista "Forma é vazio vazio, é a forma" vem este sutra. Guan Yin é uma deusa extremamente popular na crença popular chinesa e é adorado em comunidades chinesas em todo o Oriente e o Sudeste Asiático. 
Guan Yin é reverenciada na população em geral chinês devido ao seu incondicional amor, compaixão e misericórdia. Ela é geraDia 19 do mês lunar marca o segundo aniversário de Guan Yin Pusa, em homenagem a ela, eu tenho uma pequena revisão sobre ela.

No budismo chinês, Guanyin / Kuan Yin / Kannon / Kwannon é sinônimo de Avalokitesvara Bodhisattva, o auge da misericórdia e compaixão. Entre os chineses, Avalokitesvara é quase exclusivamente chamado Guan Shi Yin Pu Sa (观世音菩萨). A tradução chinesa de sutras budistas muitos tem, de fato substituiu a transliteração chinesa de Avalokitesvara com Guan Shi Yin (观世音) Algumas escrituras taoístas dar-lhe o título de Guan Yin Da Shi, e às vezes informalmente como Guan Yin Zu Fo. 

No budismo chinês, o mito popular e culto de Guan Yin como uma deusa pelo povo geralmente não é visto estar em conflito com a natureza do Avalokitesvara Bodhisattva.
Na verdade, a adoração generalizada de Guan Yin como uma "Deusa da Misericórdia e da Compaixão" é visto como a natureza ilimitada salvífica de bodhisattva Avalokitesvara no trabalho. 
O cânone budista afirma que bodhisattvas podem assumir qualquer gênero e formato é necessário para liberar os seres da ignorância e sofrimento. Com referência específica ao Avalokitesvara, ele é indicado tanto no Sutra de Lótus e do Sutra Surangama ter aparecido antes como uma mulher ou uma deusa para salvar os seres do sofrimento e da ignorância.

Algumas escolas budistas referem-se a Guan Yin ambos alternadamente como masculino ou feminino. Também no Budismo Mahayana, ao qual pertence o budismo chinês, sexo não é obstáculo para a iluminação. 
O conceito budista de não-dualidade se aplica aqui. 
O Sutra Vimalakirti no capítulo Deusa ilustra claramente um ser iluminado que também é do sexo feminino e deidade. 

No Sutra de Lótus uma donzela iluminou-se num período de tempo muito curto. Esse bodhisattva Avalokitesvara é também a deusa Guan Yin não é vista como contraditória. Dado que bodhisattvas são conhecidos para encarnar à vontade como pessoas vivas, de acordo com os sutras, a princesa Miao Shan é geralmente vista como uma encarnação de Avalokitesvara. 

Guanyin é imensamente popular entre os budistas chineses, especialmente aqueles das escolas devocionais. Ela é geralmente vista como uma fonte de amor incondicional e, mais importante como uma salvadora. 
Em seus votos  debodhisattva, Guan Yin promete responder os gritos e apelos de todos os seres e para libertar todos os seres de seus próprios problemas cármicos. 

Com base no Sutra de Lótus e do Sutra Shurangama, Avalokitesvara é geralmente visto como uma salvadora, tanto espiritual quanto fisicamente. O estado sutras que através de sua graça salvadora, mesmo aqueles que não têm chance de ser iluminado pode ser Iluminado, e aqueles no fundo de karma negativo ainda pode encontrar a salvação através de sua compaixão. 

Na Terra Pura, Guan Yin é descrita como o barco "da Salvação ". Junto com Amitabha Buda e a Mahastamaprata bodhisattva, ela liberta os seres temporariamente fora da Roda de Samsara na Terra Pura, onde eles terão a chance de acumular o mérito necessário, de modo a ser um Buda em vida. 
Mesmo entre as escolas budistas chineses que são não-devocional, Guan Yin ainda é muito venerada. 
Em vez de ser visto como uma força externa ativa do amor incondicional e da salvação, Guan Yin é altamente reverenciada como o princípio da misericórdia, compaixão e amor. O ato, pensamento e sentimento de compaixão e amor é visto como Guan Yin. A misericordiosa, individual, compassiva amorosa está a ser dito Guan Yin. 

Um estado meditativo ou contemplativo de estar em paz consigo mesmo e com os outros é visto como Guan Yin. 
No cânone Mahayana, o Sutra do Coração é atribuída inteiramente ao bodhisattva Kuan Yin / Kwannon. Este é único, como a maioria dos Sutras Mahayana são geralmente atribuídas ao Buda Shakyamuni e os ensinamentos, atos ou votos dos bodhisattvas são descritos por Buda Shakyamuni. 

No Sutra do Coração, Guan Yin / Avalokitesvara descreve a Shariputra Arhat a natureza da realidade e da essência dos ensinamentos budistas. O famoso ditado budista "Forma é vazio vazio, é a forma" vem este sutra. Guan Yin é uma deusa extremamente popular na crença popular chinesa e é adorado em comunidades chinesas em todo o Oriente e o Sudeste Asiático. 

Guan Yin é reverenciada na população em geral chinês devido ao seu incondicional amor, compaixão e misericórdia. Ela é geralmente considerada por muitos como a protetora das mulheres e crianças. Por esta associação, ela também é vista como uma deusa da fertilidade capaz de concessão crianças. Ela também é vista como a salvadora do infeliz, os doentes, os deficientes, os pobres e aqueles com problemas.

Algumas áreas costeiras e rios da China consideram como protetora dos pescadores, marinheiros, e geralmente as pessoas que estão no mar, assim muitos também passaram a acreditar que Mazu, a deusa do mar, é uma manifestação de Guan Yin. Devido à sua associação com a lenda do Grande Dilúvio, onde ela enviou um cachorro segurando grãos de arroz em sua cauda, depois do dilúvio, ela é adorada como uma deusa do arroz. Em alguns setores, especialmente entre os empresários e comerciantes, ela é vista como uma deusa da sorte e da fortuna.

 Nos últimos anos tem havido reclamações de seu ser o protetor dos viajantes aéreos. lmente considerada por muitos como a protetora das mulheres e crianças. Por esta associação, ela também é vista como uma deusa da fertilidade capaz de concessão crianças. Ela também é vista como a salvadora do infeliz, os doentes, os deficientes, os pobres e aqueles com problemas.

Algumas áreas costeiras e rios da China consideram como protetora dos pescadores, marinheiros, e geralmente as pessoas que estão no mar, assim muitos também passaram a acreditar que Mazu, a deusa do mar, é uma manifestação de Guan Yin. Devido à sua associação com a lenda do Grande Dilúvio, onde ela enviou um cachorro segurando grãos de arroz em sua cauda, depois do dilúvio, ela é adorada como uma deusa do arroz. Em alguns setores, especialmente entre os empresários e comerciantes, ela é vista como uma deusa da sorte e da fortuna. 

Nos últimos anos tem havido reclamações de seu ser o protetor dos viajantes aéreos. 

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Devoção a Kwan Yin






Mundo do Budismo e meio ambiente

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Será que o Budismo tem algo a oferecer aos não-budistas sobre meio ambiente? Os estudiosos sobre essa religião mostram que ela oferece grande contribuição, não apenas espiritual, mas, também ao mundo dos negócios, principalmente nessa época que a produção e o consumo devem ser ecologicamente corretos. Executivos do mundo corporativo global utilizam preceitos budistas para uma vida melhor, meditativa, com qualidade de vida, postura que contribui na reavaliação do papel do mundo competitivo nas lutas ecológicas, principalmente nas 
questões atuais ligadas a sustentabilidade.


Foi a partir do ambiente Hindu do Século VI a.C que um novo movimento religioso começou a influenciar a sociedade indiana: o Budismo. O líder dessa significativa religião, Siddhartha Gautama, um jovem guerreiro que pertencia à alta classe social, renunciou tal reconhecimento para alcançar a iluminação, vindo a se tornar Sakyamuni, o iluminado da tribo dos Sakyas, a quem pertencia. Daí se manifestou o Buda e toda a tradição conhecida secularmente e adaptável a diferentes culturas, expandidas a partir da Índia para o China, o Japão e o resto do mundo.


Filho do governante do reinado Sakya, rei “Suddhodana”, nas planícies de Terai, no Nepal, região de rica colheita de arroz naquela época, mesmo antes da Iluminação, ao renunciar o principado, Gautama teve grande convivência com a natureza, durante as práticas ascéticas brâmanes, na floresta, período em que se alimentava apenas de grãos e convivia com os animais, embora descobrisse depois que tais práticas não eram adequadas à liberdade espiritual.


Quando Sakyamuni alcançou o despertar do “Caminho do Meio”, estava embaixo da árvore Bodhi. E após longo período de propagação da verdade, já de idade avançada, ele recuperava as próprias forças nas montanhas para recomeçar a viagem de peregrinações, até a despedida dele deste mundo, o que ocorreu também embaixo de duas árvores, numa cama improvisada, ao completar 80 anos. Uma lenda budista afirma que “as duas árvores sala gêmeas transformaram-se em flores, desabrochando fora da estação, se depreenderam e caíram, espalhando-se e cobrindo todo o corpo do Buda.”




O Budismo foi a primeira religião mundial e a primeira a transcender as fronteiras da língua, os padrões de relacionamento familiar, as estruturas políticas, as áreas culturais e geográficas. Essa é uma consideração do estudioso, Lewis Lancaster, autor da obra Buddhism and Ecology. Segundo ele, o Budismo tem condições de oferecer um “modelo para uma era de contatos internacionais entre as pessoas de diferentes formações e histórias culturais”.


Segundo Lancaster, o Budismo, mesmo sendo uma religião tida por muitos como específico para assuntos espirituais e mentais, é um guia importante na parceria com os comerciantes. Conforme apresenta o estudioso, trata-se de uma religião de comerciantes desde o início, fator que contribuiu também para o crescimento dela. Ela passou a existir não como uma tradição limitada à selva, mas como parte do crescimento urbano.


Buda falava para homens comuns e para reis, ele também recebia doações dos comerciantes e teve como um dos mais importantes colaboradores, Anathapindada, que era muito rico e benevolente, foi quem doou uma área com árvores para Buda e seus companheiros, local em que se tornou o primeiro monastério da ordem Budista. Vimalakirti, tido como o adepto ideal, foi outro cidadão rico contribuinte. Embora surgido no vale do Ganges, a percepção local da natureza pela cultura local era diferente nos tempos budistas iniciais.


No entanto, foi na China, conforme os estudos de Lancaster, quando chegou o Budismo, que a natureza começou a ser vista numa forma mais profunda na relação com o homem, embora os chineses já tivessem uma valorização sobre ela. O Budismo conseguiu fornecer a eles uma forma importante de lidar com o meio ambiente. A partir daí foi revolucionado o conceito de natureza búdica, com a percepção de que objetos, coisas sem sentimentos, como a rocha, a árvore, a flor, a montanha, a neve, a água, tudo possuía natureza búdica. Essa ramificação se estendeu além da religião, permeou também pela literatura e pela arte. A partir do Budismo chinês fortificou-se também a visão de que a natureza é curadora.


No clássico budista Bodhicharyavatara, o “Guia para o Modo de Vida do ser desperto” do mestre erudito indiano Shantideva, século VIII, foi compilada a seguinte reflexão: “Quando você joga fora seu cuspe e escovas de dente, deve escondê-los bem, longe da vista. Despejar lixo nos espaços comuns e no sistema de água causa doenças”.


A noção de paz, de tranqüilidade e do espírito de harmonia do homem com a natureza, talvez seja a maior contribuição transmitida pelo Budismo para a época atual, no corre-corre moderno como reflexão e repensar na relação estabelecida com o meio ambiente. Diz o Dalai Lama: "É triste passar pela vida causando problemas a outras pessoas e ao ambiente". No próximo artigo, a visão do Islamismo sobre o mundo natural.


Artigo de Jair Donato


Fonte : www.domnato.blogspot.com