quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A PRÁTICA DA DEUSA TARA VERDE




Tara Verde
Tara (tibetano: Drol Ma) é a designação de uma deidade feminina do budismo vajrayana. Literalmente, o termo significa salvadora.
Tara é a mãe da compaixão, o aspecto feminino do Buda, indissociável do estado desperto iluminado. Todas as deidades femininas são aspectos de Tara. É a divindade nacional do Tibete.
A princesa Yeshe Dawa: origem do mito
Conta-se que a princesa Yeshe Dawa (Lua de Sabedoria), que recebeu ensinamentos de um Buda, acumulou méritos e sabedoria, tendo sido aconselhada a rezar por um renascimento masculino, pois como homem alcançaria a iluminação. Reconhecendo nisso a ignorância de que a dualidade é relativa, fez o compromisso de sempre renascer em forma feminina, como mulher. Por esse gesto de sabedoria e compaixão, é a manifestação de Avalokiteshvara. É também considerada a consorte de Avalokiteshvara, outras vezes surge como consorte de Amoghasidi.
Nomes de Tara
De acordo com as várias linhagens do budismo tibetano, a lista dos nomes de Tara podem apresentar variações. Dos cento e oito nomes e vinte e uma formas de Tara, duas formas são mais populares:
Tara Branca, Sitatara, , identificada com a Princesa da China, esposa do primeiro rei budista do Tibet. Em geral associada a Kwan Yin, sempre representada na cor branca.
Tara Verde, Syamatara, , identificada com a Princesa do Nepal, segunda esposa do primeiro rei budista do Tibet.
No Brasil, por influência de Chagdud Tulku Rinpoche, também tornou-se conhecida, a Tara Vermelha, Rigdjed Lamo (em tibetano), que evoca nosso estado desperto natural (denominado rigpa).



A prática da deusa TARA VERDE
Por
H.E. Chogye Trichen Rinpoche

Introdução

Relativo à prática de Tara, ela é um ser iluminado no décimo segundo bhumi, ou fase de iluminação, capaz de cumprir todos os desejos dos seres. 

Tara é a manifestação da compaixão de todos os Buddhas dos três tempos. Ela também é a deusa que leva a cabo e realiza as atividades iluminadas dos Buddhas. 

Houve incontáveis Buddhas de outros aeons e eras. 

No princípio de nosso aeon, havia um Buddha particular, o Buddha daquela era, conhecido como Mahavairochana. 
No tempo daquele Buddha, havia um grande rei que teve uma filha pelo nome de Princesa Metok Zay, Princesa Bela Flor. 

A Princesa Bela Flor era devota em oração, e levou a cabo atividades maravilhosas para beneficiar outros seres. Quanto ainda era menina, Princesa Bela Flor fez oferecimentos vastos e dedicações,  executando atividades generosas, corajosas, pacientes e compassivas da maior virtude em nome dos seres sensíveis. 
Quando o Buddha Mahavairochana perguntou para a Princesa o que era que ela desejava, qual era a intenção do seu coração dela, ela respondeu, "eu permanecerei neste mundo até que todo e último único ser seja liberado completamente ". 

Esta era uma nova surpresa ao Buddha, que nunca tinha ouvido qualquer um oferecer tal nobre aspiração, abnegada e corajosa. Com respeito aos sacrifícios pessoais dela, à virtude dela e suas aspirações, e inspirado pelos desejos dela em nome dos seres, Buddha Vairochana proferiu espontaneamente a oração dos vinte e um elogios com Tara, um elogio para cada uma das vinte e uma qualidades de Tara. 
Como resultado destes elogios falados por Buddha Vairochana, veio a ser conhecido que a Princesa Bela Flor era a emanação da deusa Tara, que tinha vindo originalmente das lágrimas do abrigo da compaixão, ou Chenrezig. 

Avalokiteshvara Bodhisattva [Chenrezig] teve imensa compaixão pelos outros seres vivos. 
Embora ele se esforçou incessantemente para ajudar os outros seres, sentia grande tristeza que tantos seres continuavam caindo sem socorro nos mais baixos reinos de existência como os infernos. Ele viu que muito poucos seres estavam fazendo progresso no caminho para iluminação. 
Em desespero absoluto, por compaixão insuportável, Avalokiteshvara chorou em angústia, enquanto rezava que seria melhor que o corpo dele fosse destroçado em pedaços, desde que ele não podia cumprir a sua tarefa dele de salvar os seres vivos de sofrer. 

Das lágrimas de compaixão dele, surgiu a deusa. 
Ao aparecer milagrosamente deste modo, Tara falou com Avalokiteshvara,  dizendo: "Ó nobre, não abandone a tarefa sublime de beneficiar os seres sensíveis. Eu estive inspirada por eles e me alegrei em tudo com suas ações desinteressadas. Eu entendo os grandes sofrimentos que você sofreu. Mas talvez, se eu assumir a forma de um bodhisattva feminino, com o nome de Tara, como uma contraparte de você,  então isso poderia ajudá-lo em seus mais merecedores empenhos. 
Ouvindo esta aspiração por Tara, Avalokiteshvara ficou cheio de uma coragem renovada de continuar os seus esforços dele em nome de seres, e ele e Tara foram santificados por Amitabha Buddha para os seus compromissos para o caminho de bodhisattva neste momento. 
Na ocasião, quando Avalokiteshvara tinha clamado em desespero, o corpo dele se partiu em mil pedaços. Amitabha Buddha então abençoou o corpo dele, de forma que Avalokiteshvara surgiu em uma forma nova com onze cabeças, e com mil braços, com um olho na palma de cada mão. E deste modo nós podemos ver a conexão íntima entre Avalokiteshvara e Tara. 
É dito que desde aquele tempo, quem recitar este elogio às vinte e um Taras proferidos por Buddha Mahavairochana está seguro de receber benefícios incríveis. 
Buddha Vairochana pôde cumprir tudo dos desejos dele. Até mesmo para os Buddhas, há tempos em que eles não podem satisfazer às necessidades de alguns seres sensíveis. Porém, dando origem a este elogio para as vinte e uma Taras, Buddha Vairochana buscou não só cumprir tudo dos próprios desejos dele, mas ele também pôde geralmente cumprir tudo dos desejos de todos que chegaram a ele. 
Uma vez uma mulher velha veio ao Buddha Vairochana. Ela era bastante pobre, e teve uma filha que era extraordinariamente bonita. Esta filha tinha um admirador real que desejava a mão dela em matrimônio. Na Índia antiga, se uma menina camponesa fosse-se casar na realeza, era o costume que a família da menina deveria tentar prover pelo menos a jóia a ser usada pela noiva. A mulher velha empobrecida não tinha nenhum meios com que obter a jóia para a filha dela que se estava casando. 
Esta mulher tinha ouvido que aquele Buddha Vairochana poderia conceder qualquer desejo, e assim ela se chegou a ele. Ela veio diante do Buddha e perguntou se ele puderia lhe dar alguma jóia, de forma que a filha dela pudesse-se casar com o rei, e cumprir os desejos de muitas pessoas. Naquele momento, o Buddha Vairochana estava no templo de Bodhi, em Bodhgaya. 

No templo de Bodhi havia muitas imagens de Tara Verde. Como ele não tinha nenhuma jóia própria dele para dar, o Buddha pediu de uma das imagens especiais de Tara Verde no templo de Bodhi que ela desse a sua coroa dela a ele, de forma que ele pudesse agradar à mãe velha, e que a filha dela pudesse tornar-se uma rainha. 

Então a estátua de Tara removeu a própria coroa dela, e apresentou isto ao Buddha Vairochana, que pôde oferecê-la então à mulher para o matrimônio da filha dela. 
Tara Verde diz que não só ela vai dar aos seres tudo o que eles podem precisar, mas também que ela pode acalmar cada um dos medos principais dos seres, como os oito ou dezesseis medos comuns dos seres que incluem: medo de ladrões, medo das águas, de cobras, de veneno, de prisão, e assim por diante, como também todos os medos internos. 

Qualquer temor que os seres sofrem, sempre que eles recitam os vinte e um elogios a Tara, ou somente  recitando o mantra de dez sílabas dela, OM TARA TUTTARE TURE SVAHA, os seus medos deles/delas seriam pacificados, e as suas necessidades deles/delas seriam cumpridas. 

O Buddha Mahavairochana apareceu em um tempo antigo, muito longe antes do tempo de Shakyamuni Buddha. Também é dito que depois, em nossa própria era, o próprio Buddha Shakyamuni falou a exata mesma oração, enquanto repetia as palavras do Buddha Vairochana. Isto é recontado na coleção de Kangyur das palavras do Buddha. 

Assim, Tara também foi elogiada grandemente pelo próprio Buddha Shakyamuni. 
Deste modo, a oração para as vinte e uma Taras traz imensa bênção e poder. 
Incontáveis Budistas Mahayana cantam este elogio diariamente; sejam eles monges ordenados, sejam leigos praticantes, sejam jovens ou velhos, esta oração ressoa como um murmúrio constante nas bocas dos crentes, desde longo tempo antes do nosso presente aeon. 
Em muitos tempos mais recentes, a deusa Tara aparece como deidade meditacional para muitos dos maiores mestres da história budista, para grandes filósofos budistas Mahayana da Índia, para Mahasiddhas, como em particular os estimados Nagarjuna e Aryadeva.

 O praticante e pandita Chandragomin teve visões de Tara e recebeu transmissão direta de Tara. Muitos desses mestres foram praticantes dedicados de Tara. O Mahasiddha indiano Virupa, fundador da linhagem Lam Dre do Buddha Hevajra, recebeu bênçãos de Tara. 

Um dos maiores mestres indianos que tiveram papel muito importante, introduzindo a prática de Tara no Tibet, foi o praticante pandita bengali Atisha. Atisha tinha sido convidado muitas vezes a visitar o Tibet, mas ele sempre tinha recusado, depois de ter ouvido falar da altitude alta e do clima severo do Tibet, como também do caráter incontrolável e rude das pessoas Tibetanas. Ele duvidou que pudesse ir lá e realmente mudar as mentes delas no caminho do dharma. 
O mestre indiano Atisha, sendo grande devoto de Tara Verde, antes de viajar ao Tibet, um dia recebeu uma profecia de Tara. 

A própria Tara contou para Atisha que ele deveria ir para a terra das neves, pois lá ele seria como o sol, iluminando os seres com os ensinamentos do Buddha, dispersando toda a escuridão. 

Deste modo ele traria grande benefício aos seres sensíveis nos países do norte. Tara contou a Atisha que lá ele conheceria um grande discípulo seu, um que seria na realidade uma emanação do bodhisattva Avalokiteshvara. Ela profetizou que as atividades combinadas de Atisha e deste discípulo causariam que os ensinamentos  floresceriam em todos os lugares por milhares de anos em expansão. 

Só depois de ouvir essas palavras proféticas faladas por Tara foi que Atisha cedeu nos julgamentos dele relativo ao Tibet e aos Tibetanos, e  resolveu ir para o Tibet. Embora Atisha enfrentasse algumas dificuldades iniciais no Tibet, como não achar os tradutores qualificados e se encontrar em condições severas, no entanto a tempo ele se reuniu com o discípulo profetizado dele, Dromtonpa. Dromtonpa foi-se tornar o fundador da escola Kadampa, que se tornou a fonte da qual as encarnações dos Dalai Lamas surgiram. 
É da influência de Atisha que os ensinamentos de Tara Verde vieram a florescer no Tibet. Embora a tradição Nyingmapa mais cedo adorava a deusa em várias formas, isto não era tão amplamente difundido até que Atisha veio ao Tibet e propagou o elogio às vinte e uma Taras. 
Estes são algumas das bênçãos e presentes de Tara. 

Chandragomin era outro dos grandes mestres indianos que tiveram um papel significante na propagação das tradições de Tara. Ele não era um monge, mas um upasaka, um praticante secular que mantém oito votos. 
Devido a isto, o elogio para as vinte e uma Taras, o mantra dela, e rituais, se espalhou a todas as escolas de Budismo do Tibet todas as quais continuam confiando na prática de meditação em Tara. Há muitas histórias de grandes mestres espirituais no Tibet que confiaram em Tara como  sua deidade de meditação. 
No décimo sexto século no Tibet havia um muito grande mestre chamado Jonang Taranatha. "Tara" quer dizer "sábio", e "Natha" quer dizer  "protetor" em Sanskrito. 

Era dito que ele estava em uma comunhão direta quase contínua com a própria Tara. Ele procurou tradições budistas indianas quando não havia quase nada do Buddhadharma na Índia, e era dito que tinha achado e recuperado muitas fontes de ensinamento de dharma. 

Taranatha escreveu uma elaborada história de Tara e das práticas dela. Ele teve muito cuidado sobre datas e identificar os diferentes mestres indianos que eram associados com a prática de Tara. Os escritos de Taranatha sobre Tara sobrevivem nos trabalhos colecionados dele, e há traduções inglesas deste trabalho que incluem explicações dos vinte e um elogios a Tara. 

Há mantras específicos para cada uma das vinte e uma formas de Tara. Podem ser invocadas formas específicas de Tara para obstáculos particulares ou medos, e a pessoa pode praticar deste modo uma vez que a pessoa recebeu autorização e transmissão dos vinte e um elogios a Tara. 

Para fixar o benefício dessas bênçãos dos Buddhas, de Tara, e de todos estes mestres, dizem que depois de receber a transmissão dos vinte e um elogios a Tara, a pessoa pode escolher recitar este elogio, ou recitar o dharani longo do mantra de Tara, ou até mesmo só recitar o mantra de dez sílabas de Tara. 

A pessoa pode recitar qualquer um ou todos esses três, de manhã cedo, ou no meio do dia, ou pela noite, ou no meio da noite. É dito que é especialmente importante e útil recitar estes sempre que a mente da pessoa estiver preocupada e não pode ser pacificada através de outros meios. 

Uma pessoa cuja mente está muito preocupada pode falar sobre os seus problemas com alguns amigos, mas eles só permanecerão transtornados. Os amigos podem apoiar nosso ponto de vista e podem entender nossos medos, contudo nossos desejos não são cumpridos. Até mesmo se eles são encorajadores e concordam conosco, nossos problemas ainda permanecem; só porque eles estão de acordo conosco não significa que eles podem nos ajudar verdadeiramente. 

Acontece até mesmo que pode ser pior que antes como resultado de tais consultas amigáveis! 

Por outro lado, qualquer um devoto fiel recitando os vinte e um elogios a Tara, ou recitando o mantra de dharani longo ou até mesmo o mantra curto de dez sílabas, OM TARA TUTTARE TURE SVAHA, sempre que estiver em crise, quando estiver sendo negadas as necessidades deles/delas e seus desejos estão sendo frustrados e não podem ser cumprido, sentindo-se confusos, se neste tempo eles pedirem a ela, ela irá curar os medos deles/delas e suas tribulações. 

Esta nos apresenta uma alternativa para nossa resposta ordinária para as dificuldades. Quando nós estivermos preocupados, normalmente nós procuraríamos um amigo ou conselheiro imediatamente para validar nossa miséria. Desejando achar conforto e pacificar nosso tumulto, nós podemos incitar coisas e ao invés do fato podemos os fazer pior. Outra aproximação de valor é que nós poderíamos recitar o elogio às vinte e uma Taras, ou recitar o mantra dela, e deste modo achar o conforto e solução para o que nós estamos buscando. 

A prática de Tara também é muito benéfica e efetiva para centros de dharma. Esses centros que fazem pujas ou rituais de oração de Tara conseguem sucesso, como os desejos deles para que a expansão dos ensinamentos de Buddha seja cumprido! 

Profundo e sincero desejo que nós distribuímos para inspiração e devoção é cumprido muito mais facilmente, especialmente quando eles estão por causa dos outros! 

Virtualmente todo monastério Tibetano executa oração de rituais de Tara Verde todas as manhãs, se eles têm cinco monges ou mil. 

O elogio para as vinte e uma Taras foi cantado continuamente por seres incontáveis que existiram muito tempo atrás, de todo o modo desde o Buddha Vairochana em uma idade muito antiga, longo tempo antes de nossa era presente. O fato de que esta oração é tão antiga e foi tão popular e amplamente praticada em muitas eras contribui para seu grande poder e efetividade. 

Todas as bênçãos acumuladas disso surgem devido às orações dos praticantes ao longo das muitas  eras acumuladas. Todas as bênçãos nos desce e são recebidas por nós quando nós rezarmos com fé e devoção a Tara. Por prática regular do elogio para as vinte e um Taras e o mantras de Tara, são cultivadas estas bênçãos e podem amadurecer em nossa corrente mental, em nossa experiência. É por isto que a adoração de Tara faz tal prática diária excelente. 

Este elogio para as vinte e uma Taras também é muito importante nas tradições chinesas do Budismo Mahayana que tem conexões com o Budismo  Vajrayana.

Meditação em Tara Verde

Na base de treinamentos e práticas preliminares, como também baseado em receber as bênçãos do Bodhisattva Tara, a pessoa pode executar a meditação em Tara e recitar o mantra dela. 
A entrada na meditação budista na tradição de Mahayana começa com lojong: ou treinando a mente. De importância extrema é o desenvolvimento e treinamento da compaixão. 
Como nós desenvolvemos esse treinamento? 

Primeiro, nós meditamos na bondade mostrada a nós por nossas mães. Nossa mãe nos tomou no útero dela e nos deu à luz. Ela nos alimentou,  nos limpou quando nós éramos bebês desamparados. Lembrando-se da bondade dela, visualize sua própria mãe. 

Como você medita desse modo em sua mãe, gere amor e gratidão para ela. Uma vez que você deu origem a este sentimento,  pode começar a estendê-lo a outros, até que gradualmente pode estender o sentimento de amor e gratidão a todos os seres vivos no curso de sua meditação. 

Isto é possível porque no passado, desde um tempo sem começo, todo ser foi na realidade sua própria amável mãe. Como é dito em muitas orações de refúgio, "Para todos os seres sensíveis que foram minha mãe, eu tomo refúgio". 
Outra possibilidade é que você também pode meditar no amor que uma mãe tem para sua única criança, e da mesma maneira estende este sentimento a todos os seres sensíveis. 
Uma vez que você fez isto, o próximo passo é começar a dar origem à compaixão. Entendendo a bondade mostrada a você por sua mãe, você nunca desejaria ver sua mãe sofrimendo de qualquer forma. Este desejo de remover todo o sofrimento de sua mãe é compaixão.

 Ponha-se no lugar dela, sentindo as suas dificuldades dela e qualquer sofrimento que ela tem que sofrer. Uma vez que este sentimento de compaixão surge em seu coração, então  pode estender isto a outros até que vem a abraçar a todos os seres vivos. 

A pessoa entende o sofrimento dos outros, e genuína e verdadeiramente aspira remover os seus sofrimentos. 
Nesse estado, a pessoa está pronta a tomar refúgio. 

Aqui é importante entender que você só pode tomar refúgio verdadeiro em um ser verdadeiramente livre. Não o ajudará tomar refúgio em todos os diferentes deuses mundanos no final das contas, da mesma maneira que um senhor insignificante não o pode proteger verdadeiramente da espada do rei. 

Também há outros treinamentos da mente que você também pode fazer para preparar-se em meditação para a tomada de refúgio. É muito útil refletir nos benefícios do altruísmo ao invés dos aparentes benefícios do egoísmo. Todo o infortúnio e sofrimentos de fato vem diretamente de procurar o próprio interesse da pessoa às custas do que poderia ser melhor para os outros. 

É igualmente verdade que todo o benefício e fortuna boa deriva na realidade de pôr o bem-estar dos outros primeiro. Se você só trabalha para seu próprio benefício, você no fim vai trazer dificuldade para você. Trabalhando para os outros garante que você entrará bem no futuro. 
Igualmente, a prática da virtude é uma parte essencial de treinar a mente da pessoa no dharma. 
Por exemplo, se você for generoso no passado, você estará recebendo prosperidade e abundância no presente. Se nós fomos pacientes no passado, então quem nos vê será atraído automaticamente por nós, e sente positivamente por nós, nos dando poder e influência. 

De importância particular é o treinamento em conduta ética. 

Se a pessoa não praticar disciplina ética nesta vida, é difícil de ganhar nascimentos humanos futuros. Nosso nascimento como seres humanos neste momento existe devido a alguma prática prévia de disciplina moral. Tal disciplina é a verdadeira fundação para qualquer e todas as reais qualidades surgirem. 

A base para esta disciplina é a prática da virtude. Na prática, isto significa renunciar às dez ações não-virtuosas, que são: (1) matar, (2) roubar, e (3) má conduta sexual [para o corpo]; (4) mentir, (5) caluniar, (6) falar palavras severas, e (7) fofoca inútil ou fala sem sentido para as ações da fala da pessoa; e (8) pensamentos de avareza e cobiça, (9) pensamento malicioso que deseja prejudicar os outros, e (10) convicções enganadas, ou visões injustas, para as ações da mente da pessoa. 
As dez ações virtuosas de corpo, fala e mente surgem naturalmente quando a pessoa se contiver dos dez tipos de ações negativas. Conseqüentemente nós podemos ver que, abraçando disciplina virtuosa, também é outra base para a tomada de refúgio. Nesta aproximação, quaisquer ações que você faz, elas são todas oferecimentos e corretas aos Buddhas. 

Agora que nós discutimos alguns dos treinamentos que são a base de  tomar refúgio, quais são os objetos em quem nós tomamos refúgio? Elas são as três jóias. A primeira jóia é o Buddha, que possui os três kayas, ou o corpo, fala e mente iluminados. 

É dito que o Buddha possui três kayas ou "corpos de iluminação". 

O Dharmakaya do Buddha é como a imensidade do espaço do céu . O Sambhogakaya do Buddha se manifesta sem que o Buddha sempre vagueie. O Dharmakaya é como a lua no céu. O aparecimento do Buddha como o Nirmanakaya de carne e sangue é como a lua refletida em uma piscina de água. 

A segunda jóia é o Dharma. Esta é o tripitaka, as três cestas de escrituras. Nós tomamos refúgio no Dharma porque a realização que surge nas mentes dos praticantes está baseada na compreensão das escrituras. A terceira jóia é a Sangha, a comunidade iluminada, os Arhats, Bodhisattvas, e Deidades.

Quem tomou refúgio e segue o caminho que conduz à iluminação mantém a mente de iluminação continuamente. Nós tomamos refúgio para todos os seres sensíveis. Isto traz nosso refúgio ao nível do Mahayana, ou grande veículo, que deseja salvar todo ser vivo. 

A Buddhahood, ou iluminação, é atingida pela realização de abnegação, que inclui a realização da vacuidade de todos os fenômenos. O treinamento, passo a passo, e o acúmulo de mérito, nos ajudam a poder perceber a vacuidade. 

Para isto, a pessoa precisa cultivar a resolução firme de atingir o estado de iluminação. Também é necessário gerar a preciosa bodhichitta. Para poder gerar bodhichitta, é necessário apreciar o bem-estar de outros. 

Os ensinamentos dizem freqüentemente que todo o sofrimento se origina do egoísmo, enquanto toda a felicidade vem de avaliar e buscar o bem-estar dos outros. Apreciar o bem-estar dos outros pode conduzir então à bodhichitta, à motivação altruística de livrar todos os seres dos sofrimentos e os estabelecer no estado de iluminação. 

É dito mais adiante que todos os ensinamentos do Buddha podem ser entendidos em termos da lei de karma, a lei de causa e efeito. Se você semear sementes de virtude, isto manterá os frutos dos resultados afortunados e circunstâncias positivas. Se você cultivar comportamento não-virtuoso, conduzirá à infelicidade. 

Em Budismo, nós falamos da importância da lei de causa e efeito. Em Cristianismo, a ênfase está em fé em deus. Mas esta fé é ainda uma causa, uma causa virtuosa, assim pode dela realmente ser derivada felicidade como seu efeito, ou pode ser resultado de uma causa do que está cultivando fé. Na realidade, assim os cristãos também estão falando da lei de causa e efeito. 

Estes dois ensinamentos religiosos podem usar conceitos diferentes, mas podem compartilhar algumas idéias bem parecidas. 
Quando a pessoa recebe autorização [iniciação] e faz a prática de Tara Verde, ela deveria ser vista com a fé que ela é a incorporação de todas as atividades iluminadas de todos os Buddhas. Assim, a pessoa pode aprender a rezar à Deusa Bodhisattva Tara. Acima de qualquer dúvida, ela pode acalmar e pacificar todos os medos. 

Tara e o Buddha feminino Vajrayogini são a mesma pessoa em essência, desde que ambos são deusas de sabedoria iluminada. Até mesmo se a pessoa não puder praticar todos os detalhes das onze iogas de Vajrayogini, um que sabe como realmente rezar profundamente à deusa Tara receberá os mesmos benefícios. 

Freqüentemente junto com refúgio e geração do desejo para também salvar a todos os seres o que recita a oração de sete ramos que é achada perto do começo de muitas sadhanas. Os sete ramos são: prestando homenagem, fazendo confissão, alegrando-se nas virtudes de outros, decidindo-se pelo  pensamento de iluminação de bodhichitta, pedindo para virar a roda de dharma, pedindo para não passar em nirvana, e dedicação de mérito. Cada destes ramos revela um componente importante do caminho. 

Tendo tomado refúgio e feito a homenagem, a pessoa vê Tara como o objeto exclusivo de refúgio para quem você confia sua fé. Este é o primeiro dos quatro poderes de confissão que é o segundo ramo. O primeiro poder de confissão é o poder do altar. Agora a pessoa está pronto confessar os maus-feitos com remorso forte, como quem erradamentetomou veneno e assim tem genuínos pesares. Você vê como foi prejudicial ter cometido tal erro, e, com remorso e contrição, confessa você. 

Este é o segundo dos poderes de confissão, o poder do arrependimento. 

O terceiro poder de confissão é o poder do antídoto; em resumo, isto significa prometer com sinceridade nunca repetir a conduta negativa novamente. Como resultado disto, serão consertados todos as negatividades completamente, e a virtude será restabelecida e será reavivada. Este é o quarto dos poderes, o poder da renovação ou restauração. A menos que nós confessemos as ações negativas, nós continuamos acumulando as causas de sofrimentos continuamente. 

Um exemplo do terceiro dos sete ramos, o ramo de alegrar-se com a virtude, é ilustrado pela história de um mendigo que se alegrou com o mérito de um rei que apresentava um banquete pródigo para o Buddha. Pela alegria dele, o mendigo ganhou até maior mérito que o próprio rei. Semelhantemente, se você conhece alguém que completou a recitação de muitos milhões de mantras, então se você se alegrar na prática deles/delas, você pode compartilhar do grande mérito deles/delas. 

Isto ilustra aquele até mesmo que, sem grande esforço da parte da própria pessoa, por alegrar-se no mérito de outros, a pessoa pode ganhar vastas quantidades de mérito.
Outro dos sete ramos é o pedido aos Buddhas de virar a roda do Dharma. Sem tal pedido, os ensinamentos não localizam os seres sensíveis. Isto é ilustrado na vida de Shakyamuni Buddha.   

Quando o Buddha foi iluminado, ele fez uma declaração famosa que é registrada no sutras:   
" Eu achei um Dharma que é como néctar; é indecomponível luz clara, profundo e calmo, além da elaboração conceitual. Se eu fosse explicar isto, os outros não entenderiam, e assim eu permanecerei na floresta sem falar ".   

Com respeito a isto, o deus que Brahma, o criador, pediu que o Buddha virasse a roda do Dharma de acordo com as necessidades particulares das variedades dos seres sensíveis.   
O final dos sete ramos é a dedicação de mérito. Dedicação de mérito é o mais importante de todos os sete ramos. 

Qualquer meditação, qualquer prática ou ações virtuosas que a pessoa executa, nós sempre deveríamos dedicar o mérito de forma que nossa virtude não seja dissipada.   

A menos que você dedique o mérito, grande que possa ser, não será de muito benefício comparado a merecer o que foi dedicado, e o resultado de nossas ações pode conduzir até mesmo a outro lugar! Por outro lado, porém pequena uma virtude ou ação meritória que a pessoa possa ter executado, dedicando seu mérito,  os benefícios irão  aumentar e aumentar.   
Por exemplo, um pequeno ato de generosidade, como dar  um pouco  de água a uma pessoa sedenta, se seguir-se por dedicação de mérito, irá em aumentar a quantidade da pessoa de virtude. Sem dedicação, até mesmo a virtude ganha por grandes ações é facilmente exausta.   
As escrituras budista ensinam  como um momento de raiva pode destruir grandes quantidades de virtude não dedicada. 

A raiva é a mais destrutiva das emoções  aflitivas. Nós dedicamos qualquer mérito que nós geramos imediatamente de forma que isto não pode ser destruído por nossos pensamentos negativos, palavras e ações.   

É ensinado que a paciência serve como o antídoto para enfurecer-se. A virtude da prática de paciência é imensa. Qualquer palavras abusivas podem ser faladas com você, simplesmente pela prática da paciência.   
Considerando que isto é tão importante, nos deixe de considerar as virtudes de praticar paciência. A paciência é  uma das seis ou dez paramitas, as perfeições dos Bodhisattvas. 

Há três tipos de paciência. A melhor das três é saber a vacuidade de todas as coisas. Depois é a paciência não-retaliativa,  onde a pessoa não retalia ou leva vingança em outros que abusaram ou se comportaram mal para a si mesmo. Isto significa voluntariamente aceitar qualquer sofrimento ou dano em a si mesmo.   
A prática da Paciência é uma das formas mais altas de asceticismo. Por esta prática, será pacificada toda a agressividade por si só. Quando duas comunidades estiverem em conflito, se uma destas puder exercitar a paciência, a discussão entre elas pode diminuir e gradualmente pode baixar todo junto.   
A Paciência é pensada como a mais alto de todas as virtudes; é muito sagrada. Se a pessoa praticar paciência, conduz diretamente a nascer com uma forma bonita. Embora nós pensemos nascer bonito é devido a alguma amável realidade de hereditariedade de nossos pais,  em grande parte devido ao mérito de praticar paciência nas vidas prévias da pessoa.   

Realmente, a fortuna boa de nascer como um ser humano está devido ao desempenho de éticas, de ações morais, nas vidas prévias da pessoa. Mas não todos os humanos nascem com uma forma bonita; é só esses que praticaram paciência que são enfeitados com tal  aparecimento.   

Os que são pacientes geralmente são admirados por todo o mundo; dos reis e dignitários até a pessoa mais ordinária, todos o respeitarão o que é paciente. Isto é porque a paciência consome a raiva da pessoa, a causa do pior sofrimento. Não há nenhuma não-virtude maior que a raiva e ódio; destrói todas as sementes de virtude. Em contraste, a paciência  destrói raiva e ódio.

 Realmente não há nenhuma virtude que se pode emparelhar com a virtude da paciência.   
Outras das seis ou dez paramitas ou perfeições dos Bodhisattvas é a perfeição de diligência. 

Tudo que você empreende, você tem que aplicar diligência à tarefa. Se você tiver diligência, você pode até mesmo fazer um buraco em uma pedra usando suas mãos. A prática da diligência nesta vida permitirá a pessoa a fazer coisas depressa e prosperamente em vidas do futuro, sem enfrentar muitos obstáculos.   
Ainda outras das paramitas ou perfeições são a perfeição da concentração. 

Os benefícios do treinamento em concentração são que aquele fica contente e calmo e tudo fica fácil. A pessoa acha a mente da pessoa fácil domesticar, e as coisas estão bem e como deveriam ser. Estas são algumas das virtudes do karma positivo que surge pela perfeição da concentração.   

Especialmente importante é o prajnaparamita, a perfeição de sabedoria. Dá para alguém a habilidade para discernir assuntos com claridade mental e raciocínio claro.   

A lei de karma, de causa e efeito, é infalível; nunca o decepcionará. Não-virtudes definitivamente criam infelicidade. Até mesmo se a pessoa tiver a boa fortuna para nascer como um ser humano, se causas não-virtuosas estiverem presentes em  si mesmo, isto perpetuará um testamento de sofrimento, até mesmo se a pessoa ganhe renascimento mais alto, como de um ser humano.   

Os reinos de sofrimentos como os infernos são o resultado dos próprios pensamentos e ações errados da pessoa. Não há nenhum  lugar como os infernos. 

Os fogos infernais dos infernos quentes são a manifestação da raiva não resolvida e negatividade armazenada na mente. Estas acumulações  karmicas se manifestam como o que parece ser um mundo real ou reino para aquele que tem que experimentar. Devido ao karma negativo, a pessoa tem uma percepção distorcida de tudo da realidade,  não percebendo que qualquer realidade que a pessoa parece estar experimentando é criada na realidade pela própria mente da pessoa.   

Todas as práticas de meditação devem ser estruturadas de acordo com as três excelências: o que é no princípio virtuoso, que é virtuoso no meio, e  que é virtuoso no fim.   
Em meditação, a coisa mais importante é meditação em vacuidade. Todos os conseguimentos do Buddhas são o resultado de meditação em vacuidade. Nós  mesmos não nos tornamos Buddhas porque nós não meditamos efetivamente em vacuidade.   

O que é no princípio virtuoso é refúgio. O que é virtuoso no meio é a parte principal da prática. O que é virtuoso no fim é a dedicação de mérito. Conseqüentemente nós podemos ver que a tomada de refúgio é a base de toda a prática adicional.   

Na escola da Primeira Tradução eles falam de nove veículos de Budismo que incluem seis veículos de tantra, enquanto nas escolas da Tradução Posterior eles falam de quatro veículos ou classes de tantra: kriya ou tantra de ação; charya ou tantra de desempenho; tantra de ioga; e anuttarayogatantra ou tantra de ioga insuperável.   

Na prática de Kriyatantra, a pessoa visualiza a deidade, como a deusa Tara, no espaço sobre e na frente, e pensa de si mesmo como um sujeito leal que suplica a um rei ou rainha,  esperando receber a sua bondade. Esta é a natureza da relação do meditador com a deidade em Kriyatantra.

 Em Charyatantra, você considera a deusa como um amigo, a quem você pede algum favor ou ajuda ou bênçãos. Em Charya ou tantra de desempenho, a relação entre o meditador e a deidade é igual a de um amigo para um amigo.   

Em Yogatantra, a pessoa está unificando a sua própria natureza da pessoa com a natureza da deidade, unificando o próprio aparecimento da pessoa com o aparecimento de Tara. Em Anuttarayogatantra, a pessoa não vê a si mesmo e a deidade como separado em natureza. 

Baseado nisto, a pessoa transforma o corpo ordinário da pessoa, fala, e mente no corpo, fala e mente sagrada de Tara.

Para fazer isto, você deve ter recebido a permissão-iniciação. Isto é o que o permite a transformar seu corpo ordinário no corpo divino, transformar sua fala ordinária em fala iluminada, e transformar seus pensamentos mundanos na sabedoria da deusa Tara por meditar em vacuidade. 

fonte:http://www.kslm.org.br/

MEDITAÇÃO COLETIVA DE CAMINO AL DESPERTAR


A Transmissão das 21 Taras


Tara Verde Deusa das Deusas A fonte das outras 21 emanações




Salvadora Bodhisattva Tara 

EM LOUVOR ÀS 21 TARAS

"Qualquer que seja o seu corpo, Ó Mãe dos Conquistadores, 
Qualquer que seja sua escolta, duração de vida e terra pura, 
Possa eu e todos os outros obter apenas isso. 
Pela força deste louvor e dos pedidos feitos a você, 
Possam a doença, pobreza, brigas e disputas sejam acalmados, 
Possam o precioso Dharma e todas as coisas auspiciosas aumentar
Em todo o mundo e em todas as direções onde eu e todos os outros residimos.

As 21 formas de Tara

1. Rápida Senhora da Glória:Pacífica e charmosa, para pacificar as aflições devido a obstáculos; para exercer influência positiva sobre aqueles que estão errados. Tara Vermelha a salvadora veloz que concede o poder do controle e da persuasão eficaz

2. Senhora da Suprema Paz: Brilhantemente branca, expressão pacífica para curar doenças, maledicências ou influências demoníacas e problemas. A grande e pacífica Tara Branca que pacifica a negatividade causada por espíritos, o carma negativo, as delusões e as doenças

3. Senhora da Cor Amarela Dourada: Amarela, expressão charmosa para aumentara longevidade e riqueza. A grande incrementadora, Tara Dourada, que aumenta a longevidade, o mérito, a boa fortuna, a riqueza e a fama

4. Senhora da Vitória Completa, Corporificação de Todas as Qualidades Positivas: Amarela, charmosa expressão para conceder longevidade. A grande Tara Amarela da vida longa.

5. Aquela que Proclama o Som de Hung: Laranja, gargalhando com apaixonada expressão para dominar e influenciar as pessoas. A grandeTara do mantra HUM, que atrai outros seres para perto de nós.

6. Aquela que é Completamente Vitoriosa Sobre os Três Mundos:Vermelho-escuro, levemente irada para domar espíritos (Bhuta). A Tara Negra-e-Vermelha, vitoriosa sobre os Três Reinos, que protege contra o mal produzido por espíritos, levando-os à loucura

7. A que Conquista os Outros: Expressão irada para desviar os mantras nocivos dos outros. A Tara Negra, levemente irada, que desfaz toda magia negra e feitiços negativos

8. A que Conquista Maras e Inimigos: Vermelho-escuro, expressão irada e aborrecida para eliminar os danos causados por inimigos. A Tara Vermelha , destruidora do inimigo Mara, que destrói os quatro tipos de maras.

9. A que Protege Contra Todos os Medos: Branca, pacifica e expressão risonha. Tara Branca, as três sublimes, que protege todos os seres do perigo e do medo.

10. A que põe os Maras e o Mundo sob seu Poder: Vermelha, charmosa e expressão gargalhante, domina todos os Maras e forças obstrutivas. Tara Vermelha, destruidora de maras, que controla o mundo.

11. A que Erradica a Pobreza: Expressão charmosa para erradicar todas as formas de pobreza. Tara Laranja eliminadora da pobreza, que traz prosperidade.

12. A que Garante Tudo o que é Auspicioso: Expressão charmosa para assegurar as condições auspiciosas. A Tara Laranja da beleza auspiciosa, que torna tudo auspicioso

13. Metar Barma: A Tara Vermelha que emite fogo, que corta através de seu inimigo mas não machuca os outros.

14. A que é Tremendamente Irada: Irada com expressão carrancuda e irritada para suprimir problemas. Tara Negra, levemente enrugada, que corta através das interferências.

15. A Supremamente Pacifica: Branca, expressando excelente paz, para pacificar o efeito das nossas próprias ações maléficas. Tara Branca, a grande pacificadora, que traz harmonia

16. Tara que nasce do Hung da Consciência intrínseca: Vermelha, expressão charmosa para aumentar o conhecimento transcendental e sabedoria. Tara Vermelha, liberadora da sabedoria-HUM, que traz sabedoria e aumenta o poder dos mantras.

17. A que faz Tremer os Três Reinos: Laranja, expressão charmosa, para pacificar maras e forças obstrutivas. Tara Laranja, que estremece os três Reinos e controla o poder dos mantras.

18. A que Neutraliza Veneno: Branca, para pacificar as venenosas influências de espíritos-nagas. Tara Branca, que elimina os venenos e supera seus efeitos.

19. A que Alivia Todo Sofrimento: Branca, pacífica, sorrindo, para dissipar disputas e conflitos, e sonhos maus. Tara Branca, para liberação de prisões e para superar discussões e brigas.

20. A que Remove a Peste: Laranja, pacifica, para guardar contra as epidemias e dissipá-las. Tara Laranja, para eliminação de doenças contagiosas

21. A Completamente Perfeita de Todas as Atividades Iluminadas:Branca, pacífica, charmosa para completar e aperfeiçoar todas as atividades. Tara Branca, cujas ações veneráveis tornam todas as atividades bem-sucedidas.
BY PEMA TZEWANG




OM TARE TAM SOHA (Ajuda para iluminação)

OM TARE TAM SOHA (o mundo muda e a iluminação torna-se possível)

OM BEMA TARE SENDARA HRI SARVA LOKA WASHUM KURU HO (mantra de Tara para evoluir)

OM TARE TUTARE TURE SOHA (Mantra da fonte das outras 20 emanações)

OM BANZA TARE SARVA BIGANEN SHINDHAM KURU SOHA (para impedir desastres)

OM TARE TUTARE TURE MAMA SARVA LAM LAM BHAM DZALA BHAYA 
SHINDHAMKURU SOHA (para impedir calamidades naturais)

OM TARE TUTARE TURE MAMA SARVA BHAM BHAM DZALA BHAYA SHINDHAM KURU SOHA (para impedir destruição forjada pela água)

OM TARE TUTARE TURE MAMA SARVA RAM RAM DZALA BHAYA SHINDHAM KURU SOHA (para impedir destruição forjada pelo fogo)

OM AH VAJRA-VINE HUM (Mantra de Tara azul, que toca o alaúde)

OM AH VAJRA-VAM SHE HUM (Mantra de Tara amarela, que toca a flauta)

OM AH VAJRA-MURAGE HUM (Mantra de Tara vermelha que toca o tambor)

OM AH VAJRA-MRIDAMGE HUM (Mantra de Tara verde que toca o tambor)

OM TARE TUTARE TURE MAMA SARVA YAM YAM DZALA BHAYA SHINDHAM KURU SOHA (para impedir destruição forjada pelo vento)

OM RATANA TARE SARVA LOKA JANA PITEYA DARA DARA DIRI DIRI SHENG SHENG DZA DZAANJIA NA BU SHENG KURU UM (Mantra que aumenta a sabedoria)

OM TARE TUTARE TURE MAMA SARVA EH EH MAHA HANA BHAYA SHINDHAM KURU SOHA (impede calamidades que vem do céu)

OM TARE TUTARE TURE MAMA SARVA DIK DIK DIKSHENA RAKSHA RAKSHA KURU SOHA (mantra que impede destruição causada por exércitos)

OM TARE TUTARE TURE MAMA SARVA RANDZA DUSHEN DRODA SHINDHAM KURU SOHA (mantra que impede calamidades que vem do inferno)

OM TARE TUTARE TURE MAMA SARVA DZORA BENDA BENDA DRKTUM SOHA (impede o mal caudado por ladrões)
OM BEMA TARE SENDARA HRI SARVA LOKA WASHUM KURU HO (mantra que aumenta o poder)
OM TARE TUTARE TURE SOHA (mantra Tara, que contém todos os 21 mantras Tara, harmonia, paz, amor, prosperidade, cura, proteção, etc.)

OM TARE TUTARE TURE SARVA DUSHING BIKANEN BHAM PEH SOHA (mantra que impede o mal causado por demônios)

OM TARE TUTARE TURE SARVA HAM HAM DUSHING HANA HANA DRASAYA PEH SOHA (impede o mal que afeta o gado)

OM TARE TUTARE TURE SARVA HEH HEH DZALEH DZALEH BENDA PEH SOHA (Impede o mal causado por bestas selvagens)

OM TARE TUTARE TURE SARVA DIKSHA DZALA YAHA RAHA RA PEH SOHA (Impede o mal causado por veneno)

OM GARMA TARE SARWA SHATDRUM BIGANEN MARA SEHNA HA HA HEH HEH HO HO HUNG HUNG BINDA BINDA PEH (mantar da Tara que subjuga demônios)

OM TARE TUTARE TURE SARVA DZARA SARVA DHUKKA BRASHA MANAYA PEH SOHA (Mantra que cura enfermidades)

OM TARE TUTARE TURE BRAJA AYIU SHEI SOHA (Mantra que confere longevidade)

OM TARE TUTARE TURE DZAMBEH MOHEH DANA METI SHRI SOHA (Mantra que confere prosperidade) 

fonte:Ricardo Chioro

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia da gratidão 14 de Novembro.




Paz, amor, beleza, compreensão, saúde, harmonia, luz, gratidão, força, suavidade. 
A imagem de Kuan Yin é suave e forte ao mesmo tempo.








A gratidão é o ato de reconhecimento de uma pessoa por alguem que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc. (a.d.)



Agora, há muitas, muitas pessoas no mundo, mas relativamente poucos com quem interagimos, e menos ainda que nos causam problemas. Então, quando você se deparar com essa chance para praticar a paciência e a tolerância, você deve tratá-lo com gratidão. É raro.
Dalai-lama 


O Agradecimento é a memória do coração.
Lao- Tsé




“A Gratidão é o único tesouro dos Humildes” (William Shakespeare)



A gratidão é uma emoção, que envolve um sentimento de dívida emotiva em direção 
de outra pessoa; freqüentemente acompanhado por um desejo de agradecê-lo, ou reciprocar para um favor que fizeram por você. Num contexto religioso, gratidão também pode referir-se a um sentimento 
de dívida em direção de uma divindade.
Pesquisa psicológica demonstrou que indivíduos são mais propensos a experimentar a gratidão 
quando recebem um favor que é percebido ser estimado pelo recipiente, valioso ao benfeitor, 
dado pelo benfeitor com intenções benevolentes, e dado gratuitamente (e.g,. Barra-Tal, Barra-Zohar, Greenberg, & Hermon, 1977; Graham, 1988; Alameda & Anderson, 1976; Tesser, Gatewood, & Motorista, 1968).
Pesquisas também sugerem que sentimentos de gratidão podem ser benéficos ao bem estar emocional subjetivo (Emmons & McCullough, 2003). Nas pessoas que são agradecidas em geral, os acontecimentos de vida têm influência pequena na gratidão experimentada (McCullough, Tsang & Emmons, 2004).
Depois desses termos técnicos não há muito o que falar. Apenas agradecer a Deus :
Pela vida, família, AMIGOS,e tudo mais. (fonte desconhecida)





"GRATIDÃO :  
Deveríamos ter todos os dias de nossas vidas". 
                   Gratidão a todos que visitam este Espaço Sagrado 
e fazem parte desta minha caminhada.

Silvia Montone
14.11.2-12

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


Oração a Kuan yin Para Cura






Yao Kuan Yin



A manifestação de Kuan Yin que representa a cura de todos os males é Yao Kuan Yin, aquela que segura o vasinho e derrama seu líquido na boca do dragão. Nossos males provém de 3 caminhos: carma, nossos sentimentos e escolha antes de nascer, assim nada é por acaso.

Também quando chegamos a uma cura, seja ela de que forma tenha vindo, por médico, oração, terapia natural ou espiritual é porque transcendemos o que deveria ser vivido por nós ou por aqueles que nos acompanham.

Vejo as pessoas discutirem se quem curou a pessoa foi sua força de vontade, o médico, os remédios, o padre ou pastor, Deus e muitas outras coisas. Não sei porque insistem nesta separação, quando qualquer pessoa já testemunhou a troca de médico, minutos antes de uma cirurgia, quando a família começou a orar; a descoberta de que a medicação era outra depois de começar-se uma terapia com Reiki, por exemplo, e que toda tecnologia ou oração do mundo é inútil quando é o momento que escolhemos passar para o outro plano, nos liberando do invólucro carnal (sim de carne, pois físico, em verdade é tudo, até os corpos sutis que seguem e vivem nos muitos planos e mundos do astral).

Toda cura é multifatorial e para superarmos nossas imperfeições devemos sim lançar mão da medicina e das curas nas suas muitas formas. Pesquisas demonstram que pessoas que recebem Reiki, curas com as mãos e preces se recuperam mais rápido ou simplesmente se recuperam, quando no caso contrário provavelmente estariam desenganadas.

Na China se crê que pronunciar o nome de Kuan Shih Yin três vezes salvaria a pessoa de qualquer mal, violência ou maldição. Assim a senhora da Compaixão nos ensina uma oração pra chamá-la quando estivermos nós, outras pessoas, espíritos sofredores, animais, seres e plantas em estado de sofrimento.

ENCAMINHE E ESPALHE ESTA ORAÇÃO, ELA PERTENCE AO MUNDO!

Queridos, formem grupos de oração e façam esta oração por vocês, por enfermos, pelas pessoas do mundo, para libertação das viroses, trazer paz a todos e pelo próprio planeta. Mantenham sempre a serenidade e saibam que auxiliando ao todo sempre estarão ajudando a si mesmos. Eu voz amo muito. Que a luz dos Lótus Cósmico lhes mostre sempre o caminho.

(108 vezes é mínimo. Nós recomendamos 10 voltas no mala em meditação)
NAMO IJU KUAN SHIH YIN PUSA




Kuan Yin_Megan Wood

Senhora amorosa, do centro do Lótus Dourado, Senhora divina das 108 faces de salvação, trazei-me (ou para quem se deseja curar) a cura e o perdão. Derrama tuas bênçãos de misericórdia e teu balsamo das mil curas sobre a causa do sofrimento. Cicatriza e regenera suas conseqüências para que eu (ou outrem) fique mais saudável que antes, mais sábio, iluminado, grato e equilibrado para não voltar a sofrer e adoecer. Remove Senhora das muitas espadas, meus medos e bloqueios, traz-me os curadores, os remédios e a capacidade de me curar. Dá-me a alegria de sentir tua luz e tua mão a me guiar. OM MANI PEME HUM. Que por toda eternidade sejam muitos a te louvar.

“Senhora da Lótus Sagrado, luz da compaixão que ouve os prantos do mundo.
Traz tua luz e amor para esta terra, para mim e para todos, em todos os planos habitados.
Fazei desabrochar a flor da criação perfeita e guiai-me, fazendo com que eu seja sempre emissário da luz. Proteção,saúde, carinho e prosperidade, sob teu raio púrpura eu sempre terei.”



Bem Amada Kwan Yin Invoco Tua soberana Luz
Divina Jóia do Lótus Sagrado
Habitai meu Coração. Divina Deusa do Amor
Resplandece Tua Divina luz em meu caminho
Ilumina meus passos Bem Amada Mãe de Misericórdia.

Sagrada Mensageira da Compaixão Divina
Despertai Tua Divina Luz em meu coração
Transforma meu mundo com Tua Divina Benção
Compadece-te de mim Divina Mãe.

Divina Jóia do Lótus Fazei de mim instrumento de Tua Compaixão
Que vossa Divina Misericórdia
Resplandeça em meu coração hoje e sempre.
Divina Mãe Kwan Yin Eu reverencio Tua Divina Compaixão

Que flui em meu coração na forma Da Divina e Eterna Canção:
“OM MANI PADME HUM”
“OM MANI PADME HUM”
“OM MANI PADME HUM”
OM, OM, OM



APELO À BEM-AMADA KUAN YIN

Bem -Amada Kuan Yin,
apelo em favor da expansão da Luz Interna
de cada coração Humano.

Apelo, também, pelas Forças da Luz
e dos Seres orientadores dos Raios Divinos
que fluem do universo à nossa Terra.

Abençoai e protegei a Chama existente no coração
de cada ser vivente e trazei-a ao seu desabrochar.

Fomentai o progresso e a Paz sobre a Terra
e envolvei cada filho do homem
em um resplandecente Manto de Luz.

Preenchei-o com as poderosas irradiações das Chamas,
para que as características divinas
se expandam em cada indivíduo.

Que assim seja, pois eu falo em nome de Deus Eu Sou.
 fonte:www.curaeascensao.com.br

Festival de ascensão de Kwan yin 2 de Novembro de 2012


Festival de ascensão de Kwan yin 2 de Novembro de 2012
A data é variável no Ocidente pois segue o calendário chinês.

“Tomo refúgio em Buda, Dharma e Sanga.

Abstenho-me de todas as ações negativas de corpo, palavra e mente.Acumulo todos os dharmas virtuosos do universo em benefício de todos os seres”Kuan Yin. Você pode ver seu rosto quase em qualquer lugar onde os chineses moram.  A Deusa da Misericórdia (a Deusa da Compaixão) é a mais popular e difundida entre as divindades do Budismo Chinês.  No entanto, somente agora o Ocidente começa a saber dela. Ela é conhecida como Kuan Yin, Quan’Am (Vietnã), Kannon (Japão), e Kanin (Bali), ou Kwan Yin.
Ela é a encarnação da compassiva amorosa bondade. Como a Bodhisattva da Compaixão, Ela ouve os lamentos de todos os seres. Kuan Yin tem uma grande semelhança com a Maria do Cristianismo, a Mãe de Jesus, e com a deusa tibetana Tara.  Sua influência se estende desde a criação até os desejos profundos de toda mulher que anseia ser mãe. 
Em momentos de doença e problemas, a primeira invocada é ela.
Ela é geradora, criadora, compaixão viva, amiga e intercessora.  Ela é a grande deusa da vida em si mesma.  Kuan Yin significa “alguém que ouve os lamentos do mundo.”  Suas maiores virtudes são: misericórdia, modéstia, valentia, justiça e sabedoria. Uma aliada próxima de Kuan Yi é Tara (estrela), deusa da proteção e compaixão, venerada pelos Budistas Tibetanos, Mongolianos e Nepaleses.   “Tara é a bodhisattva-deidade arcangélica e arquetípica que representa a atividade miraculosa de todos os budas. No mito, ela nasce das lágrimas de compaixão de Avalokitesvara ou de seu voto de ser iluminada e permanecer mulher...  
Há muitas manifestações de Tara, “como muitos seres requerem”, sendo que a mais famosa é a Tara Branca pacífica, que traz proteção, vida longa e paz, e a Tara Verde dinâmica, que vence todos os obstáculos e salva os seres de situações perigosas.” É o Bodhisattva Celestial da Compaixão, é a mestra da hierarquia divina que trabalha na frequência da Misericórdia, Compaixão e Amor Incondicional. Há uma confiança implícita na graça salvadora e nos poderes curadores de Avalokitesvara Kwan yin. A invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado.
 Desejo que a energia de Avalokitesvara Kwan Yin possa invadir seu coração agora como um perfume doce e suave e que você possa receber esta energia amorosa como uma dádiva Divina. Kwan Yin é uma divindade chinesa - a deusa da compaixão e misericórdia, venerada em diversos países da Ásia. 
No Budismo corresponde ao Bodhisattva Avalokitesvara (em tibetano: Cherenzig), que representa a suprema compaixão de todos os budhas. No Japão esta personificação da caridade é representada como uma divindade masculina, chamada Kannon Bosatsu.



Kwan Yin é a Salvadora Compassiva. Por todo o Oriente altares dedicados a esta Mãe da Misericórdia podem ser achados em templos, casas e grutas nos caminhos. Orações à Presença dela e à sua Chama estão incessantemente nos lábios dos devotos à medida que buscam orientação e socorro em todas as áreas da vida.

Muito presente na cultura oriental, Kwan Yin tem despertado interesse em seu caminho e ensinamento entre um número crescente de devotos ocidentais, que reconhecem a poderosa presença da "Deusa da Misericórdia", junto com a da Virgem Maria, como iluminadora e intercessora da Sétima Era de Aquário.

A longa história de devoção a Kwan Yin mostra-nos o caráter e o exemplo desta Portadora de Luz que não somente dedicou sua vida a seus amigos, mas sempre assumiu o papel de intercessora e redentora. Durante séculos, Kwan Yin simbolizou o grande ideal do Budismo Mahayana em seu papel de bodhisattva (chinês p'u-sa), literalmente, "um ser de BDI, ou iluminação", destinado a se tornar um Buda, mas que renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.

O nome Kwan Ce Yin, como é frequentemente chamada, significa literalmente "aquela que considera, vigia e ouve as lamentações do mundo". Segundo a lenda, Kwan Yin estava para entrar no céu, porém parou no limiar ao ouvir os gritos do mundo.

Existe ainda muito debate acadêmico relativo à origem da devoção à bodhisattva feminina Kwan Yin. Ela é considerada a forma feminina de Avalokitesvara, bodhisattva da compaixão do Budismo indiano, cuja adoração foi introduzida na China no terceiro século.

Embora Kwan Yin tenha sido retratada como um homem até o século X, com a introdução do Budismo Tântrico na China no século oitavo, durante a dinastia T'ang, a imagem da celestial bodhisattva como uma bela deusa vestida de branco era predominante e o culto devocional a ela cresceu em popularidade. No século nono havia uma estátua de Kwan Yin em cada monastério budista da China.

Apesar da controvérsia acerca das origens de Kwan Yin como um ser feminino, a representação de um bodhisattva, ora como deus, ora como deusa, não é inconsistente com a doutrina budista. As escrituras explicam que um bodhisattva tem o poder de encarnar em qualquer forma - masculino, feminino, criança e até animal - dependendo da espécie de ser que ele procura salvar. Como relata o Sutra do Lótus, a bodhisattva Kuan Shih Yin, "pelo recurso de uma variedade de formas, viaja pelo mundo, conclamando os seres à salvação".


Kwan Yin, representa a grande força da Mãe Universal no Oriente - assim como Mãe Maria, no Ocidente. Antes de Saint Germain, era ela a Chohan do Sétimo Raio. Hoje, sustenta os atributos do Raio Lilás (violeta e rosa) do perdão e da misericórdia divina, irradiado de seu Templo da Misericórdia sobre Pequin, na China.

São ilimitados o seu amor e compaixão pelos homens. A Deusa da Misericórdia, que é mediadora do Conselho Cármico, está sempre pronta a atender os desejos dos seres humanos, concedendo-lhes mais auxílio do que em verdade merecem.

O Raio Lilás ampara os seres que transgrediram gravemente as leis universais e não conseguem suportar os retornos cármicos, necessitando de uma energia mediadora ou intercessora entre o mundo das criações e a Grande Lei.

Também conhecida como deusa da misericórdia, representa a grande força da Mãe Universal no Oriente como Mãe Maria no Ocidente. Ela é o Bodhisattva Celestial da Compaixão, é a Mestra da Hierarquia Divina que trabalha na frequência da Compaixão e Amor Incondicional. Bodhisattva é um ser humano que atingiu o estado de perfeição e ascensão, tendo se libertado da roda da reencarnação e do ciclo de samsara (ciclo de reencarnações sucessivas visando o aprendizado e ascensão do ser, relacionados a lei do carma - ação e reação).

Kwan Yin já era conhecida no Extremo Oriente antes do advento do Budismo. Dentre suas várias encarnações na China, a mais conhecida foi como filha do Imperador Miao Chunang Wang da Dinastia Chou, 700 a.C. Diz a lenda que ela se determinara a seguir uma vida religiosa, tendo se recusado a casar, apesar das ordens do seu pai, e das súplicas dos seus amigos. Aí, por ordens do seu pai, foi submetida às mais árduas tarefas, que de forma alguma enfraqueceram o seu zeloso amor por Deus.

Enraivecido pela sua devoção, seu pai, ordenou que fosse executada, mas quando a espada a tocou partiu-se em mil pedaços. Ele então ordenou que fosse asfixiada, mas quando a sua alma deixou o seu corpo e desceu até o inferno, transformou-o num paraíso. Transportada numa flor de lótus até a Ilha de P'ootoo, próxima a Nimpo, aí viveu durante nove anos, curando os enfermos e salvando marinheiros do naufrágio.

Certa vez, quando soube que seu pai estava muito doente, cortou um pedaço da carne dos seus braços, e usou-a como um remédio que lhe salvou a vida. Em gratidão, ele ordenou que uma estátua fosse erigida em sua honra, comissionando ao artista que a representasse com 'olhos e braços completamente formados'. Entretanto, o artista compreendeu mal, e até hoje Kwan Yin algumas vezes aparece representada com 'mil braços e mil olhos', sendo capaz dessa forma, de olhar e cuidar de todo o seu povo sendo também chamada de Avalokitesvara.

Ela hoje é madrinha da nação chinesa, onde se encontra altares em todos os lugares, como lojas, restaurantes, até mesmo em para-lamas ou painéis de carros. Há uma confiança implícita na graça salvadora e poderes curadores de Kwan Yin. Acredita-se que até mesmo a mera invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado.

Kwan Yin fez o voto de bodhisattva, para trabalhar junto às evoluções deste planeta e deste sistema solar para lhes mostrar o caminho dos Ensinamentos dos Mestres Ascensos. Ela diz que enquanto houver uma única alma sofrendo na Terra, Ela estará presente!
Fonte: http://www.summit.org.br/


quinta-feira, 18 de outubro de 2012




Neste momento invoco a Bem Amada Kuan Yin 
para que a paz se instale, a harmonia se estabeleça, 
o amor se faça presente em todos os corações, lares e famílias.
 Que vossa misericórdia e vosso amor nos abençoe neste dia. 
Que a cura ocorra em todas as áreas de nossas vidas, em nossos corpos:
 físico, mental, emocional e espiritual. 
Na Luz de nossa Mãe Divina, 
da Nossa Amada Kuan Yin seja iluminado este nosso abençoado dia!

fonte: kuanyinadeusadosmilagres.blogspot.com.br

Para eliminar a discórdia








Bem-Amada Kuan Yin ajude-me!
Que Vossas santas mãos tirem todo mal que está em meu coração.
Limpe-o das impurezas que se instalaram por meio das más influências.
Retire todo ressentimento, toda raiva, todo ódio, toda mágoa, toda tristeza, todo mal que nele houver e me impedem de viver em paz, em harmonia e feliz.
Que todo sentimento ruim e prejudicial a mim e aos meus relacionamentos sejam jogados na fogueira de Chama Violeta.
Que toda negatividade que houver em mim e na minha vida seja queimada, destruída e eliminada. Elimine todo e qualquer obstáculo que me impede de vencer a resistência em dar ou receber o perdão.
Conceda-me a bênção de perdoar a quem me fez mal e me fazer perdoado por quem de alguma maneira eu tenha prejudicado. Amada Kuan Yin, que Vossa Luz protetora e iluminadora, traga vida à minha vida.
Traga a quietude e a força necessária para que eu possa em paz seguir e cumprir a minha missão.
Que o amor seja o único sen mento permanente em meu coração.
Pois EU SOU e nasci para vencer no amor e com amor!

 *Fonte: Kuan Yin a Mãe Divina e Amorosa em nossas vidas... e os milagres continuam acontecendo

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Um mala pela sua casa





Nossa casa é cheia de energias, desencarnados, miasmas, e problemas só dela, assim 
como temos coceira, gripe e dor de barriga. 
Assim dedique um mala de OM MANI PADME HUM (108X) pela sua casa, 
ao menos duas vezes por semana. 
Peça para Kwan Yin entrar nela e deixar 
sua luz, levando embora todas as sombras, desencarnados e energias 
que não sejam pura luz e harmonia
 
fonte: http://lotussagrada.blogspot.com/


Divina Mãe Kuan Yin,
Por favor, tome a alma da minha querida (o) ______________, falecida (o),
para o doce canto da sua mente,
O lugar mais terno em seu coração,
Que ela (ele) e eu possamos ser consolados.

Por agora ela (ele) se foi, e eu oro,
Amada Mãe Kuan Yin, para a força para se lembrar que ela não tenha ido longe.

Pois ela (ele) está com você e deve permanecer assim para sempre.
Ela (Ele) permanece dentro de mim, pois estamos todos juntos.

A corda que nos une uns aos outros não pode ser cortada, certamente não pela morte.
Para você querida Kuan Yin
, mantenhamos  juntos, e nós permanecemos em ligação eterna.

Não há poder maior do que o seu amor.
A morte não é o seu mestre, nem o meu.
Essas coisas que eu acredito
e peço a meu coração para registrar em minha mente.

Entrego-te Amada Mãe Kuan Yin, a minha dor.
Entrego-te Amada Mãe Kuan Yin, a minha dor.
Por favor, cuide do teu (tua)  servo (serva)______________,
meu querido (minha querida)  que já passou.
E, por favor Divina Mãe Kuan Yin, cuida de mim.



fonte:http://www.geoocities.org/isisdownunder1
tradução do ingles:silvia montone

Mil mãos e olhos Gwan Yin Bodhisattva





O Bodhisattva Avalokiteshvara é muitas vezes retratado com mil mãos, cada mão que contém o seu próprio olho, para indicar os votos e os poderes do Bodhisattva para ver todos os que sofrem no mundo e chegar ao mundo e tirá-los do seu sofrimento.

"Se você cultivar o Mantra Grande Compaixão, você pode obter   mil mãos e mil olhos.
"Mas você diz, 'eu tenho duas mãos para pegar as coisas com dois olhos e ver as coisas . Esta é a era científica. Que possível uso eu teria por mil mãos e mil olhos?"

"Se você não quer que eles, então não cultive o Mantra Grande Compaixão.
 No entanto, com mil olhos, você pode fechar os dois olhos e dar-lhes um descanso, e ainda ver as coisas. Isso não é maravilhoso Dharma?

"Mil olhos não podem apenas ver, mas iluminar. Seus olhos normais pode ver dez ou 20 milhas, ou com binóculos, talvez uma centena de quilômetros. Com mil olhos, você pode ver por um milhão de quilômetros, até o fim do espaço vazio e o reino Dharma.

 Você não precisa mesmo de uma televisão para assistir os astronautas andando na lua. É muito menos dispendioso do que comprar uma televisão ou fotografias, ou revistas. Agora, você não  acha que mil olhos são úteis?
"Não só isso, mas com mil olhos, você pode olhar para fora da parte traseira de sua cabeça e ver o que está na frente de você. Olhando para fora na frente de você, você pode ver o que está atrás de você.

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Bodhisattva Avalokiteshvara com mil mãos e mil olhos
A maioria das pessoas não consegue ver seus rostos, mas com mil olhos, você pode ver seu próprio rosto e você pode ver atrás de você.
Você pode até ver o que está dentro de seu estômago. 

Você pode saber quantos bichinhos, bichos preguiça, e insetos mortos há em seu estômago. 
Do lado de fora, você pode ver, por dentro e por dentro, você pode ver de fora, assim como se você estivesse olhando através de um painel de vidro. Você pode ver tudo: o que seu coração se parece e que o seu estômago está prestes a dizer, cada movimento dessas máquinas dentro de você. Você quer  mil olhos ou não? Você ainda acha que seus dois olhos são suficientes? Essa é a função milagrosa de mil olhos.
"O que cerca de mil mãos Se você tiver apenas duas mãos, então quando você pegar alguma coisa em cada um deles, você não pode pegar qualquer outra coisa com uma mão, você pode tomar a mil dólares;?. Com mil mãos, você pode ter uma centena de milhões.

"Agora vamos dividir algumas maçãs. Você pode ter como muitos como você deseja. Claro, se você só tem duas mãos, você pode ter apenas dois. Se você tem um mil, você pode tomar um mil. Isso não é útil?
Mas milhares de mãos não são para brincadeira de criança. A razão para ter mil mãos é para salvar outras pessoas.
Se mil pessoas estão se afogando e você tem apenas duas mãos, você só será capaz de resgatar dois deles. Se você tem mil mãos, você será capaz de alcançar para a água e trazê-los todos para fora. É útil ou não?

Mil olhos observam,
mil ouvidos ouvem tudo;
Mil mãos ajudam e apoiam
todos os seres viventes.

"Independentemente do que os seres vivos se encontram em apuros, você pode salvá-los com suas mil mãos e puxa-los para fora do mar de sofrimento. Sem   mil mãos, você não pode salvar muitas pessoas.
"O Bodhisattva que considera os sons do mundo tem mil mãos, não para roubar coisas, mas para salvar pessoas.

"Onde é que os mil mãos e olhos vêm? Eles nascem do Mantra Grande Compaixão.

Você deve recitar o Mantra grande compaixão e cultivar a Grande Compaixão Dharma das Mãos Quarenta e Dois.

A última das mãos 42 é chamado o ". Unindo as Mil Mãos Armadas" Toda vez que você recitar este mantra, as mãos aumentam 42 Recite-o uma vez e você tem as mãos mais 42;. recitá-lo novamente e aumentam pelo 42. recitá-lo uma centena de vezes e você terá 4.200, mil vezes, 42.000, e assim por diante. É simplesmente uma questão de ter ou não cultivar. Mas a mil mãos e olhos não são obtidas em um dia e uma noite. Você deve cultivar com esforço a cada dia, nunca falta um dia. Se você cultivar diariamente de acordo com Dharma, você vai aperfeiçoar a função inconcebivelmente maravilhosa da iluminação, mas se você cultivar hoje e sair amanhã, é de nenhum uso a todos. No mundo , se você quiser um Ph.D., você tem que estudar por quatorze ou quinze anos. Como muito mais esforço é necessário para estudar o Buddhadharma! A menos que você use continuamente esforço, verdadeiro e genuíno, você não terá sucesso.... " (DS 2-4)
No Sutra Shurangama, o Bodhisattva Avalokiteshvara afirma:

Por exemplo, eu posso fazer aparecer uma cabeça, três cabeças, cinco cabeças, sete cabeças, nove cabeças, onze cabeças, e assim por diante, até que pode haver 108 cabeças, mil cabeças, 10 mil cabeças, ou 84 mil cabeças vajra; dois braços, quatro braços, seis braços, oito braços, dez braços, doze braços, quatorze, dezesseis, dezoito braços, braços ou vinte, vinte e quatro braços, e assim por diante até que pode haver 108 armas, mil braços ou braços 84000 mudra, dois olhos, três olhos, quatro olhos, nove olhos, e assim por diante até que pode haver 108 olhos, mil olhos, olhos 10.000, ou 84.000 pura e olhos preciosos, às vezes, compassivo, às vezes incrível, às vezes exibindo sabedoria para resgatar e proteger os seres vivos para que eles possam alcançar uma grande auto-domínio. (SS V 178-179)

Fonte: Budismo de A a Z

Nam myoho rengue kyo - Um doce Canto que traz felicidade e sorte O significado de Nam myoho rengue kyo





Nam myoho rengue kyo - Um doce Canto que traz felicidade e sorte
O significado de Nam myoho rengue kyo


"NAM
Nam, contração de Namu, que deriva do sânscrito NAMAS, significa "devotar" ou a relação perfeita da vida da pessoa com a verdade eterna. Ou seja, dedicar a própria vida ou relacionar-se com a verdade eterna da vida. Também significa acumular infinita energia através desta fonte e tomar atitudes positivas aliviando o sofrimento dos outros.

MYOHO
Myoho literalmente significa Lei Mística.
Myo significa "místico", mas elimina qualquer sombra de milagre. É assim chamado porque o mistério da vida é de inimaginável profundidade por tanto está além da compreensão do homem.

Ho significa "lei". A intrínseca natureza da vida é tão mística e profunda, que transcende o âmbito de conhecimento humano. Por exemplo: o ser humano nasce como um bebê, cresce e torna-se um jovem, depois um idoso e por fim morre. Isso é obviamente, uma inquebrável lei regulando cada espécie de vida. Ninguém jamais pode nascer adulto ou escapar desse ciclo, por mais que deseje.

RENGUE
Rengue é a lei de causa e efeito. O budismo esclarece essa lei em todos os fenômenos do universo, e é simbolizada pela Flor de Lótus (Ren, flôr e Guelótus, em japonês), pois produz a semente (Causa) e a flor (Efeito) simultaneamente. Uma quantidade enorme de todas as causas passadas formam o efeito da condição presente. Ao mesmo tempo, o momento presente é a causa do futuro. Assim, a vida é a continuação dos momentos combinados pela corrente de causa e efeito.

KYO
Finalmente kyo que é a tradução do sânscrito Sutra, significando ensino, o ensinamento do Buda, que é eterno. Também é a função e influência da vida, assim como a transformação do destino, simbolizando a continuidade da vida através do passado presente e futuro.

Saddharma Pundarika Sutra é título original do Sutra de Lótus em Sânscrito
Ele foi traduzido no ano 406 por Kumārajīva recebendo em chines o nome de Myoho-Rengue-Kyo
Onde Sad se torna Myo,
Dharma, vira Ho
Pundarika, que é flor de lotus, vira Rengue
E Sutra, que é ensino passa a ser Kyo.

Nitiren Daishonin nos aponta como o Myoho-rengue-kyo como o ensino que contém o caminho para a iluminação. 
Ao colocar "Nam" antes do título do Sutra de Lótus ele cunhou a frase que recitamos diariamente, o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, que numa tradução livre seria o algo como: Devotar-se ao Sutra de Lótus, ou Devotar-se à Lei Mística da Causa e Efeito (exposta pelo Buda no Sutra de Lótus ).

O Nam-Myoho-Rengue-Kyo cobre todas as leis, toda a matéria e todas as formas de vida existentes no Universo. em outras palavras, é a vida do Buda que alcançou a suprema Iluminação. Se expandirmos ao espaço ilimitado, é idêntica à vida do Universo, e se condensarmos ao espaço limitado, é igual a vida individual dos seres humanos.

A natureza de Buda está exatamente dentro de cada um de nós. É o Nam-Myoho-Rengue-Kyo. Quando entoamos o Daimoku a natureza de Buda dormente dentro das nossas vidas é convocada. Invocado deste modo, o que desperta é o Buda. Quando um pássaro numa gaiola canta, os pássaros voando no céu vêm para baixo. Quando os outros pássaros se reúnem ao redor, o pássaro engaiolado tentará escapar. Do mesmo modo se recitarmos a Lei Mística, o Nam-Myoho-Rengue-Kyo em voz alta, a natureza de Buda se revela e se alegra e nos acompanha. Se praticarmos corretamente, não haverá beco sem saída na vida. Uma vez que nos baseamos na Lei Mística, podemos definitivamente transformar as nossas vidas para o melhor e ultrapassaremos qualquer impasse. Em qualquer situação, seguir essa lei absoluta com fé absoluta é, na verdade a base da nossa prática.
Nam-Myoho-Rengue-Kyo!" 
Texto compilado de matérias de estudo do Bloco Mandala, da BSGI, Barra, RJ - TC nº 306

Um doce Canto que traz felicidade e sorte.
Nam-myoho-rengue-kyo
O SEGREDO que Nitiren Daishonin revelou



NAMO TA-PEI KWAN SHIH YIN P'U-SA





NAMO TA-PEI KWAN SHIH YIN P'U-SA (em Chines)

"Aquela que quer, observa e ouve o som do mundo"NAMO MAHA KARUNA KWAN YIN BODHISATTVA(en Sánscrito)"Quem contempla o (suplicante) som do mundo".


Amada Mãe Kwan Yin, Deusa da Misericordia e da Compaixão, aceita 
por favor minhas orações e estende teu amoroso manto sobre mim;
esparge-me com a agua benfeitora de sua benção e permita que as
pesadas cargas de minhas atitudes passadas sejam apagadas
por teu amor incondicional.Faça que gere em mim bondade, 
magnanimidade, misericórdia,tolerancia, e todas as qualidades 
que te fizeram um ser tão especial.
Tu que é a que ouve , a que ouve o som do mundo, ouve
minha oração e permita-me ser coberto por seu manto de luz.

¡Gloria a Kwan Yin a Misericordiosa!¡
Gloria a Kwan Yin a Redentora!¡
Gloria a Kwan Yin, personificação do amor puro!



Encontrada em um grupo do yahoo em espanhol sem creditos e traduzida por Corujinha do Vale /Silvia Montone/Brasil

A jóia na Cabeça







Capítulo Anrakugyohon do Sutra de Lótus

Certa vez havia um grande e santo rei, que tinha uma imensa força e um coração extremamente amável.
Ele foi o supremo entre os reis e era considerado de uma maneira altamente honrada que não era apropriado a ninguém.
As pessoas chamavam-no de Rei Girador da Roda porque tinha recebido uma roda de jóias dos céus que girava enquanto governava o seu domínio e porque parecia como um sagrado e santo homem.
Ele foi um fino governante  e quando encontrava um estado que era dominado pelo mau, empreendia uma guerra contra ele e esmagava-o.
Lutou continuamente: contra esses maus estados até que os subjugou a todos.
O Rei ficava muito contente em ver alguns dos seus soldados distinguir-se na guerra.
De acordo com os seus méritos, dava-lhes vários tesouros como ouro, prata, conchas, ágata, coral e âmbar, ou almofadas, casas, vilas e cidades.




Ele também distribuiu elefantes, cavalos e veículos aos que foram dignos. Cada vez que os soldados eram recompensados com presentes honráveis do rei, eles se vangloriavam, dizendo:

- Recebi anéis dourados e colares do Rei Girador da Roda.

- Ele me deu um fabuloso elefante e uma carreta de boi, elogiando a minha brava luta na guerra.

- Foram roupas desta vez para mim. Mas ainda conseguirei muito mais na próxima vez por minha valiosa luta.

- Mas os senhores não me superam. Estarei lutando com todas as minhas forças também.

Ele, contudo, não lhes deu uma brilhante gema que mantinha em sua cabeça porque a gema era a única da sua espécie no mundo.
Se desse a alguém, seus seguidores poderiam ficar chocados.

Sakyamuni então explicou a história a Manjusri:

"Manjusri! Eu, o Buda, tenho guardado o Sutra de Lótus cuidadosamente em meu coração e não contei a ninguém a respeito dele.
Neste sentido sou como o Rei Girador da Roda que deu muitos tesouros aos seus soldados, mas que escondeu a mais valiosa gema.
Eu, como o rei, tenho lutado e vencido muitos demônios.
Muitos dos meus discípulos também lutam contra eles.
Dei-lhes muitos tesouros da Lei e trouxe-os mais próximos da iluminação, mas não lhes ensinei o Sutra de Lótus que é a quintessência de toda Lei budista.
"Não disse anteriormente aos meus seguidores sobre o Sutra de Lótus porque ele poderiam não ter compreendido.
Num mundo que está dominado pela mal e pela ignorância, as pessoas não  têm a capacidade de compreender essa doutrina profunda.
Assim foi necessário empreender a guerra e destruir o mal.
Assim fazendo, foi possível ensinar gradualmente as pessoas, cada vez mais a respeito do verdadeiro estado de vida.
Uma vez que as suas visões errôneas da realidade e a sua ignorância sejam revertidas, eles se tornarão mais receptivos e menos céticos daquilo que agora desejo lhes ensinar.
"Um dia o Rei Girador da Roda. viu um soldado de extraordinário mérito e deu-lhe aquela preciosa gema. Sou como esse rei.
0 Sutra de Lótus é o mais excelente e profundo de todos os ensinos pregados pelos Budas.
Estou, portanto, expondo-o finalmente tal contou o rei que, somente no final, deu a brilhante gema a aquele que foi o seu mais digno seguidor.



" Manjusri! 0 Sutra de Lótus é o depósito do secreto saber do Buda.
Está acima de todos os outros sutras e ensinos.
Eu, portanto, conservei-o secreto e abstive-me de revelá-lo por um longo tempo.
Agora estou pronto para o expor a toda a humanidade pela primeira vez! "
Esta história é uma das sete parábolas ensinadas no Sutra de Lótus, que aparece no décimo-quarto capitulo, ‘"Anrakugyohon". Ela mostra o principio de "kaigon kenjitsu" – Substituir os ensinos provisórios com o verdadeiro, que é, naturalmente, o Sutra de Lótus.
Revista Terceira Civilização nº 218

O caminho do bodhisattva


Um bodhisattva pode ser definido como um ser que descobre a fonte da Verdade Suprema mais conhecido como Nirvana, mas adia sua própria iluminação até que ele guie todos os seus semelhantes a esta mesma fonte de satisfação.
O caminho do bodhisattva é, portanto, um caminho de abnegação e altruísmo.

fonte: http://www.tibetanart.us


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Mainha repousa seu corpo na terra e brilha como uma estrela Radiante




Vinicius Grande Menino Luz

Hoje não vou acender vela pq seu brilho Vinicius é mais forte.
Hoje não vou ofertar rosas a ti
porque você foi o botão mais lindo que encontrei
Hoje não vou chorar
porque sua voz canta pra mim
Hoje não vou me despedir,
pq sua presença amiga esta ao meu lado.
Obrigada amigo Mainha,
por fazer parte desta minha vida
e ter me ensinado tanto.
Um dia vamos nos encontar
e vou ganhar seu abraço amigo!
Silvia Montone