domingo, 24 de março de 2013

Refúgio e Proteção





Oh! Única e compassiva.
Raio de Luz puro e sem mancha.
Senhora da sabedoria e misericórdia.
Bênção protetora das crianças e de mulheres a dar à luz.
Jóia neste reino e no próximo.
Seus olhos são como uma lua crescente brilhante,
Sua fisionomia é radiante como o ouro e suave como a bruma.
Seus dias são incansáveis a ajudar os outros e aliviá-los verdadeiramente.
Sua vida é um testemunho verdadeiro da compaixão.
Ouvidora de preces.
Portadora da Paz e da Alegria.
Eu necessito apenas fechar meus olhos
Para sentir o seu amor dentro de mim.
Um toque sublime purifica a minha mente e meu corpo.
Eu curvo-me diante de ti neste dia
E dou graças pelas bênçãos que tenho recebido.
E todos aqueles que eu, verdadeiramente, acredito te seguirão.
Obrigada por seu presente de compaixão
Pelo conforto que sua imagem traz
Obrigada pela diferença que você fez em minha vida.
Em sua presença minha alma canta verdadeiramente.

(poema do livro Renascer na Luz com Kuan Yin)

"Se você pudesse ver através dos meus olhos


... "Se você pudesse ver através dos meus olhos - você iria ver a bela Luz que vejo dentro de você".... 





Acenda uma vela na escuridão e torne-se uma chama. 
Kuan Yin inflama e detém a chama da compaixão por todos e a cada um de nós.
Você pode sentir a energia de Kuan Yin para si mesmo:

Respire através de seu nariz e expire através de sua boca.
Coloque sua mão direita ao longo do seu coração.
Feche os olhos e chame seu nome três vezes.

Kuan Yin - Kuan Yin - Kuan Yin
Kuan Shih Yin - Kuan Shih Yin - Kuan Shih Yin
Kuan Yin - Kuan Yin - Kuan Yin

Você será cercado com a vibração de compaixão.
A experiência energética das ondas vibratórias irá criar uma sensação de conhecimento dentro de você.
Faça uma pergunta difícil - a resposta irá surgir! 

(autor fonte desconhecida - recebida por e-mail )

segunda-feira, 11 de março de 2013

RINDO COM O BUDA MENINO



By Wagner Borges;



Eu meditei sobre a Luz, e a encontrei.

Porque ela estava dentro de mim mesmo.

Então, eu vi um sol em meu coração.

E dentro dele, alguém sorria...

Surpreso, eu descobri um Buda* em mim.

Sim, um Buda menino, pura luz e contentamento.

E ele me disse: “Ano novo é toda hora.

É qualquer momento em que há renovação.

Quando o Ser se permite respirar de maneira consciente.

Quando se nota o Himalaia inteiro dentro do coração.

É todo momento em que o pensamento encontra a compaixão.

É quando o universo inteiro é encontrado dentro de um sorriso.

E dentro desse sorriso estão todos os seres sencientes.

Ano novo é tornar-se criança da Paz Perene.

É deixar as mágoas antigas e o tempo que se foi.

E também o que virá... Para viver o momento presente, sempre.

Ano novo é soprar para longe as cinzas dos propósitos mortos...

Para respirar um Grande Amor e renascer em si mesmo.

Por favor, veja o Buda em todos os seres.

E, além de abraçar a todos, também abrace a si mesmo.

E que o seu sorriso seja sempre puro, como o Amor real é.

Todos nós somos crianças no coração pacífico do Buda.

E miríades de Bodhisattvas ** velam em silêncio pela humanidade.

Ano novo é isso: aprender a rir igual Criança-Buda.”



P.S.:

Sim, eu meditei sobre a Luz, e a encontrei rindo em mim.

E ela era um Buda menino...



Om Mani Padme Hum!***



Paz e Luz.



- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, 48 anos de “encadernação”, cada vez mais espiritualista... Seguindo firme na Luz e rindo igual criança.

São Paulo, 04 de janeiro de 2010.


Hanamatsuri ou Festa das Flores





O Rito do Hanamatsuri ou Festa das Flores é a comemoração do nascimento de Buda Shakyamuni.
O Rito se caracteriza pela homenagem ao Buda Criança com a oferta de flores e chá adocicado.
Os convidados oferecem chá ao Buda, banhando sua imagem, ainda criança, com pequenas porções de chá adocicado naturalmente.
A imagem de Buda fica dentro de um altar ornado com muitas flores colorida s e este altar é chamado de Hanamido.
O altar representa o jardim em que Buda nasceu e o chá representa a chuva de néctar que caiu no momento de seu nascimento.
De acordo com a sua biografia, no momento de seu nascimento, uma música celestial ecoou pelos quatro cantos do universo e todos os seres que habitavam o mundo sentiam uma grande bem-aventurança, naquele momento as flores se abriam mostrando seu colorido e do céu caiu uma suave chuva de néctar.



Templo Budista Tohoku Nambei Honganji de Ribeirão Preto
Rua Colômbia, 233/ 277 CEP 14075-280 Ribeirão Preto - SP
Tel. (16) 3626-3114
Representante do Budismo da Terra Pura, Jodô Shinshu do Japão.



domingo, 10 de março de 2013

A Deusa Branca



O Monge
Uma bela manhã, pelas nove o meu telefone móvel acorda-me. Era o meu grande amigo de peito Kenneth Lau, um Chinês de Hong Kong, na altura o diretor-geral da Sybase, na antiga Colônia Britânica.
- Fortunato! Estou em Macau, cheguei esta manhã. Preciso que venhas ter comigo urgentemente ao Templo Chinês da Taipa - Diz-me ele com um ar preocupado.
- Wake-up man... it's urgent my friend - Continua ele.
Mau-mau, lá vem confusão e ainda nem sequer acordei, pensei eu.
- Ok, dá-me meia hora e vou já ter contigo - Digo-lhe ao mesmo tempo em que rastejo para fora da cama.
Não sei como acordei, outra vez, na casa de banho quando me vi ao espelho e aí comprendi que tinha de tomar banho ao mesmo tempo em que lavava os dentes e me vestia. Meti-me no meu carro azul-escuro e às dez menos um quarto entrei no Templo Budista da Taipa do Território de Macau.
- Bom Dia Kenneth, como vais meu amigo - Atiro eu enquanto lhe aperto a mão.
- Tudo bem, mas preciso que me ajudes a realizar um desejo, um sonho que tenho desde o ano passado - Diz-me o meu amigo Kenneth com um sorriso, ele já adivinhava o que eu ia dizer.
- Kenneth, acordas-me às nove da manhã para realizar sonhos? Os sonhos só se realizam depois das nove da noite - Digo-lhe eu com ar malicioso, ele inteligente como é topou logo a piada e sorriu.
- Ok, anda comigo - E lá segui eu atrás dele, por um labirinto estranho de escadinhas, patamares, varandas, pequenos mausoléus, muros, pórticos, pequenos canteiros, plantas, árvores,... um Mundo estranho de arestas arrebitadas para o céu de cores berrantes e alegres onde o vermelho vivo predomina em contraste com o lindo verde da vegetação.
O Templo da Taipa é na realidade um bonito jardim junto do sopé de um verde monte, urbanizado segundo a típica construção milenar dos mausoléus e monumentos Budistas. Sendo a entrada pela rua que vai do Hotel Hyatt para o Macau Jockey Club.
Depois de muito subir e descer dou comigo e o Kenneth parados a olhar para uma bela estátua feita de mármore branco com cerca de um metro e meio de altura.

A bela Deusa está em cima de um pedestal circular com quarenta centímetros de altura rodeada por belos vasos com plantas. Tem um olhar sereno um rosto alongado, uns belos olhos asiáticos, grandes e rasgados. A beleza do vestido comprido e do cabelo em mármore branco completam-se com duas elegantes mãos, onde os dedos se estilizam em bonitas e simbólicas posições Tauistas.
- O que achas dela? Vês alguma coisa que te surpreende? - Pergunta o meu amigo.
- Oh Kenneth, acordas-me às nove da manhã para me perguntar isto? - Digo eu, e continuo...
- Ok, tem três dedos partidos na mão esquerda, o polegar, o indicador e o do meio - Um silêncio profundo invadiu tudo à nossa volta por vários minutos.
Eu sou Cristão Católico, o meu amigo é Budista. O respeito que tenho por todos os povos e crenças levou-me a nada dizer e a calmamente compreender a profundidade e a beleza da sensibilidade do meu grande amigo Chinês, Kenneth Lau. Aquele silêncio de um par de minutos sintonizou-nos para o mesmo problema e a pureza de pensamentos invadiu-nos por uma vaga tristeza. Eu senti-me impotente perante o fato dos dedos não estarem lá...
- Eu e tu vamos colocar os dedos na estátua desta Deusa Chinesa - Disse o Kenneth sem tirar os olhos da bela mulher de mármore branco.
- O quê?... Como é que queres fazer isso? - Eu fiquei sinceramente preocupado porque sabia que ia sobrar para mim...
- Eu mal falo Cantonense, como queres que eu te possa ajudar?
- My Friend, o ano passado ganhei muito dinheiro. Desde criança que todos os anos venho a este Templo Chinês em Macau, adoro esta Deusa, e fico triste quando a vejo sem os dedos. Como tu és o meu grande amigo aqui em Macau, embora não sejas Chinês pensei que tu e eu podíamos fazer uma boa ação juntos. A nossa velha amizade ficaria marcada por este Tratado Secreto entre nós os dois - Disse ele já a brincar.
Eu fiquei calado, a sorrir para ele, ao mesmo tempo em que abanava negativamente a cabeça. Realmente era um gesto de extrema beleza, a amizade entre nós os dois iria ficar selada para sempre se conseguíssemos concretizar este sonho do Kenneth.
- Vamos a isso Kenneth, o que é que tenho de fazer? - Disse eu, com coragem.
- Primeiro, temos de convencer o Monge Budista do Templo a deixar-nos colocar os dedos na estátua - O Kenneth mostrou preocupação e com razão.
Levamos cerca de uma hora para encontrar o Monge Budista. Subimos e descemos escadarias e por fim lá descobrimos o velho Monge responsável pelo Templo.
Um castiço Chinês, incrível. Baixinho, de pernas arqueadas, fato de karaté preto, como umas meias brancas até ao joelho, mocassins onde o polegar fica separado. Parecia ter sido retirado de um livro de história antiga do império Chinês.
O Kenneth fez uma vênia e ajoelhou-se, eu fiz a vênia e como estava mais atrás fiquei à espera. O velho monge tocou no ombro do Kenneth e este levantou-se.
Falaram, falaram, em Mandarim, depois em Cantonense. Eu não percebi nada, a não ser o NÃO na boca do Monge. E comecei a ver o meu amigo a ficar desesperado. Meia hora de conversa e nada.
- Acho que não vamos conseguir - Diz-me o Kenneth com um ar deprimido - O Monge diz que quando a estátua veio da China aqui para Macau, já lá vão vária dezenas de anos, a Deusa já não tinha os dedos.
Realmente, era um argumento de peso. E aí eu tive uma ideia:
- Kenneth, pergunta-lhe lá se o artista que fez a estátua, a fez sem os dedos? - Disse eu, sabendo de antemão que para qualquer pessoa racional não havia hipóteses perante este argumento.
E assim foi, o velho Monge Budista depois de ouvir o Kenneth, respirou fundo e depois de uma breve pausa, concordou.
O meu amigo ficou radiante. Despedimo-nos do velho Monge que nunca nos mostrou um sorriso. Mas, depois de duas vênias, eu não resisti, apanhei-lhe a mão e dei-lhe um aperto de mão. Moral: um BOM aperto de mão faz sorrir os Monges Budistas que nunca sorriem...




Um Típico Almoço Tradicional Chinês... Verde Gelado
E lá fomos os dois, muito satisfeitos, almoçar num velho restaurante Tradicional Chinês no Porto-Interior de Macau, onde raramente ocidentais entram, pois não sabem o que encomendar nem os pratos são muito do gosto dos estrangeiros.
Além disso, desde o cardápio até aos empregados só se fala Chinês.
Antes compramos três garrafas de vinho-verde Português bem gelado num supermercado, um bom truque que eu ensinei ao meu amigo Kenneth... de preferência Aveleda, Casal Garcia. E no restaurante os empregados - tudo gente com mais de cinquenta anos e vestidos a rigor - sabiam o que era um balde de gelo... perfeito.
O cardápio foram uns dez ou doze pratos diferentes, iguarias diversas e únicas, tradicionais de Fujian uma conhecida província Chinesa, de onde os donos eram oriundos, aliás, o velho dono já era amigo do pai do Kenneth Lau.
Omelete de vermes, camarão frito, lagosta quente picante, cobra frita, brócolis fritos com vieiras,... coisas difíceis de definir. Mas de sabores fortes e que entram a matar com o vinho verde.
Um ambiente de fraca luz avermelhada vinda do teto de lindos globos franjados, com os menus escritos nas paredes em bonita caligrafia Chinesa, uma música suave de acordes orientais e um ótimo ar-condicionado em contraste com o calor infernal e a umidade, típicos do Sul da China. Comemos no primeiro andar.
Eu e o Kenneth juntos, levamos normalmente umas duas horas a comer.
A sobremesa foi fruta fresca, melancia, melão, papaia, manga.
Depois saímos e fomos ao remate final, uma Bica e um Conhaque num café Português.
Aí pelas cinco horas da tarde fui levar o Kenneth no meu carro-azul ao Terminal de Jetfoils para Hong Kong.






Uma Deusa Feliz
O velho Monge deu-nos uma condição: os dedos teriam de ficar exatamente da mesma cor, serem perfeitos e não se podiam notar fissuras, ou qualquer sinal de que não eram os dedos originais.
Uma semana depois, fui para a China, passei a fronteira e fui para o Continente Chinês para a província Chinesa colada à Península de Macau, Zhuhai.
Aí, em conjunto com um velhote Chinês meu empregado, o senhor Lou, andamos dois dias a visitar Cemitérios Chineses e onde finalmente descobrimos um artesão de mármore, especialista em campas de cemitério, o senhor Lam.
O senhor Lou explicou o que pretendíamos. Dias depois lá estávamos nós já em Macau: os senhores Lou, Lam e eu no Templo em frente à Deusa para se definir exatamente o que se pretendia.
Um mês depois, o trabalho estava feito... e perfeito!
Nesse dia, o Kenneth veio a Macau e lá fomos os dois ver o fruto do sonho dele e do meu empenho.
Olhamos talvez uns cinco minutos para a Bela Deusa Branca.
O Kenneth comoveu-se de felicidade e eu fui atrás da sua comoção, nem sei por que, talvez por instinto ou por sentir as emoções que lhe iam à Alma?
Depois ele perguntou-me quanto tinha custado o trabalho. Eu, como era óbvio, não queria que ele pagasse, mas ele não queria que o custo fosse só meu.
Bom... tivemos que dividir as custas ao meio.
E a nossa Amizade Ocidental-Oriental ficou mais forte e selada para sempre.
Depois de virarmos as costas, a Bela Deusa Branca, deve ter sorrido de felicidade, para todo o sempre...


Fonte: http://www.fitinizini.com/ tradução livre: SilviaMontone

Namo Kuan Shi Yin Bodhisattva


Simbolismo do Lótus Vermelho


A flor de lótus tem inspirado as pessoas em todo o mundo como um símbolo. Cada cor tinha seu significado. O lótus branco ficou para "Iluminação", azul claro para a justiça. A cor do lótus vermelho significa carinho e compaixão.
Na China, houve um verdadeiro lótus-cultura. O lótus era um símbolo comum de amor, beleza e harmonia. Um exemplo marcante é a "Ode à Lótus" por Zhou Dunyi (1017-1073), conhecido como "primeiro neo-confucionista" o conceito yin yang ao princípio básico do universo:


Reflexões sobre o Amor da Flor de Lótus:
Existem várias lindas flores na grama ou as árvores, tanto na água e na terra.
Durante a Dinastia Jin, realizada Tao Yuanming crisântemos apenas.
desde a Dinastia Tang, pessoas cultivarão muito da peônia.
Eu amo especialmente o lótus que cresce da lama, mas permanece intocado limpo, limpo por água pura, mas não atraente,  sua média é vago, contém, assim, o vazio de lótus,
eles crescem em linha reta e não tem ramos ou caules rastejantes,
seu cheiro é mais suave ao longe, seu tronco é reto, fino e puro,
que pode ser melhor apreciado a partir de uma distância, mas não muito perto.
Eu vejo o crisântemo como um eremita e a peônia como uma pessoa de alto status e riqueza,
por outro lado, eu vejo o lótus como um homem-concurso cultivada.
Ai de mim! Sobre o amor de crisântemos raramente ouve nada, exceto do Tao Yuanming,
onde são as pessoas que, como eu, gostam da flor de lótus?
cujo amor de peônias, há obviamente muito!

Neste quadro antigo se vê Zhou Dunyi enquanto ele estava meditando lótus lagoa contempla. Ele se senta e olha para ele. Essa atitude é essencial para o simbolismo. Zhou Dunyi não é um lótus imaginário, ele observa o existente realmente. Esta contemplação da cena natural é para ele uma fonte de espiritualidade. O simbolismo da flor de lótus, neste contexto, poderia ser descrito como "naturalismo espiritual", uma experiência espiritual que se encontra na contemplação da natureza.


Por que a espiritualidade é diferente "Ode à Lótus" a partir de uma observação científico-biológica. A abordagem também difere de uma figura puramente religiosa como as encontradas na interpretação de Kamala, a deusa hindu da riqueza espiritual, ou como em algumas representações de Tara ou Kuan Yin, a Deusa da Compaixão. O Buda fica em um, Zhou lótus observação Dunyi.
O centro da flor de lótus se assemelha a uma colméia ou um ninho de vespas. Há muitas pequenas caixas. Com uma interpretação contemporânea, é o centro da flor de lótus simboliza para mim uma sociedade respeitadora multicultural, à diversidade humana, sob a proteção de um governo neutro. Cada caixa é, assim, um dado cultural, a carne do pistilo é a estrutura que lhes permite viver.

Fonte: http://www.derodelotus.be  tradução livre Silvia Montone

Kuan Yin Deusa chinesa da infinita misericórdia e compaixão.


Kuan Yin 
Reverenciado em toda a Ásia há milhares de anos, Kuan Yin é a deusa chinesa da infinita sabedoria e compaixão. Seu nome significa "aquela que ouve os sons (sofrimento) do mundo.”. 
Ela é particularmente uma protetora das mulheres.

Kuan Yin
Deusa chinesa da infinita misericórdia e compaixão.
Kuan Yin é o símbolo da compaixão ilimitada cada um de nós pode ter para nós mesmos. Não importa qual seja a situação, é possível tratar-nos com misericórdia e amor.
  Kuan Yin texto foi fornecido pela cortesia de © Michael Babcock


Buda Amida


                                   Representação do Buda Amida em uma mandala.

                           fonte:http://shindojo.weebly.com/shinran-e-o-shin.html

Shinran e Eshin-ni


Shinran quebrou seu voto de celibato ao se casar com a freira,  Eshin-ni  1210. Entende-se que Shinran considerava o casamento como um ponto de viragem, quando ele abandonou a vida tradicional de um sacerdote budista. 
 Eshin-ni nasceu na Prefeitura de Niigata em 1182. Pouco se sabe sobre ela, exceto através de 10 cartas que ela escreveu para sua filha, Kakushinni, durante os últimos anos de sua vida. Estas cartas foram descobertas na (mãe templo da seita Jodo Shinshu em Kyoto, Japão) Hongwanji arquivos em 1921. 
As cartas oferecem-nos um vislumbre do mundo do budismo, como praticado por mulheres comuns deste tempo, o que teria sido de outra forma ocultos nas sombras de uma história contada principalmente por homens. 
Nas cartas,  Eshin-ni  ransmite sua profunda reverência para o seu marido. Além de permitir-nos uma visão Shinran, as letras também nos dizem muito sobre a vida Eshinni como uma mulher independente, gestão de terras e servos e lidar com a fome durante o século 13. 
Eshinni não dependia de seu marido para viver, em vez disso, ela apoiou Shinran financeira e materialmente. Eshinni claramente seguido vista de seu marido que o casamento não foi um impedimento para ser uma freira e seguindo suas crenças religiosas. Eshinni morreu em cerca de 89 anos, em Niigata.
 Conforme  Eshin-ni   reverenciada por sua dedicação à Shinran durante seus anos produtivos, sua filha, Kakushinni é conhecida por ser cuidador de seu pai em seus últimos anos. Ela tinha cerca de 30 anos de idade, quando Shinran morreu com a idade de 90. 

 Eshin-ni





Shinran

E depois da morte de Shinran, Kakushinni é reverenciado por plantar as sementes de organização e propagação que foram para crescer em Hongwanji de hoje. congregações começaram a seguir o exemplo casais, em que homens e mulheres liderada templos Shin como marido e mulher equipes.Eshinni muitos consideram como a "Mãe" de Jodo Shinshu.


"Querido Wakasa, penso muitas vezes de seus filhos e gostaria de ouvir a notícia mais recente sobre eles. Que eu realmente gostaria de saber sobre o seu filho mais velho. Oh, nunca haverá uma chance para eu visitá-lo, ou para você para vir me ver mais uma vez, enquanto eu estou vivo? Provavelmente não! Estou pronto para ir para a terra da felicidade a qualquer momento. Na terra de felicidade que vai ser capaz de saber tudo claramente, então eu espero que você deve viver a vida de nembutsu e venha se juntar a mim lá. sei que se nós podemos encontrar na terra da felicidade, tudo ficará mais fácil. " - Eshinni, idade 87 ou 88
Da vida de  Eshin-niI, esposa de Shinran, por Yoshiko Ohtani, tradução Inglês por Taitetsu 

fonte:Unno: Net

sábado, 9 de março de 2013

As Treze Deidades da Escola Shingon – Parte 8: Kannon Bosatsu





Aisatsu yo!
Hoje chegou a vez de falarmos sobre uma das minhas bosatsus preferidas, ao lado de Jizô. Trata-se de Kannon Bosatsu, mais conhecida por estas bandas ocidentais como Kwan Yin, como é chamada esta bodhisattva na China. Deidade da Compaixão e da Misericórdia, Kannon é uma das entidades mais cultuadas no oriente.

Antes de falarmos mais sobre essa bosatsu, convém ressaltar um fato curioso: Kannon possui representações tanto masculinas como femininas. Nas tradições budistas da Índia, do Tibet e do Sudeste da Ásia, Kannon é retratada como sendo uma deidade do sexo masculino. Já na China e no Japão, suas representações são femininas. Embora não haja uma explicação conhecida para esse fato, o nome sânscrito de Kannon/Kuan Yin é Avalokitesvara, uma palavra masculina.

No Budismo Shingon, Kannon aparece nesses dois aspectos. O mais tradicional, no entanto, é o masculino, chamado de Kanzeon Bosatsu. Nesta forma, Kanzeon é retratado com o corpo envolto em chamas, vestindo o tradicional robe de bosatsu na cor vermelha, segurando uma flor de lótus com a mão esquerda na frente de seu corpo.

Ela é a Bosatsu da Compaixão, da Misericórdia e da Benevolência. Seu nome por vezes é traduzido como “Aquela que Vê e Ouve tudo”, simbolizando seu voto de ouvir as vozes das pessoas e conceder a salvação aos sofredores e aflitos, dissipando o mal e as calamidades que os acometem.  Assim como Jizô,Kannon também possui seis formas de apresentação, cada uma associada a um dos Seis Reinos da Existência, auxiliando os vivos no caminho da reencarnação.

De forma geral, quando manifestada em sua forma feminina, Kannon assume a proteção dos seres vivos com amorosa compaixão, sendo protetora da maternidade. Como já mencionado, ela possui diversas representações, as quais recebem também diferentes nomes. Uma delas, particularmente, a Jibo Kannon, a mãe compassiva, que é retratada segurando um bebê, é sincretizada com a Virgem Maria.

Mantra:
On arorikya sowaka (jpn.)
Om arolik svaha (skt.)
Bija:
Sa (jpn.)
Sa (skt.)
Tradução:
Om. Imaculada. Assim seja.
Fonte: http://aoikuwan.com

Canção à Kwan Yin / Lisa Thiel





Kwan Yin

Compositor: Susan Haist

Kwan Yin, Kwan Yin, Adi Shakti, too,
White Buffalo Woman of the West
Your Spirit dwells within our realms
To teach and inspire us
Goddess of grace, goddess of strength
Keeper of the creative force
Goddess of light, goddess of love
I long to be one with you
Teach me to be a goddess, too
I long to be one with you
Teach me to be a goddess, too

Tradução para o português

Kwan Yin, Kwan Yin, Adi Shakti, também,
Mulher Búfalo Branco do Ocidente
Seu Espírito habita dentro de nossos domínios
Para ensinar e inspirar-nos
Deusa da graça, deusa da força
Guardião da força criativa
Deusa da luz, deusa do amor
Eu quero ser um com você
Ensina-me a ser uma deusa, também
Eu quero ser um com você
Ensina-me a ser uma deusa, também

Para ouvir a canção clique no link abaixo

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

As Treze Deidades da Escola Shingon – Parte 10: Amida Nyorai




Hoje conheceremos a 10º deidade da Escola Shingon, o Buda da Luz Infinita e da Vida, Senhor do Além e do Pós-Vida, Senhor de Gokurau, a Terra da Perfeita Felicitade, Amida Nyorai.

Amida, chamado Amitabha em sânscrito, é uma das figuras mais elevadas do budismo japonês. Ele é descrito no Sutra Amitabha, o Sutra da Vida Infinita, e em vários outros textos mahayana, tendo eclipsado Shaka Nyorai, o Buda Histórico, em muitas tradições budistas, sendo a principal deidade das Escolas Terra Pura (Jodoshu) e Verdadeira Terra Pura (Jodo Shinshu).

Ele tornou-se conhecido pela prática do mudra “Namu Amida Butsu”, as seis sílabas de seu nome sagrado, que significa “Glória ao Buda Amida”, nas Escolas Jodoshu e Jodo Shinshu já mencionadas. No Sutra Amitabha, lê-se que o esplendor de Buda é infinito e ilumina todos os países nas dez direções sem obstáculos. Por isso que ele é chamado de Buda da Luz Infinita. O nome em sânscrito de Amida significa “vida infinita” porque a compaixão de Amida é infinita e sem limites.

Amida Nyorai governa aTerra Pura do Paraíso Ocidental. Quando um devoto morre, acredita-se queAmida desce do seu paraíso para conduzir o fiel de volta à Terra Pura. Em pinturas e pergaminhos, Amidaaparece montado em uma nuvem, muitas vezes acompanhado de dois bosatsus, Seishi e Kannon, que são seus assistentes. Outras pinturas o retratam acompanhado de vinte e cinco bosatsus, dentre elesSeishi e Kannon, descendo do céu para guiar as almas de volta ao paraíso.



Quando sozinho, Amida Nyorai é representado sentado em posição de lótus sobre uma flor de lótus. Ele veste uma túnica vermelha com os ombros cobertos. Suas mãos estão descansando sobre o seu colo, a mão direita sobre a esquerda, tocando as pontas dos dedões com seus dedos indicadores, de maneira a formar o mudra Samadhi, também conhecido como Dhyana, o mudra da meditação.
Mantra:
On amirita teizei kara un (jpn.)
Om amrta-teje hara hûm (skt.)
Bija:
Taraku (jpn.)
Trah (skt.)
Tradução:
Om. Salve-nos na glória do Imortal. Hum.
Fonte: http://aoikuwan.com

Kwan yin/Kannon está junto a Buda Amida no Budismo Terra Pura.




O que é Budismo da Terra Pura:
Todos nós vivemos amando alguém e sofrendo por termos de nos separar.
Vivemos odiando alguém e sofrendo por sermos forçados a conviver. Sofremos como se nós estivéssemos despedaçando. Se o ser humano fosse definido assim, como alguém que passa por essa existência transitória, sacudido por amores e ódio, tremendo ante a morte que logo chega e não se pode evitar, a existência seria algo muito triste, lamentável.
O Buda Shakyamuni ensinou que somos filhos da Vida Infinita, chamada Amida. Amida quer curar nossa tristeza e nos proporcionar a verdadeira tranquilidade. Podemos perceber que a cada dia estamos sendo conduzidos a Terra Pura, que transcende a vida e a morte, o amor e o ódio. Assim, o Tríplice Sutra da Terra Pura, pregado por Sakyamuni, nos ensina o Voto da Grande Compaixão de Amida, segundo o qual , nada mais nos é requerido do além de recitarmos o NEMBUTSU, confiando no Voto Original.
O Budismo Terra Pura é o ensinamento verdadeiro, transformado em palavras que vêm da Terra Pura e adentram, ressoando, o nosso coração, nos despertando e revelando o significado precioso desta vida, como uma viagem rumo à Terra Pura.
Por essa razão, Shiran Shonin o chamou de Verdadeiro Ensinamento da Terra Pura.

Jitsuen Kakehashi
Reitor da escola Gyoshin
Parte livro Budismo Terra Pura.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Kanzeon



                                                            Water-Moon Kannon, Gakuo


ENMEI JUKKU KANNON GYO

Kanzeon na mu butsu

yo butsu u en

yo butsu u en bup po

so en jo raku ga jo cho nen

kanzeon bo nen

kanzeon nen nen ju shin

ki nen nen fu ri shin.



Kanzeon!

Louvor a Buda

em Buda a minha origem,

sou um com o Buda

sou um com o Buda, o Dharma, a Sangha,

constância, alegria, ser e pureza.

De manhã o meu pensamento é Kanzeon,

à noite o meu pensamento é Kanzeon,

pensamento após pensamento surge na mente,

pensamento após pensamento não está separado da mente.


Ten Verse Kannon Sutra of Timeless Life: versão livre 
fonte.: http://budadharma.paginas.sapo.pt 

Cursos Extensivos de Budismo



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Quem é Amida? Uma reflexão Ocidental



Estátua do Buda Amida em Camacura, no Japão     


Quem é Amida? Uma reflexão Ocidental
Mauricio Ghigonetto (Shaku Hondaku)


Este texto foi criado a partir de perguntas feitas na comunidade de Budismo Jodo Shin no Orkut.
Muitos perguntam, afinal o que ou quem é Buda Amida. Existem muitos textos que tentam explicar o mito de Amida ainda de uma maneira metafórica do jeito que ocidentais sem qualquer referencia católico-cristã possa entender. Contudo existe uma torrente de iniciantes e muitos praticantes experientes que ainda não conseguem desassociar a figura de Buda Amida de um ser supremo, regulador ou dono das ações humanas.

Para compreendermos quem ou o que Buda Amida realmente é, temos que levar em conta alguns aspectos e posturas, como seguem.

O Budismo Shin é uma tradição budista e segue os sutras budistas, portanto temos que partir do pressuposto que ele passa uma mensagem budista e cabe a nós entendê-la. Shinran Shonin (fundador da escola budista Jodo Shinshu) não era nenhum maluco e portanto merece credibilidade.

Não sendo Shiran um louco, lembro que ele baseou a doutrina da Terra Pura em ensinamentos de 7 Mestres (Shichi Kozo)renomados do Budismo e anteriores a ele: Nagarjuna (dito o "pai" do Mahayana e criador da filosofia Madhyamika), Vasubandhu (criador da filosofia Yogacara), T´an Luan (mestre chinês que compilou vários textos e sutras da Terra Pura), Tao Cho (popularizou a doutrina da Terra Pura na China), Ch´an Tao, Genshin e Honen (que foi o grande professor, mentor e inspirador de Shinran Shonin).

Também temos que a figura do Buda Amitabha e de Amithayus (Amida em japonês e Amito em chinês) é unânime em todas as linhagens budistas, incluindo o Zen, o Ch´an e as escolas tibetanas, portanto o Budismo Terra Pura não apresenta nada de novo, nem estranho à doutrina budista em geral, aliás muito pelo contrário, a única tradição que não possui este conceito é a Theravada.

Lembremos que no oriente, o uso de metáforas, alegorias e mitos para se explicar conceitos, arquétipos e fundamentos é largamente utilizado. Um exemplo: Avalokitesvara (Kannon em japonês e Kwan Yin em chinês) é representado como uma figura humana, mas não há indícios históricos que comprovem que ele definitivamente existiu, ou seja, é um mito. E muitos budistas recitam "Om Mani Padme Hung" que é o mantra de Avalokitesvara, que nunca existiu... logo, isto tb não é considerado "anti-budismo". Recitar um mantra não é confiar num
"poder" que não é o seu?

Vamos também deixar dogmas e conceitos católico-cristãos de fora. Não dá para ficar comparando Budismo com Cristianismo, pois não dá para argumentar com dogmas. e lembremos que Shakyamuni sempre utilizou métodos diferentes para explicar a mesma coisa para pessoas diferentes. Podemos dar uma explicação extremamente "técnica" sobre o assunto, mas querendo evitar tal prática, pretendemos tentar explicar de uma maneira mais coloquial, mais acessível a todos.
Muito bem, isto posto e entendido vamos lá.
É muito comum criarmos uma confusão mental quando tentamos entender um mito ou a personificação arquétipica tão comum na Índia e ocidente em geral, pois geralmente entramos em conflito com nossas bases católico-cristãs.

 Você se sente assim? Bem-vindo ao time!
No começo, tudo geralmente é muito estranho, mas sempre temos que ter em mente que estamos numa escola budista, logo tudo tem que ter
uma lógica clara...

O que é o Budismo?





O Budismo é um sistema Filosófico-Religioso de auto-realização, que tem sua origem no norte da Índia, no século VI a.C., baseado na experiência de iluminação e ensinamentos de Sidarta Gautama, também conhecido como Shakyamuni, o Buda. A palavra Buda, ao contrário do que muitos pensam, não é um nome e sim um título que significa Desperto, Acordado, Iluminado.
O Budismo, apesar de ser considerado uma das grandes religiões do mundo, não deve ser considerado como religião no sentido estrito da palavra, uma vez que não possui uma figura de “Deus”, “dogmas” e outras características próprias das religiões em geral.
A palavra “religião”, segundo a tese comumente aceita pelos cristãos desde o tempo de Santo Agostinho, viria do latim religio, do verbo religare e teria o sentido de religar o homem ao seu criador, do qual ele teria se afastado devido ao pecado original (na tradição judaico-cristã).
No caso do Budismo, não havendo uma figura de um “Deus Criador”, um “mito da criação” e, por conseguinte “pecado original” e toda a sua conseqüência, a palavra religião, neste sentido, não seria apropriada.
Mas se buscarmos mais a fundo a origem da palavra “religião”, poderemos encontrar outros sentidos mais abrangentes.
Segundo a Dr.ª Marie-Louise von Franz :
“Há uma discussão etimológica sobre se a palavra religio deriva de religare ou de relegere. Naturalmente, ambas têm a mesma raiz: legere, “escolher”, “eleger”, “juntar”, “apanhar” etc. Originalmente, referia-se a apanhar ou colher madeira, mas legere, “ler”, tem outra conexão: a pessoa “escolhe” ou “reúne” as letras, uma a uma; é assim que as pessoas começam a ler e que as crianças ainda hoje aprendem a ler. (…) Etimologistas modernos pensam que, provavelmente, religio deriva da palavra relegere, o que significaria “consideração cuidadosa (…).” (VON FRANZ, Marie-Louise,  Alquimia – Introdução ao Simbolismo e à Psicologia, São Paulo, Cultrix, 1996.)
Por outro lado, o termo “filosofia”, mesmo que tomado de empréstimo da cultura grega, não se aplicaria devidamente, pois reduziria o Budismo a um método puramente racional.
No oriente, o Budismo é designado pelo nome “A Doutrina de Buda”, ou simplesmente “O Caminho de Buda”. Já no ocidente, podemos adotar a definição de “religião”, levando em conta que além do desenvolvimento de uma lógica própria, uma dialética também própria e até mesmo um tipo característico de diálogo do Buda com seus discípulos, muito semelhante aos diálogos de Sócrates com seus discípulos na Grécia antiga (a maiêutica), o Budismo possui também o conceito de “Sagrado” e de “Transcendental”, está organizado em congregações com regras disciplinares, ritualística e liturgias próprias e seus “monges” vivem geralmente em “mosteiros”.

Buda Amida


Esta estátua de Buda Amida é o objeto central de reverência no altar do nosso templo.  
A estátua foi esculpida pelo famoso escultor japonês Koei Eri.
 Foi exibido no Japão e na Europa, antes de ser instalado no templo.
A figura está sobre um estrado em forma de uma flor de lótus.
Inclina-se ligeiramente para a frente, representando a natureza dinâmica da Sabedoria Compaixão. 
O mudra (gesto de mão) significa tranquilidade e proteção. Os dedos polegar e indicador das duas mãos se juntam para formar o círculo da perfeição (isto é, o Dharma perfeita e eterna do Buda). A mão direita é elevada a nível do ombro, com a palma virada para fora, simbolizando a sabedoria. A mão esquerda fica pendurado com a palma virada para fora, simbolizando compaixão.
O ponto um pouco acima e entre os olhos é uma das 32 marcas físicas de um Buda e é um símbolo do terceiro olho ou espiritual. A protuberância na parte superior da cabeça é outra das 32 marcas e sabedoria espiritual simboliza.
Atrás da cabeça é um disco esculpida com um motivo flor de lótus. 
Os raios representam raios de luz. 
http://www.calgary-buddhist.ab.ca/statue.htm


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Budismo Shin, Terra Pura de Amida

                         Bodisatva Seishi, Buda Amida e o Bodisatva Kannon






                               Amida e os sábios dão boas-vindas ao adepto



A Terra Pura do Buda Amida.




                   fonte:http://shindojo.weebly.com/shinran-e-o-shin.html